Nas remotas paisagens dos gerais, a fazenda engenho mundo novo,com seus ipês floridos era palco desta história praticamente irreal, que estava acontecendo, envolvendo um velho escravo, de quase setenta anos e a filha do coronel ,de apenas dezoito anos , mas com uma volúpia sexual fora dos padrões normais, após passar dois ano estudando na capital a sinhazinha Carolina voltou , trouxe na bagagem estranhos desejos, quem sabe influenciada pelas leituras escondidas, que ela e outras internas do colégio praticam a noite, com certeza houve um desvio mental na cabeça da jovem filha do coronel Mathias que aos poucos começou a nutrir estranhas taras inconfessaveis . O velho escravo zulu dava grunhidos animalescos deitado sobre a enorme pedra branca as margens do açude , enquanto Carol de cócoras sobre seu rosto, sentia sua língua percorrer toda extensão de sua racha, fustigando com lingadas o seu entumecido grelo, que estava pontudo, fazendo com que o corpo dela estremecesse a cada toque deixando escorrer de suas entranhas um rio de fluidos que o velho negro sorvia, como se aqueles liquidos fossem a melhor bebida do mundo um verdadeiro, NECTAR DOS DEUSES , NUNCA ANTES PROVADO POR ELE NEM MESMO EM SONHOS,. Apesar dos setenta anos, o negro zulu, ainda tinha uma potência incomum,a jeba enorme apontava para cima pulsando ante o olhar embriagado dela que, admirava o enorme falo, num misto de desejo,e receio pois era temerário permitir a entrada daquele monstro em suas entranhas. Ela não deixava ele se tocar prendendo seus braços com as pernas , submisso as vontades dela louco de tesão , ele urrava cada vez mais insano. As vezes ela levava uma das mãos até o pau fazia uma breve caricia, voltava a rebolar na língua do macho que lhe provocava orgasmos intensos, perversa ela provocava levando ele aos extremos , mas ele num esforço imenso conseguia se controlar , não ousava nada, que por ventura contrariasse a patroinha, deixando ela sempre no comando. Pois tudo aquilo dava a ele um prazer imenso que não tinha preço . quando ela envolveu o cassete negro com suas mãozinhas branca. Seu pré- gozo escorreu entre seus dedos ela masturbou lentamente com suavidade envolvendo o caralho com as duas mãos , ajeitou o corpo sobre o dele .o que impedia ele ver e somente sentir a língua dela lambendo a cabeçola em forma de um cogumelo, sua cabeça rodou se contorceu embaixo dela movimentou os quadril elevando o pélvis praticamente a jogando para o alto, sentiu que ela como uma bezerrinha mamava avidamente, era impossível se controlar, o gozo era iminente cerrou os olhos chorou como uma criança quando ela tirou a boca do pau e ordenou, –AGORA GOZA GOZA ,QUERO PORRA QUERO VER SUA PORRA ,GOZAAA Ele deu um grito como se fosse um animal ferido teve espasmos como se estivesse tendo um ataque epilético, sentiu seu pau corcovear, ela o colocou entre os lábios, então ele jorrou jatos seguidos de porra, que ela engolia como se estivesse saciando uma fome imensurável , engasgava com a quantidade de esperma que era lançada em sua boca mas sorvia tudo como se não quisesse perder nenhuma gota, mas era tanta porra que escorria pelos cantos da sua boca pingando do seu queixo Só então ela girou o corpo , colou seus lábios na boca dele dividindo com ele seu próprio gozo, suas línguas se enroscavam, sem que ela se importasse em sentir o hálito mal cheiroso dele pelo habito de mascar fumo, o coração do velho negro disparava a mil, apesar de sua idade o pau continuava duro como uma rocha ,o desejo de penetrar aquela bucetinha linda era quase incontrolável, ele sabia que ela não suportaria uma penetração profunda dos seus quase trinta centímetros ,com ternura ele admirava o corpo nu dela que repousava após sua travessura deitada com as pernas abertas oferecendo para ele a mais bela visão do mundo. Após este breve repouso Carol masturbava com seus pezinhos o caralho dele, que deitado olhando para o céu uivava como um lobo no cio sentindo algo indescritível. A mão áspera dele acariciava os seios dela , enquanto ela mamava dois dedos dele que ia e vinha entre os lábios dela , e asperaza de suas mãos provocava arrepios nela. Ela abriu as pernas como uma forquilha , esfregava o caralho na entrada da buceta insana pelo prazer que sentia , Carol arfava e transpirava so desejos ate forçou a cabeça, a entrada da sua vulva como uma boquinha faminta mamava a enorme cabeçona,o velho zulu num gesto impensado ia forçando a entrada pois ele era somente desejo de arrombar aquela gruta, mas num momento de sanidade ela voltou atrás e ficou pincelando a pica na sua vulva até sentir seus gozos escorrerem por suas pernas lambuzando o cassete duro como pedra que tanto a excitava, ficou de quatro e ele ficou ajoelhado atrás dela esfregando a pica pelo rego da bunda até se esvair num gozo intenso esporeando e Lambuzando as costas dela que satisfeita por fazer o macho gozar intensamente sentia toda luxuria destes prazeres , já imaginando que logo voltaria para a capital para completar seus estudos mas com certeza não voltaria virgem ,pois com certeza seria violada arrombada antes de partir, era somente questão de tempo e oportunidade quem sabe amanhã ou ate mesmo hoje a noite, QUEM SABE
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