Eu não podia acreditar que o meu maior desejo tinha se realizado. Meu paizão tinha deixado eu me acabar naquele sacão pesado e na sua pica grossa pentelhuda, me deu leite na boca com vontade e queria me ver gozando com a rola que me fez na boca. Tudo que eu sempre quis, quantas punhetas eu já não bati imaginando isso acontecendo...
E lá estávamos, deitados, eu usando aquele peito peludo delicioso do meu pai de travesseiro enquanto ele fazia carinho nas minhas costas. Eu estava com a cabeça inclinada pra baixo então minha vista era aquela pentelhada escura e sem aparar e a pica grossa do meu pai descansando, eu semprei achei um pau mole, em seu estado natural, tão lindo quando uma pica dura estralando. Ali, o corpo dele quente no meu, ainda desacelerávamos os corações depois de termos gozado gostoso juntos. Eu ainda conseguia sentir o cheiro do saco e da pica dele no meu bigode. Não falávamos nada, mas o carinho e tesão que estávamos um no outro já dizia tudo. Depois de um tempo, meu pai quebra o silêncio.
- Porra, filho, posso ser sincero? Acho que ninguém nunca chupou meu saco e minha pica com tanta vontade que nem você. Isso tudo é o tesão que você sente pelo pai? Ele falou com um tom já sereno, uma mistura de leveza com o sono que já começava a bater em nós dois.
- É, pai, de verdade. Eu te amo de muitas formas, porque você sempre foi um pai muito massa pra mim, e ainda por cima é um puta de um gostoso, todo peludo, essa barba e os pelos todos macios. Você me ofereceu o seu sacão peludo, quente e essa pica babona pra eu chupar, queria aproveitar hahaha
- Guloso hahaha
Ele falou brincando enquanto apertava levemente os dedos no meu cabelo, já estava difícil pra mim manter os olhos abertos. Ele percebe meu sono e o dele, puxa de leve meu cabelo, sinalizando pra eu olhar pra cima, pro rosto dele, então vejo ele com um sorriso sonolento, nos damos um selinho. "Eu te amo, filho"; "Eu também te amo, pai"; Deito novamente a cabeça no peito dele e adormecemos.
No outro dia, acordo sozinho na cama, mas sentia o cheiro do meu pai todo em volta de mim. Acordei leve e de pau duro. Levantei e, depois de dar uma mijada, fui até a cozinha pelado mesmo, não tinha mais porque vestir roupa perto do meu pai enquanto estávamos só nos dois e, pra minha sorte, meu pai pensou igual. Lá estava aquele macho gostoso, pelado e casualmente tomando café no sofá, de pernas abertas, o corpo peludo, a pica mole e grossa, e o sacão pesado que repousava no sofá. Impossível não sorrir com uma visão dessas.
- Bom dia, pai. Eu falei de pé, com o pau meia-bomba bem na vista dele.
- Bom dia, filhão!! Como você tá? Ele sempre acorda de bom humor. Tô vendo que acordou animado também! E estendeu o braço pra dar um tapinha dele na minha pica, não tava preparado. Recuei levemente mas ele acertou (minha pica sentiu e queria mais, queria a mão do meu paizão cheia na minha pica) e demos risada junto. No tesão, mas em tom de brincadeira, eu falei:
- Porra, pai, não faz isso não, vou ficar duro.
- Safado, segura esse tesão ai, eu fiz café, pega lá.
O apartamento não tinha parede entre a cozinha e a sala, e era tranquilo ver toda a cozinha do sofá. Fui pegar uma caneca e o café, ficando de costas para o sofá. Chegando na cozinha meu pai se levanta, chega perto de mim já agarrando levemente minha bunda, se aproxima com a barba no meu pescoço, com a mão esquerda na minha bunda ele leva a direita até meu peito e passa os dedos devagar, só a ponta, no meu mamilo. O filho da puta sabia exatamente o que ele tava fazendo. Quando eu senti as minhas costas todas encaixadas nele, a pentelhada roçando no meu rabo peludinho, foi impossível não dar uma rebolada involuntária, quase gemendo.
- Eu gostei demais da nossa noite, filho, tu não tem ideia, eu quero de novo, e quero mais...
Eu estava fraco de tesão, mas eu precisava falar sério com ele, sobre tudo, pra entender como seria a nossa relação após isso.
- Eu quero tanto, pai, você não tem ideia, mas eu quero te falar que se isso for, em algum momento, problema pra você, tudo bem se... Ele me interrompe:
- Filho, eu te amo, tenho muito orgulho de você e da pessoa que você se tornou. E, quando eu vi você, um cara lindo, confiante de si, com orgulho de quem é, e safado? Um tesão que nem imaginava que eu teria veio de uma vez, e uma coisa só faz a outra aumentar, meu tesão e meu amor.
Nenhuma palavra podia descrever melhor a alegria que senti ouvindo aquilo do que dar um beijo no meu pai. Então eu arqueei as costas, e senti a barba e a língua dele se encontrarem com a minha, ao mesmo tempo que empinava o rabo pra roçar mais forte na pica e na pentelhada do meu paizão. O beijo tava tão gostoso, que gemíamos baixo na boca um do outro e eu sentia a pica do meu pai endurecendo contra o meu rabo. E aproveitei:
- Então come meu cuzinho, pai? Quero sentir você dentro de mim. Eu senti o pau dando uma pulsada, ficando um pouco mais duro, aquela pica grossa já começando a dar aquele inchada. Ele se afasta, empurra minhas costas pra frente, sinalizando pra eu arquear e empinar o rabo, com uma mão ele abre um pouco e com a outra, mela um pouco o dedo e começa a passar de leve na porta do meu cuzinho. Eu me rendi, além de tudo aquele macho sabia me deixar manhoso pra ele. Enquanto ele pincelava meu cuzinho com o dedo ele falou:
- Então se prepara, meu puto. Hoje a noite o papai vai te dar vara, depois do almoço vou encontrar o Lucas e a galera, volto umas 20h, com o calor que tá o papai vai chegar com a pica e o sacão bem suado e com cheirão pra você. Eu te aviso quando tiver voltando pra você ficar pronto pra levar a pica do papai nesse cuzinho peludo.
Arrepiei de tesão. E assim o dia passou, eu nunca tive que resistir tanto a vontade de bater punheta, queria guardar meu tesão e meu leite pra gozar com a pica do meu pai até o talo em mim.
Passei o dia jogando e lendo, quando deu umas 19h30 meu pai me manda mensagem:
- Logo menos tô voltando, filho.
Me preparei, vesti uma jockstrap que tenho e esperei ele chegar, meu pau meia-bomba já estava um pouco melado só de antecipar o tesão.
Eu me deitei de bruços no sofá com o rabo virado pra onde meu pai ia chegar.
- Aaah seu puto safado, olha esse rabo gostoso do meu filhote me esperando! Hahaha e sorria então dava um agarrão forte na minha bunda, eu gemi e involutariamente empinei o rabo, querendo mais. Mas ele vem até perto do meu rosto e manda eu sentar no sofá, ficando bem de frente pra virilha dele, aquela pica peludo, o sacão bem na minha frente, guardados dentro da cueca e da calça.
- Olha como que o papai tá, filho. E abre o ziper da calça, abaixa a cueca só pra botar a pentelhada pra fora, só um pouco da base da pica vísivel e aqueles pelos escuros saltando na minha frente. Ele puxa minha cabeça por trás de leve e eu, entendendo o sinal, enfio a minha cara com vontade naquela pentelhada. O cheiro de macho me deixa fraco de tesão, cheiro de suor com um pouco do salgado da pica junto.
- A pica do papai tá do jeito que meu filhote gosta hehehe deixa só eu ir dar um mijão que eu tomei muita cerveja com os caras.
Ele virou e foi pro banheiro. Eu fiquei sentado no sofá, a cara ainda quente, o cheiro da pentelhada grudado no bigode, o pau latejando dentro da jockstrap. E o pensamento veio sozinho, sujo, sem eu pedir: tomava aquele mijão. Se ele tivesse me chamado junto, eu ajoelhava no box, abria a boca e deixava o paizão aliviar a bexiga quente direto na língua. Fiquei com vergonha de ter pensado isso tão rápido e com ainda mais tesão por ter pensado.
A descarga puxou. Meu pai voltou pelado da cintura pra baixo, a calça e a cueca na mão, aquele corpo de macho cansado do calor e da cerveja. A pica mole e grossa balançava, o sacão pesado batendo um pouco a cada passo. Ele jogou a roupa no chão, parou na minha frente e abriu as pernas.
- Vem. Chupa o saco do pai.
Eu enfiei a cara. A língua no meio daquela pele quente, os pelos densos enchendo a boca, o cheiro mais forte agora, de quem passou a tarde fora e só agora tirou a cueca. Ele gemeu baixo e passou a mão devagar no próprio pau, só acariciando, sem socar, a cabeça ainda meio coberta deslizando com a baba que já voltava. Eu chupava o sacão com vontade, sugava, puxava, enchia a boca, enquanto ele fazia carinho na pica bem em cima do meu nariz.
- Isso, filhão… dá um trato na pica do pai.
Foi pouco tempo. Ele puxou meu cabelo com jeito, me afastou da virilha e me olhou de cima, com aquela cara de tesão calmo.
- Agora o pai quer esse cuzinho. Quero o gosto desse rabo. Sobe aqui. De quatro.
Eu virei no sofá, empinando e exibindo o cuzinho piscando pra ele. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu as nádegas com as duas mãos e cuspiu quente bem no meio. A barba roçou na minha bunda. A língua veio logo depois, larga, molhada, passando devagar na porta, chupando, voltando, enfiando a ponta. Eu gemi alto.
- Porra, pai…
Ele cuspiu de novo, chupou mais fundo, e com a outra mão pegou minha pica por baixo da jockstrap, apertou o saco peludo, puxou, maltratou gostoso enquanto comia meu cu com a boca. Eu rebolava contra a cara dele, manhoso, pedindo sem formar frase direito.
- Fica quieto. Deixa o pai saborear.
Quando minhas pernas já tremiam, ele me virou. Me colocou de frango assado com as costas no sofá, pernas dobradas, o rabo aberto pra ele. A pica dele já tava dura, grossa, a cabeça inchada e molhada. Ele encostou na entrada e parou.
- Olha pra mim. Quero que você sinta cada parte.
Entrou devagar. A cabeça primeiro, esticando, quente. Depois mais um pouco. Ele falava baixo, no meu ouvido, enquanto ia metendo milímetro por milímetro.
- Sente… a cabeça do pai. Sente o pau grosso abrindo o cuzinho do filho. Devagar. Tudo.
Eu gemia sem parar, as mãos nas coxas, abrindo mais. Ele foi fundo, bem fundo, até a pentelhada dele encostar no meu saco, até eu sentir o talo, o pelo, o calor da virilha inteira colada na minha.
- Tá dentro. Todinha. A pica do paizão no teu rabo.
Ficou latejando ali, sem mexer, me obrigando a sentir o volume. Depois começou a sair e entrar, ainda lento. Eu pedia mais. Ele dava mais. O ritmo foi subindo, o sofá rangeu, a pica grossa socando cada vez mais rápido, o saco dele batendo no meu, o cheiro de sexo e suor subindo entre os dois.
- Fode, pai… fode meu cuzinho… assim…
- Pede direito, filhão.
- Me fode. Usa o cu do seu filho. Quero a pica do papai até o talo.
Ele segurou minhas pernas, abriu tudo e começou a meter com vontade, fundo, molhado, o som da pele e da baba enchendo a sala. Eu punhetava meu pau contra a barriga, o leite já subindo.
- Enche, pai. Enche meu cu de leite. Esporra no rabo do teu filho. Porra, papai, me enche…
Ele gemeu grosso, cravou até o fundo e gozou dentro. Jorrou leite quente, latejando, o saco contraído contra o meu. No mesmo instante eu gozei no peito, no pelo, no pescoço, me melando inteiro enquanto sentia o leite do meu pai e a pica pulsando dentro de mim.
Ele ficou um pouco assim, ofegante, a pica ainda dura dentro. Depois tirou devagar a pica grossa, brilhante, meia-bomba, escorrendo. Eu senti o cu ainda aberto, quente, e a porra dele vazando um fiozinho, descendo devagar.
Ele passou o polegar ali e meu deu na boca pra eu lamber o dedo dele com porra, viu o leite sair, e sorriu cansado.
- Fica assim um pouco. Quero ver o cu do meu filho largado, cheio do pai.