Meu cunhado me fudeu na frente do meu marido.



O dia que eu fodi com meu cunhado no mesmo quarto que meu marido dormia.
A família do meu namorado é uma bagunça gostosa. Adora festa, churrasco, bebida até o sol raiar. Alugaram uma casa grande pra passar o final de semana. Quatro quartos: eu e o Flávio num, Gustavo e a Moeva no outro, Luan sozinho num, e o casal de amigos do Gustavo no último. Mirela ia chegar só no sábado com o namorado. Na sexta saímos cedo. Eu, Flávio e Luan no carro do Flávio. Gustavo, Moeva e o casal no outro. Flávio dirigindo, eu no banco do carona e Luan no banco de trás. Mal saímos da cidade e Luan já começou, a voz vindo de trás:
— Caralho, Flávio… esse teu carro é confortável pra caralho.
Flávio riu, sem tirar o olho da estrada:
— Quer dirigir? — perguntou Flávio.
— Não, tô bem aqui atrás. Só tô pensando… como deve ser gostoso passar a noite inteira num banco desses, fodendo uma mulherzinha.
Eu fiquei quieto, olhando pela janela. Luan se inclinou um pouco pra frente, entre os dois bancos, e falou mais baixo, quase no meu ombro:
— E você, hein? Tá muito quieto aí na frente.
— Tô bem — respondi, tentando soar natural.
— Tá suando, mesmo com o ar ligado.
Flávio mudou de faixa e falou, meio seco:
— Luan, para de encher o saco.
— Só tô falando. — Luan riu baixo, o som bem perto da minha orelha.
Flávio colocou a mão na minha coxa e alisou, olhou rapidamente com cara de quem queria putaria. Flávio não falou nada. Mas eu vi. Vi o volume se formando devagar entre as pernas dele, o jeans apertando. Luan também viu. E sorriu de novo, aquele sorrisinho safado.
— Caralho… tá quente pra porra hoje. Parece que o ar-condicionado não dá conta. — Ele se recostou, abrindo um pouco a camisa.
— Muda de assunto, Luan. Fala da casa, caralho.
— A casa… a casa deve ser boa. Quarto grande, cama grande… — Luan se inclinou de novo, a voz quase um sussurro sujo no meu ouvido — Imagina ficar trancado num quarto desses a noite toda. Sem poder fazer barulho. Só ouvindo a respiração de quem tá do lado. Deve ser… tenso.
Eu engoli seco. Flávio apertou o volante.
— Luan, eu juro porra…
— Tá bom, tá bom. Vou ficar quieto. — Ele riu de novo, baixo, malicioso.
O resto da viagem foi assim. Luan soltando indireta atrás de indireta do banco de trás, sempre no limite, sempre com aquele tom de quem sabe exatamente o que tá fazendo. Flávio tentando mudar de assunto, mas o volume entre as pernas só crescia. Eu no carona, pau duro pra caralho, fingindo que não estava acontecendo nada, enquanto sentia o olhar de Luan queimando na minha nuca.
Chegamos quase anoitecendo. Casa grande, quintal, churrasqueira. Guardamos as coisas, carnes, bebidas. Gustavo já veio com a caixa de cerveja:
— Toma, porra. Começa a festa.
Flávio pegou uma. Luan outra. Quando chegou a minha vez, recusei.
— Não bebo cerveja.
Gustavo sumiu e voltou com uma garrafa de vinho.
— Toma essa então.
Ficamos na cozinha. Olhares pesados. Gustavo me olhava como se quisesse me comer ali mesmo, em cima da mesa. Luan sacava tudo. Ficava me olhando de canto, e de vez em quando jogava um olhar pro Flávio, como se dissesse “eu sei, mano… eu sei”. Flávio fingia não perceber, mas a cara dele entregava.
A conversa varou a noite. Bebida, história, risada. Gustavo já tava bêbado pra caralho. Moeva puxou ele:
— Vamos dormir, amor. Amanhã tem mais.
Flávio já tava no mesmo caminho. Olhos pesados, fala enrolada. O casal de amigos já tinha subido. Sobramos eu, Flávio e Luan na sala.
Luan bebia pouco. Oferecia cerveja pro Flávio toda hora:
— Toma mais uma, mano.
Flávio já tava mais pra lá do que pra cá. Chegou um ponto em que ele começou a cair no sono no sofá. Eu chamei:
— Amor, vamos pro quarto.
Ele tentou levantar e quase caiu. Luan se levantou na hora:
— Deixa que eu ajudo.
Subimos os três. Coloquei o Flávio na cama, de bruços, virado pra parede. Ele roncou baixo quase na hora. Luan ficou parado no meio do quarto, olhando pra mim.
— Obrigado por ajudar — falei, tentando soar normal. — Pode ir.
Ele não se mexeu. A cara já entregava.
— O que você quer, Luan?
Ele deu um passo. Depois outro. Me empurrou contra a parede com o corpo inteiro. A mão dele desceu direto pro meu pau, apertando por cima do short.
— Calma… — sussurrei, o coração batendo no pescoço. — Aqui não, por favor…
Ele sorriu contra a minha boca.
— Cala a boca. — E me beijou. Beijo sujo, língua fundo, dente puxando lábio. A mão dele apertava meu pau com força, esfregando, sentindo o volume.
— Luan… ele tá aí… — eu gemia baixo, o medo misturado com um tesão do caralho.
— Eu sei que ele tá. — Luan falou no meu ouvido, a voz grossa. — Por isso mesmo. Quero te foder com o teu namorado dormindo do lado. Quero te usar como putinha enquanto esse otário ronca. Quero sentir esse cu apertando meu pau e você com medo de acordar o teu macho.
Ele abriu o short, tirou o pau pra fora. Grosso, duro, a cabeça já molhada, veias latejando.
— Ajoelha e chupa. Abre essa boca de vadia e engole até o saco.
— Não… porra, não…
Ele segurou minha nuca e empurrou minha cabeça pra baixo. O pau dele bateu na minha boca. Eu abri, sem escolha. Ele meteu até o fundo, segurando meu cabelo com força, fodendo minha garganta ali mesmo, em pé, a poucos metros da cama onde o Flávio roncava.
— Isso, engole tudo, puta. Engasga nesse pau grosso. Chupa fundo, quero ver baba escorrendo.
Cada vez que o Flávio se mexia, eu travava. O coração ia parar. Luan só metia mais fundo, gemendo baixo:
— Isso… engole tudo, putinha. Chupa o pau do teu cunhado enquanto o seu outro macho dorme, dorme. Que delícia… Olha como esse cu já tá tremendo de tesão. Tá morrendo de vontade de ser arrombado, né, vadia?
Eu mamava, baba escorrendo, lágrimas nos olhos, o pau latejando dentro do short. Luan me puxou pra cima, baixou meu short até o joelho, cuspiu na mão e passou no meu cu, enfiando dois dedos de uma vez, abrindo, esticando.
— Pelo amor de Deus… ele vai acordar…
— Então fica quieto. — Ele cuspiu de novo, passou no próprio pau e enfiou de uma vez, até as bolas.
O gemido morreu na minha garganta. Ele meteu fundo, em pé, de frente pro irmão dormindo. Uma mão na minha cintura, a outra tapando minha boca. O pau dele abrindo meu cu com força, as bolas batendo, o som molhado quase alto demais.
— Porra… que cu apertado… — ele falava no meu ouvido, metendo sem dó, socando fundo. — Tava precisando ser fodido, né? Tava precisando de pau de verdade. Agora engole essa pica inteira, putinha.
Ele me virou, me colocou de quatro no chão. Ajoelhou atrás e meteu de novo, mais fundo, mais rápido. A mão dele na minha nuca, empurrando meu rosto contra o piso, me fodendo como animal.
— Agacha mais. Abre esse cu. Quero ver ele engolindo tudo. Quero ver esse buraquinho engolindo meu pau até as bolas. Geme baixo, vadia. Se o teu namorado acordar, eu continuo metendo mesmo assim.
Depois me deitou de lado, levantou uma perna e enfiou de ladinho, me beijando enquanto metia com força. A mão livre desceu e começou a bater punheta em mim, rápida, apertada, o polegar esfregando a cabeça molhada.
— Olha só… o teu pau tá pingando no chão. Tá gostando de ser fodido, hein? Safado do caralho… Tá gozando gostoso sendo a putinha do teu cunhado. Fala. Fala que gosta de levar pau enquanto o teu macho ronca.
Eu só conseguia gemer contra a boca dele. Medo e tesão se misturando. Ele acelerou, os quadris batendo forte, o pau batendo fundo, o cu já molhado de saliva.
— Vou gozar… — ele falou no meu ouvido, a voz rouca de tesão. — Vou encher esse cu de porra. Vou marcar esse rabo. Quero que você acorde amanhã com o cu escorrendo e o cheiro do meu porra no teu cu.
E gozou. Gozou litros, fundo, quente, pulsando dentro de mim, enchendo tudo. Eu senti o porra escorrer pelas minhas bolas enquanto ele ainda metia devagar, tirando até a última gota, empurrando a porra pra dentro com o pau.
Quando puxou o pau pra fora, eu achei que tinha acabado. Mas ele se abaixou e engoliu meu pau de uma vez. Mamou como uma cadela faminta, babando, engasgando, a língua lambendo a cabeça enquanto a mão apertava minhas bolas e o dedo escorregava no meu cu ainda aberto e cheio.
— Luan… eu vou… tira…
Ele tirou a boca só o suficiente pra falar:
— Goza. Quero sentir o teu gosto. Goza na minha boca, putinha. Quero engolir tudo.
E voltou a mamar, fundo, rápido, chupando com vontade. Eu gozei na hora. Gozando fundo na garganta dele. Ele engoliu tudo, lambeu os lábios, limpou a cabeça com a língua e sorriu.
Ficamos alguns minutos no chão, ofegantes. Depois ele se levantou, se vestiu, me deu um beijo sujo e falou baixo:
— Isso não acabou. Eu quero mais. Quero te foder de novo amanhã, com ele do lado ou não. Esse cu agora é meu.
Saiu do quarto sem fazer barulho.
Eu me levantei, puxei a roupa, me deitei do lado do Flávio. O cheiro de sexo ainda no ar. O cu latejando, cheio de porra do irmão dele. E o Flávio dormindo.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico caleby

Nome do conto:
Meu cunhado me fudeu na frente do meu marido.

Codigo do conto:
270502

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
22/08/2026

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