Nessa hora pensei: -meu Deus como vou chegar com o Alessandro (este é o nome do meu marido) lá ? Será que ela já sabe ? Minha mente parou com aquilo.
Foi nessa hora que o Moyses entrou dizendo:
-claro que ela virá, mãe! Ela e o marido dela.
Pensem numa pessoa, que ficou mais confusa ainda...
E ela respondeu, com um "Humm" longo e estranho.
Naquele momento percebi que a ficha dela poderia ter caído agora, o filho havia convidado o marido da mulher que ele estava comendo. Minha cara foi no chão de vergonha, mas mantive a pose.
Fomos para o quarto dele e fiquei sem saber onque dizer. Quando ele começou a me agarrar eu perguntei:
-Moyses o que a sua mãe sabe da gente ?
Ele respondeu:
- tudo amor ! Ela sabe que você é casada e que tem uma filha. Mas fique tranquila que ela já está acostumada.
Quando ele falou isso, veio na minha mente que eu não era a única que ele havia pego. Que poderiam ter outras com quem ele se deitava. E eu, era só mais um objeto sexual para aquele homem.
Eu sabia de uma ex-namorada que ele havia me contado quando estávamos no inicio. Mas na minha situação não poderia cobrar nada. Aliás esse sempre foi o nosso trato desde o inicio.
Mas aquilo ficou na minha cabeça.
Naquele dia eu estava com um vestido comportado florido (foto), com um decote comportado.
Ele se aproximou, e me abraçou por trás. Sarrando, seu corpo no meu, e comprimindo seu membro contra a minha bunda me fazendo sentir o formato preso daquele membro enorme.
Enquanto isso com suas mãos meus seios, ainda dentro do sutiã eram apertados com força me fazendo gemer de tesão. Ele foi levantando meu vestido aos poucos, revelando a minha calcinha branca de renda nova, já com um modelo mais ousado. Que naquela altura, já estava toda enviada no meu rabo. E moldando minha bucetinha que também, ja estava pulsando. Suas mãos percorrendo todo o meu corpo e mostrando, que elas tinha passe livre nas regiões mais ocultas do meu corpo.
Eu tomei a iniciativa e quando ele tirou minha calcinha, me ajoelhei e soltei o seu membro que saltou em direção a mim com vigor. Chegando, a bater no meu rosto, me fazendo sentir seu peso.
Comecei a acariciado com as duas mãos, pois com uma só não dava. Ele pulsava muito forte e comecei a aproximar a minha boca do pau daquele homem. Seu cheiro era inconfundível, cheiro de macho.
Quando dei por mim, já estava com ele na minha boca determinada a fazer meu homem gozar. Enquanto isso ele dizia em voz alta:
- ahhhhh que delicia de boca! olha como a minha puta chupa gostoso. Que delicia, porra.
A medida que as falas e os urros dele se seguiam, mais meu tesão aumentava. Nunca havia me imaginado fazendo por vontade propria aquilo em um homem, que não fosse o meu marido. Quando menos esperava, ele segurou a minha cabeça acelerando os movimentos de vai e vem. Percebi que ele estava prestes a gozar.
Meu objetivo era esse, mesmo. Estava decidida a conseguir isso. Ele contunuoiba acelerar, e com um grito despejou seu gozo na minha boca. Foi tanta porra que cheguei a engasgar. Mas consegui engolir. Ele então me deu um beijo molhado já me arremessando na cama.
Ele começou a chupar meu corpo, começando pelos pés, aquilo me enlouqueceu ainda mais. Após, percorrer todos os cantos do meu corpo, ele se deteve nos meus seios. Ele sabia que eram meu ponto fraco. Ele mordia de várias maneiras e com intensidades de força diferentes os meu mamilos. Cheguei a ficar com eles vermelhos.
Foi aí que ja fora de mim, ele me colocou de lado, e abrindo as minhs nádegas, começou a passar a lingua no meu cuzinho. A essa altura, não tenho palavras para descrever o tesão que sentia.
Então seguiu para a minha bucetinha. Com poucos movimentos e chupões acabei gozando para o meu macho. Que a essa altura, já estava com seu membro ereto é com suas veias saltadas.
Ele se deitou me puxando para cima dele, fui introduzindo aquele coisa enorme na minha bucetinha, que já havia de certa forma, adquirido a capacidade de abraga-lo. Fui suportando a dor da entrada e logo já estava cavalgando sobre o corpo daquele homem. Minha cabeça só queria aquilo. Passado algum tempo, alteramos a posição e encaixados nos sentamos abraçados. Eu segui rebolando na vara dele até que gozei muito e quase desmaiei de cansaço. Mas ele era insaciável.
Me disse que queria gozar na minha bunda. E me mandou ficar de quatro. Desse vez ele lubrificou seu membro e o meu cuzinho e foi me penetrando. Mesmo lubrificada e sentimental dor. Mas assim mesmo ele prosseguiu e quando achei que ele iria terminar no meu cuzinho, ele retirou seu pau de dentro e com uma única estocada, meteu forte na minha ppk. Gritei tão alto que até a mãe dele ouviu. Ele meteu brutalmente em mim e gozou dentro de mim, novamente.
Mas confesso que não tinha nem forças para brigar, havia sido a segunda vez em dois dias. E da última havia achado ruim com ele. Pois, não conseguia tomar anticoncepcional. Mas não tinha nem cabeça para isso naquele momento.
Terminamos e quando saimos do banho, iria falar com ele que não iria ao aniversário dele.
Mas quando ia falar com ele, Moyses se adiantou e me disse:
-Natascha, faço questão que você venha na minha festa . Você será uma das pessoas mais importantes lá para mim, e meu presente será a sua presença. E continuou: -pode trazer seu marido, faço questão, se for para ter você comigo lá !
Respondi:
- claro...
Lhe dando um abraço e um beijo. Mas por dentro pensando: como eu irei ? Nem falei com o Alessandro. (Alessandro é o nome do meu marido)
Fomos embora e ele me deixou na porta de casa reforçando que estaria me esperando no outro dia lá. E que mandaria um mapa para chegarmos a casa do primo, que ficava no
mesmo bairro dele.
Entrei em casa e o meu marido estava no banho. Aproveitei e do nada falei do convite e do churrasco. Mas para minha surpresa Alessandro me respondeu:
- opa amor, vamos sim ! Quem é o aniversariante ?
Eu respondi:
-é do motorista da van, o Moyses ! Lembra dele ?
E ele me respondeu :
- sim, claro ! Vc sempre fala nele, mas eu acho que nunca o vi pessoalmente, só conheço de nome...
Como vi que a conversa estava fluindo bem, aproveitei e dei a informação que os amigos do motoclube dele estariam lá. E que eram pessoas simples.
Aí ele se animou mais ainda, porque Alessandro sempre andou e teve motos grandes e potentes e só parou de andar porque eu tinha medo. Aí ele vendeu a moto.
Fomos comer alguma coisa e depois fomos deitar. Meu marido me abraçou e ficamos juntinhos. Na minha mente eu só pensava em duas coisas.
Que a umas duas horas atrás eu estava nos braços de outro que havia usado meu corpo de todas as formas e me enxido da sua semente.
E que em mais algumas horas meus dois homens iriam se encontrar frente a frente.
De um lado, meu marido que eu amava, carinhoso, provedor, culto.
Do outro um macho alpha que me dominava e me usava conforme seu bel-prazer.
Meu coração estava acelerado e só consegui dormir devido ao meu cansaço físico na madrugada.
Mesmo assim despertei cedo, com o coração mais que acelerado. Alessandro, meu marido, acordou animado, foi na academia e nossa filha que estava dormindo na casa da amiga, nos deixando livres para os momentos que viveríamos... mas isso é conto para vocês.
Continua.


