Minha filha, Amanda e eu, estávamos indo ao centro, precisamos pegar um ônibus por que Uber nenhum aceitava com a chuva que caía. Entramos e o ônibus estava lotado daquele jeito sufocante de final de tarde. O ar quente e parado misturava cheiro de perfume barato, suor e o odor úmido da chuva que ainda vinha da rua. Cada assento ocupado, o corredor cheio de corpos se equilibrando a cada freada. Entramos e ficamos perto da janela quando. Sem opção, ela ficou em pé bem na minha frente, uma mão segurando a barra de metal acima da cabeça. O movimento do ônibus fazia o corpo dela se inclinar para frente e para trás, quase encostando em mim a cada solavanco. Pela primeira vez em muito tempo ficamos tão perto um do outro naquele espaço apertado. Eu sentia o calor que subia do corpo dela, o perfume suave, o tecido fino da roupa roçando de leve na minha perna. O dedo indicador da minha mão direita, esbarrava no joelho, e se moveu um milímetro. O contato foi tão sutil que quase poderia ter sido acidental. O motorista freou mais forte num semáforo. O corpo dela se projetou. Por um segundo o espaço entre nós desapareceu de verdade. Eu levantei os olhos e encontrei os dela. — Está apertado hoje, né… A voz saiu baixa, quase perdida no barulho do motor. O trânsito engarrafava cada vez mais. Ela continuava em pé na minha frente. A cada curva a coxa dela roçava na minha perna. Minha mão deslizou. Os dedos encontraram a parte externa da coxa dela. Desta vez não foi sutil. A palma se acomodou ali, firme o suficiente para ela perceber, mas ainda discreta demais para qualquer outra pessoa notar. O polegar fez um movimento lento, quase preguiçoso. Ela não se afastou. Os olhos dela baixaram até a minha mão, depois subiram de novo. Havia um brilho diferente ali. A voz dela saiu num murmúrio: — Pai… o ônibus está muito cheio mesmo… Os dedos dela roçaram a lateral da minha mão por uma fração de segundo. O ônibus freou outra vez e o corpo dela se esmagou contra o meu. Eu senti o formato suave dos seios através das roupas, o calor, a maciez. Quando algumas pessoas desceram numa parada, eu me posicionei logo atrás dela. Agora meu peito quase tocava as costas dela. A curva das nádegas roçava na parte da frente das minhas coxas a cada balanço. Minha mão direita subiu e se apoiou na cintura dela. Os dedos se abriram, sentindo a curva suave do corpo. O polegar fez um movimento lento na lateral da barriga. Ela cedeu um milímetro para trás. — Pai… assim fica ainda mais apertado. Minha mão deslizou para baixo da blusa. A ponta dos dedos encontrou a pele quente da barriga. Subiu mais. Encontrou o sutiã. Deslizou por baixo do tecido e tocou o mamilo já endurecido. Apertei de leve, sentindo reagir entre os meus dedos. Ao mesmo tempo meu quadril se moveu para frente, pressionando a ereção crescente contra a curva da bunda dela. A outra mão desceu pela parte externa da coxa e subiu pela interna, parando logo acima do joelho, apertando com firmeza. A respiração dela ficou ofegante. O quadril se moveu de leve contra mim, buscando mais contato. A mão que estava na coxa subiu de uma vez. Os dedos encontraram o tecido da calcinha já úmido. Pressionei a palma ali, sentindo o calor e a umidade atravessarem o pano fino. Dois dedos fizeram um movimento lento exatamente sobre o lugar mais sensível. — Pai… alguém pode ver… Mas ela abriu um pouco mais as pernas. O quadril se empurrou para trás, esfregando a bunda de propósito contra a minha ereção dura. Eu respondi o movimento, pressionando mais forte. Os dedos entraram por dentro da calcinha. Encontrei a umidade quente e escorregadia. Abri os lábios dela e o médio deslizou entre eles, subindo e descendo no clitóris inchado. A outra mão apertava o mamilo com mais força, puxando e torcendo. Ela mordia o lábio inferior, tentando engolir os gemidos. As pernas tremiam. O corpo inteiro se arqueava contra o meu. — Pai… eu não aguento… vou gozar… Eu não diminui o ritmo. Os dedos entraram mais fundo enquanto o polegar continuava esfregando o clitóris com pressão firme. Minha boca colou no pescoço dela e mordi a pele, chupando com força o suficiente para deixar marca. — Então goza, filha… goza no meio desse ônibus lotado enquanto eu enfio os dedos na sua buceta. Quero sentir você apertando os meus dedos. O corpo dela se arqueou de uma vez. Um tremor forte subiu pelas coxas e se espalhou pelo ventre. Ela apertou as pernas em volta da minha mão, o interior contraindo em espasmos quentes e úmidos. Um gemido abafado escapou da garganta dela, baixo o suficiente para se perder no barulho do motor, mas carregado de prazer puro. Eu continuei o movimento mesmo enquanto ela gozava, prolongando o orgasmo até as pernas quase cederem. A umidade escorria pela minha mão, molhando a calcinha e a parte interna das coxas. Quando o tremor começou a diminuir, eu tirei os dedos devagar, ainda molhados, e os levei até a boca dela. Os dedos brilhantes de lubrificação tocaram o lábio inferior. — Chupa… limpa os dedos do seu pai. Ela obedeceu. A boca se abriu e a língua quente passou pelos meus dedos, chupando o próprio gosto enquanto o ônibus continuava andando, lento e lotado, como se nada daquilo estivesse acontecendo entre os nossos corpos colados no meio da multidão.
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