Gabriela tinha 39 anos e um corpo que ainda fazia as pessoas virarem a cabeça. Cabelos pretos longos, seios fartos, cintura marcada e um bumbum redondo e firme que a legging preta apertava como uma segunda pele. Ela não usava calcinha. Nunca usava quando estava em casa. O tecido fino colava na carne, marcando o contorno das nádegas e o sulco no meio, e ela sabia disso.
Biel, o filho de 18 anos, era virgem. Alto, magro, ombros largos de quem ainda estava terminando de crescer. Passava o dia inteiro com o olhar preso naquele bumbum. Quando a mãe andava pela sala, ele seguia o balanço. Quando ela se inclinava para pegar algo no chão, a legging esticava e o volume da buceta ficava marcado. Biel sentia o pau endurecer dentro do short e precisava se ajeitar disfarçadamente.
A casa estava sempre cheia. O marido de Gabriela, Ricardo, 42 anos, desconfiava. Não tinha prova, mas sentia o clima estranho. Havia a avó, dois tios, três primos, a irmã de Gabriela e os filhos dela. Todo mundo vivia no mesmo sobrado de dois andares em um bairro comum. As paredes eram finas. As portas raramente fechavam de verdade.
Naquela tarde de sábado o calor apertava. Gabriela estava na cozinha de legging preta e uma camiseta branca justa sem sutiã. Os mamilos apareciam quando ela se movia. Biel sentou na cadeira da mesa, fingindo mexer no celular, mas o olhar não saía dela.
— Biel, vem cá — chamou ela, sem virar o rosto.
Ele se levantou. O short marcava a ereção. Gabriela virou e viu. Um sorriso lento apareceu nos lábios.
— Tira uma foto minha pro Instagram. Quero mostrar a legging nova.
Ela se aproximou. O cheiro dela — sabonete e algo doce — invadiu o nariz do filho. Sem esperar resposta, Gabriela virou de costas e sentou no colo dele.
O bumbum quente e macio pousou direto em cima do pau duro de Biel. A legging era tão fina que ele sentiu o calor da pele, a forma exata das nádegas e até a fenda. Biel engoliu em seco. As mãos dele tremiam.
— Segura o celular — murmurou ela, a voz baixa, quase no ouvido dele.
Gabriela se ajeitou. Empinou o quadril um pouco, fazendo o bumbum se esfregar no volume. Biel prendeu a respiração. O pau latejava. Ela abriu as pernas um pouco mais, ainda sentada, e o tecido da legging colou na buceta molhada. Ele sentiu a umidade.
— Tira a foto de baixo pra cima — ordenou ela. — Quero que apareça o corpo inteiro.
Biel levantou o celular com as mãos trêmulas. Gabriela se arqueou, apoiando as mãos nas coxas dele, e empurrou o bumbum para trás, esfregando de propósito. O pau dele ficou preso entre as nádegas. Ela fez um movimento circular lento, como se estivesse só se ajeitando para a foto.
— Assim tá bom? — perguntou ela, a voz rouca.
Ricardo passou pela porta da cozinha naquele momento. Parou. Viu a mulher sentada no colo do filho, o celular na mão do menino, o corpo dela colado demais. O olhar dele escureceu.
— O que tá acontecendo aqui?
Gabriela não se levantou na hora. Ficou mais um segundo, o bumbum ainda pressionando o pau do filho, e só então se ergueu com calma.
— Só uma foto, Ricardo. Relaxa.
O marido olhou para Biel. O short do menino estava molhado na frente, a mancha de pré-gozo visível. Ricardo apertou a mandíbula e saiu sem falar mais nada. Mas a desconfiança ficou no ar.
A noite chegou. A casa continua cheia. A avó na sala assistindo novela, os primos no quarto de cima, os tios na varanda. Gabriela foi para o quarto dela. Biel ficou no corredor, o coração batendo forte.
Ela deixou a porta entreaberta. Entrou no banheiro, tirou a camiseta e a legging. Ficou nua. O corpo refletido no espelho: seios pesados, cintura fina, bumbum redondo e a buceta lisa, já úmida. Biel estava do outro lado da porta, olhando pela fresta.
Gabriela soube. Não fechou. Virou de lado, passou a mão entre as pernas e abriu os lábios com os dedos, mostrando a entrada molhada para o filho. Depois se vestiu de novo — outra legging preta, sem calcinha, e uma camisola curta — e saiu.
— Vem no meu quarto — sussurrou ela quando passou por Biel. — Seu pai tá na sala com a família. Não vai subir agora.
Biel seguiu. O quarto dela cheirava a perfume e sexo contido. Gabriela trancou a porta pela primeira vez em meses.
— Você não para de olhar pra minha bunda — disse ela, direta. — Desde que completou 18. Eu sinto.
Biel não conseguiu falar. O pau doía de tão duro. Gabriela se aproximou, pegou a mão dele e colocou em cima do próprio bumbum. A legging estava quente. Ele apertou. Os dedos afundaram na carne macia.
— Tira — ordenou ela.
Biel puxou a legging para baixo. O bumbum saltou livre, redondo, sem marcas de calcinha. Gabriela se virou de frente e tirou a camisola. Os seios pesados balançaram. Os mamilos estavam duros.
Ela se ajoelhou na frente do filho, abriu o short dele e tirou o pau virgem para fora. Grosso, vermelho, latejando. Lambuzou a cabeça com a língua, chupou só a glande, depois engoliu o máximo que pôde. Biel gemeu baixo, as mãos nos cabelos dela.
— Cala a boca — murmurou ela com a boca cheia. — A casa tá cheia.
Gabriela se levantou, empurrou o filho para a cama e montou nele de costas. O bumbum dele que ele tanto olhava agora descia devagar sobre o pau. A entrada molhada abriu e engoliu centímetro por centímetro. Biel mordeu o próprio braço para não gritar.
Ela começou a rebolar. O bumbum batia nas coxas dele. O pau entrava fundo. Gabriela segurava os seios, os olhos semicerrados, gemendo só no fundo da garganta. De vez em quando parava, apertava os músculos internos e fazia o filho sentir cada contração.
— Você é virgem — sussurrou ela. — Agora não é mais. Essa buceta é sua. Só não pode gozar dentro… ainda.
Mas Biel não aguentou. O corpo tremeu, o pau latejou e ele gozou fundo, jatos quentes enchendo a mãe. Gabriela não parou. Continuou rebolando até gozar também, o corpo todo contraído, a buceta esguichando em volta do pau ainda duro do filho.
Do lado de fora, passos no corredor. Ricardo subia as escadas. Gabriela se levantou rápido, limpou o excesso de porra com a própria legging e se vestiu. Biel mal teve tempo de puxar o short.
A porta bateu.
— Gabriela?
Ela abriu com o rosto calmo.
— Tava só conversando com o Biel. Ele tá com dor de cabeça.
Ricardo olhou o filho. O cabelo bagunçado, a respiração ainda acelerada, a mancha úmida no short. O marido não disse nada. Apenas olhou para a mulher e depois para o menino. A desconfiança agora era quase certeza.
Mas a casa continuava cheia. A avó chamava da sala. Os primos riam no quarto ao lado. Ninguém sabia o que tinha acabado de acontecer atrás daquela porta.
Gabriela passou a mão pelas costas do filho quando Ricardo se virou, um toque rápido, proprietário.
— Depois — sussurrou só para Biel. — Quando a casa dormir de verdade.
E o olhar dela prometia que a legging sem calcinha, o colo, as fotos e o pau virgem do filho ainda teriam muitas noites pela frente, mesmo com o marido desconfiado e a casa lotada de família.
A casa demorou a dormir.
Ricardo ficou na sala até quase meia-noite, bebendo cerveja e fingindo assistir ao jogo com os tios. A avó roncou no sofá. Os primos subiram, mas ficaram com a TV ligada no quarto do fundo. A irmã de Gabriela ainda conversava baixo no corredor. Biel ficou no próprio quarto, o pau ainda semi-duro dentro do short, cheirando a porra da mãe que tinha escorrido pela coxa.
Gabriela esperou.
Às duas da manhã o silêncio finalmente pesou. Ricardo tinha subido, se deitado de costas e virado de lado. O sono dele era pesado depois de beber, mas ela não confiava. Saiu da cama devagar, vestiu de novo a legging preta — a mesma, ainda úmida por dentro — e a camisola curta. Sem calcinha. Sem sutiã. Os seios pesados balançavam a cada passo.
Biel ouviu a porta do quarto dela abrir. O coração disparou. Ela apareceu na soleira do quarto dele, o corredor escuro atrás, e fechou a porta sem fazer barulho.
— Ele tá dormindo — sussurrou. — Mas a casa ainda tá cheia. A gente tem que ser quieto.
Ela se aproximou da cama. Biel estava deitado de short. Gabriela subiu em cima dele de quatro, o bumbum empinado bem na frente do rosto do filho. A legging marcava tudo: o sulco profundo, o formato redondo, a umidade que já começava a aparecer de novo entre as pernas.
— Olha — murmurou ela, olhando por cima do ombro. — Continua olhando. Eu sei que você não para.
Biel ergueu as mãos. Apertou as nádegas por cima do tecido. O calor era absurdo. Gabriela rebolou devagar, esfregando o bumbum no rosto dele. O cheiro dela — sexo seco da tarde, perfume e suor leve — invadiu a boca do menino. Ele lambeu o tecido. A legging ficou ainda mais molhada.
— Tira — ordenou ela, a voz quase inaudível.
Biel puxou a legging para baixo. O bumbum saltou livre, branco, redondo, a pele macia. A buceta apareceu por baixo, ainda inchada e brilhante de porra antiga e de excitação nova. Gabriela abriu mais as pernas, empinou e empurrou o quadril para trás.
— Chupa.
Biel enterrou o rosto. A língua passou pela fenda, lambeu o clitóris inchado, subiu até o cu e voltou. Gabriela mordeu o travesseiro para não gemer. O corpo dela tremeu. Biel chupava com fome de virgem que descobriu o gosto e não queria mais largar. A língua entrava, os dedos apertavam as nádegas, o nariz colava na pele.
Do lado de fora, um barulho. Passos leves no corredor. Alguém ia ao banheiro. Gabriela congelou. Biel parou com a língua ainda dentro dela. Os dois ficaram imóveis, ouvindo a porta do banheiro abrir e fechar. Depois o som da descarga. Os passos voltaram. Silêncio de novo.
Gabriela soltou o ar.
— Continua. Mais fundo.
Biel obedeceu. Chupou até ela tremer e gozar na boca dele, o corpo inteiro se contraindo, a buceta pulsando contra a língua. O líquido escorreu pelo queixo do filho. Ela se virou, montou de frente e desceu o pau dele de uma vez só. Biel engasgou com o gemido. O pau ainda estava sensível da primeira gozada, mas endureceu de novo dentro do calor apertado.
Gabriela começou a cavalgar. Lenta no começo, depois mais forte. O bumbum batia nas coxas dele com um som úmido. Os seios balançavam na cara de Biel. Ele agarrou um e chupou o mamilo. Ela segurava a cabeceira da cama, os olhos fechados, o rosto contorcido de prazer contido.
— Seu pai… desconfia — sussurrou ela entre as estocadas. — Ontem ele me perguntou se eu tava vestindo calcinha. Eu falei que não. Ele ficou olhando meu cu pela legging a tarde inteira.
Biel empurrou o quadril para cima. O pau foi até o fundo. Gabriela abriu a boca num gemido silencioso. Ele agarrou o bumbum dela com as duas mãos e abriu as nádegas, sentindo o próprio pau entrar e sair, o cu da mãe se contraindo logo acima.
De repente a porta do quarto de Ricardo rangeu. Os dois pararam. Passos no corredor. Ricardo foi até o banheiro. A luz acendeu por baixo da porta. Gabriela desceu do colo do filho num segundo, puxou a legging até a cintura e se deitou ao lado dele, fingindo dormir. Biel puxou o cobertor até o peito, o pau ainda latejando, a porra da mãe escorrendo pela própria barriga.
A porta do banheiro abriu. Ricardo passou pelo corredor. Parou na frente do quarto de Biel. A maçaneta girou devagar.
Gabriela estava com os olhos semi-abertos. Biel prendia a respiração. A porta abriu uns dez centímetros. Ricardo olhou. Viu a mãe e o filho deitados na mesma cama, a camisola dela subida, a legging marcada, a mão de Biel ainda em cima da coxa da mulher. Ficou olhando longos segundos. O silêncio era absoluto.
Depois fechou a porta sem dizer nada e voltou para o próprio quarto.
Gabriela esperou mais cinco minutos. Então se levantou de novo, tirou a legging completamente e montou no filho mais uma vez, dessa vez de costas, o bumbum empinado na cara dele.
— Ele viu — sussurrou ela, descendo o pau até o fundo. — E não falou nada. Isso é pior.
Biel agarrou as nádegas e abriu. Gabriela rebolava agora com mais urgência, o cu se contraindo a cada descida. O pau dele batia fundo. Ela estendeu a mão para trás, pegou a mão do filho e colocou no próprio cu.
— Mete o dedo.
Biel obedeceu. O dedo entrou fácil. Gabriela gemeu no travesseiro. Os dois ritmos juntos — o pau na buceta, o dedo no cu — fizeram ela gozar de novo, o corpo todo tremendo, a buceta esguichando em volta do pau do filho. Biel não aguentou. Gozeu pela segunda vez, fundo, enchendo a mãe outra vez enquanto ela ainda pulsava.
Dessa vez ela não se levantou na hora. Ficou sentada em cima dele, o pau ainda dentro, o seme escorrendo pelas laterais. Passou a mão no próprio bumbum e depois na boca de Biel, fazendo ele lamber.
— Amanhã a casa vai tá ainda mais cheia — murmurou. — Seu tio e a família vão almoçar aqui. Seu pai não vai tirar o olho de mim. E você… você vai ficar olhando minha bunda a tarde inteira, sabendo que tá cheia da sua porra.
Ela se levantou, puxou a legging de volta, ajeitou a camisola e saiu do quarto sem fazer barulho. Biel ficou deitado, o short molhado, o cheiro dela grudado no rosto, o coração ainda disparado.
No quarto ao lado, Ricardo estava de olhos abertos no escuro.
A desconfiança agora tinha forma. E a casa, cheia de família, só tornava tudo mais perigoso — e mais excitante.
O domingo amanheceu quente e barulhento.
A casa estava ainda mais cheia. O tio de Gabriela chegou cedo com a mulher e dois filhos. A irmã dela trouxe os primos. A avó já estava na cozinha desde as sete. Ricardo andava de um lado para o outro com cara fechada, o olhar sempre voltando para a mulher.
Gabriela escolheu a roupa com cuidado.
Uma saia jeans curta, justa no quadril, que terminava bem acima do meio da coxa. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. Só a pele nua. Em cima, uma blusa branca fina que marcava os seios sem sutiã. Quando ela se inclinava, a saia subia e qualquer um que olhasse de baixo via o começo das nádegas.
Biel viu na hora.
Estava na sala quando a mãe desceu a escada. A saia balançava. Cada passo mostrava um pouco mais da parte de trás das coxas. Ele sentiu o pau endurecer dentro da bermuda. Gabriela passou por ele, o cheiro do perfume misturado com o cheiro dela da noite anterior, e sussurrou sem mover os lábios:
— Hoje você vai olhar o dia inteiro. E não vai poder tocar.
O passeio foi combinado depois do almoço. Todo mundo ia para o parque às margens do rio: churrasco, mesas de concreto, crianças gritando, adultos bebendo. Ricardo dirigia o carro grande. Gabriela sentou no banco do passageiro. Biel ficou no banco de trás, entre dois primos. De lá ele via a nuca da mãe, o ombro, e, quando ela se virava para falar com alguém no banco de trás, o lado da saia subia.
No parque a confusão era total.
Mesas ocupadas, gritaria, cheiro de carne grelhada. Gabriela se sentou numa cadeira de plástico de costas para o sol. A saia subiu um pouco quando ela cruzou as pernas. Biel se posicionou de propósito numa cadeira logo atrás e um pouco de lado. De onde estava, se ela abrisse um pouco as pernas, ele via tudo.
E ela abriu.
Não de forma óbvia. Só o suficiente. As coxas se separaram alguns centímetros e a sombra entre elas mostrou a fenda nua, já úmida. Biel engoliu em seco. O pau latejava. Ele precisou colocar a mão no colo para esconder o volume.
Ricardo estava do outro lado da mesa, bebendo cerveja e conversando com o tio. De vez em quando olhava para a mulher. Gabriela fingia não notar. Levantou para ir buscar mais gelo na caixa térmica. A saia balançou. Quando ela se curvou para abrir a tampa, o tecido subiu o suficiente para mostrar o começo do bumbum redondo e o sulco. Biel prendeu a respiração. Um dos primos passou perto e quase viu. Gabriela se endireitou na hora, o coração acelerado, e voltou para a cadeira.
Mais tarde o grupo se espalhou.
As crianças foram para a grama. Os adultos ficaram bebendo. Gabriela chamou Biel com um olhar e se levantou.
— Vou no banheiro. Vem comigo, me ajuda a carregar a bolsa.
Ricardo ergueu a cabeça.
— Quer que eu vá?
— Não precisa. O Biel leva.
Os dois caminharam na direção dos banheiros públicos do parque. O caminho era estreito, cercado por arbustos. No meio do trajeto Gabriela parou de repente, puxou o filho para trás de uma árvore grossa e levantou a saia até a cintura.
— Olha. Rápido.
A buceta estava molhada, os lábios inchados. Biel ajoelhou sem pensar. Enterrou a língua nela ali mesmo, chupando com urgência. Gabriela mordeu a própria mão. O gosto dela encheu a boca do filho. Ela segurou a cabeça dele e rebolou contra a língua por uns vinte segundos.
Passos.
Vozes se aproximando. Ricardo e o tio.
Gabriela puxou a saia para baixo num segundo. Biel se levantou, a boca brilhando, o pau duro demais para esconder. Os dois saíram de trás da árvore como se nada tivesse acontecido, caminhando em direção ao banheiro. Ricardo apareceu na curva do caminho poucos segundos depois.
— Achei que vocês já tinham voltado.
Gabriela sorriu calma.
— Tinha fila. Agora já foi.
Ricardo olhou o filho. Viu a respiração acelerada, a boca úmida, a mão de Biel escondendo a frente da bermuda. O olhar dele ficou duro. Não falou nada. Apenas virou e voltou para a mesa, o maxilar travado.
No banheiro, Gabriela empurrou Biel para dentro da cabine mais no fundo e trancou a porta.
A saia foi levantada de novo. Ela se virou de costas, apoiou as mãos na parede e empinou. Biel abriu a bermuda, tirou o pau e enfiou de uma vez. O calor apertado engoliu ele. Os dois gemeram baixo. Ele fodeu rápido, fundo, as mãos agarrando as nádegas nuas. A saia ficou amassada na cintura dela. Cada estocada fazia o bumbum bater contra ele.
Alguém bateu na porta da cabine ao lado.
Gabriela colocou a mão atrás e segurou o quadril do filho, obrigando ele a ir mais devagar. Biel meteu até o fundo e gozou ali mesmo, os jatos quentes enchendo ela enquanto ela se contraía em volta dele. Quando ele saiu, o seme escorreu pela coxa interna. Gabriela abaixou a saia, ajeitou a blusa e saiu da cabine como se tivesse só urinado.
Biel ficou alguns segundos a mais, tentando controlar a respiração.
Quando voltaram para a mesa, Ricardo estava olhando fixamente para a mulher. Gabriela se sentou de novo, cruzou as pernas e, por um segundo, a saia subiu o suficiente para Biel, que agora estava sentado bem de frente, ver um fio branco de porra escorrendo pela coxa.
Ela limpou com o dedo, disfarçadamente, e levou o dedo à boca enquanto conversava com a irmã sobre o calor.
Ricardo não tirou o olho dela o resto da tarde.
A casa, o parque, a família inteira ao redor — tudo tornava cada segundo mais perigoso. E Gabriela, de saia sem calcinha, cheia da porra do filho, parecia gostar exatamente disso.
A noite caiu e a família inteira decidiu jantar fora.
Um restaurante grande, barulhento, mesas longas de madeira, luz baixa e cheiro de comida frita. Ricardo escolheu o lugar de propósito: público, cheio de gente, difícil de esconder qualquer coisa. Ele estava mais quieto do que o normal. O olhar não saía de Gabriela.
Ela vestiu outra saia. Dessa vez preta, um pouco mais longa, mas ainda curta o bastante. Por baixo, de novo, nada. A blusa era solta, mas quando ela se inclinava os seios pesados se marcavam. Biel sentou exatamente ao lado dela, do lado de fora da mesa comprida. Ricardo ficou do outro lado, de frente, com visão direta da mulher e do filho.
A mesa era estreita.
Assim que todo mundo se acomodou — avó, tios, primos, irmã — Gabriela abriu um pouco as pernas sob a toalha branca. Biel sentiu o joelho dela tocar o dele. Depois a mão. Fria no começo, depois quente. Ela deslizou os dedos pela coxa dele por cima da calça e apertou o volume que já estava duro.
Ricardo conversava com o tio sobre futebol, mas os olhos voltavam a cada dez segundos para a esposa.
Gabriela não se mexeu no rosto. Continuou rindo de uma piada da irmã, pedindo bebida, passando o guardanapo. Por baixo da mesa, porém, a mão dela abriu o zíper da calça de Biel com cuidado. Os dedos entraram, pegaram o pau quente e o puxaram para fora. Começou a masturbar devagar, o polegar passando pela cabeça já úmida.
Biel prendeu a respiração. As pernas tremeram. Ele precisou apoiar os cotovelos na mesa e fingir que lia o cardápio com atenção absurda.
A mão de Gabriela desceu mais. Apertou a base, subiu, espalhou o pré-gozo e depois parou. Tirou a própria mão por um segundo, levantou um pouco a saia e colocou os dedos entre as próprias pernas. Biel olhou de canto. Os dedos dela saíram brilhantes. Ela voltou a segurar o pau do filho, agora molhado com a própria buceta.
Ricardo ergueu a voz.
— Biel. Tá tudo bem? Cê tá quieto pra caralho.
Biel engoliu.
— Tô… tô bem. Só com fome.
Gabriela sorriu para o marido.
— Ele tá cansado do dia. Deixa o menino.
Por baixo da mesa a mão dela apertou mais forte. Começou a masturbar com ritmo constante, o punho fechado subindo e descendo enquanto ela conversava normalmente com a avó sobre a receita do molho. Biel sentia o pau latejar. A cada movimento ele quase gemia. Teve que morder a parte de dentro da bochecha.
A comida chegou. Pratos grandes, conversa alta, talheres batendo. Gabriela soltou o pau só o tempo de pegar o garfo. Depois a mão voltou. Dessa vez ela se inclinou um pouco para o lado, como se estivesse pegando o guardanapo que tinha caído, e enfiou a cabeça do pau do filho entre as próprias coxas nuas, apertando.
O calor da pele dela, a umidade, o cheiro que subia debaixo da toalha… Biel quase gozou ali mesmo.
Ricardo parou de comer.
Ficou olhando os dois. A postura estranha do filho, o braço de Gabriela sumindo debaixo da mesa, o jeito que ela se mexia na cadeira. O maxilar dele travou. Levantou o copo de cerveja e bebeu devagar, os olhos escuros.
Gabriela sentiu o olhar. Não parou.
Pelo contrário: abriu mais as pernas, puxou a mão de Biel e colocou entre as próprias coxas. Os dedos do filho encontraram a buceta molhada, sem calcinha, os lábios inchados. Ele enfiou dois dedos. Ela se contraiu em volta deles e continuou comendo normalmente, a voz calma.
— Alguém quer mais farofa?
Por baixo da mesa os dedos de Biel entravam e saíam. O polegar dela voltou a masturbar o pau dele. Os dois ritmos juntos. O restaurante inteiro falava alto, as crianças corriam entre as mesas, a avó reclamava do sal… e ali, escondidos pela toalha comprida, a mãe e o filho se masturbavam um ao outro.
Biel não aguentou.
O corpo tremeu. Ele gozou na mão dela, jatos quentes que escorreram pelos dedos de Gabriela e pingaram no chão debaixo da mesa. Ela não tirou a mão. Continuou apertando até a última gota, depois limpou os dedos na própria coxa, por baixo da saia, e voltou a pegar o garfo como se nada tivesse acontecido.
Ricardo viu o tremor do filho.
Viu o jeito que Gabriela se ajeitou na cadeira depois. Viu o brilho estranho nos olhos dela.
Quando a conta chegou, ele pagou em silêncio. No caminho até o carro, colocou a mão na nuca de Biel com força demais e falou baixo, só para o filho ouvir:
— Eu não sou idiota.
Gabriela, andando na frente com a saia balançando e a porra do filho ainda escorrendo pela coxa interna, olhou por cima do ombro e sorriu pequeno.
A desconfiança agora tinha gosto de quase certeza.
E a noite ainda estava só começando.
A festa começou na própria casa.
Era aniversário de um dos primos. A sala e a área de fora ficaram lotadas: tios, tias, primos, a irmã de Gabriela, os filhos dela e, principalmente, a sogra — Dona Célia, mãe de Ricardo. Mulher de olho vivo, que nunca gostou muito da nora e agora observava tudo com atenção demais.
Gabriela vestiu a legging preta mais justa que tinha. Sem calcinha, como sempre. Por cima, uma blusa solta que caía um pouco do ombro. O bumbum marcava o tecido de um jeito obsceno: redondo, alto, o sulco visível quando ela andava. Biel não conseguia tirar o olho.
A festa esquentou rápido. Música alta, gente bebendo, conversa gritada. Ricardo ficou no canto com os homens, mas o olhar dele não largava a mulher. Dona Célia, sentada numa cadeira perto da porta da cozinha, acompanhava os dois com a sobrancelha franzida.
Gabriela sentou no braço do sofá, bem perto de Biel, que estava enfiado no canto. A perna dela roçou a dele. Depois, sem ninguém notar de imediato, ela se levantou, virou de costas e, fingindo ajeitar algo na estante atrás do sofá, encostou o bumbum bem no ombro e no peito do filho.
Ficou alguns segundos ali.
O tecido fino da legging colado na cara de Biel. O calor da pele dela atravessando. Ele sentiu o cheiro. O pau endureceu na hora. Gabriela rebolou devagar, quase imperceptível, esfregando as nádegas no ombro dele enquanto fingia procurar um controle remoto.
Dona Célia viu.
Os olhos da sogra apertaram. Ela se inclinou para a irmã de Gabriela e falou baixo:
— Essa sua irmã tá estranha com o menino… olha o jeito que ela fica em cima dele.
A irmã deu de ombros, distraída. Mas Dona Célia não tirou o olho.
Gabriela se afastou, pegou o celular e digitou rápido. A mensagem chegou no bolso de Biel:
“Sente o gosto da minha bunda ainda? Continua olhando. A velha tá desconfiada.”
Biel engoliu em seco e respondeu com a mão tremendo:
“Tô duro pra caralho. Quero meter de novo.”
Gabriela leu, sorriu de canto e mandou outra:
“Mais tarde. Agora me esfrega de verdade. Na frente de todo mundo.”
Ela se levantou de novo. Foi até a mesa de bebida, pegou dois copos e voltou. Dessa vez passou bem atrás do sofá onde Biel estava. Parou. Abaixou um pouco o corpo, como se estivesse falando algo no ouvido de um primo sentado do outro lado, e empurrou o bumbum direto no colo do filho.
O tecido da legging esticou. O bumbum quente e macio assentou em cima da ereção de Biel. Ela ficou ali, fingindo conversar, e rebolou devagar — um movimento circular curto, o suficiente para o pau dele sentir cada centímetro da fenda marcada pela legging.
Biel prendeu a respiração. As mãos apertaram o próprio joelho. O pau latejava contra o bumbum da mãe.
Ricardo, do outro lado da sala, viu o movimento. Levantou a cabeça. Dona Célia também. A sogra se levantou da cadeira e caminhou até perto, fingindo ir à cozinha. Passou bem atrás dos dois e olhou de cima.
Gabriela não se mexeu. Continuou com o bumbum colado no filho, a voz calma conversando sobre a música. Só quando a sogra passou ela se afastou, lenta, e mandou outra mensagem:
“A velha viu. Seu pai também. Continua olhando minha bunda. Quero que eles vejam você olhando.”
Biel respondeu:
“Eles tão me matando com o olho. Tô com medo.”
“Medo deixa mais gostoso. Depois eu te chupo escondido no banheiro. Agora fica quieto e deixa eu esfregar mais um pouco.”
A música mudou. Alguém pediu para as pessoas dançarem. Gabriela puxou Biel pela mão, rindo alto para disfarçar, e os dois ficaram no meio da sala. Ela virou de costas para o filho, colou o corpo nele e começou a rebolar no ritmo.
O bumbum batia contra o pau duro de Biel na frente de todo mundo.
Não era dança inocente. Era esfregação clara. A legging preta se movia, o volume das nádegas rolava em cima da ereção do filho, e ela ainda olhava por cima do ombro com um sorriso pequeno. Ricardo parou de beber. Dona Célia ficou parada na porta da cozinha, os braços cruzados, o rosto fechado.
— Isso não tá certo — murmurou a sogra para o filho. — Olha o jeito que ela gruda nesse menino.
Ricardo não respondeu. Só apertou a lata de cerveja até amassar.
Gabriela sentiu os olhares. Em vez de parar, empinou mais o quadril e rebolou com força maior, o bumbum abrindo e fechando contra o pau do filho. Biel estava vermelho, a respiração ofegante, as mãos hesitantes na cintura dela. Por um segundo ele apertou, puxando ela contra si, e o pau marcou ainda mais a legging por trás.
A música acabou.
Gabriela se afastou rindo, como se nada tivesse acontecido, e mandou a última mensagem da noite:
“Eles sabem. Ou quase sabem. Quando a festa acabar eu vou no seu quarto. Quero que você goze na minha bunda enquanto eu ainda tô de legging. E se a velha ou seu pai aparecer… a gente finge que tava só conversando.”
Biel olhou para a mãe do outro lado da sala. Ela ergueu o copo num brinde falso e sorriu.
Dona Célia não sorriu de volta.
A desconfiança agora tinha se espalhado. Não era mais só Ricardo.
E a noite ainda tinha muitas horas pela frente.
A festa terminou tarde, mas a tensão não.
Dona Célia, a sogra, não tirou os olhos de Gabriela a noite inteira. No dia seguinte, porém, algo mudou. Pela manhã ela chamou a nora para a cozinha, longe de Ricardo e de Biel.
— Eu não sou cega — falou baixo, a voz firme. — Sei o que você tá fazendo com o menino. E sei que meu filho já desconfia.
Gabriela ficou parada, o coração acelerado. Esperava xingamento, ameaça, escândalo. Em vez disso, Dona Célia fechou a porta e continuou:
— Ricardo é ciumento pra caralho e burro. Se ele descobrir de verdade, vai destruir a casa inteira. Eu não quero isso. Então… eu ajudo. Mas você controla. Nada de flagrante na minha frente. E o menino não pode engravidar ninguém.
Gabriela piscou, surpresa.
— Você… vai ajudar?
— Vou distrair meu filho quando precisar. Vou inventar conversa, vou chamar ele pra ver jogo, vou mandar ele resolver coisa fora de casa. Em troca, você não deixa isso virar bagunça. Combinado?
Gabriela sorriu devagar.
— Combinado.
A partir daí a sogra virou cúmplice silenciosa.
Naquela mesma noite a família inteira foi jantar de novo num restaurante. Mesa grande, toalha comprida, luz baixa. Ricardo sentou de frente. Dona Célia se posicionou do lado dele de propósito, puxando conversa sobre política, futebol, qualquer coisa para segurar a atenção do filho.
Gabriela chegou de saia curta preta, justa no quadril, sem calcinha. Só a pele nua por baixo. Biel sentou ao lado dela. Assim que as bebidas chegaram, a mão da mãe deslizou pela coxa dele e apertou.
O celular de Biel vibrou.
Gabriela: “A velha tá do nosso lado agora. Seu pai tá distraído. Sobe a saia.”
Biel respondeu com o coração batendo:
Biel: “Aqui? Com todo mundo?”
Gabriela: “Aqui. Quero sentar no seu colo. Agora.”
Ela se levantou fingindo ajustar a cadeira, deu a volta e, com um movimento natural, sentou no colo do filho. A saia subiu na hora. O bumbum nu pousou direto em cima do pau duro de Biel, separado só pela calça fina dele. Gabriela se ajeitou, abriu um pouco as pernas sob a toalha e começou a rebolar devagar.
O calor da buceta molhada esfregava contra o volume. O pau dele latejava entre as nádegas dela. Ela fazia movimentos circulares curtos, o suficiente para sentir a cabeça do pau entrando um pouco na fenda a cada rebolada.
Ricardo olhou.
— Tá apertado aí, Biel?
Dona Célia interveio na hora, a voz alta:
— Deixa o menino, Ricardo. Fica quieto e me escuta sobre o que o teu irmão falou ontem…
Ela puxou o filho para uma conversa longa e chata. Ricardo resmungou, mas acabou prestando atenção nela.
Por baixo da mesa Gabriela rebolava com mais força. O pau de Biel já estava completamente duro, marcado na calça. Ela ergueu um pouco o quadril, encaixou melhor e desceu, sentindo a glande pressionar a entrada. Um gemido baixo escapou da garganta dela. Biel mordeu o lábio.
O celular vibrou de novo.
Gabriela: “Tô molhada pra caralho. Quero que você sinta. Mete o dedo.”
Biel deslizou a mão por baixo da saia. Os dedos encontraram a buceta escorrendo. Enfiou dois de uma vez. Gabriela se contraiu e continuou rebolando, agora com os dedos do filho dentro dela enquanto o pau ainda esfregava por fora.
A comida chegou. Ela não se levantou. Continuou sentada no colo dele, comendo normalmente, conversando com a irmã, rindo de piada, enquanto por baixo a buceta engolia os dedos e o bumbum esfregava o pau do filho sem parar.
Dona Célia olhou de canto, viu o movimento sob a toalha e apenas ergueu a sobrancelha. Continuou distraindo Ricardo.
Quando a conta chegou, Gabriela se levantou devagar. Um fio transparente escorreu pela coxa interna. Ela limpou com o dedo e, sem ninguém ver além de Biel, levou à boca.
No caminho de volta para casa o celular vibrou outra vez.
Gabriela: “Quando chegar eu quero que você escolha uma calcinha pra mim. Fio dental. Quero usar só pra você ver.”
Em casa, enquanto Ricardo era arrastado pela mãe para “conversar no quintal”, Gabriela puxou Biel para o quarto. Abriu a gaveta e tirou três fio dental minúsculos: preto, vermelho e branco.
— Experimenta em mim — mandou.
Biel ajoelhou. Gabriela tirou a saia e ficou nua da cintura pra baixo. Ele escolheu a preta. Puxou o fio fino pelas pernas dela, ajeitou o triângulo minúsculo na frente e o cordão fino se perdeu entre as nádegas. O tecido era tão pequeno que quase não cobria nada. A buceta marcava, os lábios inchados apareciam nas laterais.
Gabriela virou de costas, empinou e olhou por cima do ombro.
— Gostou?
Biel respondeu enfiando a cara. Lambeu por cima do fio, depois puxou o cordão para o lado e chupou a buceta molhada. Gabriela segurou a cabeceira da cama e rebolou na língua dele.
O celular vibrou no colchão. Era Dona Célia:
“Ricardo tá ocupado por uns 20 minutos. Façam rápido.”
Gabriela riu baixo, puxou o filho para cima da cama, montou de costas e desceu o pau dele de uma vez, o fio dental ainda deslocado para o lado. O bumbum batia nas coxas de Biel enquanto ela cavalga, a calcinha mínima esfregando entre os dois.
Lá fora a sogra mantinha Ricardo conversando sobre qualquer coisa.
Dentro do quarto a mãe rebolava no filho, o fio dental preto marcado de porra, a casa cheia de família e a desconfiança agora transformada em aliança silenciosa.
No dia seguinte a rotina da casa já tinha um novo ritmo silencioso.
Dona Célia cumpria o combinado. Pela manhã mandou Ricardo resolver “uma burocracia urgente” no banco e o segurou fora de casa por quase três horas. Enquanto isso, Gabriela e Biel trocavam mensagens sem parar.
Gabriela: “Sua avó mandou teu pai embora. Tô de legging preta sem nada por baixo. Vem no meu quarto agora.”
Biel: “Tô subindo. Quero chupar essa buceta antes dele voltar.”
Gabriela: “Rápido. E depois a gente vai pro shopping. Quero experimentar roupa na sua frente. Com ele perto.”
Eles se trancaram no quarto. Gabriela já estava de quatro na cama, a legging descida até as coxas, o bumbum empinado. Biel enterrou a cara, chupou com fome, enfiou a língua e os dedos até ela gozar abafando o gemido no travesseiro. Depois meteu de uma vez, fodeu rápido e gozou fundo, segurando o quadril dela com força. Quando saíram, a legging estava de volta no lugar, um pouco úmida por dentro.
À tarde a família inteira foi ao shopping.
Ricardo dirigia. Dona Célia sentou no banco da frente e manteve o filho ocupado com conversa o caminho todo. Gabriela e Biel ficaram no banco de trás. Por baixo da bolsa ela deslizou a mão e apertou o pau dele por cima da calça.
Gabriela (mensagem): “Quando a gente entrar na loja eu quero que você entre no provador comigo. Sua avó vai segurar teu pai.”
Biel: “E se ele desconfiar?”
Gabriela: “A velha resolve. Só entra.”
No shopping escolheram uma loja de roupas femininas. Gabriela pegou várias peças — saias curtas, vestidos justos, conjuntos de legging — e foi andando em direção aos provadores. Biel a seguiu. Ricardo quis ir atrás, mas Dona Célia segurou o braço dele com força.
— Vem cá, Ricardo. Preciso que você me ajude a escolher um presente pro teu irmão. Agora.
Ele resmungou, mas acabou sendo arrastado para o outro lado da loja.
Gabriela empurrou Biel para dentro do provador maior e trancou a porta. O espaço era pequeno, espelho de três lados, luz forte. Ela já estava tirando a blusa.
— Experimenta em mim — mandou, entregando um vestido curto preto.
Biel a ajudou a vestir. O tecido subiu pelas coxas, apertou o quadril e parou bem abaixo do bumbum. Por baixo, nada. Gabriela virou de costas, empinou e olhou o reflexo.
— Agora a legging.
Ela tirou o vestido, ficou nua da cintura pra baixo e puxou uma legging cinza clara. O tecido colou como segunda pele. O contorno da buceta e o sulco do cu ficaram marcados demais. Biel não aguentou. Ajoelhou, puxou a legging um pouco para baixo e chupou ali mesmo, a língua entrando enquanto Gabriela segurava a parede do provador.
Lá fora a voz de Ricardo se aproximou.
— Cadê eles?
Dona Célia respondeu alto, de propósito:
— Tão no provador, Ricardo. Deixa a menina experimentar em paz. Vem cá olhar essa camisa…
A voz dela puxou o filho para longe de novo.
Dentro do provador Gabriela já tinha empurrado Biel para o banquinho. Sentou no colo dele de costas, a legging puxada para o lado, e encaixou o pau duro. Desceu devagar até o fundo. O espelho mostrava tudo: o pau entrando, o bumbum se abrindo, o rosto contorcido dela. Ela rebolava em silêncio, o ritmo curto e fundo, enquanto o celular vibrava no bolso.
Dona Célia: “Vocês têm no máximo 8 minutos. Ele tá inquieto.”
Gabriela acelerou. Biel segurou as nádegas dela, abriu e meteu para cima. O som úmido era abafado pela música da loja. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando. Biel gozou logo depois, fundo, enchendo ela enquanto segurava o gemido no pescoço dela.
Eles se arrumaram rápido. Gabriela puxou a legging no lugar, ajeitou a blusa e saiu do provador com o rosto calmo, carregando as peças. Biel saiu alguns segundos depois, a calça ainda marcada.
Ricardo estava voltando exatamente naquele momento, com Dona Célia no encalço.
— Demorou pra caralho — resmungou ele.
Gabriela sorriu.
— Tinha muita coisa pra experimentar. Olha essa legging… ficou boa?
Ela virou de lado, o tecido marcado, um fio quase invisível de porra ainda escorrendo pela coxa interna. Ricardo olhou. Olhou demais. Dona Célia puxou o braço dele de novo.
— Vamos, Ricardo. Ainda tem a loja de eletrônicos.
Enquanto o marido era arrastado, Gabriela mandou a mensagem final do dia:
Gabriela: “Tô cheia de você de novo. A velha salvou a gente. Hoje à noite eu quero que você me foda com a legging só puxada pro lado, na frente do espelho do nosso quarto. E se teu pai bater na porta… a gente finge que eu tava só te mostrando a roupa nova.”
Biel respondeu enquanto andava atrás dos dois:
Biel: “Tô duro de novo só de ler. Quero ver essa porra escorrendo pela legging o caminho todo.”
Dona Célia, alguns passos à frente, olhou por cima do ombro e deu um aceno mínimo de cabeça.
A aliança estava firmada.
E o shopping ainda tinha vários provadores pela frente.
A semana seguinte trouxe calor de verdade e uma viagem improvisada.
Dona Célia sugeriu o final de semana numa casa de praia que a família alugava todo ano. Ricardo aceitou sem suspeitar. A irmã de Gabriela — a tia de Biel — também foi, junto com os filhos. A casa ficava perto de um trecho de praia conhecido por ser “mais livre”: gente se bronzeava sem roupa, casais trocavam carícias à luz do dia e ninguém ligava muito.
Antes de sair, Gabriela puxou Biel para o quarto enquanto Dona Célia entretinha Ricardo na sala.
Gabriela: “Fecha a porta. Quero que você me veja experimentando.”
Ela abriu a mala e tirou um micro biquíni preto. Duas tiras finas e um triângulo ridículo na frente. Por trás, só um fio. Biel sentou na cama, o pau já endurecendo. Gabriela tirou a roupa na frente dele, ficou completamente nua e começou a vestir a peça.
O triângulo cobria quase nada. Os lábios da buceta apareciam nas laterais. O fio se perdia entre as nádegas. Ela virou de costas, empinou e olhou por cima do ombro.
— Ficou bom?
Biel respondeu com a boca. Puxou o fio para o lado e chupou. Gabriela segurou a cabeça dele e rebolou até gozar em silêncio. Depois ajeitou o biquíni de novo, o tecido já úmido, e mandou mensagem:
Gabriela: “Vou usar isso na praia. Seu pai vai ficar doido. Sua tia também. Mas a vó já avisou que ela segura os dois se precisar.”
Na praia o clima esquentou rápido.
A tia de Biel — Carla, 36 anos, corpo bonito e olho vivo — começou a notar. Viu o jeito que a irmã sentava no colo do sobrinho, o vestido curto subindo, as coxas abertas. Viu o olhar de Biel grudado no bumbum da mãe. Viu Dona Célia desviando Ricardo toda vez que ele ficava perto demais.
No segundo dia Carla puxou Gabriela para longe das ondas.
— Eu não sou idiota. Vocês dois tão se comendo. E a sogra tá ajudando.
Gabriela não negou. Só esperou. Carla olhou o sobrinho de longe, depois suspirou.
— Ricardo é meu cunhado, mas é um saco. Se a mãe dele já tá topando… eu também ajudo. Mas quero detalhes depois. E se precisar de distração, é só olhar pra mim.
A aliança cresceu.
Naquela tarde Gabriela vestiu um vestido branco curto, sem calcinha, e foi para a área de nudez da praia com a família. Ricardo ficou de bermuda, desconfortável. Dona Célia e Carla se posicionaram dos dois lados dele, puxando conversa sem parar.
Gabriela sentou no colo de Biel na areia, de costas, o vestido subindo até a cintura. O bumbum nu pousou direto no pau dele, separado só pela bermuda. Ela rebolava devagar enquanto conversava com a irmã sobre o mar, como se nada estivesse acontecendo.
Gabriela (mensagem): “Tô sentada no seu pau na frente do teu pai. Sente como eu tô molhada?”
Biel: “Tô duro pra caralho. Quero meter aqui mesmo.”
Gabriela: “Espera. A vó e a tia tão segurando ele. Quando ele olhar pro outro lado eu desço mais.”
Ricardo olhou exatamente na hora em que Gabriela ergueu um pouco o quadril e encaixou melhor. O pau de Biel ficou preso entre as nádegas dela. O pai franziu a testa.
— Isso aí tá muito colado, não?
Dona Célia riu alto:
— Deixa os dois, Ricardo. Tá calor, a areia queima. Vem cá me ajudar a passar protetor nas costas.
Carla completou:
— É, vem cá. Você nunca passa direito.
Os dois puxaram Ricardo para longe. Assim que ele virou, Gabriela puxou a bermuda do filho para o lado, encaixou o pau e desceu até a metade. Ficou ali, rebolando mínima, o vestido cobrindo tudo, enquanto Dona Célia e Carla mantinham o marido ocupado a poucos metros de distância.
O celular vibrou.
Dona Célia: “Vocês têm uns cinco minutos. Ele tá reclamando do sol.”
Gabriela acelerou o ritmo. Biel gozou dentro dela ali mesmo, as mãos apertando as coxas da mãe por baixo do vestido. Ela se contraiu e gozou logo depois, o corpo tremendo só o suficiente para ninguém além dele notar. Depois se levantou, o vestido caindo no lugar, um fio branco escorrendo pela coxa que ela limpou com a areia.
Ricardo voltou com cara fechada.
— Tá todo mundo estranho nessa viagem.
Ninguém respondeu. Gabriela só sorriu, mandou mais uma mensagem e foi caminhando na direção do mar, o vestido balançando, o micro biquíni ainda dentro da bolsa para a próxima hora de sol.
A praia de nudismo, a família inteira, o pai desconfiado e duas mulheres adultas agora protegendo o segredo.
A noite ainda ia ser longa.
A noite na casa de praia esquentou de um jeito diferente.
Depois do jantar Ricardo estava inquieto. Ficava andando de um lado para o outro, olhando o relógio, perguntando onde a mulher e o filho tinham se metido. Dona Célia e Carla se revezavam para segurá-lo.
Gabriela tinha vestido o micro biquíni preto por baixo de um vestido curto e leve. O triângulo minúsculo mal cobria nada. O fio se perdia entre as nádegas. Biel não conseguia parar de olhar.
Eles desceram para a praia de novo quando o sol já tinha sumido. A água estava morna. Gabriela entrou primeiro, o vestido molhando e grudando no corpo. Em seguida tirou a peça e ficou só de micro biquíni. Biel entrou atrás.
Por baixo da água, longe o suficiente das luzes da casa, ela se colou nele. As mãos desceram, abriram a bermuda do filho e puxaram o pau para fora. Começou a masturbar devagar enquanto beijava o pescoço dele.
Grupo (Gabriela, Biel, Dona Célia e Carla):
Gabriela: “Tô embaixo d’água com ele. Mão no pau. O Ricardo tá aí?”
Dona Célia: “Tá andando pela varanda igual louco. Eu e a Carla vamos segurar.”
Carla: “Pode ir fundo. A gente avisa se ele descer.”
Gabriela sorriu contra a boca do filho e guiou o pau até a entrada. O micro biquíni foi puxado para o lado. Ela encaixou e desceu, o corpo se movendo devagar na água. O calor dela contrastava com a temperatura do mar. Biel segurou a cintura e meteu para cima, as ondas escondendo o movimento.
Eles gozaram quase juntos, abafando os gemidos um no ombro do outro. Quando saíram da água, o micro biquíni estava torto, o tecido colado e brilhante.
Mais tarde a família decidiu sair para dançar numa barraca de praia próxima. Música alta, luzes coloridas, gente se esbarrando. Ricardo foi junto, ainda de cara fechada. Dona Célia e Carla ficaram coladas nele.
Gabriela puxou Biel para a pista. O vestido curto subia a cada movimento. Ela virou de costas e colou o bumbum nele, rebolando no ritmo. O micro biquíni por baixo marcava tudo. Biel colocou as mãos na cintura dela e puxou contra si. O pau duro se encaixou entre as nádegas.
Ricardo tentou se aproximar.
— Cadê vocês dois? Tão sumidos pra caralho.
Carla se colocou na frente dele na hora, puxando-o para dançar.
— Vem cá, cunhado. Para de ser chato e dança comigo.
Dona Célia completou do outro lado:
— Deixa os meninos. Tão só se divertindo. Olha essa música…
Enquanto as duas seguravam Ricardo, Gabriela sentou no colo de Biel numa cadeira alta no canto da pista. O vestido subiu. O bumbum nu (o fio do biquíni deslocado) pousou direto no volume. Ela rebolava devagar, o rosto calmo, como se só estivesse descansando.
Grupo:
Gabriela: “Tô no colo dele na frente de todo mundo. O pau tá entrando um pouco. Vocês seguram o Ricardo?”
Carla: “Tô dançando colada nele. Ele não consegue olhar pra trás.”
Dona Célia: “Pode gozar. A gente avisa se ele vier.”
Gabriela acelerou o movimento. Biel meteu mais fundo por baixo do vestido. As luzes piscavam. A música abafava o som úmido. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo só o suficiente. Biel segurou as coxas dela e gozou logo depois, enchendo-a enquanto ainda rebolava.
Quando Ricardo finalmente se soltou das duas e chegou perto, Gabriela já estava de pé, o vestido no lugar, o sorriso inocente.
— A gente tava só descansando. Cansou, amor?
Ricardo olhou os dois. Olhou o jeito que Biel respirava. Olhou a coxa da mulher, ainda brilhando de água do mar e de outra coisa. A desconfiança pesava no ar, mas as duas mulheres ao redor dele não deixavam espaço para pergunta.
No caminho de volta para a casa o grupo de mensagens continuava ativo.
Gabriela: “Tô escorrendo de novo. Quando chegar quero que você me foda no chuveiro com o micro biquíni só puxado pro lado.”
Biel: “Tô duro só de pensar. A tia e a vó salvaram a gente de novo.”
Carla: “Amanhã eu quero ver de perto. Sem pressa.”
Dona Célia: “Cuidado só. Ele tá cada dia mais perto de descobrir.”
A noite ainda não tinha acabado.
E a casa de praia, com o pai andando pelos corredores e duas cúmplices protegendo o segredo, prometia mais brincadeiras antes do amanhecer.
No dia seguinte o calor apertava e a família resolveu ir a um parque aquático próximo da casa de praia.
Escorregadores, piscinas, música alta, gente gritando. Ricardo foi junto, ainda de cara fechada. Dona Célia e Carla já tinham combinado tudo pelo grupo antes de sair.
Grupo:
Gabriela: “Vou de vestido curto branco. Sem nada por baixo. Quero sentar no colo dele o dia inteiro.”
Biel: “Tô duro só de ler. O pai vai notar.”
Carla: “Eu distraio o Ricardo. Pode ficar tranquilo.”
Dona Célia: “Eu fico com o menino quando precisar. Danço, puxo ele pra longe, o que for.”
No parque Gabriela cumpriu a promessa. O vestido branco era curto demais, o tecido leve subia com qualquer vento. Por baixo, nada. Só a pele nua e a buceta já úmida de manhã. Biel andava atrás dela, o olhar grudado nas coxas.
Eles encontraram um canto com espreguiçadeiras perto de uma piscina rasa. Ricardo tentou sentar perto, mas Carla puxou o braço dele na hora.
— Vem comigo pro escorrega grande. Quero que você me acompanhe. Agora.
Ele resmungou, mas foi arrastado. Assim que os dois sumiram, Gabriela sentou no colo de Biel de costas, o vestido subindo até a cintura. O bumbum nu pousou direto em cima do pau duro, separado só pela bermuda molhada. Ela se ajeitou, abriu um pouco as pernas e começou a rebolar devagar.
Grupo:
Gabriela: “Tô sentada no pau dele. Tá entrando um pouco. A tia levou o Ricardo?”
Carla: “Levei. Tô segurando ele na fila do escorrega. Vocês têm uns dez minutos.”
Dona Célia: “Eu fico de olho daqui. Se ele voltar eu danço com o Biel pra disfarçar.”
Gabriela desceu mais o quadril. O pau de Biel abriu caminho e entrou pela metade. Ela rebolava em círculos curtos, o rosto calmo, como se só estivesse descansando no colo do filho. A água da piscina próxima escondia o movimento das coxas. Biel segurou a cintura dela por baixo do vestido e meteu para cima.
Do outro lado da área, Dona Célia viu Ricardo voltando mais cedo que o esperado. Carla tinha perdido ele na multidão. A sogra não hesitou. Foi até Biel e Gabriela, puxou o neto pela mão e o levantou do banco.
— Vem dançar com a vó, menino. Essa música tá boa.
Ela arrastou Biel para um espaço aberto onde tocava um som alto, colou o corpo nele e começou a dançar de forma exagerada, rindo alto, chamando atenção de propósito. Gabriela aproveitou para ajeitar o vestido e se sentar normalmente, as pernas ainda trêmulas.
Ricardo chegou segundos depois, ofegante.
— Cadê o Biel?
— Tá dançando com a vó — respondeu Gabriela, o sorriso inocente. — Olha lá.
Ricardo olhou. Viu a mãe dançando colada no filho, rindo, e a esposa sentada sozinha com o vestido curto. A desconfiança não diminuiu, mas a cena era “aceitável” o suficiente para ele não gritar.
Quando Dona Célia devolveu o neto, Gabriela já tinha mandado outra mensagem.
Gabriela: “Ele quase pegou. A vó salvou. Quero mais. Me chama pro banheiro familiar.”
Biel: “Tô indo. Traz o vestido só.”
Carla: “Eu puxo o Ricardo de novo. Vocês têm cinco minutos no máximo.”
Gabriela se levantou, puxou Biel pela mão e os dois foram na direção dos banheiros. O vestido balançava. Dentro da cabine familiar ela sentou de novo no colo dele, dessa vez de frente, encaixou o pau e desceu até o fundo. Biel meteu rápido, fundo, as mãos apertando o bumbum nu. Os dois gozaram em silêncio, a respiração ofegante, enquanto do lado de fora Carla e Dona Célia mantinham Ricardo ocupado com qualquer conversa.
Quando saíram, o vestido estava no lugar, um fio branco escorrendo pela coxa interna de Gabriela que ela limpou com a mão e depois chupou na frente do filho.
O grupo vibrou de novo.
Dona Célia: “Ele tá perguntando onde vocês estavam. Inventem alguma coisa.”
Carla: “Já inventei. Falei que a Gabriela tava passando protetor no menino. Podem voltar.”
Eles voltaram para as espreguiçadeiras. Gabriela sentou de novo no colo de Biel, dessa vez de lado, o vestido cobrindo apenas o necessário. Ricardo olhava de longe, o maxilar travado. As duas mulheres ao redor dele não deixavam espaço para pergunta.
A diversão no parque ainda tinha muitas horas pela frente.
E o pai, cada vez mais perto de descobrir, ainda não fazia ideia de quantas pessoas agora protegiam o segredo.
O parque aquático continuou quente o resto da tarde.
Gabriela não saía do colo de Biel por muito tempo. Sempre que Ricardo se distraía — e Carla e Dona Célia faziam questão de distraí-lo — ela sentava de novo, o vestido branco subindo, o bumbum nu encontrando o pau duro do filho. Rebolava devagar, como se só estivesse se ajeitando, enquanto o grupo de mensagens não parava.
Grupo:
Gabriela: “Ele tá olhando de novo. A tia, puxa ele pro escorrega.”
Carla: “Já tô indo. Vocês têm mais uns minutos.”
Dona Célia: “Quando voltar eu danço com o Biel de novo se precisar.”
Biel: “Tô quase gozando. A buceta dela tá escorrendo na minha bermuda.”
Gabriela desceu o quadril um pouco mais. O pau entrou pela metade. Ela mordeu o lábio e continuou rebolando enquanto conversava alto com a irmã sobre o calor. Biel segurou as coxas dela por baixo do vestido e meteu para cima em movimentos curtos. Os dois gozaram quase juntos, o corpo dela tremendo só o suficiente para passar por cansaço do sol.
Quando Ricardo voltou, puxado por Carla, Gabriela já estava sentada ao lado, o vestido no lugar, um sorriso calmo no rosto. Um fio branco ainda escorria pela coxa interna, escondido pela sombra da espreguiçadeira.
No final da tarde a família voltou para a casa de praia. O churrasco estava marcado.
Ricardo assumiu a churrasqueira, a cara ainda fechada. Dona Célia e Carla se posicionaram perto dele, conversando sem parar. Gabriela mudou de roupa: agora usava um vestido ainda mais curto, vermelho, sem calcinha. O tecido subia fácil. Biel não conseguia tirar os olhos.
Eles se sentaram numa mesa de plástico longe o suficiente da churrasqueira. Gabriela puxou a cadeira de Biel para perto e, assim que o pai se virou para virar a carne, sentou no colo dele de lado. O vestido subiu. O bumbum nu pousou em cima do volume. Ela começou a se mexer devagar, o pau do filho endurecendo entre as nádegas.
Grupo:
Gabriela: “Tô no colo dele de novo. O pai tá na churrasqueira. Segurem ele.”
Carla: “Tô do lado. Se ele olhar eu peço pra ele me ensinar a virar a picanha.”
Dona Célia: “Eu fico de olho. Pode esfregar à vontade.”
Gabriela rebolava com mais vontade. O pau de Biel abriu caminho e entrou um pouco. Ela se inclinava para frente, fingindo pegar um refrigerante, e descia o quadril ao mesmo tempo. O calor da buceta envolvia a cabeça do pau. Biel estava vermelho, as mãos apertando a própria perna para não gemer.
Ricardo olhou de repente.
— Vocês dois de novo colados?
Carla interveio na hora, a voz alta:
— Ricardo, vem cá. Essa carne tá precisando de sal. Me ensina direito.
Ele resmungou, mas foi. Dona Célia completou:
— Deixa os meninos. Tão só sentados. Olha o fogo!
Enquanto o pai era puxado de volta para a churrasqueira, Gabriela desceu até o fundo. O pau entrou inteiro. Ela ficou quieta por alguns segundos, sentindo o volume dentro dela, depois começou a rebolar em círculos curtos. O vestido cobria tudo. Da churrasqueira só se via a mãe sentada no colo do filho, conversando normalmente.
Biel gozou primeiro, os jatos quentes enchendo ela. Gabriela se contraiu e gozou logo depois, o corpo tremendo contra o dele. Quando se levantou, o vestido caiu no lugar. Um fio espesso escorreu pela coxa. Ela limpou com o dedo e, escondida pela mesa, levou à boca na frente do filho.
O churrasco continuou.
Mais tarde, quando a carne já estava na mesa e todo mundo comia, Gabriela voltou a sentar no colo de Biel. Dessa vez de frente, as pernas abertas dos dois lados da cadeira. O vestido escondia o fato de que o pau dele estava de novo dentro dela. Ela comia normalmente, conversava com a tia, ria de piada, enquanto por baixo rebolava mínima.
Grupo:
Gabriela: “Tô sentada com ele dentro de mim na mesa do churrasco. O pai tá do outro lado.”
Biel: “Não aguento mais. Quero te foder no quarto depois.”
Carla: “Eu e a vó vamos segurar ele até tarde. Podem sumir quando quiser.”
Dona Célia: “Só não façam barulho. A casa não é grande.”
Ricardo olhava de vez em quando. Via a mulher no colo do filho, o jeito que os corpos se encaixavam, o sorriso satisfeito dela. A desconfiança queimava, mas toda vez que ele abria a boca para perguntar, Carla ou Dona Célia inventavam alguma coisa.
A noite do churrasco terminou com Gabriela ainda sentada no colo do filho, o pau dele amolecendo dentro dela, a família inteira ao redor e o segredo cada vez mais protegido — e cada vez mais perigoso.
A noite depois do churrasco caiu quente e úmida.
A casa de praia tinha só dois chuveiros. Um na suíte de Ricardo e Gabriela, outro no corredor, usado por todo mundo. Dona Célia e Carla tinham combinado de segurar Ricardo na varanda o máximo possível, conversando sobre a viagem de volta.
Gabriela puxou Biel pelo corredor assim que o pai se distraiu.
Grupo:
Gabriela: “Vou pro chuveiro do corredor. Entra comigo. Tranca.”
Biel: “E se ele vier?”
Carla: “A gente segura. Se ele subir, eu grito avisando.”
Dona Célia: “Podem ir. Só não demorem demais.”
Eles entraram. Gabriela trancou a porta, tirou o vestido vermelho num movimento só e ficou nua. Biel fez o mesmo. A água quente começou a cair. Ela se colou nele imediatamente, o corpo molhado esfregando, a boca no pescoço, a mão descendo até o pau já duro.
— Me fode aqui — sussurrou. — Quero gozar com a água caindo.
Biel virou ela de costas, empurrou contra a parede azulejada e meteu de uma vez. O som da água abafava o barulho da pele batendo. Gabriela rebolava para trás, o bumbum molhado encontrando as estocadas. As mãos dele apertavam os seios, depois desciam para o clitóris. Os dois gemiam baixo, a respiração ofegante misturada com o barulho do chuveiro.
Do lado de fora, passos.
Ricardo tinha subido.
A voz dele soou logo atrás da porta:
— Gabriela? Tá aí dentro?
Os dois congelaram. O pau de Biel ainda fundo dentro dela. A água continuava caindo. Gabriela respondeu com a voz mais calma que conseguiu:
— Tô. Tô saindo já.
— E o Biel? Cadê ele?
Dona Célia gritou de baixo, a tempo:
— Ricardo! Vem cá! A Carla derrubou a cerveja na mesa! Rápido!
Houve um segundo de silêncio. Depois os passos de Ricardo se afastaram, descendo a escada. Gabriela soltou o ar e voltou a rebolar. Biel meteu com mais força, fundo, até gozar dentro dela enquanto a água lavava o excesso que escorria pelas coxas. Ela gozou logo depois, o corpo tremendo contra a parede.
Eles saíram separados. Biel primeiro, de toalha. Gabriela depois, o cabelo molhado, o cheiro de sexo ainda colado na pele.
No dia seguinte a família foi a uma festa na casa de um primo, mais perto da cidade. Música alta, gente dançando, luzes baixas. Ricardo foi junto, ainda desconfiado. Dona Célia e Carla não saíam do lado dele.
Gabriela vestiu um vestido preto justo e curto, sem calcinha. Biel não conseguia disfarçar o olhar. Eles dançaram juntos a noite inteira. Não era só rebolado escondido. Era carinho aberto: a mão dele na cintura dela, o rosto colado no pescoço, os corpos se encaixando como se fossem namorados de verdade. Gabriela olhava para o filho com um sorriso apaixonado, os dedos brincando na nuca dele. Biel retribuía, a mão subindo pelas costas, o olhar fixo nela como se o resto do mundo não existisse.
Ricardo via tudo.
Via o jeito que a mulher ria no ouvido do filho. Via o beijo demorado no canto da boca que os dois trocaram quando acharam que ninguém olhava. Via a mão de Biel apertando a coxa dela por baixo da mesa quando se sentaram.
Grupo:
Gabriela: “Tô apaixonada por você de verdade. Não é só sexo. Quero que todo mundo veja.”
Biel: “Eu também. Quero te beijar na frente dele.”
Carla: “Cuidado. Ele tá te olhando fixo.”
Dona Célia: “Eu e a Carla vamos puxar ele pro bar. Podem se beijar. Rápido.”
Assim que as duas arrastaram Ricardo para longe, Gabriela puxou Biel para um canto mais escuro da festa. O beijo foi fundo, demorado, língua, mão no cabelo, corpo colado. O vestido subiu um pouco. A mão de Biel desceu e apertou o bumbum nu por baixo do tecido. Eles se beijavam como um casal que não conseguia se segurar, sem se importar se alguém via.
Quando Ricardo voltou, puxado de volta pelas duas mulheres, os dois já estavam só dançando de novo. Mas o olhar apaixonado não tinha sumido. Gabriela mantinha a mão na mão do filho. Biel beijava a testa dela de vez em quando. O pai via e não conseguia engolir a raiva e a dúvida.
A festa continuou com os dois colados, trocando carinhos abertos, enquanto Dona Célia e Carla trabalhavam sem parar para impedir que Ricardo explodisse ali mesmo.
E o segredo, agora misturado com algo que parecia amor de verdade, ficava cada vez mais difícil de esconder.
A festa ainda rolava quando o celular de Gabriela tocou.
Era Ricardo. Ele tinha saído um instante para buscar mais gelo no carro e ligou desconfiado, a voz tensa:
— Cadê você? Tô voltando pra dentro. Fica onde eu possa te ver.
Gabriela estava sentada no colo de Biel num sofá no canto mais escuro da área externa. O vestido preto já tinha subido até a metade das coxas. O pau do filho estava duro por baixo dela, preso entre as nádegas nuas. Ela atendeu com a voz doce, ao mesmo tempo em que rebolava devagar.
— Tô aqui, amor. No sofá perto da piscina. Tô só descansando.
Biel aproveitou. Enquanto a mãe falava com o pai, ele beijou o pescoço dela, a boca quente e molhada. As mãos subiram por baixo do vestido, apertaram os seios, brincaram com os mamilos. Gabriela segurava o telefone com uma mão e com a outra puxava a cabeça do filho para mais perto, pedindo mais beijo.
Grupo:
Gabriela: “Tô no colo dele falando com o Ricardo. Ele tá me chupando o pescoço. A vó, onde ele tá?”
Dona Célia: “Acabei de ver ele entrando. Vou interceptar. Continuem.”
Biel: “Quero te beijar na boca enquanto você fala com ele.”
Gabriela obedeceu. Virou o rosto e beijou o filho fundo, a língua entrando, enquanto ainda falava no telefone entre um beijo e outro:
— Hmm… tô ouvindo… o gelo… sim, traz pra mim também…
A voz saía embargada. Biel desceu a boca para o colo dela, puxou o decote do vestido e chupou um mamilo ali mesmo. A mão direita desceu entre as pernas da mãe, abriu os lábios molhados e enfiou dois dedos. Gabriela se contraiu, o corpo tremendo no colo dele, e teve que morder o lábio para não gemer na ligação.
Do outro lado da festa, Dona Célia encontrou Ricardo.
— Filho, vem cá. Preciso que você me ajude a escolher a bebida certa pro pessoal. A Carla tá atrapalhando tudo.
Ela segurou o braço dele com força e o arrastou na direção contrária ao sofá. Ricardo tentou olhar por cima do ombro, mas a mãe não deixou.
No sofá, Gabriela continuava na ligação:
— Tô com saudade de você também… quero você perto…
Enquanto dizia isso, rebolava com mais vontade. O pau de Biel abriu caminho e entrou pela cabeça. Ela desceu devagar até a metade, ainda falando com o marido, a respiração cada vez mais ofegante. Biel beijava a boca dela entre uma frase e outra, a mão apertando o bumbum, empurrando para baixo.
Grupo:
Dona Célia: “Segurei ele no bar. Vocês têm mais uns três minutos. Gozem logo.”
Carla: “Tô do lado dela. Se ele escapar eu grito.”
Gabriela acelerou. O pau entrou até o fundo. Ela se beijava com o filho descaradamente, a língua, os gemidos abafados contra a boca dele, enquanto ainda mantinha o telefone no ouvido:
— Sim… eu tô aqui… esperando você…
O orgasmo veio forte. O corpo dela tremeu no colo de Biel. A buceta apertou e ela gozou em silêncio, a boca aberta contra a do filho. Biel segurou as coxas e gozou logo depois, enchendo a mãe enquanto ela ainda falava com o pai.
Quando Ricardo finalmente se soltou de Dona Célia e chegou perto, Gabriela já tinha ajeitado o vestido. Estava sentada ao lado de Biel, o telefone ainda na mão, a voz calma:
— Olha, ele chegou. Te vejo daqui a pouco, amor.
Desligou. Sorriu para o marido como se nada tivesse acontecido. Um fio branco escorria pela coxa interna, escondido pela sombra. Biel estava vermelho, a respiração ainda acelerada.
Ricardo olhou os dois. Olhou o batom borrado na boca da mulher. Olhou o jeito que o filho evitava o olhar dele. A desconfiança era quase física.
Mas Dona Célia já estava ali de novo, puxando o filho pelo braço:
— Vem, Ricardo. A carne tá acabando e ninguém sabe assar direito sem você.
Ela o arrastou mais uma vez.
Gabriela aproveitou para beijar Biel de novo, rápido, escondido, a mão apertando o volume ainda sensível por cima da calça.
O segredo continuava vivo.
E cada vez mais ousado.
A festa ainda estava no auge quando alguém anunciou que ia ter distribuição de drinks especiais numa fila do outro lado da área externa.
Gabriela puxou Biel pela mão.
— Vamos. Fica atrás de mim.
Os dois entraram na fila comprida. Ricardo viu e tentou acompanhar, mas Dona Célia já estava no encalço.
— Ricardo, vem cá. Preciso que você prove esse drink que a Carla fez. Tá forte demais.
Ela segurou o braço do filho e o arrastou para o bar, longe o suficiente.
Na fila, Gabriela se posicionou bem na frente de Biel. O vestido preto curto subia fácil. Ela deu um passo para trás e colou o bumbum nele. O tecido fino era a única barreira. Biel sentiu o calor da pele, a forma redonda, o sulco. Gabriela começou a rebolar devagar, esfregando as nádegas no volume que já endurecia.
Grupo:
Gabriela: “Tô esfregando a bunda nele na fila. O pau tá duro pra caralho. A vó, segura o Ricardo.”
Dona Célia: “Já segurei. Tô fazendo ele provar três drinks seguidos. Continuem.”
Biel: “Empina mais. Quero sentir a buceta.”
Gabriela obedeceu. Empinou o quadril, abriu um pouco as pernas e rebolou com mais pressão. O pau de Biel ficou preso entre as nádegas. A cada movimento o tecido do vestido subia um pouco mais. Em segundos o bumbum nu já estava esfregando direto na calça do filho. A umidade dela marcava o tecido.
Biel colocou as mãos na cintura dela, disfarçando, e puxou contra si. Gabriela rebolava em círculos curtos, o cu e a buceta passando em cima da ereção. O cheiro dela subia. Os dois respiravam mais fundo, tentando parecer só pessoas normais esperando drink.
A fila andava devagar. Cada passo para frente era mais uma esfregada. Gabriela olhava por cima do ombro de vez em quando, o olhar safado, e voltava a empinar. Biel estava tão duro que doía. A cabeça do pau já sentia a umidade atravessando a calça.
Do outro lado, Dona Célia mantinha Ricardo ocupado.
— Experimenta esse aqui. E esse outro. Fala qual é melhor. Não, não olha pra lá, presta atenção no que eu tô falando…
Ricardo tentava olhar na direção da fila, mas a mãe não dava trégua.
Na fila, Gabriela foi além. Puxou a mão de Biel por baixo do vestido e colocou entre as próprias pernas. Os dedos dele encontraram a buceta escorrendo. Ela rebolava enquanto ele a masturbava ali mesmo, escondidos pelo volume de gente. O polegar no clitóris, dois dedos entrando. Gabriela mordia o lábio e continuava esfregando o bumbum no pau do filho.
Grupo:
Gabriela: “Os dedos dele tão dentro de mim. Tô quase gozando na fila.”
Dona Célia: “Ainda tô segurando. Gozem logo. Ele tá ficando inquieto.”
Carla: “Se precisar eu vou aí e fico na frente de vocês.”
Gabriela acelerou o rebolado. Biel meteu os dedos mais fundo e, ao mesmo tempo, empurrou o quadril para frente. O pau batia entre as nádegas. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, a buceta apertando os dedos dele. Biel gozou logo depois, a porra manchando a própria calça por dentro enquanto ainda esfregava o bumbum da mãe.
Quando finalmente chegaram na frente da fila e pegaram os drinks, Gabriela ajeitou o vestido com calma. Biel estava vermelho, a frente da calça úmida. Os dois voltaram andando normal.
Ricardo apareceu segundos depois, solto por Dona Célia, o olhar desconfiado.
— Vocês tavam naquela fila juntos?
Gabriela sorriu, o copo na mão.
— A fila tava grande. Ficamos conversando. Quer um gole?
Ele olhou os dois. Olhou a respiração ainda ofegante do filho. Olhou o jeito que a mulher se mexia no vestido. A desconfiança pesava, mas a sogra já estava ali de novo, puxando-o para outra distração.
Gabriela aproveitou para encostar de leve o bumbum em Biel mais uma vez, escondido, e sussurrar:
— Depois eu quero esse pau de novo. Limpo. Na boca.
O segredo seguia vivo.
E cada vez mais ousado na frente de todo mundo.