A segunda vez aconteceu com um mulher que estava voltando do trabalho. A peguei na saída do shopping, a jovem estava usando o uniforme do trabalho (uma loja de roupas bem famosa). Ela estava com cabelo preso, muita maquiagem e um batom bem exagerado. Entrou no meu carro e enquanto eu dirigia, observava ela pelo retrovisor, ela foi tirando o batom, e depois soltou o cabelo. Tinha um cabelo bem bonito e brilhoso que ia até os ombros.
_ Não gosta desse batom? - perguntei, quebrando o clima.
Ela não tinha notado que eu a observava pelo retrovisor, demorou um pouco para responder:
_ É… não gosto… mas é regra da loja. Preciso ir sempre bem maquiada e com os batons mais chamativos.
A menina parecia cansada, mas ainda sim, desatou a conversar comigo. Falou sobre a música que eu estava ouvindo e conversamos sobre como a semana estava demorando para passar e o final de semana passando rápido demais.
Conversa vai e conversa vem, ela começou a reclamar também de como as coisas andam muito caras. Principalmente as viagens de Uber. Expliquei para ela que mesmo o app aumentando os valores, eu não ganhava nada a mais pelas corridas. Conversamos um pouco mais sobre essa situação revoltante, acabamos rindo juntos. Não há nada melhor para conectar as pessoas do que um inimigo em comum.
Continuava olhando ela pelo retrovisor, realmente era uma jovem muito bonita e atraente, devia ter seus 23-25 no máximo. Mas quando ela me olhava pelo retrovisor eu desviava o olhar.
_ Queria ser rica, e não me preocupar com dinheiro - ela afirmou.
_ Quem não quer né. Adoraria também. - completei - mas as vezes as pessoas são ricas de beleza e nem sabem...
Ela riu:
_ Quem me dera. Queria eu pagar tudo com minha beleza. Se aceitassem, eu teria tudo que sempre quis.
Resolvi soltar um elogio:
_ Tenho certeza que sim. Você é linda!
Ela me olhou e sorriu. Agradeceu um pouco sem jeito o elogio e perguntou em tom de brincadeira:
_ Ain, então eu posso pagar só deixando você ver a minha beleza?
Foi a minha vez de rir da brincadeira e entrar na onda:
_ Se me oferecer um pouquinho mais do que só "ver", eu aceito como moeda de troca sim.
Pisquei para ela. Ela ficou me olhando pelo retrovisor, com um leve sorrisinho no rosto. Ficou pensativa um tempo e eu pude ver ela mordendo os lábios durante o seu silêncio. Sua mente devia estar arquitetando algo.
Não demorou muito e chegamos ao destino dela. Ela me pagou por Pix, mas, antes de sair do carro me disse:
_ Olha, eu acho que da próxima vez eu vou querer pagar de outro jeito viu? Vou pensar em uma moeda de troca melhor do que só a beleza…
_ Então eu espero te encontrar por aqui de novo - ela sorriu e foi saindo do carro e então eu a chamei de volta, disse para ela pegar o meu telefone e que poderia me ligar quando precisasse de carona. Ela agradeceu, pegou meu telefone e disse que sempre precisa de uber para voltar para casa quando tem que trabalhar nos finais de semana. Concordamos que iriamos nos encontrar futuramente, ela desceu do carro e eu segui minha vida. Era só mais uma jovem bonita pegando um uber - existem milhares de moças com aquele perfil pegando caronas por aí e eu logo perdi as esperanças de que fosse rolar algo. Mas pelo menos eu tentei.
Alguns dias se passaram, e eu já tinha me esquecido completamente da garota, quando recebi uma mensagem. Era sábadoa noite e eu tinha acabado de sair do banho e estava indo para sala descansar:
“Oi. Estou precisando de uma corrida, mas estou sem nada de grana. Aceita outra moedas e troca?”
Respondi de prontidão, pedindo o endereço, e ela me mandou a localização, estava saindo do shopping. Me vesti e sai correndo de casa, dizendo que ia trabalhar um pouco que já voltaria.
Cheguei no ponto combinado, a saída do shopping mais próxima da loja dela, e lá estava a menina, de uniforme do trabalho e cara de cansada. Dessa vez, ela até já tinha tirado o batom enquanto me esperava.
Em vez de entrar no banco de trás, sentou-se no banco do passageiro do meu lado, e me comprimentou com um beijo no rosto.
_ Eu disse que ia precisar de você nos finais de semana que eu vinha trabalhar - ela me contou com um sorriso no rosto. Eu concordei, e dirigi até a casa dela. Perguntei sobre o dia de trabalho dela, e ela fez um monólogo sobre o quanto estava cansada do emprego e das pessoas da loja, principalmente da gerente. Enquanto falava, eu notei que ela parecia um tanto nervosa, também notei que ela dava olhares na minha direção sempre que eu trocava de marcha, e minha mão parecia tocar a sua perna. Perguntei se ela estava bem, e ela disse que sim e sorriu:
_ Sim… eu… só estou pensando no que vou te oferecer como moeda de troca...
Continuei dirigindo enquanto ela pensava. Quando cheguei em sua casa, ela foi para perto de mim e sussurrou:
_ Eu pensei em algumas coisas que posso fazer por você…
_ Sou todo ouvidos.
Ela colocou uma mão na minha perna e começou a me acariciar:
_ Se você colocar ele para fora, eu posso tocar uma punheta para você, que tal?
Era hora de negociar, fiz cara de que não valia a pena e resolvi barganhar:
_ Hmm, pela quilometragem que acabei de fazer, tem que ser mais que uma punheta...
Falei sorrindo, mostrando que queria mais. Eu percebi o nervosismo dela. Mordeu os lábios e eu notei que ela estava gostando daquela negociação.
_ Bem, então eu posso te chupar?
Fiz cara de quem estava pensando, olhei para ela e ela estava sorrindo para mim. Um sorriso malicioso de quem esta pensando safadezas. Concordei.
_ Está de bom tamanho… Eu posso procurar uma rua escura para gente estacionar e…
Ela me interrompeu, olhou ao redor como se estivesse com medo de que alguém pudesse vê-la, ou ouvi-la. Ela se aproximou e falou ainda mais baixinho para mim, me oferecendo uma terceira opção:
_ E se você me comer? Eu pago a minha próxima corrida também?
Não vou negar. Meu pau pulsou nessa hora, como um vampiro despertando de sua tumba quando sente cheiro de sangue. Essa menina estava para jogo e eu ia entrar também. Olhei ela de cima e embaixo. Ela tinha um quadril grande e seios bem apetitosos. Seu rosto como eu já havia dito antes, era lindo. Cabelos soltos e bem cuidados, lábios redondos e olhos bem grandes. Era meu dia de sorte! Seria a gasolina mais bem paga que eu colocaria no meu carro!
Sorri e estendi a mão para ela apertar:
_ Negócio fechado!
Ela sorriu bem animada. Parecia estar com a energia renovada! De repente, já não era aquela mulher cansada saindo do trabalho no shopping. Liguei o carro dizendo que podiamos ir à um mote, mas ela disse que podiamos subir. Mandou eu estacionar na vaga do apartamento dela, e eu estacionei - enquanto manobrava o carro, ela ficava com a mão na minha perna, eu acho que ela estava entrando no clima desde já.
Descemos do carro, subimos de elevador, entrei no apê dela:
_ Não repara a bagunça.
Pelo chão eu vi alguns brinquedos de crianças espalhados, na mesa próximo a porta da sala estavam alguns desenhos de giz de cera e uma mochila colorida de algum desenho animado. Ela foi até a cozinha e me trouxe uma jarra com água. Antes que eu pudesse perguntar, ela me respondeu:
_ Minha filha está na casa do pai dela hoje. Fico com ela um final de semana sim e outro não.
Ela chegou bem perto de mim e passou os braços por trás da minha nuca:
_ Hoje eu vou usar a minha moeda de troca, e se você gostar, eu quero mais viagens no seu carro, ok?
A menina parecia estar gostando muiito daquilo. Segurei sua cintura, pele macia. Subi um pouco sua camiseta e ela me deu um beijo. Sua lingua gelada pro conta da água que ela tinha acabado de tomar.
_ Vou tomar um banho, estou suada e quero ficar cheirosa para você. Pode ficar no sofá, assiste TV, eu já volto.
Ela foi caminhando pelo corredor, e entrou no banheiro do quarto lá no fundo. Fiquei no sofá enquanto a esperava. Na estante haviam alguns albuns de fotos que peguei para espiar. Era ela e seu ex marido e fotos de sua filha. Ela parecia bastante feliz com o homem, mas, se eles se separaram, quer dizer que algo deu ruim - e isso não era problema meu.
Ouvi o chuveiro desligar, ela saiu do banho e o vapor do banheiro tomou conta do quarto. Ela saiu com a toalha enrolada no corpo. Não demorou muito, foi até a sala para me buscar.
A mulher estava de shortinho curto de pijama e uma baby doll rosa, bem coisa de menina, uma roupinha casual de dormir em dias quentes. Aquela roupinha valorizava demais suas coxas grossas e sua cinturinha fina. Ela não usava sutiã, então eu conseguia ver seus mamilos por debaixo da camisetinha, e seus seios balançando a cada movimento.
Estava de cabelo molhado e disse para eu acompanhar ela até o quarto porque ia secar o cabelo.
Fui. Sentei na cama dela e fiquei admirando aquele corpo voluptuoso e jovem enquanto ela usava o secador. Ela me olhava e sorria. Estava afim. Eu não conseguia parar de olhar para ela, seu corpo era lindo. Não era magra, mas também não era gorda. Tinha uma barriguinha sexy. Suas coxas eram grandes e fortes, e agora eu vendo ela sem maquiagem era ainda mais gata.
Com o cabelo seco, ela se virou para mim e veio se aproximando. Tirei a minha camisa e fiquei em pé. Abracei ela e comecei a beija-la. A menina investiu-se contra mim com vontade, me abraçou e começou a ir mais fundo nos beijos. Sua língua na minha parecia estar com fome.
Segurei ela forte, e fui descendo a mão pelo seu corpo. Cheguei em sua bunda e apertei com voracidade. Aquele shortinho curto dela era um tesão.
Enquanto me beijava, ela segurou minha nuca e começou a acariciar meus cabelos. Conduzi ela para cama. Ela arrancou minhas calças e eu tirei a camisetinha dela. Seus seios grandes e macios balançaram na minha cara e eu abocanhei-os com fome. As auréolas de seus seios eram um degradê caramelo bem grande, e no centro estavam mamilos grandes e duros, pareciam botões de rádio.
Botei na boca, lambi seus mamilos e logo percebi que ela sentia muito tesão ali, porque sua respiração ficou pesada em um instante, e em seguida ela gemeu e me deu um beijo de língua segurando minha cabeça.
Subiu em mim e contiuava gemendo enquanto eu chupava os seus peitos. E ela começava a se esfregar no volume do meu cacete que estava embaixo dela. Nossos corpos estavam fluindo um com outro. Ela roçava sua virilha contra a minha e eu e ela entramos em um caminho sem volta. A partir daquele momento, nada podia nos fazer parar.
Apertava sua bunda e trazia para mais perto de mim. Enfiei minhas mãos por debaixo de seu shortinho e fui alisando sua bunda macia e lisa até chegar na fenda de suas nádegas, onde fui apalpando com um dedo, descendo, e descendo. Continuávamos nos beijando mais, e ela continuava se esfregando na minha rola cada vez com mais força, perdendo o controle.
Tirei o shortinho dela e arranquei minha cueca. Me deitei na cama e ela veio por cima, encaixando sua boceta molhada no meu cacete, sem duvidar, sem questionar. Ela apenas agiu! Estavamos em fogo e íamos até o fim! Entrei com facilidade. Quando a cabeçona foi entrando, ela gemeu alto, ficou com o rosto corado e se inclinou para me beijar mais.
Senti que ela era larga, e ela compensava isso rebolando gostoso em mim, fazendo um vai e vem inesquecível, botando e tirando ele de dentro dela, soltando lubrificação no processo e deixando eu e ela bem molhados.
_ Aí que pica gostosa! - dizia ela sentando, subindo e descendo - Pau grosso!
Ela deslizava em mim, deixando meu pau todo se enfiar para dentro. Ela gemia gostoso no meu ouvido, um gemido fino e apetitoso. Na medida que começou a rebolar em cima de mim, eu fui perdendo o controle e gemendo junto.
Apertava sua bunda com força e tentava ditar o ritmo de suas sentadas, mas era difícil! Na excitação do momento, dei um tapa em sua bunda - o estalo foi alto, e ela riu.
_ Bate, bate mais! Adoro apanhar na bunda! - ela pediu com uma voz manhosa, de quem estava pedindo com carinho e dominada pelo desejo.
Bati mais e ela cavalgava mais. Bati mais mais mais, e ela sorria, ria em cima de mim com olhos brilhando de quem estava feliz com aquela brincadeira. Gemendo alto. Sem medo de ser feliz.
Dava sentadas fortes em mim e quando sentiu cansaço nas pernas, ela parou e começou a rebolar. Se inclinou em minha direção e botou a lingua dentro da minha boca. Ficamos ali brincando com nossas linguas enquanto ela rebolava seu quadril como um furação. Quando ela parava de me beijar, era para gemer bem pertinho de mim e elogiar, de olhos revirando e com água na boca:
_ Caralho, como é bom cavalgar em você, seu puto! Bate mais em mim, bate!
Quis comer ela de quatro. Claro, com aquele quadril grande, eu não podia perder a oportunidade. Estar atrás dela era ter uma visão abençoada de tudo que é mais belo e prazeroso no mundo!
Sua bunda grande, as curvinhas que levavam para seu cuzinho (apertadinho e marrom), e a pele rosada que chegava até a sua boceta, lábios carnudos e protuberantes. Ela continuava bastante molhada, escorrendo líquido vaginal.
Fui para trás dela e meti minha cara ali sem pensar duas vezes. Enfiei a língua dentro de sua boceta e ela tremeu toda sem acreditar no que eu estava fazendo. Senti o corpo todo dela ficar arrepiar, principalmente quando fui passando minha lingua por cima de seu cuzinho:
_ Caralho, que língua gostosa... Chupa meu cu, vai.
Fui lambendo seu cuzinho e voltei a descer. PAssando a lingua em sua gruta molhada e escorregadia, fui descendo lambendo feito um cão tomando água os seus lábios bem rosados e deflorados, e fui descendo até chegar no seu clitóris, onde eu abocanhei e pressionei com meus lábios. Ela gemia constantemente. Suguei seu clitóris, causando ainda mais extase no seu corpo. Ela estava elétrica, incansável, levou as mãos para sua bunda e deixou a boceta bem aperta para mim. Perguntei minha cara ali novo, chupando e metendo minha lingua para dentro dela. Ela adorava aquilo.
Voltei a ficar em pé, segurei bem a sua bunda. Esfreguei a cabeça naqueles lábios molhados e medi minha rola para dentro da sua bocetona larga e funda. Ela pedia para eu ir com força. Fui com força!
Além de ir fundo nela com meu corpo, também enchia sua bunda de tapas fortes, e ela adorava apanhar. Mordia os lábios e continuava gritando de tesão. Fiquei imaginando o quanto eu era sortudo. Uma noite como aquelas só acontece com um cara muito sortudo - talvez eu devesse ter apostado na loteria!
Apenas um motorista de Uber recebendo o pagamento. Eu levaria ela para onde quer que ela quisesse ir. Com uma foda gostosa como aquela, eu podia ser até o motorista particular dela que eu não ia ligar. Podia ser uma viagem de 500km, ou 1000 km, ainda sim, valeria a pena.
Ela gozou com as minhas investidas e eu já estava anunciando o gozo fazia tempo. Deu tantos tapas na sua bunda grande que ela já estava vermelha e com marcas dos meus dedos. Ela gritava pedindo por mais, com a cara encostada no colchão e uma pequena poça de baba marcando o lençol.
Notei que ela estava com carinha de cansada, mas dessa vez era diferente do seu cansaço de quando ela saia do trabalho. Ela estava exausta pós sexo, o cabelo que antes de começarmos estava seco, agora estava molhado de novo, e nossos corpos estavam cobertos de suor.
_ Vou gozar, vou gozar! - gritei para ela, enquanto dava minhas ultimas investidas contra seu corpo.
Tirei de dentro dela e deixei sair. Um jato de porra quente molhou todo o seu rabo e ficou ali escorrendo enquanto eu e ela recuperávamos nosso fôlego.
_ Uau, me fodendo desse jeito, eu vou querer umas dez corridas hein?
Eu sorri. Estávamos eu e ela molhados e enroscados na cama. Dez corridas valiam a pena. A mulher era fogo e eu gostava daquela brasa. Dormimos daquele jeito, ela com a minha porra grudada na sua bunda e eu com o pau todo melado de sua boceta.
Nas semanas seguintes eu acabei indo até o shopping sempre na saída do trabalho dela e levando ela para casa. Sempre que estavamos no pique, ela me chupava no carro, e nos finais de semana em que ela não estava com a filha em casa,, eu passei a ir para a casa dela para receber o pagamento por mais algumas corridas da próxima semana.
Ficamos nessa por um bom tempo, até o seu ex marido pedir para voltar. A filha dela começou a passar mais tempo com ela nos finais de semana, e aos poucos fomos perdendo o contato e ela não podia mais fazer aqueles pagamentos comigo. Não sei se eles voltaram realmente, mas sei que ela De qualquer forma, eu queria reencontrá-la ela mais uma vez, afinal, pelas minhas contas ela ainda tem umas 5 corridas de crédito comigo.

