Ela já tinha transado no cemitério, mas não era o suficiente. Precisava do necrotério. Precisava sentir o frio dos cadáveres enquanto gemia.
Numa noite de chuva torrencial na Bahia, Sabrina dirigiu até o necrotério do hospital da cidade vizinha, um prédio antigo e sombrio, com paredes que pareciam suar morte. Vestiu um vestido preto, curto e transparente, que mal cobria o bumbum e os mamilos duros, revelando a sombra da bucetinha depilada por baixo. Nada mais. A pele arrepiada, o cheiro de chuva misturado ao seu perfume barato, e a certeza de que aquela noite seria inesquecível.
Bateu na porta dos fundos, onde sabia que o funcionário noturno ficava. O homem que abriu era Marcos, um cara de 40 e poucos anos, magro, mas com braços fortes de tanto carregar corpos. Os olhos cansados, a barba por fazer, e um cheiro de suor misturado a desinfetante. O pau já começava a inchar na calça quando ele a viu.
Sabrina sorriu, inclinando o corpo para frente, o decote do vestido quase liberando os seios. Os mamilos roçavam no tecido, duros, implorando por atenção.
— Oi, lindo… — a voz era doce, mas os olhos, safados.
— Eu sou Sabrina, estagiária nova. O doutor me mandou vir aqui pra pegar uns prontuários… mas acho que me perdi.
Marcos a olhava de cima a baixo, desconfiado, mas o pau já coçava, latejando.
— Aqui não é lugar pra garota, não. E não tem prontuário nenhum. Vai embora, antes que eu chame a segurança.
Sabrina não recuou. Aproximou-se mais, roçando o braço no dele, o vestido escorregando do ombro, revelando um seio inteiro, o mamilo duro como uma pedra, implorando para ser chupado.
Ela olhou o crachá do funcionário e suspirou, os dedos descendo devagar pela barriga dele, até sentir o volume duro na calça.
— Por favor, Marcos… — a voz era um sussurro rouco.
— Deixa eu entrar só um pouquinho. Eu prometo que valerá a pena…
Ele engoliu em seco, olhando para os lados, nervoso.
— Não, não… eu posso perder o emprego. Isso aqui é sagrado, garota. Não é brincadeira.
Mas Sabrina não desistia. Ajoelhou-se devagar, na porta, as mãos subindo pelas coxas dele, apertando o pau que já crescia, latejando. O vestido escorregou mais, revelando o outro seio, a bucetinha já brilhando de molhado.
— Ninguém vai saber… — ela murmurou, os dedos traçando o contorno do pau por cima do tecido, sentindo as veias pulsando.
— É só você e eu… e os mortos. Eles não falam. Olha como tô molhada só de pensar nisso…
Marcos suava, o tesão traindo a razão.
— Caralho… você é louca. Alguém pode ver a gente aqui na porta!
— Louca de tesão, sim. — ela sorriu, maliciosa, puxando o zíper da calça dele, liberando o pau duro, veioso, com a cabeça já brilhando do caldo que escorria.
— Deixa eu entrar, e eu te mostro como sou grata…
Sem esperar resposta, ela abocanhou a rola, a língua girando na glande, chupando devagar, os lábios esticados, babando. Marcos gemeu, as mãos afundando nos cabelos dela, os quadris empurrando para frente.
— Caralho, garota… — ele grunhiu, os olhos feitos, a rola latejando na boca quente dela.
— Isso é loucura… se alguém passar…
Sabrina não parou. Chupava fundo, a garganta apertando, os dedos brincando com as bolas, enquanto a outra mão subia pelo vestido, esfregando a bucetinha molhada. O vestido foi escorregando, caindo mais e mais , revelando os seios inteiros e as costas, o bumbum nu, a pele branquinha brilhando sob a luz fraca da porta.
— Mmm… que delícia… — ela gemeu, soltando o pau por um segundo, lambendo os lábios, os olhos fixos nos dele.
— Tô louca pra entrar aí e te foder no meio dos mortos…
— Enquanto não me deixar entrar, vou ficar aqui, na porta te chupando, quem sabe o segurança pega a gente e ele me fode no seu lugar.
Marcos não aguentou. Segurou a cabeça dela, empurrando o pau de volta na boca, foder os lábios dela, gemendo.
— Você é uma vadia… mas que boca quente… — ele resmungou, os quadris movendo, a rola indo fundo, batendo na garganta dela.
— Mas como você pode querer transar aqui? Isso é um necrotério, porra! Alguém pode descobrir!
Sabrina soltou o pau com um pop molhado, a saliva escorrendo pelo queixo, os lábios inchados.
— Justamente por isso… — ela suspirou, passando a mão no pau dele, apertando, enquanto o vestido caía completamente, deixando-a nua, os seios balançando, a bucetinha pingando.
— O perigo… o cheiro… os corpos… tudo isso me deixa mais molhada…
Ela se levantou devagar, nua, o corpo brilhando de suor e chuva, os mamilos duros, a bucetinha escorrendo. Marcos não resistiu. Puxou ela para dentro, a porta batendo atrás deles.
— Rápido, sua safada… — ele grunhiu, o pau duro, latejando, implorando para entrar nela.
Sabrina entrou, o chão gelado sob os pés, a pele arrepiando. O ar do necrotério era pesado, cheio de morte, mas era justamente isso que a excitava. A sala principal era um espetáculo macabro: mesas de metal com corpos cobertos por lençóis brancos, o cheiro de desinfetante misturado a algo mais… a morte.
— Uau… — ela suspirou, aproximando-se de uma mesa, os dedos roçando o lençol, a bucetinha pulsando. — Que lugar perfeito…
Marcos a seguiu, o pau na mão, duro, pronto para estraçalhar a bucetinha dela.
— Garota, isso aqui não é zoológico. Não chama atenção e não fica andando por ai, senão a gente tá ferrado.
Sabrina virou para ele, nua, os seios balançando, a bucetinha brilhando, molhada. Aproximou-se, colando o corpo no dele, os mamilos roçando no peito dele, a bucetinha esfregando na coxa.
— Ah, mas é tão excitante… — ela sussurrou, a boca quase encostando na dele, o hálito quente.
— Imagina a gente transando aqui, no meio deles… os mortos assistindo…
— Só de estar peladinha aqui já sinto muito tesão.
Marcos não resistiu. Puxou ela e a beijou com fome, a língua invadindo a boca dela, os dentes batendo. Sabrina gemeu, o beijo molhado, safado, enquanto as mãos dele apertavam seus seios, beliscando os mamilos duros.
— Você é uma vadia… — ele grunhiu, afundando os dedos nos cabelos dela, puxando com força.
— E você vai me foder aqui, no meio dos mortos… — ela respondeu, puxando ele para perto de uma mesa, onde um corpo estava coberto por um lençol.
Sabrina subiu na mesa, apoiando as mãos no lençol, sentindo o frio do corpo por baixo. O lençol escorregou um pouco, revelando o ombro pálido de um homem morto. Ela tremeu, não de nojo, mas de tesão.
— Olha só… — ela gemeu, esfregando a bucetinha no lençol, bem perto do corpo.
— Ele tá bem aqui embaixo… frio, quieto… e a gente vai transar do lado dele…
Marcos não aguentou mais. Empurrou ela de bruços na mesa, o pau duro encostando na bucetinha molhada.
— Você é doente… mas que buceta quente, porra…
Sabrina gemeu quando ele entrou, a rola grossa abrindo os lábios inchados, centímetro por centímetro. Ela olhava para o lençol, imaginando o morto embaixo, testemunha fria daquilo tudo.
— Aaah, isso… fode mais, Marcos… — ela gritou, as mãos apertando o lençol, como se quisesse tocar o corpo, mas sem ousar.
— Ele tá ouvindo a gente… tá sentindo o cheiro da minha buceta…
Marcos bombava forte, a mesa rangendo, os sons molhados ecoando pelo necrotério. Sabrina rebolava, o bumbum batendo no quadril dele, a bucetinha latejando, os sucos escorrendo.
— Isso… me fode do lado do morto… — ela gemia, a boca aberta, os olhos vidrados no lençol.
— Se ele estivesse vivo, eu chupava o pau dele também… mas agora… agora tô levando rola do lado dele…
Marcos não aguentou. Puxou ela de volta, a rola saindo da bucetinha com um som molhado, e a empurrou de joelhos no chão gelado.
— Chupa, vadia…
Sabrina obedeceu, abocanhando a rola, a língua girando na cabeça, babando enquanto olhava para a mesa, para o corpo imóvel embaixo do lençol.
— Mmm… delícia… — ela gemeu, as mãos no pau dele, chupando fundo, a garganta apertando.
— O morto deve tá louco pra ficar no seu lugar…
Marcos não durou muito. Gozou na boca dela, a porra escorrendo pelos lábios, pelo queixo. Sabrina engoliu tudo, lambendo os lábios, os olhos ainda fixos no lençol.
— Que foda… — ela suspirou, passando a mão no lençol, como se acariciasse o morto. — Os mortos amaram…
Marcos, ofegante, a puxou para cima.
— A gente precisa ir embora…
Sabrina sorriu, maliciosa, a bucetinha ainda pingando, os seios balançando.
— Claro… mas a gente volta, não volta?
E saíram, deixando para trás o cheiro de sexo, suor e morte.




