Raquel chegou ao apartamento do Luigi por volta das nove da noite. O prédio era alto, na primeira linha de praia, e o apartamento ocupava o último andar com uma vista mar ampla e aberta. Do grande janelão via-se o Atlântico escuro, as luzes dos barcos ao longe e a rebentação a bater nas rochas lá em baixo. Ela vestia um casaco longo preto que escondia quase tudo. Por baixo, apenas a lingerie de couro preto que tinha escolhido de propósito: sutiã de couro fino com fechos dourados à frente, o tecido a marcar os seios pesados e os mamilos já duros; a cueca de couro correspondente, o fio a subir alto entre as nádegas empinadas; ligas pretas apertadas nas coxas, presas às meias de seda fina; e as botas altas de salto fino pretas, que lhe alongavam as pernas e faziam o rabo balançar a cada passo. Luigi abriu a porta. Alto, ombros largos, olhos verdes claros que desceram logo pelo corpo dela. Atrás dele, o Dr. Paulo sorria com aquele ar de quem já sabia o que vinha a seguir. Pedro, o empresário de futebol, estava no sofá de pele junto ao janelão, a copo de whisky na mão, a olhar para ela com interesse declarado. — Entra — disse Luigi, a voz grave, sotaque italiano suave. — Estávamos à tua espera. Raquel entrou, tirou o casaco devagar e deixou-o cair no chão. O silêncio na sala foi imediato. O couro preto brilhava sob a luz baixa dos candeeiros. As ligas marcavam a carne macia das coxas. As botas faziam-lhe a postura ainda mais elegante e provocante. Atrás dela, a vista mar abria-se toda, o oceano negro a perder de vista. — Estás linda — murmurou o Dr. Paulo, aproximando-se. — Exactamente como combinámos. Ela sorriu, os lábios vermelhos escuros, e caminhou até ao meio da sala. O jantar estava servido na mesa comprida junto ao janelão — peixe grelhado, saladas, vinho tinto caro — mas ninguém se importava muito com a comida. Luigi aproximou-se por trás e passou as mãos pela cintura dela, sentindo o couro frio e a pele quente por baixo. — Vira-te — pediu ele. Raquel obedeceu. Ficou de costas para os três homens, arqueou ligeiramente as costas e empurrou o rabo para trás. A cueca de couro marcava a fenda. A luz das candeeiros misturava-se com o reflexo do mar no vidro. Pedro levantou-se do sofá e aproximou-se. — Pode-se tocar? — perguntou, a voz já rouca. — Podem tudo — respondeu ela. Pedro ajoelhou-se atrás dela e passou as mãos pelas nádegas, apertando a carne por cima do couro. Depois puxou o fio da cueca para o lado e passou o polegar pela cona já húmida. Raquel gemeu baixinho. O Dr. Paulo desapertou os fechos do sutiã. Os seios pesados saltaram livres. Ele chupou um mamilo com força enquanto Luigi se ajoelhava à frente dela e começava a beijar-lhe a barriga, a descer até ao couro. — Tira-me a cueca — pediu Raquel. Luigi puxou o couro pelas pernas, com cuidado para não estragar as ligas. A cueca caiu junto às botas. Agora estava só com o sutiã aberto, as ligas, as meias e as botas altas. O rabo empinado, a cona já brilhante. A vista mar ficava mesmo atrás dela, o oceano a acompanhar cada movimento. Luigi passou a língua devagar pela fenda. Raquel agarrou-lhe no cabelo e empurrou a cara contra si. — Assim… lambe bem. Pedro levantou-se, tirou o cinto e o pau saiu duro. Raquel virou a cabeça e abriu a boca. Ele enfio-lhe o pau até ao fundo da garganta. O Dr. Paulo continuava a chupar-lhe os seios, os dedos a apertar a carne. Luigi chupava-lhe a cona com fome, a língua a entrar e a sair, dois dedos a curvar-se dentro dela. Raquel gemia com o pau do Pedro na boca, a saliva a escorrer pelo queixo. Depois de alguns minutos o Dr. Paulo puxou-a para o sofá grande de pele, virado para o janelão. Deitou-a de costas, as botas ainda calçadas, as pernas abertas. Atrás deles a vista mar continuava aberta e escura. Luigi ajoelhou-se entre elas e enterrou o pau de uma vez. Era grosso e comprido. Raquel arquejou alto. — Caralho… está fundo… Pedro ajoelhou-se junto à cabeça dela e voltou a meter-lhe o pau na boca. O Dr. Paulo ficou de lado, a masturbar-se enquanto via. Luigi fodia com ritmo forte, as mãos a segurar-lhe as coxas abertas, os olhos verdes a olhar para baixo e a ver o pau a desaparecer dentro dela. A cada estocada as botas dela batiam de leve no sofá. — Troca — disse o Dr. Paulo. Luigi saiu. O Dr. Paulo meteu-se no lugar e enterrou-se de imediato. Conhecia o corpo dela. Fodia com precisão, o polegar no clitóris, a fazer círculos rápidos. Raquel gozou primeiro, o corpo a tremer, a cona a apertar-o em espasmos, o sumo a escorrer pela base do pau e a molhar as bolas dele. Pedro puxou-a para cima. Fez com que ela se montasse de costas para ele, o rabo empinado virado para os outros dois e para o mar. Ela desceu sobre o pau do Pedro e começou a cavalgar. Luigi ajoelhou-se à frente e meteu-lhe o pau na boca. O Dr. Paulo ficou atrás, a abrir-lhe as nádegas e a lamber-lhe o cu enquanto ela cavalgava. — Quero os três — gemeu ela, a voz já rouca. — Quero sentir-vos todos. Pedro deitou-se de costas no sofá. Raquel montou-o de frente e desceu até ao fundo. Luigi posicionou-se atrás dela, passou saliva no cu e começou a entrar devagar. Raquel arquejou, a cabeça deitada para trás, a sentir os dois paus a preencherem-na. Atrás de tudo, a vista mar continuava imóvel e escura. O Dr. Paulo ajoelhou-se junto à cara dela e meteu-lhe o pau na boca. Agora tinha os três. Pedro a foder-lhe a cona de baixo, Luigi a foder-lhe o cu por trás, e o Dr. Paulo a usar-lhe a boca. Os sons eram molhados, sujos, altos. Raquel gemia com o pau na garganta, a saliva a escorrer pelos seios. Luigi agarrava-lhe as ancas com força, as estocadas cada vez mais profundas. Pedro empurrava de baixo, o pau a bater no fundo. Ela gozou outra vez, o corpo a contrair-se à volta dos dois paus. Luigi gozou logo a seguir, o leite quente a encher-lhe o cu. Saiu devagar e o líquido escorreu pela fenda, misturando-se com a lubrificação dela. Pedro virou-a de quatro. O Dr. Paulo meteu-se atrás e enterrou-se na cona ainda a tremer. Pedro ajoelhou-se à frente e voltou a usar-lhe a boca. Luigi ficou de lado, a recuperar, a mão a passar pelo rabo dela, a espalhar o próprio leite. O Dr. Paulo fodeu com força, as mãos a marcar a carne das ancas. Quando sentiu que ia gozar, puxou o pau e gozou nas nádegas dela, os jatos brancos a contrastar com o couro preto das ligas e a pele. Pedro gozou na boca dela. Raquel engoliu quase tudo, o resto a escorrer pelo queixo. Ficaram ali alguns minutos, ofegantes. Raquel ainda de quatro no sofá, as botas altas calçadas, as ligas apertadas, o corpo a brilhar de suor e de leite. A vista mar abria-se atrás deles, o oceano escuro a testemunhar tudo. O Dr. Paulo passou a mão pelo rabo dela, a espalhar o líquido. — Ainda não acabámos — murmurou Luigi, já a ficar duro outra vez. — A noite é longa. Raquel olhou por cima do ombro, o sorriso safado nos lábios vermelhos, e empurrou o rabo para trás. — Então usem-me sempre
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