O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2



Depois daquela primeira noite com o Hugo, algo em mim mudou. Eu me senti uma mulher de verdade de um jeito que não sentia há anos.

Não foi só o sexo. Foi o jeito que ele olhou para o meu corpo como se ele importasse, o jeito que ele usou a minha bunda como se estivesse esperando por aquilo há tempo, e o jeito que ele gozou dentro de mim sem se conter.

Meu marido ainda me tocava de vez em quando, mas era rápido e silencioso. O Hugo me fazia sentir desejada dos peitos até a bunda gorda. Foi por isso que eu me senti diferente.

No dia seguinte eu andava pela casa com um sorrisinho que não conseguia esconder.

Trair o meu marido foi tão gostoso e eu ainda não sei direito por quê. Parte disso era o risco. Parte era o quanto a minha bunda ainda estava cheia e aberta na manhã seguinte.

Parte era saber que eu tinha um segredo que pertencia só a mim. Eu deveria ter me sentido culpada. Em vez disso, eu sentia calor entre as pernas toda vez que pensava no pau grosso do Hugo entrando no meu buraco.

Naquela noite eu estava em casa com o meu marido. Ele sentou no sofá depois do trabalho e me olhou enquanto eu levava o prato.

“Você está feliz hoje,” ele disse. “Mais do que o normal. O que aconteceu?”

“Nada demais,” eu disse. “Só um dia bom. A casa está limpa. Eu fiz a sua comida preferida.”

“Você está sorrindo demais. Falou com a sua prima de novo?”

“Falei. A gente se divertiu.”

Ele acenou com a cabeça e comeu. Eu me inclinei e o beijei na boca. Macio, do mesmo jeito de sempre. Ele retribuiu o beijo sem pensar. Não fazia ideia de que aquela mesma boca tinha envolvido o pau enorme do Hugo só alguns dias antes, chupando até ele gemer.

Agora eu estou usando a mesma boca que chupou o pau do Hugo para beijar o meu marido. Hehehe, eu sou uma puta danada!

Só esse pensamento já me fez sentir uma vadia. Eu deixei o beijo durar um segundo a mais do que o normal, sentindo o gosto do meu marido enquanto lembrava o gosto salgado de outro homem.

A maioria das pessoas não sabe disso, mas quando uma mulher casada finalmente leva um pau grosso e bom fora do casamento, ela vai trair de novo de bom grado só para ter aquele mesmo pau.

O corpo lembra. A bunda lembra. Depois que você sente aquele esticamento e aquele calor, voltar para o sexo quieto do casamento parece pouco.

Eu ainda não conseguia acreditar que a minha bunda grande tinha perdido a virgindade anal com o Hugo. Ele enfionou até o fundo e depois jorrou o sêmen bem dentro do meu buraco. Depois eu senti escorrer quando sentei no vaso.

A minha bunda até parecia um pouco maior depois daquela noite, mais cheia e mais pesada. Toda calcinha que eu vestia agora ia direto para o meio das nádegas. O tecido sumia no meio porque as minhas bochechas são tão gordas que engolem o pano.

Eu comecei a fazer isso de propósito. Puxava a calcinha bem para cima para a tira fina esfregar no meu cu o dia inteiro enquanto eu andava pela casa ou ia ao mercado.

Cada passo fazia o pano deslizar sobre o mesmo buraco que o Hugo tinha aberto. No banheiro, quando eu sentava para cagar, saía mais fácil do que antes. O meu buraco já estava usado, já estava aberto.

Eu até ria um pouco sozinha. Tem alguma coisa em uma mulher levar pau no cu pela primeira vez.

Ela começa a se sentir uma puta porque o corpo agora guarda um segredo que o marido não conhece. O buraco que antes servia só para merda agora lembra de um pau grosso.

Uma noite, depois do jantar, eu e meu marido conversamos na cama.

“Você nunca quer tentar nada novo,” eu disse.

“Como assim?”

“Anal. Você sempre diz que não.”

Ele fez uma careta. “Eu não gosto disso. É sujo. E se cair alguma coisa no meu pau?”

“Isso é imaturidade,” eu disse. “Muitos homens fazem. O corpo pode ser limpo.”

“Eu não quero merda em mim, Maria. Isso é nojento.”

“Não é nojento se você se preparar. Você tem medo de um pouco de sujeira.”

“Eu não tenho medo. Eu só não quero.”

“Você pega na minha bunda gorda o tempo todo, mas não mete lá.”

“Pegar é uma coisa. Meter é outra.”

“Você está perdendo uma coisa boa.”

“Eu estou bem com o que a gente tem.”

“Você fala isso porque nunca tentou.”

“Vamos, Maria, meu amor.”

Eu apaguei a luz. Ele não sabia que eu já tinha dado aquele buraco para o amigo dele.

Chegou a quarta semana e o meu marido precisou viajar de novo a trabalho. Duas noites fora. No instante em que eu soube das datas, pensei na nossa cama. O Hugo já tinha dito que queria me foder na mesma cama que eu divido com o meu marido.

Essa ideia me deixou molhada. Era sujo e quente ao mesmo tempo, como se eu estivesse colocando o Hugo em cima do meu casamento do jeito mais direto possível.

Assim que o meu marido saiu com a mala, eu liguei para o Hugo.

“O desgraçado foi embora,” eu disse.

“Ótimo. Já estou indo.”

“Vem rápido. Eu já comecei a tirar as coisas.”

“O que você está vestindo?”

“Calça jeans. Ela deixa a minha bunda ainda maior, mas já está descendo.”

“Deixa a calcinha até eu chegar. Eu quero tirar eu mesmo.”

“Anda.”

Ele chegou vinte minutos depois. Já estávamos meio despidos quando ele entrou. A calça jeans estava nas coxas. Eu olhei para a foto na parede — eu, meu marido e a família sorrindo juntos — e me senti uma puta com tesão.

A foto estava bem ali enquanto as mãos de outro homem estavam na minha cintura.

A gente se beijou forte na sala, depois de novo enquanto íamos para o quarto.

“Você realmente chamou ele de desgraçado,” o Hugo disse contra a minha boca.

“Ele me deixou sozinha de novo. Ele sempre vai embora.”

“E você me ligou no segundo em que ele saiu.”

“Sim.”

“Você queria essa cama.”

“Eu queria você nessa cama.”

“A cama do seu marido.”

“A nossa cama. Agora ela vai cheirar a você.”

Ele me jogou no colchão. Os mesmos lençóis em que o meu marido dormia.

Ele enganchou os dedos na minha calcinha e puxou devagar — da bunda, por cima das nádegas, pelas coxas, até tirar das pernas. Segurou a calcinha no rosto e cheirou.

“Não cheira isso,” eu disse.

“Por que não? Cheira a você.”

“Está sujo.”

“A parte da bunda é a melhor.” Ele apertou o fundo e a tira de trás no nariz e puxou o ar fundo. “Esse é o cheiro de uma mulher que andou o dia inteiro com pano enfiado na bunda gorda.”

“Eu usei apertado de propósito,” eu disse. “Para esfregar no meu cu o dia todo.”

“Dá para perceber. A tira está molhada e cheira a cu.”

“Para de falar isso.”

“Não. Homem de bunda ama esse cheiro. Esse é o cheiro da mesma bunda que eu abri. Do mesmo cu em que eu gozei.”

“Você é nojento.”

“E você puxou essa calcinha até ela sumir no meio dessas nádegas gordas. Por isso o cheiro está tão forte.”

Ele jogou a calcinha no travesseiro, do lado da cama do meu marido, e deitou de costas. Eu subi entre as pernas dele e peguei o pau na mão. Continuava enorme, grosso e comprido.

Eu não conseguia colocar muito mais do que a cabeça e uns centímetros. Chupava o que dava, usando a mão no resto, com saliva escorrendo pelo pau.

“Olha só você,” ele disse. “Chupando o meu pau imundo depois de beijar o seu marido com essa mesma boca.”

“Não fala assim.”

“Você beijou ele na despedida esta manhã, não foi?”

Sim.”

“E agora esses lábios estão em mim. Você mente na cara dele todos os dias e depois vem aqui e me chupa desse jeito.”

“Eu sei.”

“Ele sabe que a boca da mulher dele tem gosto de pau de outro homem?”

“Não.”

“Ótimo. Continua chupando. Engole mais.”

Eu tentei ir mais fundo. Os olhos marejaram. Ele pôs a mão na minha nuca, mas não forçou.

Eu continuei trabalhando ele, bagunçada e molhada, enquanto a foto da família vigiava da cômoda e o travesseiro do meu marido ficava bem ao nosso lado.

Eu tirei a boca do pau dele por um segundo e olhei para cima com o queixo escorrendo.

Um fio de saliva pendia do lábio de baixo. A mandíbula doía de tanto que eu tinha aberto. O pau grosso dele brilhava com a minha saliva até a base, e a cabeça estava escura e inchada.

A foto da família na cômoda ficou no canto do meu olho o tempo todo.

“Você é pior do que eu pensava,” o Hugo disse. “Você mente na cara dele e depois enfia o meu pau na mesma boca. Às vezes você gosta mais do segredo do que do sexo. Por isso ligou no segundo em que ele saiu de casa.”

Eu continuei de joelhos entre as pernas dele, no mesmo colchão em que o meu marido dormia todas as noites.

O lençol já estava amassado debaixo dos meus joelhos. Eu sentia o cheiro da mistura da minha saliva, da pele dele e do resto fraco do sabão que eu usava na nossa cama.

“Eu te liguei porque precisava dessa coisa grossa na minha garganta,” eu disse. “Precisava me sentir suja no nosso próprio quarto. Precisava olhar para aquela foto da família enquanto engasgo em você. Precisava lembrar que eu não sou só esposa.”

“Então abre mais e engole mais,” ele disse. “Usa essa boca mentirosa do jeito que ela deve ser usada. Não finja que está tímida agora. Me mostra a mulher que usa calcinha apertada o dia inteiro só para esfregar o próprio buraco.”

Ele gozou na minha boca com um gemido longo. A porra veio quente e grossa e bateu no fundo da garganta em jatos pesados. Eu tentei engolir, mas parte escorreu pelos cantos e desceu pelo queixo até os peitos.

Eu tossei de novo e limpei os lábios com o dorso da mão. O gosto era salgado e forte. Fiquei ali um momento com a boca aberta, ofegante, olhando a bagunça que eu tinha feito.

Em pouco tempo ele já estava duro de novo. O mesmo pau que tinha acabado de gozar estava em pé outra vez, brilhante e pesado. Eu subi em cima dele. A cama afundou com o meu peso.

Eu encostei o pau primeiro na buceta só para molhar, deslizando a cabeça pelos lábios até ficar escorregadio, e depois sentei até o fundo. O esticamento me fez ofegar. Comecei a pular nele, usando as pernas e a bunda gorda para quicar.

Cada vez que eu descia, as nádegas batiam na barriga dele com um som molhado. Os peitos balançavam forte.

Eu gemia alto porque o tamanho me enchía e porque eu via a foto do meu marido na mesa, sorrindo para um momento que já não combinava com o que estava acontecendo nessa cama.

“Você pula como se estivesse com fome há dias,” ele disse. “Sua bunda está me batendo tão forte que eu sinto na coluna. Você geme como se tivesse esquecido que é casada. Continua.”

“Eu estou com fome,” eu disse. “Aaaahhhhh oohh eu pulo porque o seu pau chega em lugares que o meu marido nunca chega. Aaaiiiii eu gemo porque está bom demais para ficar quieta. Não ligo se os vizinhos ouvirem.”

O suor começou nas costas e entre os peitos. A bunda tremia toda vez que aterrissava. Ele segurou meus quadris com as duas mãos e me virou de barriga para baixo sem sair da buceta.

O movimento foi brusco. Meu rosto bateu no travesseiro que ainda cheirava um pouco ao cabelo do meu marido. Depois o Hugo saiu e olhou para a minha bunda do jeito que um homem olha para uma refeição.

“Eu te virei porque essa é a vista que eu quero,” ele disse. “Quero essas nádegas grandes na minha cara. Quero ver o buraco que eu já abri. Quero cheirar antes de meter o pau de novo.”

“Eu já sabia que era por isso,” eu disse. “Você sempre olha primeiro para a minha bunda. Você é homem de cu e não consegue esconder. Queria me ver de cara no lençol do meu marido.”

Ele abriu as minhas nádegas com as duas mãos. A pele esticou.

O ar frio bateu no meu buraco. Ele encostou o nariz bem nele e cheirou longo e devagar, do jeito que um homem cheira a comida que estava esperando. Eu senti o hálito dele na beira.

“Eu amo cu porque é honesto,” ele disse. “A buceta pode fingir. O cu fala a verdade. Seu buraco já conhece o meu pau e ainda cheira a mulher que andou o dia inteiro com calcinha enfiada nele.”

“Então cheira,” eu disse. “Eu usei apertado de propósito para o pano ficar no meio. Queria que o buraco ficasse quente e pronto. Queria que você achasse esse cheiro quando puxasse a minha calça.”

“Cheira forte e sujo do melhor jeito,” ele disse. “É por isso que eu sou homem de cu. Outros homens fogem desse cheiro. Eu fico duro com ele. Quero a língua dentro.”

A língua dele entrou no meu cu. Era molhada e pontuda e passou da beira antes que eu pensasse. Eu fechei em volta dela sem querer, tentando segurá-lo ali.

O músculo apertou a língua e ele gemeu dentro de mim.

Eu não acreditava que ele tinha colocado a língua naquele buraco. A sensação era molhada, errada e tão boa que eu enterrei o rosto no travesseiro e soltei um som que não planejei.

“Você apertou a minha língua,” ele disse. “Isso quer dizer que você gosta, mesmo fingindo choque. Tem gosto safado, de suor e do dentro de uma mulher que já levou pau ali. Eu podia ficar aqui a noite toda.”

“Não acredito que a sua língua está dentro do meu cu,” eu disse. “Meu marido nunca faria isso. Ele tem medo de um pouco de sujeira. Você pôs a boca inteira no buraco que já fodeu.”

Ele lambeu em círculos e depois enfiou de novo. O meu buraco latejava em volta dele. As pernas tremeram.

“Abre agora para mim,” ele disse. “Fica de barriga e puxa essas nádegas gordas. Quero ver ele abrir antes de meter o pau.”

Ele enfiou um travesseiro debaixo da minha barriga para a bunda ficar mais alta.

O novo ângulo fez as costas afundarem e as nádegas subirem. Eu alcancei atrás com as duas mãos e abri as próprias nádegas. O buraco piscou na luz baixa. Já estava brilhando da saliva dele.

“Mete devagar,” eu disse. “Da última vez você ficou com merda no pau e eu me senti mal depois. Talvez você devesse usar camisinha desta vez. Não quero outra sujeira no lençol.”

“Eu não quero camisinha,” ele disse. “Eu quero isso. Quero sentir o seu buraco sem nada no caminho. Quero a mesma bagunça se acontecer. Faz parte de pegar um cu de verdade.”

Eu sorri no travesseiro. O sorriso era pequeno e envergonhado e eu não escondi.

A saliva dele já tinha me deixado molhada o bastante. Ele encostou a cabeça no buraco e começou a empurrar. A pressão era firme e pesada.

Eu olhei para o lado e vi a foto do meu marido na mesa. O Hugo estava começando a me sodomizar na cama do nosso casamento enquanto aquele sorriso assistia.

Eu pensei: isso é a coisa mais errada que eu já fiz e mesmo assim eu não quero que ele pare. A moldura de madeira ficou ali como testemunha.

A cabeça entrou e eu gritei. O esticamento foi agudo, uma queimação que me abriu por dentro. Os dedos escorregaram na minha própria pele. Eu soltei as nádegas.

“Abre de novo,” ele disse. “Não solta. Preciso ver ele me engolir. Segura aberto.”

“Por que eu tenho que segurar?” eu disse. “Já dói e eu estou tremendo. Você mesmo pode abrir. Estou tentando não fechar.”

Mesmo assim eu abri. As unhas cravaram na gordura da minha própria bunda. Ele empurrou de novo e o resto do pau começou a entrar, centímetro grosso por centímetro, até o buraco não ter escolha a não ser engolir o comprimento inteiro.

Ele deitou nas minhas costas para o peso dele cravar ainda mais fundo, até o fundo do reto. O pelo do peito raspou a minha pele. Depois ele começou a meter.

Devagar no começo, depois com estocadas mais longas que faziam a cama bater na parede.

Eu mantive as mãos na própria bunda e abri enquanto ele fodia.

A bunda gorda tremia a cada estocada, as nádegas quicando e batendo uma na outra em volta do pau. Eu fechei os olhos como uma cadela atordoada e só levei. Baba molhou o travesseiro debaixo da minha boca.

“Seu buraco é o melhor porque é gordo e apertado ao mesmo tempo,” ele disse. “Ele segura mesmo quando eu estou até o fundo. Faz aqueles sons molhados que só um cu usado consegue fazer. Eu podia morar nesse buraco.”

“Eu nem consigo fechar mais,” eu disse. “AAaahiiiooohhh aaaiiii Você me abriu tão largo que o ânus só fica aberto. Me fode mais forte se quiser. Eu sou a sua puta na cama do meu marido. Ah ah ahah”

Ele me puxou para cima até ficarmos em pé, minhas mãos no muro, ele ainda dentro do meu cu. Mudou de posição sem tirar o pau, um giro lento que manteve cada centímetro enterrado.

Eu era mesmo uma puta e eu sabia. Eu gritava cada vez que ele enfiava. O rosto dele estava atrás da minha orelha. O hálito quente. O suor do peito dele escorria pelas minhas costas.

“Você chamou ele de desgraçado e depois me deu a cama dele,” ele sussurrou. “Seu cu está aberto para o amigo dele. Você segura a parede como se pertencesse aqui. Continua fazendo esses barulhos.”

Ele me curvou para frente para eu segurar a beira da cama com as pernas bem abertas. Os peitos pendiam. O buraco continuava cheio. Eu sabia que o meu ânus não ia ficar apertado depois disso.

O esticamento já tinha mudado ele por aquela noite.

“Olha,” ele disse. “Dá para ver um pouco da sua merda no meu pau. Isso me dá vontade de te foder mais forte. Não puxa para trás.”

“Eu não entendo por que a visão da minha merda te deixa louco aaahhhhh” eu disse. “A maioria dos homens pararia. Você vai mais fundo. Você respira como se gostasse do cheiro oohh ohhhh aaiiiii”

Ele começou a foder mais forte. As estocadas ficaram mais longas e mais brutas. Depois ele me jogou de volta na cama de barriga e meteu no meu cu sem dó. O colchão pulava. Eu não ligava que o meu ânus estivesse sendo destruído.

Um pouco de merda líquida saiu em volta do pau e sujou as nádegas e o lençol.

Eu ouvi ele gemer e grunhir enquanto puxava o ar fundo. O cheiro da minha merda enchia o quarto e ele estava aspirando de propósito, nariz perto das minhas costas, pulmão cheio disso.

Eu amei o Hugo por amar aquela parte de mim. Outros homens teriam saído e ido para o banho. Ele ficou dentro e usou como se fosse dele.

Depois de um tempo longo ele começou a gozar no meu cu. O corpo travou. Ele me encheu tanto que eu senti a porra pesada parada lá dentro, pulso após pulso, quente e grossa, misturando com o que já estava ali.

Ele desabou nas minhas costas com as mãos debaixo dos peitos, segurando enquanto terminava. Eu sentia cada jato. Eu estava tão cansada que não conseguia nem me mexer. Os braços ficaram moles. O buraco ficou aberto em volta dele.

Ficamos assim por cinco minutos. O quarto estava quieto, só a nossa respiração. Depois ele tirou o pau devagar e deitou ao meu lado, ainda ofegante. O meu cu ficou aberto, um anel escuro e frouxo que ainda não fechava.

O ar tocou o meu dentro. Eu virei a cabeça e olhei para o pênis dele. Estava mole e brilhante, e uma parte pequena estava coberta da minha merda.

“Seu pau está usando a minha merda como troféu,” eu disse. “É a coisa mais engraçada e mais suja que eu já vi. Eu deveria ter vergonha, mas só estou cansada e cheia. Me beija mesmo assim.”

Ele me beijou. O beijo foi lento e molhado e a gente não se afastou do gosto.

Dormimos assim, grudentos e abertos, nos mesmos lençóis para os quais o meu marido ia voltar. Nem sequer levantamos para ir ao banheiro ou tomar banho.

A terceira parte vem em breve.

Foto 1 do Conto erotico: O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2

Foto 2 do Conto erotico: O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2

Foto 3 do Conto erotico: O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2

Foto 4 do Conto erotico: O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2

Foto 5 do Conto erotico: O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2


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270577 - O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Categoria: Traição/Corno - Votos: 30

Ficha do conto

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Nome do conto:
O colega do meu marido fodeu meu cu pela primeira vez - Parte 2

Codigo do conto:
271049

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
29/08/2026

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3

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