O tempo passou tranquilo com elas, por vários anos. Então, meu irmão de Curitiba se mudou de casa e não pôde levar o cachorro dele junto, um colie de grande porte. Esse dog era bem diferente, super mais esperto e cheio de graça. Logo se enturmou com a Lassie e Lila e virou parte da família.
Eu, como caçula, ficava incumbido de cuidar dos dogs. Eu fazia comida pra eles, cortava e preparava a carne, dava água, atenção e carinho. Banho também era eu quem dava. A pequenininha adorava banho. Ficava toda faceira de ser cuidada, ensaboada e tal. A Lassie não era muito fã, mas também não tentava fugir ou ficava brava (nunca ficou brava comigo). Já o colie bonitão gostava de banho, mas tinha algo a mais. Desde a primeira vez que o lavei, especialmente na barriga, sentia um volume embaixo. Isso me atiçou a curiosidade. Conforme eu ia passando sabão o "batonzinho" ia aparecendo (e o nó ficava visível). Ele, o safadão, ficava todo quietinho, esperando um carinho diferente.
Eu já era bem acostumado com punheta, coletiva e outras coisas, então resolvi ver onde dava isso. Peguei a capa do pau dele e mexi para frente e para trás. Não demorou e saiu o pau, vermelho, com um formato bem diferente (do humano), e logo aparece uma bolona na base. Dava acho que uns 16 cm, não muito grosso, mas nada fino. Ele começou a respirar mais rápido e com a língua pra fora. Segurei na base (atrás da bola) e senti a pulsação dele, o que foi muito gostoso. Eu estava de pau duro e acho que ele percebeu, porque começou a me cheirar e dar narizadas na minha virilha, o que fez meu pau ficar ainda mais duro. Pensei: "será que ele quer ver meu pau?" Tirei a cabecinha pra fora, já com a ponta toda melada e ele lambeu bastante. Foi muito gostoso, porque a língua dele era muito macia e as lapadas eram contínuas. Quase gozei, segurando a base do pau dele e ele me lambendo daquele jeito. Olhei para o bastão vermelho do dog e estava esguichando um líquido transparente, em pulsações, bem pouca quantidade por vez. Pense: "Será que ele está gozando". E parou por aí, com aquela sensação de fazer coisa errada. Soltei o pau dele, guardei o meu e, pouco tempo depois, o dele murchou um pouco e o nó entrou de volta na capa. Nesse dia não bati uma para gozar. Mas ficou na minha cabeça.
Mas o cachorro era espertão e passou a me assediar direto. Vinha cheirar minha virilha, minha bunda, dava narizadas. Um dia, nos fundos do meu quintal, tinha um antigo galinheiro (que virou paiol). Eu estava lá fazendo outras coisas, de cócoras, e ele veio, começou a me rondar, inquieto. Foi dando narizadas em mim e eu "sai daqui, cara". E aí veio o golpe final: ele começou a fungar na minha orelha. Foi golpe baixo, porque comecei a arrepiar todo e o pau endureceu na hora. Aí ele vinha, ficava de ladinho pra mim como quem diz "pega no meu pau" e eu relutante, mas morrendo de tesão. Ele descia, lambia minha bermuda em cima do meu pau (já duro) e vinha fungar de novo em mim. Cedi e peguei no pau dele. Ele se arqueou todo e bombou na minha mão, deixando sair todo o pau pra fora e, rapidamente, engrossando a bola na base. Ficou ainda bombando um pouco, depois parou, virou de costas pra mim, ainda segurando pela base o pau dele. Me deu um tesão desenfreado. Olhei para ver se ninguém estava perto e dei uma lambida na ponta do pau. Senti que ele deu uma engrossada. Ficava pulsando a ponta e esguichando o líquido, que tinha um sabor um pouco ácido, mas não era ruim! Aí perdi a cabeça e abocanhei o pau dele, até a bolona. Fiquei chupando e me punhetando ao mesmo tempo até que, depois de um tempo, veio o meu gozo. Ele percebeu e se virou rapidamente, lambendo a porra quentinha que eu vertia. Aquilo me levou às nuvens, eu com o pau vertendo porra e ele lambendo tudo, lambendo meu pau, meu saco e tomando meu leitinho. Viciei em bater punheta pra ele e receber as lambidas.
A coisa foi evoluindo com o tempo. Passado um ano mais ou menos desse acontecimento, meu pai iniciou a construção de uma casa de material na parte da frente do quintal (nossa casa era de madeira, nos fundos). E, durante a construção, eu sempre entrava lá para ver o andamento, como estavam as paredes e fundação. E o dog sempre comigo, me bulinando ou brincando mesmo. Como sou relativamente baixo e ele era um cachorro comprido, quando eu levantava ele, ficávamos mais ou menos na mesma altura. Ele lambia meu rosto e fazia vai e vêm com o quadril, já mostrando a pontinha do "batom". Eu sentia a ponta do cacete dele batendo no fundo do meu shorts e cutucando abaixo do meu saco. Aquilo era muito gostoso. Acabava sempre batendo uma a dando para o dog degustar meu gozo, o que ele sempre fazia com muita vontade. Ficava bem doido com isso. E eu fui me viciando e pica de cachorro, especialmente os safados igual a esse.
Logo posto mais contos! Muita coisa aconteceu desde então!