No dia seguinte, já no trabalho, mandei mensagem pro Luan. Nada. Mandei de novo no outro dia. Silêncio. Fiquei três dias mandando mensagem e nenhuma resposta. O medo ia crescendo. No quarto dia, a caminho do trabalho, o celular vibrou: Luan: me encontra no shopping de Madureira quando sair do trabalho. Tentei puxar assunto, perguntar o que ele queria, mas ele não respondeu mais nada.
Quando cheguei na praça de alimentação, ele já estava lá. Sério, olhando pra mim como se fosse me fuzilar. Minha mão suava, eu estava gelado. Sentei na cadeira em frente a ele. Foi nesse momento que o Flávio ligou. Atendi com a voz trêmula. — Onde você tá? Quer sair pra comer alguma coisa? Menti. — Tô indo pra casa… tô com dor de cabeça. Vou tentar descansar. Desliguei. Luan me encarou e falou baixo, frio: — Como você consegue ser tão filho da puta? Gelei. — Cara… aconteceu. Eu nem sei o que te falar… eu só te prometo que isso não vai mais acontecer. — Eu sei o que aconteceu. Você deu para meu padrasto e pela sua cara me pareceu que você sabia muito bem o que estava fazendo, principalmente quando você pedia para ele te foder — ele se levantou. — Você e eu vamos pra casa e lá você conta tudo. Se não, eu conto. Implorei. Pedi, por favor, não faz isso. Ele estava irredutível. — Vamos. Fui. Entramos no carro dele. Eu ainda tentava convencê-lo no caminho, falando baixo, pedindo, prometendo qualquer coisa. De repente ele mudou de direção sem falar nada e parou em frente a um motel ali perto. Perguntei o que estava acontecendo. Ele não respondeu, só acelerou e entrou. Na recepção pediu um quarto e me empurrou pelo corredor.
Assim que a porta fechou, ele me jogou contra a parede. — Vamos fazer um trato. — a voz dele saiu rouca, carregada de raiva e tesão. — Se você conseguir aguentar esta noite comigo, eu não conto. Mas você vai ter que aguentar. Antes que eu respondesse, ele me segurou pelo pescoço contra a parede e me deu um beijo enquanto a outra mão estava no meu pau, a boca dele mordendo minha boca. Depois puxou o pau pra fora: não era enorme, mas era grosso, veiudo, bem moreno, já duro pra caralho. Me empurrou pro chão. — De joelhos. Agora. Ajoelhei. Ele segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca de uma vez. — Abre essa boca, porra. Engole tudo. Você engoliu o pau do meu padrasto, agora engole o meu. Ele fodeu minha boca com força, sem dó, até eu quase vomitar. Eu engasgava, babava, lágrimas escorriam. Ele só apertava mais a cabeça. — Isso… chupa. Olha pra mim enquanto chupa meu pau. Quero ver essa cara de puta que o Gustavo tanto gostou. Quando soltou, me jogou na cama, tirou minha roupa com pressa e me virou em posição de frango assado. Cuspiu duas vezes no meu cu e, sem nenhum aviso, enfiou o pau grosso de uma vez. — Ai, caralho! Para… tá doendo! — Para? — ele riu e meteu mais fundo. — Era aí que o Gustavo parava? Não. Então toma. Ele começou a socar com força, o pau abrindo meu cu com brutalidade. Eu gemia alto, pedindo pra ele ir mais devagar, mas quanto mais eu pedia, mais forte ele metia. — Abre a boca. — mandou, cuspindo na minha cara. — Abre, porra. Abri. Ele cuspiu dentro da minha boca e continuou fodendo. — Engole. Agora fala. Fala que você é uma cadela. Fala que gosta de levar surra de piroca. — Eu… eu sou uma cadela… — minha voz saía quebrada entre gemidos. — Mais alto. Pede. — Me fode… me fode mais forte… eu gosto de surra de piroca… Ele me virou de lado, colocou o pé no meu rosto e continuou metendo sem parar. — Olha só. O cunhado fodendo a putinha do irmão. Depois você explica pro corno do Flávio por que tá com o corpo marcado. Cada estocada vinha acompanhada de tapa na bunda. A pele já estava vermelha e quente. Ele me perguntou, ofegante: — Tá gostando, sua puta? Gosta de apanhar né? Então pede. Pede pra eu te foder mais. — Me fode mais… porra… arromba meu cu… me fode… Continuou socando, gemendo, xingando. — Olha o que você faz com a gente… primeiro o padrasto, agora o cunhado. Você é a puta da família, Caleby. Assume. Ele me levantou de uma vez e me arrastou até o banheiro. Me empurrou contra a pia, abriu minhas pernas e voltou a meter por trás, olhando no espelho. — Olha sua cara. Olha como você tá gostando levando pau. Sua puta. Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau do meu cu e enfiou na minha boca. — Engole tudo. Não desperdiça nada. Gozou fundo na minha garganta, segurando minha cabeça até eu engolir tudo. Depois me empurrou pro chão do box. — Agora se masturba. Quero ver você gozar enquanto eu mijo em você. Abri a boca quando ele mandou. O jato quente de urina bateu no meu rosto, desceu pelo peito, encheu minha boca. Eu engoli o que deu e bati punheta desesperado. Gozei litros, o corpo inteiro tremendo, o cu latejando, a boca com gosto de porra e mijo.
Eu estava acabado. Mas, confesso… eu gostei. Luan me olhou de cima, ainda ofegante, e falou: — Toma um banho. Quando saí do box, fui pegar a roupa. Ele segurou meu braço. — O que você tá fazendo? — Vou me vestir… — Você acha que acabou? — ele sorriu de um jeito sujo. — Não. Isso foi só o começo . Ele me puxou de volta pra cama. — Agora a gente recomeça. E dessa vez você vai pedir pra eu te foder sem eu precisar mandar.
caleby