Nunca pensei que ia acontecer assim, durante um churrasco de família. Meu nome é Eduardo, tenho 48 anos, casado há vinte com a Mariana, dois filhos adultos, vida normal de classe média. Mas aquele sábado foi diferente, e não por causa do churrasco em si.
A gente tinha contratado um jardineiro novo, o Gustavo, rapaz de 23 anos, corpo magro mas definido, uns músculos que a gente via marcado na blusa branca que ele usava pra trabalhar. Ele vinha duas vezes por semana cuidar do jardim, sempre educado, sempre com aquele sorriso de quem sabe que é bonito mas tenta disfarçar. Minha esposa Mariana, 46 anos, aquele tipo de mulher que deixou o corpo ficar mole depois dos quarenta, com uma barriga que não desaparecia nem fazendo Pilates, mas que mantinha aquele jeito sensual de andar, sempre reparava quando ele chegava. Eu reparava nela reparando, e isso me incomodava de um jeito que eu não admitia pra mim mesmo.
No dia do churrasco, Mariana estava com aquele vestido vermelho curto que ela tinha comprado faz pouco, aquele que marcava a cinturinha fina dela e deixava a bunda grande e mole balançando de um jeito que qualquer um reparava. Ela convidou o Gustavo pra ficar, disse que ia ser de família, que tinha bastante carne. Ele aceitou, ficou ali bebendo cerveja com a gente, rindo das piadas de meu sogro, conversando com meus filhos sobre times de futebol.
A Reviravolta na Cozinha
Quando todo mundo estava no quintal vendo a grelha ficar pronta, Mariana pediu ajuda pra mim pra buscar as coisas dentro de casa. A gente entrou na cozinha e, do nada, ela fechou a porta e me puxou pro canto. Seu rosto estava vermelho, aquela expressão de quem tá com tesão escrito na testa. Ela sussurrou que o Gustavo tinha vindo no banheiro da casa e que ela tinha visto o pau dele molhado, que ele tinha tido que se arrumar rápido quando ela abriu a porta do nada. Ela contou que aquela rola era grossa, gorda mesmo, e que ela tinha ficado de calcinha melada só de ver.
Eu senti um incômodo estranho, aquela mistura de ciúmes com curiosidade morbosa. Perguntei se ela tava com vontade de fazer algo, e ela riu daquele jeito que eu conhecia, aquele riso que significava que ela já tinha decidido tudo. Mariana disse que queria saber como era aquilo, que há quanto tempo ela não sentia um pau novo, que o meu já não a deixava assim mais. Isso deu um aperto no meu peito, mas também acendeu algo dentro de mim que eu nunca tinha explorado.
Quando voltamos pro quintal, a gente combinou um sinal, qualquer coisa pra que Gustavo soubesse que era pra ir no quarto de hospedes. Mariana sussurrou algo pra mãe dela sobre estar com dor de cabeça, que ia descansar um pouco, que ele não era ninguém pra ficar sabendo. Depois, ela chamou Gustavo pra ajudar a buscar umas coisas lá dentro da casa que estavam altas demais.
O Encontro no Quarto
Eu fiquei na varanda fingindo que tava destrinchando frango, mas meu coração tava acelerado. Uns dez minutos depois, Mariana desceu com uma expressão diferente. Seus seios, aqueles peitos pesados que pendiam um pouco, estavam marcados na blusa de um jeito que mostrava que ela tinha tirado o sutiã. Seus olhos estavam brilhando de um jeito que eu não via faz anos. Ela sussurrou no meu ouvido que o Gustavo tava esperando lá em cima, que a porta estava trancada, que ele tinha corado todo quando ela fechou a porta atrás deles.
Eu subi alguns minutos depois, com a desculpa de buscar uma coisa no quarto. Quando abri a porta, vi Gustavo sentado na cama, a calça abaixada, aquele pau realmente gordo e comprido, com umas veias que marcavam, ficando duro enquanto ele olhava pra Mariana tirar o vestido. Ela tava ali, com aquele corpo maduro, aquela bunda grande e mole que eu conhecia de anos, o cu rosinha brilhando entre as nádegas, e aquela buceta já babada, as pregas inchadas de tanto tesão.
Gustavo respirava fundo, tipo quem não acreditava no que tava acontecendo. Ele sussurrou, quase uma pergunta, "isso é real?", e Mariana riu daquele jeito safado, dizendo que era mais real que nunca, que ela tinha vontade de provar aquilo que ela tinha visto no banheiro. Ela se abaixou, começou a chupar aquele pau gordo, engasgando, babando na rola, enquanto Gustavo gemia baixo, tipo quem tava em câmara lenta.
Eu tava ali de pé, vendo minha mulher de vinte anos chupar um pau jovem, vendo as pregas da buceta dela já inchadas, o clitóris marcado, aquela entrada pulsando de vontade. Ela rebolou no ar enquanto chupava, aquela bunda mole balançando, o cu rosinha apertado se mexendo em ondas. Gustavo meteu a mão na cabeça dela, começou a empurrar a rola pra dentro da boca dela com mais força, e Mariana engasgou, mas continuou, porque ela gostava daquele jeito violento.
Depois ele a deitou na cama, entrou dentro daquela buceta babada com um gemido rouco, começou a socar aquela rola gorda até o talo, e Mariana gritava baixo, aquele grito que eu não ouvia tem tempo, aquele que significa que ela tá sendo preenchida de um jeito que importa. O corpo dela inteiro balançava com a força das penetradas, aquela barriga levemente mole se movimentando, aqueles seios pesados pulando com cada empurrada.