Trai meu marido com o adestrador



Trai meu marido com o adestrador
30/12/25

Conto Erótico de Nely Sexy                     

Quis dar pro adestrador e fui tratada igual uma cadela

Me chamo Kelly. Tenho 28 anos, negra, alta, seios médios arredondados e bunda grande mas sem exagero, típico da cor.
É com um pouco de vergonha que eu escrevo esse relato. Ate porque foi até um pouco humilhante ser tratada como eu fui. Não que eu não tenha gostado mas é difícil descrever.
Na época nosso cachorro tinha 1 ano e decidimos adestra-lo. Pra isso nós contratamos o Tufão que também adestrava cães para a polícia e empresas de segurança. Ele era um pouco mais baixo que eu, forte pra alguém de 50 anos, branco, com de tatuagem e com uma expressão bem seria.


Ele vinha pra casa, pegava o cachorro e fazia o adestramento as vezes sozinho e as vezes comigo ou com o meu marido.
No início quase nem falava comigo, apenas com meu marido. Nem olhava pra mim direito. Mas quando resolvi mudar o visual e cuidar mais de mim mesma as coisas ficaram diferentes.
Não tinha como não reparar em como ele me olhava de vez em quando ainda na frente do corno.


Um tempo depois dos acontecimentos do primeiro conto(primeira vez traindo o corno), Tufão disse que seria bom levá-lo ao canil para adaptação com outros cães. Então nós íamos todas a semanas. Claro que não perdi a chance de provoca-lo sempre que podia, só por diversão mesmo. Estava começando a criar um certo interesse nele e pensando várias safadezas já.


Era o último dia de irmos ao canil, então coloquei uma roupa bem básica mas bem justa. Minha calcinha(fio, claro), preta com estampa de flores roxas, uma graça. Uma legging preta antiga quase desbotada(dava pra ver até a estampa da calcinha só de agaixar).Minha camisetinha folgada com barriga de fora e nada de sutiã. E uma blusa de fecho pra não ficar tão na cara e o corno não perceber.


Chegamos lá, conversamos com o Tufão, tirei minha blusa e fomos andar com o cachorro na área de treino. Ele não parava de me encarar. O corno só não percebia por que estava com a coleira na mão e concentrado. Depois que acabamos meu marido levava o cachorro pro carro eu fiquei pra fazer o pagamento por MBwey. Fiquei bem próxima do Tufão pra mostrar que estava tudo certo. Meus bicos do peito já estavam bem duros e eu fazia questão de chegar ainda mais perto.
Ele se aproximou também e começou a me tocar com o braço, acho que pra me testar. Eu respondi me inclinando pra pegar minha bolsa no chão. Assim que me virei ele estava com a mão na boca e a outra na cintura todo vermelho com um olhar de safado.


Abri a porta e falei pro corno que tinha esquecido a blusa na canil e que tinha que ir no banco próximo dali pra fazer o pagamento. Como ele ia trabalha ainda, ele foi embora e eu fiquei. Voltei pra dentro e pedi ao Tufão me levar pro canil pra pegar minha blusa. Claro que ele sacou a intensão e não perdeu tempo. Chegamos lá, eu simplesmente puxei ele pra perto e dei um beijo. Ele correspondeu e me segurou com força na cintura e apalpando minha bunda.


Num instante ele já abriu o fecho da calça e colocou a pichota pra fora. E que pichota. Uns 16 ou 17centímetros, grossa de cima a baixo. Linda!
Estávamos no corredor onde a gente passará ver os cães. Ele abriu uma das casinhas e entramos lá, e logo me colocou pra chupar. Acho que ele já esperava que fosse acontecer pois a pichota estava bem limpinha como se tivesse acabado de lavar.

A partir daí o negocio começou a ficar mais "hard". Ele me segurava na cabeça tentando fazer entrar o máximo possível de pichota na minha boca. Mesmo que eu tentasse não conseguia, ia só metade e já perdia o ar. Mesmo assim ele não parou. Metia na minha garganta sem dó me fazendo engasgar várias vezes. Tirava da boca só pra me deixar respirar e batia com ela na minha cara. Sério, parecia até um interrogatório policial.


Ele me puxou pra cima chupando meus peitos. Estava de boa até começar dar tapas em deles. Doía um pouco mas eu gostei da sensação. Apertava um, batia em outro, me beijava e descia a mão na minha buceta que já estava molhada. Me virou de costas e abaixou minha calça. Fiquei com as mãos na parede enquanto ele abria minha bunda com força me deixando na ponta dos pés e logo começou a me chupar. E chupava gostoso a buceta até chegar no cu me deixando toda arrepiada. E ainda por cima me batia na bunda com força que me fez colocar a mão. Ele levantou, pegou minha mão e falou "tira a mão, cadela".


Me senti humilhada mas ainda sim com mais tesão. Ele me pagou pelo pescoço esfregando a pichota na minha buceta e começou a falar.
"Você e o que? eim?"
Estávamos em um canil, então eu disse a primeira coisa que me veio em mente.
"Sua cachorra"
Dito isso começou a me foder. Meteu de uma vez sem dó. Metia com força sem ligar pro barulho que fazíamos. Segurava e batia nos meus peitos, na bunda e começou a dar tapas na cara me puxando pelos cabelos.


Eu não imaginava que fosse tão bom assim. Cada tapa fazia eu me sentir mais safada ainda.
"Gosta assim cadela? Gosta de ser puta?"
Não aguentei e respondi
"Eu amo ser puta".


"Tu é puta mesmo. Puta e cachorra. Cachorra igual as que têm aqui".
Deu tempo só de ouvir ele falar e os sons de correntes balançando, quando do nada ele me coloca uma enforcadeira no meu pescoço. Eu ia tirar pois já estava achando que era demais quando ele puxou minha mão pra trás e disse com voz bem grossa.
"Tu não é cachorra? Então deixa que eu tô mandando"
E eu deixei. Com uma mão na parede, outra nas costas sendo enrabada com vontade. Eu gemia tanto que nem sei dizer o quanto. Gemia alto a cada estocada e a cada tapa. Mas era ainda melhor quando ele me xingava e humilhação.
"Puta safada. Cachorra. Cadela do macho"
E eis que ele solta aquele frase que em fez gozar.
"Cadelinha do CORNO!"


Eu tremi na hora gozando que nem louca com as pernas bambas e sendo puxada pra cima pela enforcadeira. Acho que ele percebeu isso e se aproveitou. Me virou de frente, levantou minha perna numa muretinha e meteu na buceta de novo, chupando e batendo nos peitos que já estavam vermelhos. E continuou falando enquanto me mantinha na coleira.
"Vai dar pro corno hoje?"


"Não. Só pra você."
Me puxando o cabelo falou olhando pra mim.
"E esse cuzinho? É meu também? A cadelinha vai dar pra mim também?"
E como eu ia recusar. Me virei e me apoiei na muretinha. Ele abriu minha bunda cuspindo no cu deixando bem molhadinho.
Nunca vou esquecer disso.
"Você é o que minha?"
"Sua cachorra!"
Puxando a enforcadeira
"E tu é o que do corno?"


E eu já quase sem ar
"Puta. Puta do corno!!"
E começou a enfiar no cu .Com mais cuidado dessa vez.
"Fala o que tu é"
"Eu sou tua cachorra! FODE essa cachorra, FODE."
E assim ele fez. Meteu e meteu. Mesmo sentindo um pouco de dor, eu estava pronta pra gozar de novo. Ele tirava, abria pra conferir o estrago e colocava de novo. Metia, batia e me xingava de vazia, puta, cachorra e vários outros nomes. Nunca apanhei tanto na vida. Eu sabia que ia gostar de transar com ele mas não esperava tudo isso. Além de me fuder me fazia chupar a rola várias vezes.


Já estava ficando exausta quando ele começa a dar sinais de que ia gozar. Três metidas depois ele me fala.
"Vem puta. Hora do leite da cadelinha. Toma tudo."
De joelhos, língua pra fora e coleira. Fiquei esperando a porra vir. Só não esperava vir com tanta força. Era leite pra umas 5 cadelas. Jorrou quente e com força, sujando até meu cabelo encharcando meu rosto e meus peitos. O que estava em meus olhos eu tirei fiz questão tirar e colocar na boca lambendo os dedos. Ele baixou minhas mãos e começou a espalhar a porra toda no meu rosto e no resto do corpo enquanto eu chupava aquela rola que ainda estava a meia vida.


Depois disso apenas colocamos as roupas, lavei o meu rosto, mas deixei meu corpo melado de porra. Ele me perguntou se eu voltaria mais vezes e eu respondi que sim. e voltei mesmo só pra ser tratada igual cachorra e aprender uns truques novos kkkk


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Trai meu marido com o adestrador

Codigo do conto:
270948

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
28/08/2026

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