Eu e minha sogra acompanhamos um casal de jovens, da praia onde nos viram nus, até onde estavam hospedados. O local, uma bela casa de praia, no boqueirão Sul de Ilha Comprida, uma rua de areia, há uns cem metros do mar. O casal, uma linda garota de dezoito anos e o namorado dela, um rapaz com dezenove anos, irmão dela. Nos mostraram a casa, lindos quartos, bela cozinha e uma linda piscina. O momento anterior. Eu e minha sogra caminhávamos pela praia, quando ela ficou com dores nas costas e depois de fazer-lhe massagens não resistimos e nos chupamos , e não percebemos que tínhamos sido observados por um casal jovem, que propôs troca de casais. O momento esperado. Após tomarmos uma bebidas e fazermos um lanche, o casal nos chamou para a piscina. Como não tínhamos roupas de banho, já entramos nus na piscina, bem como o jovem casal. Fiquei babando a menina nua, seios pequenos, bundinha redondinha, e totalmente depilada. Ela, sem qualquer cerimônia encostou-se de costas para mim e fiquei de pau duro em flash. Aline, minha sogra, colou no rapaz e iniciou um boquete de arrepiar, mostrando ao menino, toda sua experiência. A Vitória, com seus dezoito aninhos, sugava meu pau com uma vontade deliciosa. Levantei Vitória e a coloquei à beira da piscina, e saindo d'água com o pau em riste, deitei invertido ao lado de Vitória, agarrei-a pelas nádegas e deliciava-me daquela boceta juvenil; com a língua circulava os lábios daquela vagina, mamava com delicadeza aquele grande clitóris, que Vitória rapidamente gozou na minha boca e gritava enlouquecida como se fosse a primeira vez dela. Virei aquele corpinho delicado, de barriga para baixo e chupava aquele cuzinho, que parecia virgem, que a menina apertava, com as coxas, a minha cabeça. Eu lambia e enfiava meu polegar naquele orifício, alargando-o para penetra-lo. Depois dois dedos, uma vaselina para ajudar e a cabeça iniciou a penetração, uma pressão e pequenos gemidos, uma enterrada e um grito. Deixou que entrasse tudo rebolava no meu pau. Aline gritava de prazer com o garoto penetrando aquela linda boceta e sugando os seios dela. A menina pediu para que o irmão ajudasse a fazer uma dupla penetração. Deitei de costas no acolchoado, Vitória sentou seu cuzinho, vagarosamente no meu pau e deitou-se de costas no meu peito. O namorado dela, penetrou aquela bocetinha linda e iniciamos o enlouquecimento de Vitória, que mais uma vez gritava de prazer. Aline colocou sua bucetinha na cara de Vitória e eu acariciava o cuzinho de Aline. Trocamos de casal, voltando cada um ao par original, agora todos de volta à piscina. Deixamos a água cheia de porra por todos os lados. Saímos e tomamos belos banhos, nos alimentamos e cada casal voltou ao lar. Ao chegarmos na balsa, tivemos de esperar meia hora para a balsa voltar à Cananéia, pois dia da semana a frequência é menor. Aline e eu, agora em postura de retorno à comunidade, mudamos a postura e lembramos do peixe, que pegamos congelados. De volta ao lar, ninguém tinha voltado pra casa, tivemos ainda tempo de fazermos um delicioso meia nove.
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