Meu nome é Caleby, tenho 28 anos, cabelo um pouco comprido e cacheado, corpo magro mas definido, olhos castanhos escuros. Meu namorado Flávio tem a mesma idade que eu, corpo de quem faz academia mas nada exagerado, cabelo curto, olhos castanho-escuros. Na época tínhamos dois meses de namoro. Ele morava com a mãe, o padrasto, o irmão e a irmã. Comecei a frequentar a casa dele e me dava bem com todos, mas tinha uma pessoa que eu tinha um certo receio de ficar perto, porque ele era muito gostoso: meu sogro. Meu sogro se chama Gustavo, tem 49 anos, alguns fios de cabelo grisalho, corpo de quem frequenta a academia e é motorista de aplicativo. Meu namorado me chamou para um churrasco na casa dele. Cheguei, falei com a minha sogra Moeva e com meu cunhado, que também é um gato: Luan, 1,75 de altura, pele bem morena, 32 anos, cabelo curto e barba cerrada. Estávamos conversando enquanto Gustavo ficava na churrasqueira. Todos já estavam um pouco altos por causa da cerveja, menos Gustavo, porque ainda teria que sair para trabalhar mais tarde. Ele chegou perto de mim e perguntou: — Eu sei que você não come carne vermelha… mas quer alguma coisa? Eu ponho na churrasqueira pra você. Falei que não precisava, que estava tudo bem. Foi quando ele jogou a piadinha: — Você não come carne vermelha nenhuma? — Não. — Nem linguiça? Eu senti a maldade na hora. Dei uma risada sem graça e ele também. As horas foram passando e eu tinha que ir para casa. Flávio falou que ia me levar de carro. Eu respondi: — Você tá louco. Tá bebendo desde cedo e já tá alto. Vou chamar um Uber até a estação de trem. Foi quando Gustavo se ofereceu: — Cara, eu vou sair pra trabalhar. Posso te deixar na estação. Me despedi de todos e entrei no carro com o meu sogro. A princípio fiquei quieto, mas ele logo foi puxando assunto. Começou com perguntas bobas tipo “como está o relacionamento?”, mas foi ficando cada vez mais safado, com pitadas de malícia pesada: — E aí… quem é o macho da relação? Quem fode quem? Quem tem o pau maior? Eu estava com a mochila no colo, porque já estava ficando de pau duro pra caralho. Ele percebeu e falou: — Coloca essa mochila no banco de trás. — Não precisa, já tá chegando na estação… — Você acha que eu vou te deixar aqui na estação? Vou te levar em casa. Falei que não precisava, mas ele insistiu e colocou a mão na minha coxa. — Fica tranquilo… A mão dele era grande, quente, e apertou minha coxa com força, subindo devagar até quase encostar no volume que eu tentava esconder. Eu engoli seco, o coração batendo forte. — Relaxa, Caleby… — a voz dele saiu baixa, rouca, cheia de malícia. A mão dele continuava repousada na minha coxa, alisando discreto. A conversa ficou cada vez mais suja. De vez em quando ele tirava a mão da minha perna só pra ajeitar o próprio pau, que já estava mega duro por dentro da calça, marcando aquele volume grosso. Ele pegou minha mochila do colo e jogou no banco de trás. — Olha pra mim. — mandou, sem tirar os olhos da estrada. — Eu vejo teus olhares faz tempo. Toda vez que você vem aqui fica me olhando… olhando pra porra do meu corpo, pro meu pau. Eu tava só esperando a oportunidade de ficar sozinho com você. E hoje chegou. Eu estava mudo, não sabia o que falar. Foi quando ele parou o carro num acostamento escuro, desligou o motor e olhou pra mim com um sorriso safado. — Tira esse pau pra fora. Falou já colocando o dele para fora: grosso, veiado, uns 22 cm fácil, a cabeça rosada e já pingando pré-gozo. Puxou minha cabeça pelo cabelo cacheado e enfiou o pau na minha boca de uma vez. — Engole tudo, porra. Abre e engole o pau do seu sogro. Isso… chupa. Quero ver você engasgando nessa pika. Ele começou a meter o pau na minha boca, fodendo minha garganta sem dó. Eu babava, lágrimas escorrendo, e ele só gemendo baixo: — Seu namoradinho não te faz engolir assim, né? Fica aí engasgando no pau do sogro enquanto ele tá lá bêbado achando que você é só dele. Depois me puxou pra um beijo quente, molhado, com gosto de cigarro e saliva. — Tira o short. Senta no meu pau. Eu tirei. Ele cuspiu na mão, passou no meu cu e me puxou pro colo dele. Fui sentando aos poucos, sentindo aquele pau grosso abrindo minha bunda centímetro por centímetro até entrar por inteiro. Dei um gemido alto que ele abafou enfiando dois dedos na minha boca. — Isso… senta até o talo. Sente esse pau arrombando teu cuzinho. Senta gostoso no pau do seu macho. Eu comecei a quicar. Meu pau roçava na barriga dele, batendo, escorrendo. Gustavo me segurava pelos quadris e metia pra cima, forte. — Que cu apertado… Flávio não te come direito não? Esse rabo foi feito pra levar pau de homem de verdade. Vou arrombar essa bunda pra você lembrar de mim toda vez que sentar no pau daquele moleque. Eu gemia, quicava, e ele me segurando pelo pescoço: — Fala. Pede. Pede pro sogro foder esse cu. — Me fode, Gustavo… arromba meu cu… mete com força… — Me fode, porra… arromba meu cuzinho… goza dentro… enche meu rabo de porra… — Isso. Agora você é a putinha do sogro. A putinha particular. Em seguida fomos pro banco de trás. Me colocou de quatro, cuspiu generosamente no meu cu e enfiou de novo de uma só vez. Eu gritei. Ele segurou meus quadris e começou a bater forte, o carro balançando. — Toma, caralho. Toma. Seu namorado nunca te comeu assim, né? Nunca te arrombou de verdade. Olha como esse cu tá engolindo. Olha como tá abrindo pro meu pau. Ele me masturbava enquanto me fodia, a mão cheia de porra que escorria do meu pau. — Goza. Goza. Quero sentir esse cu apertando enquanto você jorra. Eu gozei primeiro, jorrando no banco do carro, o cu contraindo em volta do pau dele. Gustavo rosnou, meteu até o talo e gozou fundo, jatos quentes enchendo minha bunda. Ficou um tempo dentro, respirando pesado, enquanto mandava eu lamber a minha porra do banco. Depois tirou o pau devagar. A porra escorreu pelo meu cu e desceu pelas minhas bolas. Ele passou o dedo, coletou um pouco e enfiou na minha boca. — Chupa. Engole a porra do sogro. Agora limpa meu pau. Limpa com a língua. Você é a minha putinha. Entendeu? Eu chupei até limpar tudo. Ele riu baixo, se vestiu, ajeitou a calça e ligou o carro de novo. — Vou te deixar em casa. E da próxima vez que você for lá… eu quero te foder na cama da minha mulher. Quero te ouvir gemendo. Quero te encher de porra e depois meu filho te foder com o cu escorrendo porra de macho. Eu só acenei, ainda tremendo, o cu latejando e a boca cheia do gosto da porra dele. Coloquei a roupa e voltei pro banco da frente. Quando chegamos, antes de eu descer, ele me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo sujo, lambendo minha boca. — Você sabe, né? — Sei o quê? — Que você é a minha putinha agora. Toda vez que eu quiser, você vem. E se eu mandar, você obedece. Entendeu? Eu engoli seco e respondi só: — Entendi… Ele sorriu, abriu a porta e me deu um tapa na bunda. — Então vai. E não limpa esse cu. Quero que você sinta minha porra escorrendo o dia todo. Desculpe se o conto foi grande mas foi necessário e ainda tem mas.
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