Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres



Sabrina estacionou nos fundos do necrotério sob a chuva pesada. O vestido preto colava no corpo molhado, curto demais, transparente demais. Os seios pesados marcavam o tecido, mamilos duros. Por baixo, nada. A buceta já escorria só de sentir o cheiro distante de formol misturado com a chuva.

Ela tinha fantasias sujas, não apenas de sexo sujo, mas de lugares bem impróprios. Ela queria a falta de respeito, queria criar sua marca e aquele lugar era perfeito.

Ela saiu do carro e andou ante a entrada.

Bateu na porta de serviço. O funcionário abriu. Homem de uns quarenta anos, uniforme sujo, cheiro de desinfetante e suor. Olhou para ela com desconfiança.

Sabrina forçou as lágrimas. A voz saiu embargada, fingindo desespero.

— Por favor… eu preciso entrar. Meu tio… ele morreu ontem. Vieram me chamar pra reconhecer o corpo. Eu… eu não aguento ficar lá fora.

O funcionário franziu a testa.

— Reconhecimento é pela frente, de dia, com documento. Aqui é área restrita. Vai embora.

Sabrina baixou a cabeça, fingindo chorar mais forte. Depois levantou o rosto. As lágrimas ainda escorriam, mas o olhar já era outro: safado, faminto.
— Eu sei que é errado — sussurrou, a voz agora baixa e rouca.

— Eu sei que não devia. Mas eu preciso entrar. Só um pouco. Eu pago do jeito que você quiser.

O homem recuou um passo.

— Sai daqui. Eu não vou perder o emprego por causa de putinha.
Sabrina não saiu. Ajoelhou-se ali mesmo, na porta entreaberta, a chuva batendo nas costas.

Naquele lugar, o homem não podia fechar a porta.

Rapidamente, ela puxou o zíper da calça dele com os dentes e soltou o pau. Já estava semi-duro.

Ele não teve ação. Era tão inesperado.

Ela lambeu a cabeça com a língua larga, olhando para cima, ainda com o rosto molhado de lágrimas falsas.

— Eu gosto de fazer coisa errada — murmurou, a boca colada na glande.

— Gosto de saber que tô sujando um lugar que não devia. Gosto do cheiro de derespeito. Gosto de saber que alguém pode pegar a gente.

Engoliu o pau inteiro de uma vez. A garganta abriu, saliva escorreu pelo queixo e pingou no chão molhado. Chupava fundo, sujo, gemendo alto de propósito, os olhos vidrados no dele. Uma mão apertava as bolas, a outra subia sob o vestido e esfregava a buceta encharcada na frente dele.

O funcionário xingou baixo, mas a mão já estava no cabelo dela, segurando firme. Empurrava a cabeça, fodendo a boca dela ali na porta, o pau batendo fundo na garganta. Sabrina engasgava, babava, mas não parava. Cada vez que ele tentava puxar, ela sugava mais forte, os lábios inchados, o rosto sujo de saliva e chuva.
— Porra… sua vadia doente…

— Não acredito que quer transar logo aqui....hummm. Nossa que boca.

Ela soltou o pau com um som molhado e falou com a voz rouca, ainda ajoelhada:

— Me deixa entrar. Me fode do lado dos mortos. Eu quero sentir o cheiro deles enquanto você me come. Eu quero fazer a coisa mais errada possível.
O homem olhou para os lados uma última vez. Puxou ela para dentro e trancou a porta.

— Não faz barulho puta. Não toca em nada.

O ar gelado do necrotério bateu no corpo molhado dela. Cheiro forte de formaldeído. Luzes brancas. Mesas de aço com corpos cobertos. Sabrina tirou o vestido e ficou nua. Os seios pesados, a buceta inchada e brilhante, o cu apertado. Andou até a mesa mais próxima e puxou um pouco o lençol, revelando o ombro pálido e frio de um homem morto.
— Olha… — sussurrou, passando a mão pela pele gelada.

— Ele não vai reclamar.

O funcionário veio por trás, agarrou os quadris dela e enterrou o pau de uma vez. A buceta abriu com um som molhado e sujo. Sabrina gemeu alto, de propósito, as unhas arranhando o lençol e a carne fria do cadáver. Cada estocada fazia os seios baterem e o cheiro de formol subir mais forte.

Ele segurou o cabelo dela com força e perguntou, ofegante:

— Por que aqui? Por que do lado dos mortos?

Sabrina rebolou no pau dele, a buceta apertando, e respondeu com a voz rouca e suja:
— Porque o cheiro de formol me deixa mais molhada que qualquer coisa. Porque eu gosto de saber que tô sendo fodida do lado de um corpo frio que não pode fazer nada. Porque o errado me faz gozar mais forte, porra. Fode essa vadia enquanto o morto “escuta”.

— Queria que a família deles soubessem o que está acontecendo, hummmm, como eu queriaaaa!!!!

O homem meteu com raiva, uma mão no cabelo dela e a outra apertando e espalhando a bunda, os dedos sujos enfiando no cu enquanto a rola ia e vinha fundo. Sabrina gemia sem parar, a buceta escorrendo, os seios batendo contra o aço frio. Ele puxou o pau, virou ela de frente, ergueu uma perna e cravou de novo, mais fundo, os dedos apertando os mamilos duros até doer. Sabrina gozou forte, a buceta contraindo, um jato quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão.

Foi aí que ouviram o barulho.

Passos no corredor. O rangido de uma maca sendo empurrada. Alguém vinha.

O funcionário empalideceu. O coração disparou. Puxou o pau dela de uma vez, olhou em volta e sussurrou, a voz tremendo de medo:

— Deita. Rápido. Finge que tá morta.
Ele a empurrou para cima de uma maca vazia, gelada como gelo. Sabrina deitou, o corpo ainda quente e molhado de sexo, a buceta aberta e brilhante, os seios pesados caídos para os lados, o cabelo espalhado. O funcionário tentou cobri-la com um lençol branco, mas porque tremia não conseguiu.

Ele ainda estava de pau duro, latejando, o coração batendo tão forte que achava que o outro ia escutar.

A porta se abriu. Um homem velho entrou empurrando uma maca com um corpo coberto. Parou perto, olhou para Sabrina e deu um sorrisinho sujo.

— Porra… olha essa aí. Que desperdício. Uma gostosa dessas morrer tão nova. Olha o tamanho desses peitos, cara. Parece que ainda tão quentes. E essa boca… dava pra enfiar o pau inteiro sem dó. Se eu pegasse ela viva, comia até o talo.

O funcionário engoliu seco, o suor escorrendo pela testa. O pau ainda duro latejava dentro da calça. Cada segundo parecia eterno. Se o outro puxasse o lençol, se tocasse nela, se notasse que o peito subia e descia… acabava tudo. Emprego, liberdade, tudo.

— É… pena mesmo — respondeu seco, a voz falhando um pouco.
O homem deu mais uma olhada demorada, os olhos presos nos seios de Sabrina.

— Devia ter aproveitado enquanto tava viva. Uma buceta dessas… deve ter sido gostosa pra caralho. Enfim. Tô deixando esse aqui. Até amanhã.

Empurrou a maca até o canto, saiu e fechou a porta.

O funcionário só relaxou quando os passos sumiram. Puxou o lençol de uma vez. Sabrina ainda estava deitada, os olhos abertos, a buceta pingando, um sorriso sujo no rosto.

— Quase me gozei só de ouvir ele falando de mim — murmurou ela.

Ele não respondeu. Só a puxou de novo, virou de quatro em cima da mesma maca fria e enterrou o pau de uma vez, fodendo com raiva e alívio misturados. Sabrina gemia alto de novo, a cara encostada no aço gelado, a buceta engolindo tudo. Quando ele gozou, enfiou fundo e descarregou dentro dela, a porra quente enchendo e escorrendo enquanto ela ainda rebolava.

Sabrina se levantou devagar, a buceta pingando porra e gozo, o corpo marcado pelos dedos dele. Passou a mão entre as pernas, limpou os dedos no lençol do morto e sorriu.

— A gente volta.

O funcionário abriu a porta dos fundos sem falar nada. Sabrina saiu nua sob a chuva, o vestido amassado na mão, o cheiro de sexo, formol e porra colado na pele. Já estava molhada de novo só de imaginar a próxima vez.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres

Foto 2 do Conto erotico: Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres

Foto 3 do Conto erotico: Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres

Foto 4 do Conto erotico: Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres

Foto 5 do Conto erotico: Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario kassafper

kassafper Comentou em 03/09/2026

Delícia ler seus contos, muito prazeroso, tesão é absurdo pois vc passa de verdade a sua excitação q estava na sua mente.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


271193 - Sabrina no cemitério:Perdendo a virgindade em cima do túmulo do tio. - Categoria: Virgens - Votos: 10

Ficha do conto

Foto Perfil diabapelada
diabapelada

Nome do conto:
Sabrina: Entrou nua no necrotério só pra ser fodida no meio dos cadáveres

Codigo do conto:
271351

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5