O massagista Ruben



Raquel chegou à clínica de massagens às sete da tarde, exactamente na hora marcada. Tinha escolhido o pacote de relaxamento completo — corpo inteiro, com óleo quente. Vestia um vestido curto de linho bege, sem sutiã, e por baixo apenas uma cueca de renda preta fina, quase transparente. O tecido marcava-lhe o rabo empinado e as curvas generosas das ancas. Sabia o efeito que causava.
O massagista chamava-se Ruben. Brasileiro, vinte e oito anos, dez a menos que ela. Alto, ombros largos, peito marcado por baixo da t-shirt preta justa, braços musculosos e veias salientes nos antebraços. Quando a viu entrar na sala, os olhos dele desceram logo pelo corpo dela e demoraram no rabo.
— Boa tarde — disse ele, a voz grave, sotaque carioca suave. — Pode despir-se e deitar-se de barriga para baixo na marquesa. Cubro-a com o lençol.
Raquel tirou o vestido sem pressa, de frente para ele. Os seios pesados e firmes balançaram livres. A cueca de renda preta subia alto entre as nádegas redondas e empinadas. Ela virou-se de propósito, arqueou as costas e puxou o fio da cueca um pouco para o lado, só o suficiente para ele ver o contorno da cona.
— Pode deixar a cueca se quiser — murmurou Ruben, já a aquecer o óleo nas mãos.
— Prefiro tirá-la — respondeu ela, olhando-o por cima do ombro. — Fico mais à vontade.
Puxou a cueca pelas pernas e deitou-se de barriga para baixo, completamente nua. O rabo ficou empinado, as nádegas separadas o suficiente para se ver a fenda húmida. Ruben cobriu-lhe as costas com o lençol, mas deixou o rabo a descoberto.
Começou pelas costas, mãos firmes, dedos a deslizar com o óleo quente. Desceu pelas omoplatas, pela coluna, até à base das nádegas. Cada vez que as mãos dele apertavam a carne do rabo, Raquel empurrava um pouco para cima, provocando.
— Tens um corpo incrível — disse ele, a voz já mais baixa. — Especialmente aqui.
As mãos desceram pelas laterais das ancas e voltaram a subir, desta vez abrindo ligeiramente as nádegas. O polegar passou de leve pelo cu, depois desceu até à cona. Raquel gemeu baixinho.
— Continua mais abaixo — pediu ela.
Ruben puxou o lençol para o lado. Agora estava completamente exposta. Ele despejou mais óleo directamente sobre as nádegas e espalhou-o com as duas mãos, abrindo-as, fechando-as, massajando a parte interna das coxas. Os polegares deslizavam pela fenda, a espalhar o óleo misturado com a lubrificação dela.
— Estás molhada — murmurou ele.
— Desde que entrei e te vi — respondeu Raquel, a voz rouca. — Gosto de homens mais novos… especialmente quando têm mãos assim.
Ruben não respondeu com palavras. Abaixou-se e passou a língua devagar desde o clitóris até ao cu. Raquel arqueou as costas de imediato, o rabo ainda mais empinado. Ele chupou os lábios inchados, meteu a língua dentro, depois subiu outra vez e lambia o cu com a ponta da língua enquanto dois dedos entravam na cona.
— Caralho… — gemeu ela. — Assim… mais fundo com a língua.
Ele obedeceu. Lambia-a com fome, o rosto enterrado entre as nádegas, a saliva a misturar-se com o óleo. Os dedos moviam-se dentro dela, a curvar contra o ponto certo. Raquel empurrava o rabo contra a boca dele, a gemer alto, sem qualquer vergonha.
Quando ele parou, ela já estava a tremer. Ruben tirou a t-shirt, depois o fato de treino. O pau saiu grosso, duro, a cabeça já brilhante. Ele subiu para a marquesa, ajoelhou-se atrás dela e esfregou a glande pela fenda molhada.
— Queres? — perguntou, a voz grave.
— Mete — respondeu ela. — Mete tudo de uma vez.
Ele enterrou-se de um só movimento. Raquel soltou um gemido longo e gutural. O pau dele era grosso e quente, a abrir-a completamente. Começou a foder com ritmo forte, as mãos a segurar-lhe as ancas, os polegares a marcar a pele macia. A cada estocada as nádegas dela batiam contra o peito dele, o som molhado a encher a sala.
— Que rabo foda… — gemeu Ruben. — Estás a apertar-me todo.
— Mais forte — pediu ela. — Usa-me. Quero sentir as tuas bolas a baterem-me no clitóris.
Ele acelerou. As mãos deslizaram para a frente e agarraram-lhe os seios pendurados, apertando os mamilos enquanto fodia. Raquel gemia sem parar, a cara virada de lado, a saliva a escorrer pelo canto da boca.
Depois de alguns minutos ele tirou o pau, ainda a pingar, e deitou-a de costas. Abriu-lhe as pernas o máximo possível, puxou-as para os ombros e voltou a entrar fundo. Nesta posição via-lhe tudo: a cona inchada a engolir o pau, os seios a balançar a cada pancada, a barriga a contrair.
— Olha para mim enquanto te fodo — ordenou ele.
Raquel obedeceu, os olhos vidrados. Ele meteu o polegar no clitóris e esfregou em círculos rápidos. Ela gozou primeiro, o corpo a tremer, a cona a apertar-o em espasmos fortes, o sumo a escorrer pela base do pau e a molhar as bolas dele.
Ruben não parou. Continuou a foder através do orgasmo dela, mais fundo, mais bruto. Quando sentiu que ia gozar, tirou o pau, virou-a outra vez de quatro e enterrou-se até ao fundo. Gozo longo, o corpo a tremer, o leite quente a encher-a. Raquel sentiu cada jato e apertou-o de propósito, a sugar-lhe tudo.
Ele retirou-se devagar. O leite escorreu pela fenda e desceu pela parte de dentro da coxa. Raquel ficou de quatro mais alguns segundos, a respirar fundo, o rabo ainda empinado.
— Ainda não acabámos — disse ela, olhando por cima do ombro. — Quero-te outra vez. Desta vez quero cavalgar.
Ruben deitou-se de costas na marquesa. Ela montou-o de frente, desceu devagar sobre o pau ainda semi-duro e começou a mover-se. Em poucos minutos ele estava outra vez completamente duro. Raquel cavalgava com força, os seios a balançar pesados, as unhas a cravar-se no peito musculoso dele. Ele agarrava-lhe o rabo com as duas mãos, abrindo as nádegas, a olhar para baixo e a ver o pau a desaparecer dentro dela.
— Fode-me assim… — gemia ela. — Usa este rabo. Aperta.
Ele obedeceu, as mãos a marcar a carne. Quando ela gozou pela segunda vez, ele virou-a sem sair de dentro, pô-la de lado e fodeu-a com estocadas curtas e profundas até gozar outra vez, o leite a misturar-se com o anterior e a escorrer pela pele.
Ficaram ali alguns minutos, suados, o cheiro a óleo e a sexo a encher a sala. Ruben passou a mão pelo rabo dela, ainda a tremer ligeiramente.
— Podes voltar quando quiseres — murmurou ele. — Sempre que precisares de uma massagem…
Raquel sorriu, ainda ofegante, e apertou-o por dentro uma última vez.
— Vou voltar. E da próxima vez quero que me lambas o cu durante mais tempo antes de me foderes
Foto 1 do Conto erotico: O massagista Ruben


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
O massagista Ruben

Codigo do conto:
270704

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
25/08/2026

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