Durante todo o tempo em que se deu a minha mudança para Florianópolis, uma das companhias mais importantes que tive foi de meu filho. Ele sempre foi muito atencioso e carinhoso comigo e desde que nasceu sempre fomos muito próximos. Muitas vezes foi meu suporte maior para por em prática as mudanças que tinha que fazer. Ele foi uma das pessoas que mais me incentivou a deixar de lado a tudo de triste e monótono que vivia enquanto era casada e aproveitar intensamente minha vida. Para ele, a mudança para Florianópolis também significou uma libertação, pois ele tinha muitos problemas com meu ex. Lá ele fez alguns bons amigos com os quais seguidamente saia para surfar e acampar nas praias mais distantes. Porém, o verdadeiro sonho dele era outro: há muito tempo ele queria se mudar em definitivo para a Europa assim que completasse a maioridade. Para tanto, ele juntava praticamente todo o dinheiro que recebia de seu pai e de mim. Assim, quando finalmente completou 18 anos ele tratou de comprar a passagem e se organizou para partir. Seu plano era ficar em Barcelona, na Espanha onde tinha um tio que ele gostava bastante. É claro que senti muito tudo isso, mas como era o que ele mais queria, não podia negar. No dia do voo, o levei até o aeroporto para nos despedirmos. Lá, junto comigo, estavam alguns amigos mais próximos dele. É claro, foi aquela choradeira, mas eu sabia que ele estava começando a fazer a vida que sempre sonhou. Enquanto ele partia feliz, eu estava bem sentida com a sua partida. Na volta do aeroporto, ofereci carona para um de seus melhores amigos, o Vinícius, que eu sabia que morava próximo de casa. Ele era muito querido e durante o longo percurso, conversamos bastante. Ele se dizia feliz pela viajem do amigo e que sentiria muitas saudades dele. Lembrou de algumas viagens que fizeram e de como se divertiram. Enquanto dirigia, eu o observava falando e não pude deixar de notar que, além de simpático, era muito bonito. Olhos claros, um sorriso franco num corpo alto e forte de surfista. Me admirei de nunca ter percebido isso. Principalmente me chamava à atenção sua presença intensa e a desinibição com que falava comigo. Para mim, até aquele instante, ele era apenas amigo do meu filho e, naquele instante, ele parecia ter mudado muito. Ao mesmo tempo parecia um pouco tímido e, ao mesmo tempo, meio atrevido. Riamos muito e ele parecia também se divertir bastante. Repentinamente ele falou um modo muito gentil: - Se você se sentir muito sozinha ou meio triste, pode me ligar que vou ficar bem feliz em te ajudar! Depois de algum tempo eu caí na real e percebi que ele estava, na verdade, me passando a maior cantada! Aquela mistura de timidez e atrevimento, tudo o que ele falou e as risadas que demos não eram mais do que ele querendo se mostrar interessado em mim! Aquilo me deixou surpresa pois, como o conhecia apenas como amigo de meu filho, eu sempre tinha pensado nele como um menino, nem tinha me passado pela cabeça que ele pudesse me ver como uma mulher interessante. No entanto, me pareceu visível o interesse que ele estava demonstrando. Talvez pela minha fragilidade devido à partida do meu filho, talvez por realmente não esperar aquilo, o comportamento dele me pegou totalmente de surpresa. Sorrindo eu agradeci. Na verdade, não me sentia segura em relação ao que ele estava querendo, no fundo, pensei, ele pode estar apenas sendo gentil. Porém, imediatamente ele completou: - É claro que uma mulher tão bonita quanto você não vai ter muita dificuldade para encontrar companhia, mas se isso ocorrer pode me ligar. De qualquer forma, eu estava me sentindo tão bem com a atenção dele que tive que dizer: - Olha, as boas companhias como você não são tão fáceis assim. E garanti que ligaria para ele sim, não precisava se preocupar. Já estávamos chegando em sua casa e eu estava gostando da atenção dele, achei que devia deixar claro isso então, ao me despedir, pus a mão em sua perna e a acariciei levemente. Ele percebeu meu gesto, tanto que sorriu de um modo entre o tímido e o safado. Acabou dando um beijo bem forte no meu rosto enquanto, com uma das mãos, acariciava meu rosto. Depois saiu feliz. Eu não pude esconder a surpresa e o quanto tinha gostado daquela cantada gentil, durante o caminho para casa foi impossível não sorri abertamente durante o resto da viagem. Nos dias que se seguiram, enquanto me adaptava a vida sem meu filho, por diversas vezes pensei no que acontecera com Vinícius. Me sentia triste pelo vazio da casa, mas não conseguia deixar de me sentir um pouco bem, pois ser cantada daquele modo por um rapaz que, provavelmente, tinha muitas meninas a seus pés, era algo muito prazeroso. Pensava seguidamente em ligar para saber como estava, mas sempre desistia, afinal, além de ser bem mais novo e ser um dos melhores amigos de meu filho, eu poderia simplesmente ter entendido errado sua gentileza. Os dias foram se passando e, aos poucos, fui me acostumando com a ausência do meu filho. Tratei de seguir minha vida o mais normal possível. Às vezes pensava naqueles curtos momentos que passara com o Vinícius e sempre me vinha um sorriso bem safado no rosto. Confesso até que, algumas vezes naqueles dias, senti bem mais do que apenas um sorriso safado ao pensar naquilo. Mas deixei tudo seguir seu rumo normal. Num belo dia de primavera, uns dez dias depois da partida de meu filho, eu resolvi terminar meu dia tomando um pouco de sol na piscina de casa. Tinha sido um dia meio chato, passei boa parte da manhã mostrando para um comprador um casarão em Jurerê e tive que passar boa parte do tempo me esquivando do seu assédio. Sempre que podia, ele sugeria que nos encontrássemos mais tarde, só nós dois, em algum lugar discreto, tentava me abraçar e beijar, enfim, o típico comprador de imóveis daqui. Quando cheguei em casa, só queria esquecer isso, queria muito me deitar no sol e senti-lo aquecendo meu corpo. Como estava sozinha em casa, pus apenas a parte de baixo do biquíni e me deitei junto à piscina. Não passou mais do que 10 ou 15 minutos quando eu escuto a voz do Vinícius: - Oi, Vivian! Tudo bem contigo? Levei um susto tão grande que me ergui para vê-lo sem perceber que, com isso, deixava meus seios à mostra para ele. Quando percebi isso, tratei de me cobrir com uma toalha, não sem antes ele ter tido uma ampla visão deles! Ri nervosa, mas não pude deixar de perceber o brilho de seu olhar mirando para meu peito. Parecia, ao mesmo tempo, fascinado e excitado com o que vira. Por um tempo ele ainda ficou sem falar, meio paralisado pela cena, mas depois se recompôs e pediu desculpas, dizendo que tinha entrado pelo lado da casa. Ele estava lindo com uma bermuda clara e uma camiseta regata que salientava mais ainda sua pele bronzeada. Tentei mostrar naturalidade, mas confesso que estava difícil me controlar depois de me mostrar quase nua para ele. - Que bom que você veio! Tinha gostado tanto de nossa conversa na volta do aeroporto que havia pensado em te convidar para me visitar qualquer dia, só fiquei meio envergonhada. É verdade, essa última observação eu fiz só pensando em dar uma desculpa para nossa conversa ficar mais “interessante”. Mas ele não se fez de rogado e foi bem direto: - Imagina, Vi! Você sabe que pode sempre me chamar. Sabes que sempre foi alguém muito interessante para mim! Enquanto falávamos eu estava deitada de bruços numa espreguiçadeira ao lado da piscina, logo ele foi se aproximando e sentou ao meu lado. Havia uma espécie de formalidade no nosso comportamento que visivelmente escondia o tesão que sentíamos, mas bastava algo acontecer para que aquela formalidade fosse abandonada e nos deixássemos levar pelo que sentíamos naquele momento. - Sério? – Respondi – sempre me achou interessante? -Claro! Sempre te achei maravilhosa! Depois disso, não dava mais para segurar. Me ergui novamente da espreguiçadeira e perguntei: - Me diga uma coisa: você gostou do que viu? Tentei continuar falando, mas ele, sem falar nada, se adiantou e me abraçou pelas costas. Uma mão percorria minhas pernas enquanto seus lábios beijavam suavemente minha nuca. Lentamente eles foram descendo pela minha coluna deixando um rastro úmido e elétrico que me atiçava mais ainda. Quando sua mão, subindo por minhas coxas, finalmente chegou ao biquíni que usava, entrou dentro dele e começou a descer até encontrar minha bucetinha. Dei um grito abafado. Estava toda entregue e dominada por ele de um modo que jamais imaginara. Uma das mãos passeava por meus seios enquanto a outra brincava entrando e saindo de dentro de mim. - Que tesão! Que gostoso! – eu dizia sentindo ele me dominar e brincar com meu desejo. Estávamos deitados junto à piscina. Qualquer vizinho que olhasse mais atentamente, o que não era nem um pouco raro, nos veria ali, mas, naquele instante, era impossível pensar em outra coisa do que continuar me entregando cada vez mais intensamente. Ainda deitada na espreguiçadeira, me virei de frente e ele, após tirar a sua camiseta, deitou-se ao meu lado e me beijou invadindo com avidez minha boca com sua língua. Sentia uma energia tão intensa vinda daqueles músculos retesados que meu corpo parecia apenas se submeter passivamente. Suas pernas se misturaram com as minhas deixando claro que ele, assim como eu, tinha se entregado totalmente àquele desejo incontrolável. Enquanto seus lábios, após me beijar com tamanho tesão, desceu pelo meu pescoço, meu colo, até chegar a meus seios. Ele beijava, mordiscava, chupava meus mamilos intumescidos enquanto com uma mão invadia meu biquíni até chegar novamente a minha bucetinha que já estava totalmente molhada. - Que buceta gostosa. Buceta de coroa puta... Quero fuder toda! – ele dizia juntamente com vários palavrões, enquanto mais e mais nos deixávamos levar. Levantando-se quase num salto, ele, bem enfrente a mim, desfez-se da bermuda fazendo com que eu perdesse todo o controle que ainda me restava ao ver seu pau, rijo e brilhante ao meu alcance. Queria chupa-lo, queria sentir ele vibrando na minha boca, mas ele nem me permitiu: imediatamente deitou entre minhas pernas voltando a me beijar e começando a brincar com aquele mastro na minha entradinha. Pincelava minha buceta provocadoramente enquanto sua boca parecia querer me engolir toda. Eu estava tão descontrolada, tão entregue àquele corpo jovem e pleno de energia que só o puxava para mais perto de mim, para mais dentro de mim. Só quando ele percebeu que eu estava totalmente dominada, entregue de um modo completo, é que parou com a brincadeira. Em seu rosto, um sorriso vitorioso exprimia o poder que ele parecia exercer sobre mim, antevendo tudo o que viria. Logo a cabecinha do seu pau começou há forçar um pouco mais, entrando a cada estocada mais e mais profundamente em mim. - Que buceta apertadinha, que puta gostosa! Dizia enquanto me abria toda. Se pau era tão grosso e rijo que parecia me rasgar. Mas eu, apesar de tudo, só pedia mais. Pedia para ele entrar cada vez mais fundo em mim. Parecia ter uma energia infinita, eu já quase que esgotara minhas forças enquanto ele não dava sinal de parar. Ao contrário, entrava em mim com cada vez mais fúria. A intensidade era tanta que, meu corpo pareceu convulsionar, senti crescer dentro de mim um tesão tão grande, tão forte que, quando explodiu, senti um orgasmo diferente de todos os que já sentira. Ao mesmo tempo, ele soltou um grunhido forte e inundou minha buceta com seu leitinho. Foram várias estocadas que me encheram com sua gala e me deixaram absolutamente acabada. Comparada com a intensidade de nossa entrega, depois de tudo parecia que nos dominava uma paz absoluta. Ele novamente se deitou ao meu lado e ficamos ali por muito tempo simplesmente gozando os últimos estertores do nosso prazer e deixando nos dominar por aquele sentimento absoluto. Só muito depois, quando a tarde começava a acabar, é que me dei conta do nossa situação e falei para entrarmos. Trôpegos e nus fomos para dentro de casa. Assim que entramos, dei um longo beijo nele, quase como se tivesse agradecendo o prazer que ele havia me proporcionado. Sua reação não foi muito diferente, assim que separamos nossos lábios ele disse: - Mulher! Você é demais! Nunca tinha sentido um prazer tão grande na minha vida. Sorri feliz, não queria admitir que para mim também tinha sido algo totalmente novo. Pensei em oferecer uma bebida, fazer uma janta ou algo assim para ele. Achei que aquela poderia ser uma noite maravilhosa, mas ele disse que tinha que sair. Simplesmente ele tomou um banho e, pegando uma roupa que pertencia ao meu filho e que ficara aqui, ele se vestiu e saiu. Ainda fiquei com sua bermuda de recordação. Depois de se vestir, o levei até a porta de casa. Depois de um beijo delicioso ele partiu.
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