Rafael é o nome de quem vos fala, tenho 37 anos, 1.8m de altura, branco, corpudo (malho regularmente) e uns 17cm de pica. De mim, darei apenas essa descrição, irei omitir muita coisa sobre minha identidade, assim também como de todos os envolvidos.
Sou um cara de muitos desejos, já experimentei muita coisa, no entanto, ainda anseio por mais. Minha esposa também segue esse raciocínio, mas então, se querem tanto curtir, por que se casaram? Já nos conhecíamos a bastante tempo, além de um relacionamento aberto de longo prazo, e é claro, sabíamos que se estivermos casados poderíamos curtir sem que ninguém enchesse nosso saco (nossos familiares são próximos). Há 3 anos, no nosso noivado, concordamos "Curtimos, depois construímos", até hoje estamos curtindo. Vânia, minha esposa, uma branquela BBW sem precedentes, curvalínea, peitos enormes com auréolas rosadas e gigantes, cabelos longos escuros, lábios grossos, resumindo, uma cavala que você não tira da mente. Nosso relacionamento social é um dos melhores, e uma vida financeira boa (somos ambos concursados). Nosso relacionamento amoroso é legal, no começo fudíamos regularmente, apenas como obrigação, e de vez em quando por necessidade.
Vânia, pelo seu dote corporal e fantasias sexuais, gosta muito de um sexo selvagem com picas enormes, e quando falo enormes me refiro ao dobro da minha. Atualmente ela tem dois comedores fixos, Sergio e Douglas, dois negros com 30 anos de média com picas de fazer cair o queixo, alimentando ainda mais o estereótipo de que todo negro tem pica grande. Vânia já tentou me fazer participar nas brincadeiras delas, porém acho melhor ficar apenas como observador, é fascinante ver como duas picas oleosas conseguem entrar ao mesmo tempo numa buceta.
Mas enfim, a história não se trata sobre minha esposa. Desde a adolescência que sento uma atração enorme por trans, hoje possuo dois tesouros preciosos: Audrei e Beatriz.
Audrei: 1.7m de altura, cabelo curto escuro com franja, olhos castanhos com olheiras de alguém que não dorme muito, piercing no lado esquerdo do nariz, boca larga com lábios finos, arcada dentária perfeita, magra, coxas lisas e magras, tatuagem de lua na mão, dedos finos e largos, seios pequenos.
Beatriz: 1.65m de altura, descendente de asiáticos, cabelo escuro de tamanho médio, branca, seios pequenos, tatuagens espalhadas por todo o braço, pernas e coxas finas, magra, boca pequena com lábios finos.
Essa é a descrição que posso dá a vocês, não consigo expressar a tamanha perfeição que são elas duas. Encontrei-as ano passado em uma casa de festa underground, Audrei se divertia quando contava aos rapazes, que ansiavam comer ela, o que havia entre suas pernas, Beatriz, com uma delicadeza, apenas ria e ficava na dela. Quando vi que ninguém se aproximava mais, decidir que era minha vez de tentar a sorte com as duas. Em resumo, depois de muita conversa, muita bebida e muita risada, finalmente fomos para o importante. Lembro ainda como se fosse ontem enquanto fudia reversamente as duas. Eram duas bonecas perfeitas, quase não se via pelos em seus corpos. Suas picas, com cabeças rosadas, pequenas, até mesmo eretas, devia nem chegar a 12cm, principalmente o de Beatriz, que devia ter uns 8cm duro.
Audrei era a mais safada. Seu ânus, já esfolados por outras picas sortudas, abria facilmente quando enfiava meu pau dentro. Eu por cima, Audrei por baixo, socava meu pau fundo em seu rabo, cada estocada saia um gemido ofegante de sua boca. Coloquei minha mão em sua garganta e apertava suavemente. Beatriz, deitada na cama, masturbava-se lentamente vendo a cena. Chamei ela para perto e beijei sua boca, uma língua quente e molhada se encontrava com a minha. Enquanto metia fundo em Audrei, continuei a beijar Beatriz e a brincar com seu cuzinho, penetrava levemente meu dedo. Audrei não aguentou e foi a primeira a gozar, 3 jatos finos de esperma espalharam-se no forro da cama. Tirei minha pica de sua bunda e a mesma caiu na cama, puxei Beatriz para meus braços, beijava seu pescoço e apertava suas nádegas enquanto ela punhetava meu pau que estava duro como ferro. Deitei ela na cama com a barriga para baixo, peguei suas mãos e fiz com que deixasse sua bunda bem aberta, de forma que seu cuzinho ficasse totalmente exposto. Posicionei meu pau e penetrei lentamente, não queria machucá-la. Quando finalmente entrou por completo, iniciei um vai e vem lento, mas depois fui aumentando o ritmo. Beatriz já não estava mais abrindo sua bunda, estava com as mãos apertando o colchão, gemia ritmicamente com as estocadas, um gemido fino e curto. Logo depois ela não aguentou, acariciava sua glande enquanto gozo saia em jatos e melava toda a sua mão. Por fim fui eu, dei as últimas estocadas e jorrei todo o meu líquido dentro dela, tirei meu pau de seu rabo e vi esperma escorrer, saindo de seu cuzinho adorável, passando por suas coxas e por fim caindo no forro da cama.
Antes de ir peguei seus contatos, e por garantia peguei seus perfis do Instagram. Foi uma semana pensando nelas duas, queria conhecer de verdade elas, queria fuder elas, queria conversar com elas, queria amar elas. Naquela semana transei com Vânia pra me aliviar pensando nelas, no fim não gozei, estava perdido.
Finalizo por aqui meu manifesto
Atenciosamente,
Rafael.