Categoria: Sadomasoquismo
Data: 01/09/2026 19:31:22
Assuntos: Anal, Boque-te, Frouxo, Heterossexual, Hotwife, Humilhação, Infidelidade, Macho Alfa, Oral, Sadomasoquismo, Traição.
Tem certeza de que deseja ler até o final?
Diego chegou mais cedo do que o esperado. O apartamento estava silencioso. Deixou as chaves sobre a mesa e seguiu o som fraco da água corrente. A porta do banheiro estava entreaberta. Laura cantava baixinho no chuveiro. Ele entrou silenciosamente e observou o corpo nu da esposa atrás do box, de costas para ele.
O telefone vibrou quando estava na pia. A tela ligou sozinha.
Então, uma sequência de mensagens e fotos. Ele desbloqueou o telemóvel e conseguiu reproduzir um vídeo curto. Nele, as costas da esposa estavam claramente visíveis, e as mãos de outro homem a seguravam pela cintura. Diego assistiu a tudo. Ele não gritou. Apenas abriu a porta do box e bateu a torneira, assustando-a.
Laura se virou, surpresa, com a água ainda escorrendo pelo corpo.
—Diego? O quê…?
Ele lhe entregou uma toalha sem dizer uma palavra. Nervosa, ela a enrolou em volta do corpo. Ele ergueu o telemóvel e mostrou a ela o vídeo que estava sendo reproduzido.
—Explique-me isso.
Laura empalideceu. Tentou falar, mas sua voz saiu embargada.
—Não é… não é o que parece. Aconteceu uma vez. Só uma vez. Eu estava bêbada e…
"Uma vez", repetiu Diego com uma calma perigosa. "Uma vez ele te fodeu. Uma vez você abriu as pernas para ele. Uma vez você mentiu para mim — ou por semanas?"
Ele agarrou seu braço, não com violência, mas com uma firmeza que não admitia recusa, e a conduziu até o quarto. Delicadamente, empurrou-a para a cama.
—Tire a toalha.
Ela obedeceu, tremendo. Diego abriu a gaveta de baixo. Tirou as grossas cordas de algodão preto que usavam antes, quando era brincadeira. Desta vez, não havia sorrisos.
—Deite-se de bruços. Levante os braços.
Laura hesitou por um segundo. Ele olhou para ela.
-Agora.
Ela se deitou. Diego primeiro amarrou seu pulso direito a um dos postes da cama, depois o esquerdo. Ele puxou as cordas até que seus braços estivessem totalmente estendidos e seus seios pressionados contra o colchão. Então, ele abriu suas pernas com as mãos e amarrou cada tornozelo à parte inferior dos pés da cama. Ela estava completamente aberta, com as nádegas empinadas pela posição, sua vagina e ânus expostos, sem possibilidade de fechar as pernas.
Diego tirou calmamente a camisa e o cinto. Ajoelhou-se atrás dela. Afastou as nádegas dela com os polegares e observou o esfíncter fechado.
"Você também deu isso para ele?", perguntou ele em voz baixa.
—Não… só… só na frente — sussurrou Laura, com a voz abafada pelo travesseiro.
—Mentira. Ou verdade. Tanto faz. Hoje vou te destruir. E você vai sentir as consequências por dias.
Ele cuspiu no buraco. Enfiou um dedo. Laura se tensionou e soltou um gemido. Diego acrescentou um segundo dedo e os moveu em um movimento de tesoura, abrindo-a bruscamente, sem nenhum lubrificante, apenas com saliva. O esfíncter se contraiu ao se esticar.
"Dói", reclamou ela.
—Tem que doer. É assim que você vai aprender.
Quando conseguiu dilatar o suficiente, posicionou-se atrás dela. Pressionou a ponta grossa do seu pênis contra o orifício dilatado e empurrou. O esfíncter resistiu. Diego persistiu com pressão constante até que a glande deslizou para dentro. Laura gritou no travesseiro. Ele não parou. Continuou a empurrar centímetro por centímetro até que seus testículos bateram contra as nádegas dela.
"Entrar até o fundo", ele rosnou. "Assim como ele te fodeu."
Ele começou a estocar. Primeiro com movimentos curtos e profundos, depois puxando quase todo o comprimento para fora e mergulhando de volta com uma única estocada certeira. Cada estocada fazia as cordas rangerem e impulsionava o corpo de Laura para a frente. Ela gemia, às vezes de dor, às vezes por uma mistura confusa que não queria admitir. Seus pulsos já mostravam sinais de esforço.
—Diga que você sente muito — ordenou Diego, sem parar de transa-la.
"Me desculpe... droga, me desculpe tanto..." ela soluçou.
—Diga que você é uma prostituta por me trair.
Laura hesitou. Ele penetrou nela com uma estocada especialmente profunda, até o limite.
—Diga isso.
"Eu... eu sou uma prostituta por ter te traído", ela repetiu, com a voz embargada pela vergonha e pela dor.
Diego acelerou o passo. Agarrou-lhe os quadris com força e penetrou-a analmente com um ritmo brutal e implacável. O som de carne contra carne ecoava pelo quarto. O ânus de Laura ficou vermelho e brilhante ao redor do seu pênis. A cada penetração completa, ela soltava um gemido abafado. Ela, que sabia o que era sofrer com cólicas menstruais dolorosas, não sabia como lidar com aquele sofrimento. A dor do seu ânus dilatado era como se uma faca o estivesse perfurando.
Após um longo tempo, Diego parou na parte mais profunda e permaneceu imóvel, respirando com dificuldade.
—Não vou chegar ainda. Vou te deixar assim por um tempo. Amarrada, exposta, pensando no que você fez.
Ele retirou o pênis lentamente. A vagina de Laura permaneceu aberta, redonda e pulsante. Diego se levantou e sentou na cadeira de frente para a cama, olhando para ela.
—Você vai ficar assim até eu mandar. E quando eu colocar de volta em você, você vai se desculpar de novo. Com mais força.
Laura não conseguiu responder. Ela apenas fechou os olhos, as cordas marcando sua pele, suas nádegas abertas e expostas, e a certeza de que o castigo estava apenas começando.
Diego transou com ela por mais de uma hora.
A cada vez que sentia que estava prestes a chegar ao clímax, ele parava completamente. Permanecia enterrado fundo dentro dela, seu pênis pulsando no ânus de Laura, e esperava. Às vezes cinco minutos. Às vezes dez. Ela gemia, tentava mover os quadris, mas as cordas não lhe davam espaço. Quando a tensão diminuía, ele a penetrava novamente com a mesma brutalidade de antes: fundo, seco, exceto pela saliva, impiedoso.
O relógio na mesa de cabeceira marcava as horas. O sol da tarde estava se pondo. Os pulsos de Laura estavam em carne viva devido ao atrito das cordas, suas pernas estavam dormentes, sua vagina inchada e vermelha. Cada vez que Diego parava à beira do orgasmo, ela sentia o esfíncter dele se contrair ao redor dele, desesperado, e sua barriga começava a sentir um peso diferente, mais urgente.
"Por favor... eu não aguento mais", ela sussurrou em um dado momento, com a voz embargada.
"Ainda não", respondeu ele, sem tirar o pênis para fora.
Mais tempo se passou. Diego a usou até que o corpo de Laura não oferecesse mais resistência, apenas tremores. Finalmente, quando o céu lá fora já estava escuro, ele acelerou de verdade. Penetrou com força, sem parar, grunhindo. Mergulhou até os testículos e ejaculou dentro dela em jatos longos e quentes, enchendo seu reto de sêmen.
Ele permaneceu imóvel por um tempo, respirando pesadamente, ainda profundamente dentro dela. Então, lentamente, retirou o pênis. A vagina de Laura permaneceu aberta, redonda, gotejando sêmen espesso que escorreu por seu períneo.
Ela falou quase imediatamente, com a voz trêmula:
—Diego… por favor… me desamarre. Preciso ir ao banheiro. Urgente. Não… não consigo segurar.
Ele sentou-se novamente na cadeira em frente à cama. Olhou para ela em silêncio.
-Não.
—Eu imploro… Eu realmente não consigo. Minha barriga dói. Por favor, me desamarre só por um instante.
"Não", repetiu ele calmamente. "Você vai ficar exatamente assim."
Laura fechou os olhos com força. Tentou contrair o esfíncter, mas estava muito aberto, muito usado, muito cheio de sêmen. A pressão aumentou. Um gemido de pânico escapou de seus lábios.
—Diego, por favor… eu imploro… eu vou me cagar… não consigo controlar…
Ele não se mexeu.
O primeiro jato foi um som baixo e úmido. Um pedaço macio saiu, impulsionado pelo sêmen, e caiu no lençol entre suas pernas abertas. Laura soltou um soluço de puro constrangimento. Tentou fechar as pernas, mas as cordas a impediram. O segundo jato saiu quase imediatamente, mais líquido, e o cheiro repentinamente invadiu o quarto.
"Não... não..." ela soluçou, com lágrimas escorrendo pelo rosto. "Por favor, me desamarre... eu imploro... me desculpe... me desculpe por tudo..."
Mas ela havia perdido completamente o controle. As fezes continuavam saindo enquanto ela soluçava, seu corpo convulsionando. A sujeira se espalhou sob ela: sêmen misturado com excremento, o lençol manchado, o buraco aberto e incapaz de fechar. Cada som que caía era uma nova humilhação. Diego a observava sem dizer uma palavra, com as mãos cruzadas, vendo sua esposa se defecar amarrada, chorando, completamente destruída pela vergonha.
Laura já não implorava para que ele a desamarrasse. Ela apenas repetia entre soluços, sem parar:
—Me desculpe… Me desculpe… Por favor, me perdoe… Eu nunca mais farei isso… Me desculpe…
O cheiro era forte. Seu silêncio, ainda mais.
Quando ele finalmente parou de se retirar, ela ficou ali tremendo, o rosto encharcado de lágrimas, a bunda suja e exposta, as cordas ainda a prendendo. Diego levantou-se lentamente, aproximou-se dela e acariciou seus cabelos com uma calma quase cruel.
—Agora podemos— disse ela suavemente. —Agora podemos começar a falar sobre perdão.