Flávio se mexeu. Devagar no começo. A mão dele deslizou pela minha cintura, subiu pelo peito, apertou um mamilo e desceu de novo. Eu fiquei duro na hora. Ele virou minha cabeça pra trás e me beijou. Beijo molhado, língua fundo, como se tivesse com fome. A outra mão já tava no meu short, alisando o pau que começava a levantar de novo.
— Porra… — ele murmurou contra minha boca, a voz rouca . — Tá quente pra caralho.
Baixou o short sem pressa, a mão grossa esfregando minha coxa, subindo até as bolas, apertando. Mordia minha orelha, puxava com os dentes, a respiração quente.
— Sabia que eu tava sentindo cheiro de porra, né — ele falou baixo, a mão agora fechada no meu pau, batendo devagar. — Cheiro de cu fodido. Cheiro de safadeza.
Eu engoli seco, o coração batendo forte.
— Flávio…
— Cala a boca — Espero que tenha gostado da rola do meu maninho. Vocês acharam mesmo que eu tava dormindo? Eu vi tudo, puta. Vi ele te empurrando na parede, vi ele enfiando esse pau grosso no teu rabo, vi você engolindo e gemendo feito uma putinha barata. Vi ele te foder com gosto. Minha putinha. Minha.
Ele se levantou ficou de joelhos na cama, empurrou minhas pernas pra cima, dobrou quase no peito. Eu tava assustado e com um tezão do caralho ao mesmo tempo. Não deu tempo de falar nada. Ele abaixou a cabeça e enfiou a língua no meu cu de uma vez.
— Quero saber o gosto desse filho da puta — rosnou, a voz abafada entre meu cu
A língua dele passeava no meu cu como se fosse um gato tomando banho: larga, molhada, lambendo a porra do irmão que ainda escorria. Ele chupava, sugava, enfiava a língua fundo, gemendo de prazer. Depois enfiou o dedo, tirou e colocou na boca, chupando limpo.
— Porra… tá gostoso. Cu cheio de porra . Minha putinha
Ele encostou o pau grosso na entrada e empurrou de uma vez, até o fundo.
— Toma, sua puta. É rola que tu gosta, então toma, outra Entocada bruta.
Tampou minha boca com a mão e meteu com força. O pau dele era mais grosso que o do Luan, abria tudo de novo, doía gostoso, o som molhado de porra e saliva ecoando no quarto. Eu gemia contra a mão dele, os olhos marejando.
Ele tirou o pau do meu cu e enfiou direto na minha boca.
— Chupa. Limpa essa porra. Engole o gosto do teu cunhado misturado com o meu.
Revezava. Quando o pau tava na minha garganta, ele enfiava o dedo no cu. Depois dois. Depois três. Quase quatro. Esticava, abria, a mão quase inteira entrando.
— Vou te rasgar inteiro, seu filho da puta — ele falava, cuspindo na minha cara. — Abre a boca.
Eu abria e ele cuspía dentro, a saliva escorrendo pelo queixo. Eu gemia feito uma puta, o tesão no teto, o pau pingando no peito.
— Você quer ele aqui também, né? — Flávio metia os quatro dedos fundo, o pau engasgando minha garganta. — Quer duas rolas nesse cu, né? Quer eu e o Luan te arrombando ao mesmo tempo. Fala, puta.
Eu não conseguia responder. Só gemia, a boca cheia, o cu esticando.
Ele me virou de quatro de uma vez, segurou meu cabelo e meteu de novo. Fodeu sem dó. O pau entrava inteiro, as bolas batiam, a mão dava tapa forte na bunda, o barulho ecoando.
— Geme, porra — ele mandava, a voz grossa.
Eu gemia alto. Ele colocou o pé na minha cara, apertando o rosto contra o colchão, e continuou estourando meu cu, metendo fundo, rápido, suado.
— Isso… chora nesse pau. Meu cu agora. Meu e do Luan.
Fodeu tanto que meu cu parecia que não tinha fundo. O barulho molhado, o cheiro de sexo, o suor escorrendo. Até que ele enterrou fundo e gozou. Gozou grosso, quente, enchendo tudo de novo, a porra escorrendo pelas minhas bolas enquanto ele ainda empurrava.
Ficou com o pau enterrado até amolecer. Respirou fundo, deu um tapa na minha bunda e falou, a voz baixa e suja:
— Agora é assim. Eu te fodo junto com o irmão. E como ele também. Você vai ser a putinha dos dois. E o Luan vai levar rola também. Entendeu?
Flávio ainda tava com a mão no meu pau, apertando, esfregando a cabeça molhada com o polegar. Eu tava duro pra caralho, latejando, o cu cheio da porra dele e do Luan escorrendo pelas bolas.
Ele desceu o corpo sem falar nada. Ajoelhou entre minhas pernas, abriu elas com as mãos e engoliu meu pau de uma vez. A boca quente, molhada, a língua girando na cabeça enquanto chupava fundo, até o fundo da garganta. O barulho molhado de baba e sucção enchia o quarto. Ele gemia no meu pau, a vibração subindo pela tora.
— Porra, Flávio… — eu gemi, a mão no cabelo dele, apertando.
Ele chupava com vontade, sujo, a cabeça subindo e descendo rápido, a mão apertando minhas bolas, o dedo escorregando de novo no meu cu ainda aberto e escorrendo. Mamava como se quisesse sugar tudo, a saliva escorrendo pelo pau e molhando o saco.
— Isso… chupa, porra — eu falava, a voz embargada. — Engole esse pau. Tô perto…
Ele acelerou. A boca apertava, a língua batia na fenda, ele enfiava o pau fundo na garganta e segurava, engasgando de propósito, os olhos marejando de tesão. Eu não aguentei. O corpo travou, o cu apertou nos dedos dele e eu gozei. Gozando grosso, quente, jatos fortes direto na garganta dele.
Flávio não tirou a boca. Engoliu o primeiro jato, depois o segundo, e quando eu ainda tava pulsando ele tirou o pau, a boca cheia de porra. Subiu rápido, segurou meu queixo com a mão suja e abriu minha boca com o polegar.
— Abre, puta.
Eu abri. Ele cuspiu tudo. A porra quente, misturada com a saliva dele, caiu na minha língua, escorreu pelo queixo, pelo pescoço. Ele segurou minha cabeça e me beijou na hora, empurrando a porra de volta com a língua, me fazendo engolir misturado com o gosto da boca dele.
— Engole tudo — ele mandou contra meus lábios, a voz rouca. — Sua porra e a minha. Tudo teu agora.
Eu engoli, o gosto da porra descendo. Flávio lambeu o que sobrou no meu queixo, deu um tapa leve no meu pau ainda sensível e se deitou de novo do meu lado, a respiração pesada.
— Agora dorme, sua putinha. Amanhã o Luan entra nessa brincadeira. E a gente te fode junto até você não aguentar mais.
O quarto ficou em silêncio, só o barulho da respiração dos dois. Meu cu latejando, a boca com gosto de porra, o corpo inteiro marcado. E o Flávio já quase dormindo de novo, a mão ainda em cima da minha coxa, como se eu fosse propriedade dele.