Um conto erótico de Fazedor de Cornos
Categoria: Heterossexual
Contém 2865 palavras
Data: 03/09/2026 16:01:01
Assuntos: Heterossexual, Incesto
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Laura, 49 anos e recentemente divorciada, passa suas primeiras férias sozinha com seu filho Marcos, de 19 anos. Assim que chegam, descobrem que a praia ao lado do apartamento é nudista
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Marcos estava deitado no sofá olhando para o celular quando Laura ligou para ele do quarto.
"Venha um segundo. Eu não chego bem ao gancho.
Ele apareceu na porta ainda vestindo a roupas de dormir e o cabelo bagunçado. Ela estava de costas, com o biquíni preto meio vestido. Ela havia fechado o sutiã atrás e agora tentava puxá-lo para cima e ajustá-lo na altura certa, mas o elástico resistia entre as omoplatas.
Marcos se aproximou sem dizer nada. Segurou as duas tiras com os dedos e puxou o gancho um ponto para cima. A pele das costas da mãe ainda estava quente da cama.
"Você já falou com seu pai?" Ela perguntou, olhando de lado para si mesma no espelho do armário. Depois da noite passada.
Marcos demorou um segundo para responder. Suas mãos ainda roçavam suas costas.
"Não.
Laura se virou um pouco para que ele pudesse terminar de centralizar o sutiã.
"Você nem respondeu as mensagens?"
Ele balançou a cabeça. Ela não insistiu imediatamente. Ela ajeitou os seios dentro dos bojos, olhou diretamente para si mesma e assentiu, satisfeita com a altura.
A lembrança da noite anterior voltou a Marcos com a mesma clareza com que a chamada de vídeo havia encaminhado.
Eles haviam jantado no terraço, com o mar já negro ao fundo. Depois foram para a sala. A série americana foi um revival que ambos sabiam de cor: as mesmas piadas, as mesmas cenas. Marcos ficou de cueca. Laura usava uma camiseta larga, sem mangas, feita de algodão gasto. Ela não estava usando sutiã. Cada vez que ela se movia no sofá ou se inclinava para pegar o controle, a borda da calcinha preta ficava visível por um segundo sobre o quadril. Ele olhou mais para isso do que para a tela. Ela tinha uma ereção parcial que escondia com a almofada do sofá repousando no colo.
Então o celular tocou. O rosto do pai apareceu na tela. O tom de alguém que não quer perder o fio, de alguém que tenta manter o hábito mesmo que não more mais na mesma casa.
Marcos respondeu em monossílabas. Sim. Não. Sim. Ele estava chateado. O chamado o tirou daquele tipo de transe em que só havia o movimento da camisa da mãe.
O pai contou sobre Sunday. Que ele a buscaria direto em Almeria. Que a ideia era descer até Portugal e subir lentamente pela costa atlântica. Que poderiam alugar pranchas e surfar um pouco se o tempo estivesse bom.
Marcos não demonstrou entusiasmo.
"Prefiro ficar aqui." Sem se mexer. Como sempre.
O pai suspirou do outro lado da tela e repetiu o que já haviam conversado: que este ano não poderia ser o mesmo, que as festas estavam distribuídas. Marcos respondeu que era tudo culpa dele e que não queria ir para Portugal. Ele desligou logo depois.
Agora, parada no quarto, com o biquíni de Laura já apertado, ela olhou para ele novamente.
"Ele me enviou várias mensagens à noite", admitiu Marcos. Eu não respondi a ele.
Laura ficou em silêncio por um segundo. Então falou com a mesma voz calma com que pediu para ela abotoar o sutiã.
"Isso está muito errado. Ele é seu pai. A noite passada foi feia e você tem que respeitar isso. Responda hoje, mesmo que seja só com duas falas.
Ele assentiu contra a vontade. Laura pegou o vestido branco de praia, puxou por cima do biquíni e fez um gesto para a porta.
"Vamos lá. Antes do sol se pôr da areia impossível.
Marcos foi para seu quarto pegar sua toalha e a sunga. Enquanto se trocava, ouviu sua mãe fechar as janelas da sala e conferir se a cafeteira estava desligada. Dois minutos depois, eles estavam saindo do apartamento.
Eles chegaram à praia quase no mesmo horário do dia anterior. O sol já estava alto e a areia queimava. Laura colocou a bolsa ao lado das toalhas de sempre, tirou o vestido branco de uma vez só e, sem olhar ao redor, tirou o biquíni. Primeiro o sutiã, depois a calcinha. Ela colocou tudo na bolsa e ficou completamente nua, o cabelo preto preso em um rabo de cavalo, os seios pesados expostos, o abdômen macio à mostra.
Marcos hesitou por mais alguns segundos. Ela olhou para o resto dos turistas e finalmente abaixou a sunga e sentou-se ao lado da mãe.
Laura despejou creme nos ombros e no peito com gestos rápidos, e de repente se levantou.
"Vamos brincar de raquete por um tempo. Que se ficarmos parados, derretemos.
Ele a seguiu até a margem. A água chegava até os tornozelos. Eles começaram a bater na bola com as raquetes de madeira. No começo, o ritmo era fraco, quase preguiçoso. Mas Laura se movia com uma naturalidade que Marcos não podia ignorar. Cada vez que ela se inclinava para devolver a bola, seus seios pendiam com seu peso real e balançavam por um instante antes de voltarem ao lugar. Quando a bola pousou perto da areia molhada e ela abriu um pouco mais as pernas para alcançá-la, o cabelo escuro e a dobra da vagina ficaram claramente visíveis. Não havia pose. Apenas o corpo de uma mulher de quarenta e nove anos brincando ao sol, sem pensar em como era.
Marcos errou mais do que o necessário. Ele a olhava demais.
A bola de repente escorregou para a direita deles, rolando até perto de um grupo de três homens que estavam deitados sobre toalhas azuis. Devem ter uns trinta anos. Um deles o pegou e segurou na mão, sorrindo.
Laura foi em frente. Ela caminhou nua até o grupo, recebeu a bola e, em vez de voltar imediatamente, continuou conversando. Marcos não ouviu as palavras, só viu o gesto: ela passou a mão pelos cabelos de cima para baixo, riu com a cabeça um pouco inclinada, perguntou algo. Os três a olharam sem disfarce, de cima a baixo, parando nos seios e na virilha. Laura não parecia chateada. Falava fluentemente, como alguém que estava aproveitando essa nova liberdade de não precisar se explicar para ninguém.
Depois de alguns minutos, Marcos não aguentou mais. Ele se aproximou com a pá ainda na mão e ficou ao lado dela.
"Vamos continuar ou não?"
Laura se virou para ele ainda com um sorriso no rosto.
"Esses caras estavam me dizendo o que dá pra fazer à noite por aqui. Parece que existem alguns sites decentes.
Um dos homens, o mais alto, olhou para Marcos e depois para Laura, e soltou a frase com uma risada fácil:
"A verdade é que nós te imaginamos como namorados. Ou por irmãos. Você parece jovem demais para ser mãe dele.
Laura riu de verdade, sem desconforto.
"É o Marcos. Estamos aqui só esta semana.
Marcos não sorriu. Ele interrompeu novamente, mais seco:
"Vamos continuar brincando ou devo entrar na água sozinho?"
Ela manteve o olhar dele por um segundo e então se voltou para os três homens.
"Bem, talvez a gente se vê uma hora dessas..." Ou de novo aqui. Obrigado pela bola.
Ela acenou adeus com um leve aceno de mão e voltou com Marcos para a margem. O jogo foi retomado, mas não era mais o mesmo. Os golpes eram mais mecânicos, os silêncios mais longos. Laura tentou recuperar o tom:
"Podemos sair por uma noite, se quiser." Tenho certeza de que há pessoas da sua idade.
Marcos não respondeu. Ele só devolveu a bola com mais força do que o necessário. Ela não insistiu. Eles continuaram brincando por mais um tempo, quase sem falar, até que o sol ficou forte demais e eles pegaram as raquetes. Ela foi para o mar e Marcos voltou para a toalha.
O retorno ao apartamento foi feito em silêncio. Ele caminhava meio passo à frente, taciturno, com a cabeça baixa entre os ombros.
Eles entraram no apartamento e o silêncio da rua ficou ainda mais profundo. Marcos deixou a bolsa no chão da sala, soltando um som oco. Laura fechou a porta, tirou o vestido branco ainda molhado e o deixou nas costas de uma cadeira. Ela ficou apenas com o biquíni preto. Ele foi até a cozinha encher um copo d'água. Quando ela voltou, ele ainda estava parado no meio da sala, com a mandíbula cerrada, olhando para algum ponto da parede.
"O que há com você?" Ela perguntou calmamente, colocando o copo na mesa baixa.
Marcos não respondeu imediatamente. Ele respirava pelo nariz, rápido. Finalmente, ele se virou para ela e sua voz saiu mais alta do que pretendia.
"O que há de errado comigo?" Você realmente me pergunta? Você estava lá, nua, rindo com aqueles caras, se permitindo olhar para você como se nada tivesse acontecido. Como você gosta.
Laura o observava em silêncio. Ela não parecia surpresa, apenas atenta.
"Eu estava falando. Nada mais.
"Não foi só conversar. Ele deu um passo em sua direção, mas parou. Eles olharam para o seu corpo inteiro e você riu. E além daquele comentário de que parecíamos namorados e namoradas... E você rindo. Como se isso te fizesse rir.
Sua voz falhou um pouco no final. Laura largou o copo e deu um passo mais perto.
"Marcos...
"E se for sua culpa?" ele disparou. E se o papai se cansasse disso? Que você da brecha com todo mundo. Que você gostar de ser paquerada. Talvez seja por isso que ele foi embora. Talvez toda essa bagunça seja por sua causa.
As últimas palavras saíram quase gritadas. Então sua voz falhou completamente e seus olhos se encheram. Ele se virou, como se quisesse ir para o quarto, mas ficou parado no mesmo lugar, os ombros tremendo. Ele começou a chorar de verdade: lágrimas grossas, ofegante, mãos cerradas em punhos de cada lado do corpo.
Laura atravessou o espaço que as separava sem dizer mais nada. Ela o abraçou e o puxou para perto de si. Ele resistiu por um segundo, ficou rígido, e então soltou. O choro saía mais abafado agora, contra sua pele.
O corpo de Laura estava quente pelo sol. Ainda cheirava a salitre e protetor solar. Seus seios, cobertos apenas pelo tecido fino do biquíni, estavam esmagados contra o peito de Marcos. Ele notou com absoluta clareza a forma macia e pesada de cada um, e os mamilos, duros, marcando sozinhos através do tecido contra sua própria pele. O abdômen dela, macio, grudava no dele. O calor dos dois corpos se misturava no pouco espaço que restava entre eles.
Marcos tentou abrir um pouco os quadris, mas não foi suficiente. A ereção subiu sem que ele pudesse evitar, pressionando a barriga da mãe, forte, impossível de esconder. Laura percebeu. Ele sabia disso porque ela ficou parada um momento a mais do que o necessário, ainda o abraçando, antes de se afastar só o suficiente para olhar para baixo.
A tenda da sunga de Marcos era evidente. Ele abaixou a cabeça, extremamente envergonhado, e o choro ficou mais alto, mais descontrolado. Lágrimas agora caíam em seu peito.
Laura não disse nada por alguns segundos. Ela apenas o segurava, uma mão na nuca, a outra no meio das costas, enquanto ele tremia contra seu corpo. Com a mesma mão que segurava a nuca, ela desceu com os dedos lentamente pelas costas, roçou a cintura da sunga e entrou. Os dedos encontraram sua ereção já completamente dura, quente, e a cercaram sem hesitar. Ela começou a se mover para cima e para baixo com a mesma firmeza prática do dia anterior, como se tivesse decidido que chorar e envergonhar também são problemas que podem ser resolvidos com as mãos.
"Shh," ela murmurou perto do ouvido dele, ainda se masturbando. Entendo que isso está sendo muito difícil para você. Você está no meio de uma bomba hormonal, tudo se encaixa... divórcio, férias, mudanças. Mas estou aqui para ajudar você a superar isso. Você não está sozinho.
Marcos tinha a testa apoiada no ombro dela e o corpo ainda tremendo de tanto chorar. Ele não respondeu. Ele respirava pesadamente, a mão da mãe deslizando para frente e para trás com um ritmo constante, o polegar passando sobre a glande molhada.
Laura puxou a sunga até os tornozelos em um movimento seco para ter mais espaço. O tecido era feito em uma pilha ao redor dos seus pés. Agora ela a tinha completamente exposta. Ela acelerou um pouco o movimento, a palma da mão bem fechada, o som úmido da palha preenchendo o silêncio do quarto.
"O retorno do verão não vai ser fácil", continuou, a voz calma, quase como alguém explicando uma agenda. Você começa sua carreira, novos colegas, garotas... Um palco muito bonito te espera, de verdade. Por isso hoje à noite devemos sair um pouco. Veja a atmosfera jovem. Que você veja que há vida fora de tudo isso.
Enquanto falava, Marcos, ainda com os olhos úmidos e a respiração bagunçada, levantou a mão direita com uma estranheza quase infantil. Sua palma tremia enquanto ela colocava os dedos no seio esquerdo da mãe, logo acima do tecido fino do biquíni. Ela sentiu primeiro o calor que atravessava o tecido, depois a maciez suave por baixo. Ele apertou um pouco, sem saber exatamente o que procurava. O seio cedeu sob sua mão, pesado, vivo.
Laura não interrompeu a frase que estava dizendo. Ela não tirou a mão dele nem a empurrou. Ela nem mudou o ritmo com que subia e abaixava o pau. Ela continuou falando sobre o retorno após as festas e a noite que viria, como se os dedos do filho em seu peito fossem apenas mais um detalhe do abraço.
Essa absoluta falta de reação foi o que acabou quebrando algo dentro de Marcos. Com os dedos ainda desajeitados, ele prendeu a borda do triângulo de tecido e puxou para baixo. O coletor de biquíni ofereceu resistência mínima e, de repente, o peito foi liberado. Ele caiu com todo o seu peso natural, pesado e macio, a carne quente batendo suavemente no dorso da sua mão. A aréola marrom-rosada já estava contraída pelo ar do ambiente; O mamilo, mais escuro, havia endurecido. Marcos o segurou com a mão aberta, sem delicadeza, simplesmente fechando os dedos ao redor daquela massa macia que transbordava entre seus dedos. Ele apertou. O mamilo cravou no centro da palma da mão.
Laura acelerou naquele exato momento. A mão subiu e desceu mais rápido, mais firme, o som úmido da pele contra pele preenchendo o espaço entre os dois corpos. Toda vez que ela descia até a base, o seio que Marcos segurava se movia um pouco em sua mão, macio, quente, impossível de envolver completamente. O contraste o matava: a dureza rítmica com que sua mãe o masturbava e a maciez absoluta daquela carne que ele apertava sem saber como.
Foi então que ela acrescentou, com a mesma voz calma e fechada de antes:
"Vamos ficar até mais tarde hoje, se quiser." Ninguém vai nos esperar tão cedo. Então vemos um pouco de atmosfera e amanhã dormimos.
Marcos entrou naquele mesmo segundo. Seu corpo arqueou de repente contra ela, um gemido abafado escapou contra o pescoço de Laura e o sêmen saiu em longos, quentes e grossos pulsos. O primeiro splash caiu logo acima do umbigo; As próximas desciam pela barriga em fios brancos e irregulares, algumas gotas chegando até a borda do biquíni que ainda cobria o outro seio. Ele continuou apertando seu seio livre enquanto ela se esvaziava, os dedos afundados na carne macia, o mamilo ainda preso na palma da mão.
Laura não retirou a mão. Ela continuou movendo devagar, espremendo até a última gota, até que as contrações ficassem mais fracas e o pau do filho começou a amolecer entre seus dedos. Só então ela diminuiu o ritmo até parar completamente. Ela ficou assim por mais um segundo: ela com a mão ainda fechada ao redor do pau molhado de esperma, ele com o peito da mãe pesando-o na palma aberta.
Então ele soltou suavemente. Ela limpou os dedos na própria coxa, onde o sêmen ainda brilhava, e com a outra mão afastou uma mecha de cabelo de Marcos grudada na testa dele por causa do suor e das lágrimas.
"Espero que você esteja mais calmo agora."
Marcos não conseguia falar. Ela ainda respirava pesadamente, a sunga nos tornozelos, o peito ainda fora do biquíni.
Laura colocou o pano de volta sobre o peito com um gesto rápido, se abaixou e deu um bico seco e breve, exatamente nos lábios. Era algo novo. Não foi o beijo de boa noite normal, era outra coisa. Marcos abriu um pouco a boca surpreso, mas ela já estava se separando.
"Vou tomar banho e trocar de roupa", disse ele enquanto se afastava pelo corredor. Como eu disse. Hoje jantamos ao ar livre e depois fizemos uma festa. Prepare-se.
A porta do banheiro se fechou. Ouviu-se o som da água. Marcos ficou sozinho no meio do quarto, ainda nu da cintura para baixo, o sêmen secando no ar e o gosto do bico recente ainda em seus lábios.