Amamentação Adulta da Donna Celline – ensinei o bebê quem mamou foi o pai.
Meu nome é Celline. Sou enfermeira e consultora de amamentação há 15 anos. Mas, por trás do jaleco branco, guardo histórias onde o cuidado técnico se mistura a fetiches inconfessáveis e aventuras intensas no mundo da mazofilia, lactofilia, submissão e cuckold, sempre fui líder antes mesmo de me descobrir como dominadora. No meu dia a dia, devido o meu trabalho é comum receber propostas generosas de homens que oferecem dinheiro apenas para mamar em mim e eu aceito, amo essa sensação do poder! Sou uma mulher de 44 anos, tipicamente brasileira: 1,58 m de altura e 70 kg distribuídos em curvas perigosas, Preta, sempre com aquela marquinha de biquíni provocante e cabelos cacheados. Meus lábios são carnudos e meus peitos médios sustentam um decote sedutor. Meu bumbum, sem falsa modéstia, é lindo, redondo e super empinado, como eles dizem “ raba gostosa da porra”— feito para enlouquecer qualquer um. Essas são as armas que uso para transformar uma simples aula em um verdadeiro ritual de prazer. A história que conto hoje começou com uma ligação de Ana. O pequeno Arthur não conseguia mamar e ela estava desesperada. Agendei minha imersão de três sessões. Meu método é sensorial e focado em um voyeurismo refinado: luz baixa, essências de Ylang-Ylang para despertar a libido e uma trilha sonora que exala luxúria. Apresento-me como uma profissional com autoridade no assunto: calça branca justa, blusa com decote perigoso, scarpin de salto alto e o jaleco de enfermeira — o gatilho perfeito para pensamentos intrusivos. Flávio, o marido, recebeu-me na garagem. Um homem de 35 anos, moreno, alto, porte atlético e um olhar faminto, e muito sorridente, ele viu o meu maridinho, meu corninho manso “O Vida” no carro, eu disse: tudo bem ele me esperar no sua garagem, Flavio respondeu: sem problemas. No caminho do elevador, deixei que ele apreciasse a visão da minha raba balançando na calça branca enquanto eu vestia o jaleco, preparando o personagem. Entrei no apartamento já exalando tesão. Encontrei Ana exausta, com Arthur no colo aos prantos. "Calma, neném, vamos resolver seu problema", eu disse, com uma voz aveludada. Preparei o quarto com óleos essenciais e aquecedor. Iniciei uma massagem de relaxamento em Ana. Quando toquei os pontos de tensão de Ana, seus gemidos ecoaram, e perguntei posso iniciar a massagem em teus seios? Sim, por favor e Flávio, ao lado, segurando Arthur. Ele tentava disfarçar o volume rígido sob a bermuda, apertando o pau latejante observando o nosso processo. E as gotinha de leite começaram a surgir. "Sua vez, papai", sussurrei no ouvido dele. Ao massageá-lo, senti minha própria intimidade pulsar. Eu já estava encharcada, sentindo minha bucetinha pulsar sob o uniforme, só de pensar que o meu corninho estava no carro me esperando. Voltando ao foco, expliquei a anatomia da mama e pedi para Ana expor os seios. Ao massagear, identifiquei o leite encapsulado e iniciei a ordenha manual. Nesse momento, chamei Flávio. Ensinei-o a massagear aquelas peitos enormes, cheias de veias aparentes, com as auréolas escuras e mamilos rígidos. De repente, o leite começou a esguichar. A cena era hipnotizante. O clima de prazer tomou conta do quarto, o pai salivava, eu sentei em uma banqueta de frente com as pernas abertas e as pernas dela no meio da minha olhando pra daquela mulher linda e fragilizada, comecei a ordenhar aquele leite, já notava o volume enorme na calça de Flavio e sua respiração ofegante. Flavio, Flavio, paizinhooo… Oi oi pois não! traga o bebê, fiz alguns exercícios para pega e sucção posicionei o pequeno Arthur mamando lindamente; Ana toda emocionada disse é a sensação mais linda que já tive em toda minha vida. Sai e deixei a família contemplando aquele momento ímpar; mas o verdadeiro espetáculo era Flávio. Ele observava a sucção do bebê com o pau duríssimo apontando para fora da roupa, imitando o movimento de mamar com os lábios. No outro peito de Ana, o leite escorria. Flávio não aguentou. Movido por um instinto primitivo de lactofilia, ele se jogou no peito livre e começou a mamar com força, dividindo a esposa com o filho. Ana soltou um gemido profundo, entregue ao tesão. "Quer que eu faça alguma coisa?", sussurrei em seu ouvido. "O que você quiser", ela respondeu, entregue. Enfiei a mão por baixo do baby doll dela e encontrei sua buceta encharcada, mergulhando meus dedos no mel massageando o clítoris dela aquele corpo tremia num orgasmo intenso, enquanto Flávio mamava e se masturbava como um louco. Ele não resistiu e gozou nas pernas de Ana e no meu decote. Arthur adormeceu saciado naquela sinfonia de prazer. Flávio queria mais, mas eu mantive o controle profissional: "Calma, só está começando". Afinal, ainda temos mais duas sessões de amamentação. E assim peguei minha bolsa, me retirei do apartamento pé ante pé. A cereja do bolo foi “O Vida” meu corno manso, quando entrei no carro ele sentiu o cheiro de porra de longe ficou louco e começou a limpar meus peitos me chupando enlouquecidamente e foi um tesão um orgasmo maravilhoso e na minha mente toda aquela cena. Mais tarde recebi a ligação da Ana me agradecendo por tudo e Flavio me ligou em outra oportunidade dizendo que só pensa naquele momento não vê a hora da segunda sessão. Já volto com o segundo encontro.
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Gostaria muito de achar um cara sério, que realmente curtisse mamar por horas, mas não tenho essa sorte, só acho caras insensíveis que pensam em sexo
Ssensualxx