O João papacú estava alucinado de tesão pela Juliana, encochando ela e com a sua tora pulsando na raba dela, não dando chances pra ela reagir, mesmo ela com muito tesão, mas tentando se livrar, não conseguia, ele beijando e chupando o pescoço e orelha dela, com uma mão dentro da calça dela, com os dedos já penetrando na cetinha lisinha, rancando gemidos extremos dela.
Juliana sonhava à anos em ser fodida por outros homens, mas aquela realidade alí estava misturando sentimento de traição e culpa nela; o papacú estava sentindo que o momento de foder aquela rabuda gostosa era aquele, não podia deixar passar.
Ele encochando ela, conseguiu virar a chave da porta do escritório e se sentiu mas tranquilo para continuar no trabalho de foder ela alí mesmo; ela falou alto ao ver q ele tinha trancado a porta:
_Pode destrancar essa porta, eu nao vou fazer nada com você! Me solta agora.
E ele respondeu:
Quietinha Juliana, você já tá fazendo deliciosa e sei que está gostando de sentir meu pauzão na sua raba gostosa, se quizesse mesmo já tinha escapado, vou enfiar essa tora inteira nessa sua cetinha que já está toda meladinha de tesão, já está pedindo minha tora nela.
Depois dessas palavras ele foi rapidamente abaixando e tirando sua bermuda e cueca e ela começou a entender que o tal papacú iria arrombar mesmo sua bucetinha.
Após isso, ele começou a baixar as calças dela, mesmo ela tentando segurar, não conteve o impeto e a tamanha fome que ele estava por ela.
Já com ela toda peladinha da parte de baixo, ele apertando forte, encochando ainda mais e tirando gemidos altos dela com um dedo socado na bucetinha, foi falando no ouvido dela:
_ Nossa Juliana, chegou o momento de voce sentir toda essa minha tora dentro dessa sua bucetinha... ela tá tão apertadinha... que deliciosa... tenho certeza que muitos machos devem estar afim de foder você, mas essa missão foi dada pra mim gostosa...te falar a verdade, eu já tava afim de foder sua raba a muito tempo magrela rabudinha, eu passo direto aqui na frente à muito tempo e observo o tanto de taradões que vem aqui só pra ver essa sua raba deliciosa e deu pra ver que voce adora ser desejada por machos, vou te foder todinha e minha tora vai te preparar pra outras picas, entendeu?
Juliana ao ouvir ele falar de comer até o rabo dela, voltou a ficar aflita, mas o tesão tinha possuido ela e continuou a delirar e ele se aproveitou e empinou a anca dela, deixando meia que de quatro apoiada na mesa do escritório, e foi apontando e encostou sua tora no grelinho dela e foi pressionando, pressionando e ela gemia e falava:
_Oque está acontecendo comigo... eu não posso fazer isso...me deixa por favor...
O papacú nem deu ouvidos pra ela e viu que sua tora já havia penetrado a cetinha dela e ela deu um gritinho pedindo novamnete pra ele parar, mas papacú não perdoou e deu uma estocada forte, penetrou aquela bucetinha e começou a bombar forte sem dó da Juliana e aos poucos sua tora estava toda dentro dela e ela uivava alto cheia de tesão, com a tora bombando no vai e vem sem parar e ela falou:
_Nossa, nossa, oque você tá fazendo comigo? Tenho que ir ra casa, para com isso, nossa, que isso cara!
Nisso o papacú bombava com mais gosto ainda a bucetinha dela e aproveitou e deu uma abridinha na raba dela e ficou impressionado com oque viu, pois ele era especialista em cuzinho feminino; ele viu que as preguinhas do cuzinho dela estavam super firmes e ele ficou enloquiçado ao ver que seria o primeiro à arrombar aquele cuzinho cabacinho.
A tora dele agora com mais tesão ainda, pulsava dentro da cetinha de juliana, bombava forte num vai e vem frenético, com ela reclamando e gemendo de tesão ao mesmo tempo.
Ele ancioso pra arrombar o cuzinho dela, aproximou o dedo médio na entrada da grutinha, começando a bulinar ele; ela levantou a cabeça, sentindo algo que nunca tinha sentido no cuzinho, adorando aquilo e delirando de tesão, mas com muito receio e medo daquela tora arrombar sua grutinha selada; mas ela aos delirios conseguiu dizer:
_Nossa, oque voce está fazendo? Melhor parar com isso, por favor, para!
Ele sem controle, tamanha a fome por aquela grutinha, respondeu:
_ Calma rabudinha gostosa, estou preparando minha sobremesa, cuzinho cabaço é minha sobremesa favorita, adoro!
Ao ouvir isso, ela entrou em pânico, mas ele nem aí e bombava com força a cetinha dela, com ela falando:
_Meu cuzinho não, nunca dei pra ninguém, me respeita, por favor para, minha filha ficou de passar aqui me apresentar o namoradinho dela, vá embora já, por favor, chega disso, voce já me comeu, fez tudo que queria comigo, agora chega e acabou!
Papacú ouviu tudo que ela disse, seu pau pulsou mais ao saber que ela tinha uma filha e já imaginou se ela seria rabudinha igual a mãe juliana, mas nem disse nada sobre isso ( a filha dela Ana Julia estará nos proximos contos se quiserem); ele voltou a realidade ali do momento e ouvindo ela declarar que nunca tinha levado tora no cú e sabendo que ela iria querer resistir no inicio até que sua tora penetrasse no cuzinho dela, todo selado e apertadíssimo, ele disse:
_Aí Juliana, você tem razão deliciosa, relaxa um pouco, pode se debruçar aqui na mesa.
Nisso, o malandro do papacú tirou a tora da buceta dela já toda arregaçada e alucinado que tava pra descabaçar aquele cuzinho, disse:
_Juliana, deixa eu só dar um beijinho e chupadinha desse seu cuzinho, pra você relaxar querida, aí vou me embora!
Nisso, sem dar tempo dela responder, ele caiu de boca e foi beijando e linguando aquelas preguinhas seladas, fazendo com que ela uivasse alto de tesão, achando ela, que o papacú iria se contentar somente com aquelas chupadas no seu cuzinho cabaço.
Ele começou olhar na mesa e acabou encontrando um frasco de creme, ele abriu e passou e espalhou uma imensa quantidade em toda sua tora, cuspiu pra ficar mais lubrificado, olhou aquele cuzinho e pensou alto:
_Chegou a hora dele juliana!
Ela sem entender, respondeu:
_Hora de você sair né?
Ele riu baixo e encostou seu pau na entrada do cuzinho dela e sem dar tempo dela respirar, deu uma estocada certeira, e penetrou mais que a cabeça lambuzada da sua tora no cuzinho dela, fazendo com ela uivasse alto e reclamasse:
_Ai, ai, nossa, seu filho da puta, no meu cú não, tá doendo muito, tire ele do meu cú já?
.O papacú ficou ainda mais louco de tesão e dando mais umas estocadas adentro, sentia as preguinhas se contraindo e apertando sua tora grossa, que aos poucos invadia o cuzinho da Juliana, já dominada e descabaçada, e ele dizia:
_Calma rabuda, no fundo você queria levar no cuzinho, vivia oferecendo essa raba para os machos, agora aguenta firme que tem mais da metade pra entrar, e não grita muito alto, pois vai que sua filha chega e ouve a mamãe dela levando no cuzinho, num vai ficar legal né? Gostosa demais você viu.
Ao ouvir isso, ela se conteve um pouco, mas ele com o pau latejando, foi enfiando sem dó nem pudor, com mais uma boa estocada ele enfiou tudo no cuzinho dela, que saiu um poquinho de sangue de algumas pregas estouradas, mas ele começou a bombar forte, dizendo:
_Nossa Juliana, seu cuzinho é todo meu agora, adoro um cuzinho, principalmente se for cabaço!
Ele ficou mais um cinco minutos bombando aquele cuzinho e depois tirou ele pra fora e foi gozando na raba branca como neve dela, e concluiu:
_Gozei tesão, seu cuzinho quase me matava de vontade possui-lo, agora estou sossegado e da próxima vez quero uma chupetinha deliciosa dessa sua boquinha, antes de meter nele.
Ela sem muitas palavras, foi se levantando, ele levantou as calças, abriu a porta, deu uma olhada para os lados, sob uma chuva forte ele foi saindo do escritório onde ela trabalhava, e foi na direção do seu carro que estava do outro lado da rua.
Papacú fodeu gostoso e rancou o cabaço do cuzinho da juliana naquele dia, mas ficou dentro do carro aguardando se via a filha da Juliana, pois ele sem conhecer a garota, já estava com tamanho tesão de foder o cuzinho da filha dela.
Uns dez minutos se passaram e entrou na loja uma garota, sozia da juliana, mas bem mais nova, magrela e rabudinha, mas ao invés de uma cara junto com ela, estava com outra garota, mais baixa mas com uma raba de chamar muita atenção; nisso a tora do papacú já se pôs em pé e ficou uma estaca, e ele imaginou alto:
_Nossa, deve ser a filha dela e alguma parente ou amiga, com certeza vou conhecer e dar um jeito de foder o cuzinho da duas...
.... mas isso é para um outro conto que em breve estará disponível, agradeço a todos, desculpem falhas na digitação e espero q estejam gostando... bjus




