Minha esposa tem seus galos negros, eu tenho minhas trans submissas (parte 2)



Uma semana e não deixava de pensar em Audrei e Beatriz, meu pau latejava só de lembrar de seus rostos. Vi seus perfis no insta, porém eram privados, não botei pra seguir, ainda não queria que soubessem sobre minha vida pessoal. Peguei o número de Audrei, Whatsapp sem foto de perfil, mesmo assim, mandei mensagem:
- Boa tarde, ainda lembra de mim?
A resposta só veio 6 horas depois:
- Hum.. Acho que não, poderia refrescar minha memória?
- Nos conhecemos naquele bar *******, conversarmos bastante, eu, você e Beatriz.
- Tô me lembrando, fomos para um lugar depois daquele bar? Estou sem lembrar
- Fomos sim, um lugarzinho privado se é que me entende, nós três ;)
- Agora lembro bem amor, aquela noite foi muito boa
- Também achei, não estaria disposta a repetir?
- Talvez, estou solitária numa festa, bebendo sozinha
- Onde está Beatriz?
- Em casa estudando, tem prova da facul amanhã
- Posso passar aí e irmos para outro lugar, que tal?
- Algo em mente?
- Conheço um quíosque bom, podemos ir lá
Mandei localização do lugar para saber onde é,
- Parece ótimo, vamos
- Manda o endereço de onde tu tá, passo aí pra te buscar
Ela estava uns 4 km de onde eu moro, me aprontei rápido, mandei localização em tempo real,peguei o carro e vazei. Trânsito estava calmo, cheguei rápido no destino. Ela já estava no lado de fora, usava um vestido vermelho escarlate bem apertado, marcava bem seus glúteos. Buzinei e destranquei o carro para ela entrar, quando abriu e entrou senti um aroma de perfume forte, parecia cheiro do Quasar, só que mais doce. Além do vestido seus lábios também estavam com uma tonalidade vermelha, um vermelho como brasa.
- Você está perfeita, era alguma festa comemorativa?
- Não exatamente, é a festa magma para os calouros.
- Legal, que curso faz?
- Engenharia de software
Até o quíosque a conversa rendeu sobre a faculdade que fazia, estava bem avançada e dava monitoria em introdução a programação. Quando chegamos, prontamente pedi um balde de Heineken, enquanto bebemos falávamos sobre nossas vidas pessoais. Ela morava numa kitinet que pagava com ajuda do dinheiro da monitoria e do auxílio que a universidade pagava, e de vez em quando tinha ajuda dos pais aos quais moravam na cidade vizinha. Depois queria saber de mim, contei quase tudo, desde da faculdade que fiz até a situação do meu casamento. Audrei achou interessante a relação com minha esposa, comentou que nunca conheceu alguém na minha posição e queria saber mais. Pelo seu interesse conversamos bastante sobre, conversa vai conversa vem, e incontáveis garrafas de Heineken. Já devia ser umas 22 horas quando saímos de lá, enquanto andávamos em direção ao carro, Audrei tirou um cigarro da bolsinha que trazia e colocou em seu lábios, pegou o isqueiro e acendeu. O vento estava forte, seu cabelo balançava fortemente, segurei sua mão e ela correspondeu segurando a minha, fomos para o carro. Perguntei onde morava e seguir o destino para levá-la em casa. 20 minutos estávamos onde morava, um conjunto de prédios amarelos desgastados pelo tempo.
Para me despedir coloquei minha mão em seu pescoço e trouxe ao meu encontro, beijei seus lábios secos e com gosto de nicotina. Audrei segurava minha mão e passava sua outra mão na minha coxa, até chegar eu meu orgão genital. Começou a esfregá-lo pela calça, puxou o zíper e com minha ajuda o coloquei pra fora. Ela meteu sua boca na glande e dava suaves beijos, passava a língua ao redor, enquanto fazia isso acariciava suas costas e descia até sua bunda. Logo depois começou um boquete bem molhado, uma mamada que ia fundo em sua garganta. Enquanto mamava, levantei seu vestido, abaixei sua calcinha e apertava sua bunda, de vem em quando brincando com o seu cuzinho. Audrei mamava ferozmente, fazia me contrair todinho, metia meu dedo cada vez mais fundo em seu rabo. Depois de um tempo assim não me aguentei e gozei, enquanto soltava minha porra em sua boca ela engolia tudo, deixando escapar nada. Levantei sua calcinha, ela arrumou o vestido enquanto limpava o batom da boca, peguei seu cabelo e aproximei sua boca na minha, dando um beijo longo de boa noite. Saiu do carro e foi para o seu AP, botei meu pau pra dentro da calça e fui para casa. Quando cheguei fui tomar um banho, peguei meu celular e vi que seu contato agora estava com foto, e tinha um status, era uma foto deitada, ainda com o vestido e a legenda "Noite incrível". Me deitei logo depois do banho, Vânia já estava dormindo, adormeci logo em seguida.

Finalizo por aqui meu manifesto.

Foto 1 do Conto erotico: Minha esposa tem seus galos negros, eu tenho minhas trans submissas (parte 2)


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270046 - Minha esposa tem seus galos negros, eu tenho minhas trans submissas (parte 1) - Categoria: Travesti - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil faelthecreator
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Nome do conto:
Minha esposa tem seus galos negros, eu tenho minhas trans submissas (parte 2)

Codigo do conto:
270739

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
25/08/2026

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