Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias



Desde o meu primeiro casamento, essa fantasia cresceu dentro de mim. É estranho, pois sempre fui muito conservador, católico e ainda por cima ciumento. Mas eu tinha tento tesão na minha esposa, Micheli, que naquela época era barrigudinha, não tinha peitos e nem bunda. Era magra no restante do corpo, bonita de rosto e tinha... a bucetinha mais gostosa que já chupei. Era super limpa, cheirosa, as vezes deixava com pelos e as vezes totalmente raspadinha. Eu amava comer ela. Chupava até ela gozar, varias vezes, e ela, amava isso também.
Me chamo João, sou careca, barbudo, branco, olhos azuis, nem magro nem gordo, malho mais por saúde que por aparência. Mas as mulheres que conheço hoje, dizem que estou bem. Algumas tatuagens pelo corpo que acho que deixam um estilo sexy.
Voltando ao assunto... teve uma vez que conversamos sobre inserir outra pessoa em nosso sexo (não falamos se seria homem ou mulher, apenas falei sobre), ela não demonstrou interesse, mas não disse que não gostou da ideia.
Um tempo depois, fomos apimentando a conversa, ela foi demonstrando mais à vontade com o assunto e chegamos a criar um tinder pra ela, onde ela encontrou um cara que queria sair com ela. Conversou com ele na minha frente, mas na hora do vamos ver, desistimos e o negocio esfriou.
Poucos anos depois, criamos coragem e fomos a uma casa de swing em BH conhecer. Foi antes da pandemia, era uma casa na beira do lago da Pampulha, lembro que o nome do dono era Raul, assim chamavam a casa. Ela fechou na pandemia e depois reabriu, mas acho que mudou o dono.
Antes de chegar na casa, falamos sobre nossas regras e limites. Não lembro bem, mas a principal é que não iríamos ter penetração com outras pessoas, no mais, iríamos ver o que ia rolar.
Nossa primeira experiência foi nota 6, havia muitos casais feios rsss, velhos, gordos, falsos casais e alguns, apenas feios – desculpem, é apenas questão de gosto. Hoje não tenho muito filtro, passo o rodo em todos hehehe. Tínhamos 32 eu e 30 ela, na época. Os casais bonitos e/ou jovens, ficavam em um grupinho entre eles, não davam muita moral pro restante da casa.
Mesmo assim, conseguimos aproveitar, o clima era muito chamativo pro sexo, é claro, então estávamos com tesão o tempo todo. Namoramos muito nós dois, fomos no bar, andamos pelos 4 andares da casa, transamos em vários locais, sendo que o melhor de todos foi nas cabines escuras. Lá era muito escuro mesmo, não dava pra ver nada, apenas sentir o calor dos casais que estavam lá, ouvir os gemidos e sentir o arrepio na pelo de estar próximo de pessoas fazendo sexo. As cabines eram abertas, apenas com um encosto para apoio. Começamos a nos pegar em um deles, logo chega um casal e fica muito próximo de nós, aproveitando o momento. Aquilo foi muito excitante, o tesão explodia, apenas de saber deles ao lado. Minha esposa pergunta se eles eram bonitos, mas não tinha como ver. Tentei enxergar o rosto da mulher de alguma forma, parecia uma moça jovem, morena (não sei como sei disso), com cabelos pretos e lisos. Eu respondi a ela que sim, então ela puxou a mulher por uma das mãos, que estava acariciando o copo da minha companheira e começou a passar a passar por suas curvas.
Meu tesão estava a mil. Eu queria que aquilo evoluísse. Tentei acariciar a estranha também, mas não consegui, pois estava de mal jeito, penetrando minha mulher, que aproveita o toque de outra em si. Mas como se simplesmente tivessem desistido, ou não gostado de algo, o casal saiu, e ficamos nós dois alí, que logo resolvemos sair e explorar mais a casa também.
No mesmo andar, havia um quarto, com uma grande cama no centro e varias poltronas em volta, para o publico assistir um foursome, que rolava já havia um tempo. Ficamos lá assistindo também. A cena parecia de filme, com poses, palavras, trocas de casais, risadas entre eles e muito barulho de sexo selvagem. O quarto estava cheio.
Exploramos também as cabines de glory hole, mas não tivemos tanta sorte alí, de pegar alguém que a gente pudesse pegar com nossas mãos taradas.
No último andar, era um salão grande, com uma cama redonda imensa no meio e vários locais com sofás, poltronas e locais para quem desejasse tanto uma orgia quanto aproveitar em poucas pessoas. Tinha um bar também, então bastante gente ficava por alí bebendo, conversando e transando. Era uma mistura de baladinha com muito liberalismo. Ficamos alí um tempo e teve um casal que nos chamou a atenção, pareciam ambos na casa dos 50 anos. A mulher loira, era muito gata e gostosa, o homem não sei dizer, careca também (na verdade na época eu não tinha adotado careca ainda, hoje que uso esse estilo) e meio gordo.
Conversamos um pouco, até que começamos um pouco de pegação. Falamos pra eles sobre nossa regra, mas o marido da loirona, disse que não se importava se eu quisesse comê-la, alí, na sua frente, em frente há muitas pessoas que passavam olhando e algumas ficavam assistindo. Ele me entregou uma camisinha, eu não tinha, pois não usava com minha esposa e não pensava em transar com outra. Minha mulher disse que me deixava comer ela, e ele, pediu pra chupar a bucetinha dela, que olha para mim, pedindo permissão. Autorizei e, enquanto ele ficou de joelhos, ela sentada de pernas abertas no sofá (estava de vestido, então facilitou a cena) começou a chupar intensamente minha mulher, na minha frente. Eu estava ao lado dela, com a esposa dele, nós estávamos nos beijando apenas e minhas mãos correndo pelo corpo delicioso dela, que não representava sua idade.
Minha esposa, gemendo e rebolando na boca daquele senhor, me agarrava e fala baixinho para mim: “ele não chupa nem perto do quão bem você chupa”. Aquilo foi muito gratificante de ouvir. Fiquei apenas na pegação com a coroa, não consegui faezr nada. Estava nervoso, com muito tesão, mas acho que fiquei pensando na regra e não dei conta.
Micheli não conseguiu gozar com aquela chupada que não era o que ela esperava, logo paramos com a pegação, conversamos apenas um pouco com eles e saímos. Não nos vimos depois.
Fomos uns dos últimos a ir embora aquela noite. Nos divertimos bastante, queríamos mais, mas alí por 3:30 da manhã, já haviam poucas pessoas restantes.
Não falamos sobre essa aventura em casa, mas sabíamos que iríamos novamente um dia, assim que tivéssemos uma oportunidade. Não tivemos arrependimentos ou remorso, apenas não falamos, mesmo fantasiando algumas coisas na cama.
Se gostarem, irei continuar contando, das outras vezes que visitamos as casas de BH e nossas experiências.
As fotos abaixo são mais ou menos da época. Hoje somos muito diferentes, logo mostro mais, acompanhando a época dos contos.
Foto 1 do Conto erotico: Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias

Foto 2 do Conto erotico: Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias

Foto 3 do Conto erotico: Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias

Foto 4 do Conto erotico: Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias

Foto 5 do Conto erotico: Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias


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Comentários


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diri Comentou em 15/08/2026

show este relato, aguardo as próximas histórias.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira experiência numa casa de swing - parte 1: Início das fantasias

Codigo do conto:
269940

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
15/08/2026

Quant.de Votos:
4

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