Esposa se tocando na sala enquanto o marido ignora.



Esposa se tocando na sala enquanto o marido ignora.
24/08/2026

"Você tá com aquele tesão cheiroso de novo, né?" Levantei do sofá da sala e peguei a cerveja na geladeira, tentando ignorar o comentário dela. Heloísa estava deitada no sofá, aquele corpo maduro e volumoso espalhado de um jeito que não era inocente, não era mesmo. Ela tinha cinquenta e três anos, coxas grossas que explodiam pela bermuda de malha, peito grande e mole que cedia quando ela respirava fundo, e uma gala cheia que quase caía pela cintura da roupa. Cabelo grisalho apanhado num coque frouxo, pele marcada pelos anos, seios com as veias aparentes de tanto desejo contido.

A noite anterior tinha deixado tudo errado entre a gente. Ou melhor, tudo certo demais.

Ela se mexeu no sofá, aquelas coxas se abrindo um pouco mais, e pude ver o bico da calcinha pelo vão da bermuda. Bucetuda daquele jeito, sempre de shortinho curto ou bermuda larga demais, como se pedisse pra alguém tirar aquela roupa dela. Eu tinha quarenta e um anos, casado com ela fazia dezoito, e em dezoito anos nunca tinha deixado ela tomar a iniciativa daquele jeito.

Ontem a gente estava na casa do jardineiro. Ele era um moleque bonito, uns vinte e cinco, músculos marcados, aquele corpo de quem trabalha de verdade. Tinha ido fazer um serviço de manutenção no quintal, e Heloísa tinha oferecido cerveja pra ele. Aí ela começou a conversa boba, aquela risada forçada, e eu vi a coisa acontecer em câmera lenta. Ela tocava no braço dele quando falava, cruzava as pernas de um jeito que a bermuda subia, inclinava o corpo pra frente pra mostrar o colo.

O moleque olhava. Claro que olhava.

E quando ele foi embora, no final da tarde, Heloísa veio pra cima de mim com um tesão que eu não via fazia anos. Arrancou minha roupa no corredor, beijou meu pescoço com aquele jeito desesperado, e sussurrou no meu ouvido, "Você viu? Você viu como ele me olhava?" A gala dela estava inchada, buceta babada, pregas salientes dentro da calcinha molhada. Ela pediu pra eu chupar, pediu pra eu enfiar tudo, e gemeu gritando que eu era mais homem que aquele muleque, que meu pau era grosso demais pra qualquer outro homem aguentar.

Eu tinha acreditado. Tinha metido forte, a buceta dela pulsando ao redor do meu pau, aquelas coxas tremendo, seios grandes balançando com cada investida. Gozei dentro dela, porra escorrendo pela sua coxa, e dormimos abraçados.

Mas agora, na manhã seguinte, ela estava ali se tocando no sofá, e eu sabia que não era por mim.

Ela sentou melhor, as coxas abertas, a mão indo pra dentro da bermuda. "Vem aqui, seu tarado. Vem ver o quanto eu tô molhada." A voz dela era diferente, rouca, aquele tom que ela usava quando queria alguma coisa. Sempre tinha sido meu, aquele tom. Sempre. Levantei da cama do quarto, onde tinha estado fingindo dormir, e caminhei pra sala.

Quando entrei, ela tirou a bermuda de um jeito lento, propositalmente lento. A calcinha seguiu, e lá estava aquela buceta rosada, inchada, com os lábios vaginais pulsando. Ela tinha depilado recentemente, deixando só um fiozinho de pelo acima do clitóris, e o clitóris estava grande, exposto, como se pedisse pra ser chupado. Ela se tocava devagar, o dedo entrando e saindo, fazendo aquele barulho molhado que me deixava louco.

"Você quer saber do que eu tava pensando quando você tava dentro de mim ontem?" ela perguntou, nem esperando resposta. "Tava pensando nele. Naquele pau que deve ser tão bonito, tão macio. Deve ser diferente do seu, que é grosso demais, que machuca quando você entra de uma vez." Ela gemia enquanto falava, os dedos acelerando, a buceta ficando ainda mais vermelha.

Meu pau endureceu na hora. Não era pra ser assim, não era pra ela falar essas coisas, mas meu corpo não obedecia minha cabeça. Ela viu meu pau crescendo dentro da cueca e riu, aquele riso safado que eu adorava e odiava ao mesmo tempo.

"Seu corno. Você gosta de ouvir isso, né? Gosta de saber que eu to pensando em outro cara te comendo?" Ela tava chegando perto do orgasmo, o corpo tremendo, aquelas coxas se contraindo, o peito grande subindo e descendo rápido. "Vem cá. Vem ficar de quatro pra eu poder rebolar na sua rola enquanto imagino que é ele.

Tirei a roupa rápido e ela se posicionou, aquele bumbum grande e cheio pra cima, aquela buceta babada oferecida. Entrei devagar dessa vez, deixando ela sentir cada centímetro, e ela gemeu alto. "Sim, seu grosso. Assim, porra. Você é tão cheio." Ela começou a rebolar, movimentos circulares, aquela buceta apertando meu pau em ondas, e eu não conseguia parar de pensar que ela tava imaginando que era outro dentro dela.

Ela gemia seu nome. Não o meu. Gemia o nome daquele jardineiro, gritava enquanto eu metia por trás, o corpo dela tremendo, seios grandes balançando pra frente e pra trás. "Mais rápido, mais rápido, enfia tudo, meu amor," ela pedia, chamando aquele moleque de meu amor enquanto eu era quem tava enfiando.

Acelerou, meu pau entrando até o talo, aquelas pregas vaginais abrindo completamente, e ela gritou quando gozou, buceta contraindo desesperada, porra vazando pra fora, escorrendo pelas coxas. Eu segui logo depois, porra espalhando dentro dela, naquele calor pulsante.

Depois ficamos ali, eu dentro dela, respiração pesada, e ela sussurrou algo que me destruiu. "Você acredita que ele voltaria se eu chamasse?" Ela se afastou, meu pau saindo lentamente, e se sentou ao meu lado, aquela buceta ainda aberta, vermelha, porra escorrendo. "Você acha que ele teria coragem de vir aqui de novo?"

Eu não respondi. Heloísa se levantou, aquele corpo maduro mostrando toda a fadiga dos anos, mas também toda a ganância que tinha despertado nela. Ela caminhou pra cozinha com aquele jeito molenga, coxas ainda molhadas, peito grande balançando, e pegou o celular da bancada. Digitou algo rápido, e segundos depois ouvi o som de notificação.

"Já respondi," ela disse, voltando pra ficar de pé na minha frente, a buceta agora ao nível do meu rosto. "Ele disse que volta amanhã. Disse que pensou em mim a noite toda." Ela correu o dedo pela minha boca. "Você vai deixar, né, meu corno? Você vai deixar ele vir aqui e me comer enquanto você assiste? Ou talvez enquanto você fica debaixo da cama, ouvindo meus gemidos, vendo minha buceta sendo preenchida por um pau que não é o seu?"

Meu pau endureceu de novo. Aquilo era errado, completamente errado, mas era o tesão mais puro que eu já tinha sentido. Ela sorriu, aquele sorriso de quem finalmente tinha descoberto o poder real que tinha.

"Vai ser gostoso demais, seu tarado. Vai ser perfeito."


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Esposa se tocando na sala enquanto o marido ignora.

Codigo do conto:
270734

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/08/2026

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