Minha esposa me humilha de todas as formas
Meu nome é Fernando, tenho 39 anos e minha esposa se chama Ana Paula, conhecida como Aninha e tem 29 anos. Somos casados a 5 anos e desde que a conheci tenho sofrido todos os tipos de humilhações possíveis.
Minha esposa é baixinha, e linda de rosto. Não tem um corpo malhado de academia, mas é muito gostosa, pois sempre teve a cintura fina, o quadril levemente largo e uma bunda empinada. Seus seios são médios e rosados, assim como seu cozinho e perereca. Sua pele é branca, mas sem exagero e seus cabelos longos e pretos.
Com o perdão da palavra, mas ela sempre foi uma piranha. Conheci ela, em um churrasco com vários amigos e mulheres. Acabei ficando com ela no final da festa. Lembro-me que ela estava com um vestido curtinho, aparecendo um pedaço da bunda. Ela estava com algumas amigas, todas muito safadas, que ficavam se esfregando nos caras.
Eu estava bebendo e notei que a Aninha, tinha sumido da festa. Fiquei um pouco triste, pois queria ficar com ela. Mas após 1 hora e meia, 2 horas, ela reapareceu, deixando-me feliz novamente.
Lá pelas 5 horas da manhã, nós acabamos ficando. Fomos para um canto mais reservado e começamos a nos beijar fogosamente. Notei que ela estava suada, pois tinha passado boa parte da festa dançando. Eu segurava em sua cinturinha, impressionado de como era fininha. Meu pau já estava bem duro, apesar de não ser um pau grande, tem 14 cm.
Sua boca estava com gosto de bebidas e um leve gosto salgado também, pois estava calor e estávamos suando um pouco, mas estava uma delícia beijar aquela mulher linda e gostosa.
Comecei a deslizar minhas mãos em direção à sua bunda, mas na hora ela as segurou, e colocou de volta em sua cintura. Todas as vezes que eu tentava passar as mãos em seus seios, bunda ou bucetinha, ela não deixava.
Até que eu estava gostando, pois não gosto de mulher tão atirada e fácil.
Após uma meia hora de amasso, eu estava louco de tesão, e quando novamente tentei pegar sua buceta, ela me perguntou:
- Tá louco pela minha pererequinha e minha bunda né?
Na hora respondi:
- Claro que sim! Você é muito deliciosa.
Ela disse:
- Não vou deixar você por as mãos...mas vou te dar um presente melhor ainda.
Aí me foi me puxando pelas mãos até uma parte meio abandonada em que tinha um pequeno salão, escuro e com uma churrasqueira velha e uma mesa. Não tinha ninguém por perto.
Ela sentou na mesa, e arreganhou as pernas colocando os pés em cima da mesa também.
Eu só fiquei contemplando aquela visão de sua calcinha branca fininha, sendo engolida por sua buceta carnudinha. Ela ergueu e abriu tanto as pernas que dava pra ver até as preguinhas de seu cu rosado com um fio de calcinha no meio.
Então ela disse:
- Não é pra comer, é pra lamber. Mas sem por as mãos hein.
Ela deu uma risadinha no final.
Na hora eu cai de boca naquela perereca, chutando a calcinha junto, passando a língua no cu e em sua virilha.
Confesso que estava com um cheiro forte de suor misturado com cheiro de sexo, e sua perereca estava bem molhada e dilatada.
Ela tirou a calcinha, deixando o acesso mais livre. Consegui enfiar a língua dentro da sua buceta. O gosto levemente azedo e salgado até sumiu de tanto que eu chupei.
Seu cuzinho estava melado. Assim como fiz com a buceta, enfiei a lingua o máximo que consegui e limpei tudo.
Não deixei de perceber que seu cu estava bem relaxado, e não tive dificuldades em enfiar quase minha língua inteira naquele ânus quente.
Após uns 10 minutos ela disse que ia gozar.
Começou a tremer as pernas e gemer, até que gozou, soltando um jato forte de xixi quente direto na minha boca.
Acabei tomando quase todo o seu mijo e me apaixonei na hora por ela.
Foi uma experiência bem diferente.
A gente se beijou, ela não me deixou passar as mãos em suas partes íntimas, não pegou no meu pau, não me deixou gozar, mas me deixou chupar seu cu e sua buceta melados até gozar e ainda por cima, mijou na minha boca.
Após isso fomos direto embora, nem voltamos pra festa.
Eu a deixei na casa dela, peguei seu contato e partir daí começamos a namorar. Após um ano, casamos. E foi a partir daí que comecei a desconfiar que ela me traía.
Como sempre fui discreto, nunca fiquei perguntando sobre as coisas, mas achava estranho algumas atitudes dela.
As vezes dizia que ia sair com as amigas e eu não podia falar nada. Se eu dissese que tbm iria sair ela ficava brava e eu tinha que ficar em casa esperando ela chegar. Muitas das vezes, ela chegava de madrugada, com cheiro de bebida e ainda me fazia repetir os atos do nosso primeiro encontro.
Eu tinha que lamber sua perereca e seu cu, muitas fezes fedidos até ela gozar e urinar na minha boca. Mas quando eu pedia pra gozar, ela dizia que se eu quisesse era só bater uma punheta, pois estava cansada e ainda dava risada.
Ela sabia aproveitar do meu jeito submisso, e como sabia que eu não a largaria, aproveitava.
Até um dia em que eu fiquei espantado com o que descobri.
Numa dessas noites de saída dela, Aninha chegou de madrugada com uma roupa de biscate e bêbada.
Percebi que ela tinha exagerado na bebida.
Já começou a falar:
- Vem meu cachorrinho, vem lamber minha buceta e meu cuzão, vem. Quero mijar na sua boca.
E se sentou no sofá, abriu as pernas, deixando a buceta e o cu expostos. Não tinha nada por baixo de seu curto vestido. Ela estava sem calcinha. Eu não sabia se ela tinha saído assim, ou tinha voltado da balada sem calcinha.
Eu fui indo em direção a ela, mas ela disse:
- Pode parar! Cachorrinho anda de quatro!
Eu travei. Mas ela continuou:
- Se quiser chupar vai ter que vir até mim, andando de quatro, cachorrinho.
Por causa de meu tesão por ela, acabei cedendo e fui de quatro até ela.
Enquanto eu ia até ela, ela ria.
Repetimos todo o ato de nosso primeiro encontro, e após ela gozar, e como sempre, urinar dentro da.minha boca, ela disse:
- Preciso te contar uma coisa, rs.
Segurou forte nos meu cabelos, me puxou pra perto de seu rosto e disse:
- Quero que olhe nos meus olhos enquanto te conto isso. Ela estava com um olhar de vadia sádica. E prosseguiu:
- A partir de agora, quero que saiba que você é um corno. Um corno, dos mais chifrudos, rs.
Desde que começamos a ficar juntos, já te traí com um monte de homens. Já fui comida na buceta e no cu, por uma infinidade de machos. Minha boca, que você beija, já chupou todo tipo de caralho enquanto estávamos namorando e casados. Eu já lambi tantos sacos, que nem me lembro de quantos foram. Minha tetas já foram tão chupadas e mordidas, que já estão quase dando leite. Eu levo tanto tapa na bunda, que já até ficou maior de tão inchada. Todo dia eu levo pinto grosso na guela, no cuzão ou na buceta. E todo dia também recebo leitada, na perereca, no rabo ou na garganta.
Enquanto ela falava, olhava em meus olhos com um ar de gratificação.
Eu estava perplexo e humilhado. Minha amada esposa, estava sendo puta de um monte de homem. Estava indo pra motel, transar com vários machos enquanto eu estava em casa, esperando ela voltar.
Então ela continuou:
- Sabe o dia em nos conhecemos?
Eu acenei que sim com a cabeça e ela disse:
- Então, nessa noite, antes da gente ficar, eu fui para um quarto da casa, com 6 homens. Lá eles me pegaram e me deixaram peladinha. Me deixaram de joelhos, fizeram uma roda em volta de mim, e me fizeram engolir os paus de todos. Depois de foderem bastante com a minha goela, me pegaram no colo cacetaram minha buceta e meu cu. Cinco deles me seguravam no ar, com as pernas abertas enquanto um atolava seu pau duro na minha buceta e no meu rabo.
Você tinha que ver, corninho, o que fizeram comigo. Eu gozei levando porrada no cu. Nesse dia me zuaram. Eu fiquei com a perereca destruída e o cu zuado.
Depois de me arrebentarem a perereca e o cu, dois deles, gozaram na minha boca, dois gozaram no meu cu e dois gozaram na buceta. Depois que todos gozaram, me chutaram do quarto, literalmente, foram me empurrando, puxando meus cabelos e me chutando na bunda até a porta do quarto. Me jogaram no corredor, pelada e jogaram minha calcinha e meu vestido na minha cara. Fiquei com medo de alguém ver e me vesti rapidinho. 30 minutos depois achei você.
Um idiota pra me dar carinho, depois do regaço que fizeram comigo. Como vi sua cara de bobo, fiquei com vontade de sacanear. Por isso fiquei meia hora te beija do com a boca cheia de porra, kkkkkk. E depois o que eu fiz? Dei a buceta e o cu estourados e cheios de leite de machos pra vc limpar pra mim. E ainda mijei gostoso na sua boca.
E aí? Gostou do que eu disse chifrudinho manso? Responde!
A esta altura, minha cabeça estava a mil. Meu coração acelerado. Eu estava com um sentimento que nunca tive. Estava com raiva, mas por incrível que pareça, estava gostando. A fixa caiu, e percebi meu pau latejando na cueca. Foi quando entendi e aceitei minha condição de corno frouxo e submisso.
Minha esposa percebeu meu pau duro. Deu risada e disse:
- Tá até de pau duro. Sabia que você era corno assumido. Kkkkkkk. Agora vamos assumir nossos papéis logo.
Eu sou uma puta, piranha e casada com um corno manso, não é?
Eu disse: É sim meu amor. Você tem toda razão. Quero sempre lamber seu rabo arrombado depois de você ter sido comida no cu. Quero sempre cuidar da sua buceta, pro machos fazer a festa. Quero sempre beijar sua boquinha pra ver se você está com porta na língua.
Minha esposa, riu, debochou, me humilhou mais um pouco e fomos dormir.