Eu estava em uma fase assumidamente puta. Minha mente só pensava em sexo, e qualquer aventura que envolvesse adrenalina, perigo e prazer era válida para mim. Mas nenhuma dessas aventuras chegava perto do que eu tinha com a minha tia Laura. Nós já tínhamos transado duas vezes, e aquilo tinha evoluído para uma relação de amantes, quase namoradas. Eu era completamente louca por ela, e, mais do que isso, era totalmente submissa ao poder que aquela mulher exercia sobre mim.
Naquela tarde, cheguei na casa dela tentando manter as aparências. Laura me recebeu na porta e, logo de cara, o impacto visual me deixou sem ar. Ela estava usando um vestido curtíssimo e com um decote generoso que destacava seus seios fartos e o corpo escultural. Por baixo, dava para ver a alça de uma lingerie de renda preta. Ela estava divina.
— Entra, Keita — ela disse, com aquela voz rouca que me dava arrepios.
Fomos para a cozinha e ela serviu duas xícaras de café. Sentamos na mesa, mas o café era só um pretexto. Laura não disfarçava. Ela começou a me comer com os olhos, fixando o olhar nas minhas pernas e depois subindo devagar até os meus lábios. Eu usava uma mini saia justa branca, calcinha preta e uma blusa de branca onde marcava meus seios, e sob o olhar predatório dela, me senti instantaneamente nua.
— Você está muito provocante hoje, sabia? — Laura comentou, deixando a xícara de lado e criando um silêncio carregado ao cruzar as pernas. O movimento fez o vestido subir ainda mais, revelando suas coxas grossas. — Esse seu jeito de menina safada me deixa louca.
— Eu vim direto para cá pensando em você, tia… — confessei, baixando a cabeça e adotando a postura submissa que ela tanto adorava.
Deixamos as xícaras de café na mesa. O magnetismo entre nós ficou insustentável e, num movimento fluido, nos levantamos ao mesmo tempo. Um beijo quente, molhado e gostoso nos uniu no meio da cozinha. A língua da minha tia Laura invadiu a minha boca com fome, com a propriedade de quem sabia que era dona do meu corpo. Minhas mãos apertaram a cintura dela, sentindo o calor da sua pele sob o seu vestido.
Quando nos afastamos, ambas estávamos com a respiração lenta e acelerada. Laura limpou o canto da boca com o polegar, olhando nos meus olhos com pura malícia.
— Está um dia lindo lá fora. Vamos até a piscina — sugeriu ela, a voz mais grave pelo desejo. — Mas antes, vamos trocar de roupa.
— Tia, eu só trouxe algumas lingeries e uns shorts… — respondi, sentindo o meu corpo já implorando pelo toque dela.
Antes que eu pudesse terminar a frase, tia Laura me puxou com força pelo pulso, colando o meu peito ao dela. O puxão firme me fez soltar um suspiro sôfrego.
— Vem aqui comigo no quarto. Eu tenho algo perfeito para você — ela ordenou, com a tom soberano que me fez obedecer na hora.
No quarto dela, a atmosfera mudou por completo. Laura abriu a gaveta e tirou uma peça minúscula, jogando-a na cama. Era um fio dental branco quase transparente, tão pequeno que mal cobria a minha xota. Enquanto eu vestia a peça sob o olhar atento dela, Laura se despia sem pressa. Ela colocou um fio dental preto igualmente minúsculo.
Decidimos deixar a parte de cima de lado. Ficamos com os seios completamente nus. A visão da minha tia era uma obra de arte erótica: os seios fartos com os bicos já rígidos pelo tesão, a barriga reta e aquela bunda deliciosa e empinada, que ficou ainda mais monumental quando ela calçou um par de saltos altos pretos. O salto fazia os músculos das coxas dela saltarem e, a cada passo, ela rebolava de um jeito que me deixava hipnotizada.
Estávamos a ponto de nos amar ali mesmo, no tapete do quarto. O tesão acumulado nos nossos corpos era quase palpável.
— Caminha na minha frente, Keita. Quero ver como esse branco contrasta com a sua pele — Laura mandou, dando um tapa estalado na minha bunda que deixou a marca dos seus dedos na minha pele.
O impacto ardeu gostoso, fazendo meu clitóris pulsar de prazer. Começamos a caminhar em direção à área externa. A cada dois passos, o salto dela estalava no piso e, logo em seguida, a mão dela descia com força e ritmo na minha bunda. Ela me batia na bunda sem piedade durante todo o caminho, e eu apenas rebolava e gemia baixinho, sentindo meu tesão explodir a níveis perigosos. Eu era o brinquedo dela, e aquela caminhada era a minha deliciosa punição.
Paramos finalmente na borda da piscina. O sol batia na pele nua, mas o verdadeiro calor vinha de dentro. Laura se aproximou por trás, colando o corpo escultural dela nas minhas costas. Suas mãos subiram e começaram a passar pelo meu tronco, acariciando os meus seios com firmeza, apertando os mamilos que já estavam totalmente acesos. Eu joguei a cabeça para trás, me escorando no ombro dela, entregue.
Devagar, a mão direita dela desceu pela minha barriga, escorregando por baixo do tecido minúsculo do biquíni branco. Os dedos compridos da minha tia começaram a massagear a minha buceta, que já estava completamente encharcada. Ela conhecia cada ponto ali. O toque firme me fez dar um leve estremeção nas pernas, soltando um gemido alto que ecoou pelo quintal.
— Olha como você está molhada para mim, Keita — ela sussurrou no meu ouvido, dando uma leve risada safada.
Ambas estávamos com um tesão de subir pelas paredes, incapazes de esperar mais um segundo. Laura segurou minha mão e, num impulso de pura adrenalina, caímos juntas na água.
O impacto gelado durou apenas um instante, logo substituído pelo calor dos nossos corpos colados na água morna. Começamos a nos acariciar com mais força, os corpos deslizando um no outro. Minha tia se impôs, me encurralando contra a parede da piscina, sempre no comando da situação. Ela segurou meu rosto molhado com as duas mãos e olhou no fundo dos meus olhos.
— Você é muito gostosa, Keita — ela disse, a voz embargada pelo desejo intenso. — Minha sobrinha… Nós já fizemos isso antes, mas hoje você vai ver a nossa relação de forma mais amorosa. Nós vamos nos amar como nunca.
Sentir a autoridade dela misturada com aquele carinho possessivo me desmontou por completo. Sair da piscina foi um ato de pura provocação. Resolvi ir na frente de Laura. Subi os primeiros degraus da escada de inox, apoiei minhas mãos no corrimão e empinei minha bunda molhada diretamente na direção dela, deixando o fio dental branco perfeitamente esticado e transparente pela água.
Minha tia não hesitou. Ela se aproximou por trás enquanto ainda estava na água, na altura perfeita para o meu quadril. Laura segurou minhas coxas com firmeza, cravando as unhas de leve, colocou o fio dental de lado e começou a me chupar ali mesmo, na escada. A língua dela era rápida, quente e habilidosa, invadindo minha intimidade com uma vontade louca de me ter.
Eu me agarrava ao corrimão, jogando a cabeça para trás, enquanto a boca da minha tia trabalhava sem piedade na minha buceta encharcada. No meio dos meus gemidos ecoando, Laura parou por um breve segundo, erguendo os olhos molhados em minha direção, mantendo os dedos firmes cravados na minha cintura.
— De quem é essa buceta engolindo a minha língua, Keita? Diz para mim sua vadia— ela ordenou, com a voz rouca, exigindo a minha submissão total.
— É sua,… toda sua! — gemi alto, apertando o corrimão de metal com força.
Laura deu um puxão firme nas minhas duas coxas, me trazendo ainda mais para perto do seu rosto molhado, e sorriu com pura malícia e autoridade antes de ditar a sua ordem:
— Isso mesmo, você é a minha putinha favorita. Segura firme aí e não se mexe, sua vadiazinha safada. Você só vai gozar quando eu deixar.
Laura me puxou pelos cabelos com uma firmeza que me fez curvar o corpo, guiando-me com palmadas fortes e estaladas nas nádegas a cada passo. Quando chegamos ao sofá, ela me jogou no estofado sem qualquer delicadeza. Fiquei exatamente como ela queria: de pernas abertas, totalmente exposta, nua e sem defesas.
Ela subiu no sofá e se inclinou sobre mim, anulando qualquer chance de reação. Suas mãos prendiam meus pulsos enquanto sua boca alternava entre chupadas vorazes na minha buceta e mordidas provocantes nos meus seios. Cada investida profunda sugava as últimas forças que me restavam.
— Trabalha para mim vagabunda, Keita. Quero sentir a sua submissão na ponta da sua língua — ordenou ela.
Eu não hesitei. Segurei as coxas fartas dela e afundei meu rosto na sua xota linda e gostosa. O gosto da minha tia misturado ao perfume e ao calor da pele dela me deixou entorpecida. Comecei a lambê-la com movimentos longos, firmes e contínuos, subindo da base até o clitóris rígido, enquanto Laura enterrava os dedos nos meus cabelos molhados, dita o ritmo, puxando minhas mechas para me colar ainda mais contra ela. Os gemidos dela começaram a perder a pose imponente, tornando-se agudos, sôfregos, ritmados pelo balanço do seu quadril que buscava desesperadamente o meu estímulo.
Quando eu arquei as costas, prestes a explodir, Laura me puxou bruscamente pelos cabelos, interrompendo o meu prazer e o dela no ápice técnico da tensão. Ela respirava de forma audível, os seios subindo e descendo, os olhos injetados de luxúria.
— Ainda não — ela sussurrou, a voz cortada pela linha tênue entre o controle e o delírio. — Eu disse que nós iríamos nos amar como nunca, Keita. Olhe para mim.
Laura deitou-se de costas no sofá, puxando-me pelo quadril para que eu ficasse por cima. Ela abriu as pernas, oferecendo-se de forma madura e voraz, mas seus olhos continuavam mandando em cada milímetro do meu ser. Eu me posicionei entre suas coxas, deslizando meu corpo úmido contra o dela. O contraste da minha submissão com a urgência do momento criou uma fricção perfeita. Nossos clitóris se alinharam e, quando comecei a me esfregar nela, o encaixe foi cirúrgico.
— Mais rápido sua puta, Keita... se esfrega na sua dona — ela arfou, cravando as unhas nas minhas costas, quebrando qualquer barreira de distância entre nós.
O ritmo tornou-se frenético, movido a suor, adrenalina e o som úmido dos nossos corpos colidindo no sofá de couro. Eu acelerava o movimento, sentindo a eletricidade pré-orgástica tomar conta das minhas pernas, do meu ventre, da minha mente. O controle que ela mantinha sobre mim se transformou em uma fusão absoluta; eu não sabia onde terminava o meu prazer e onde começava o dela.
— Tia... eu vou... eu não consigo segurar! — clamei, as lágrimas do ápice já embaçando minha visão.
Laura me puxou pelo pescoço com força, colando nossas bocas em um beijo selvagem, sufocando meus gemidos enquanto ditava a liberação final:
— Goza comigo, minha putinha. Agora!
A ordem foi o gatilho. Meu corpo espasmou em um orgasmo violento, uma onda de choque que contraiu cada músculo da minha vagina e do meu abdômen. No mesmo segundo, Laura soltou um grito rouco contra os meus lábios, contraindo as coxas ao redor da minha cintura enquanto o seu próprio ápice a dominava, inundando-nos em uma sinergia erótica completa.
Ficamos ali por longos minutos, os corpos trêmulos e colados pelo suor, ouvindo apenas o som das nossas respirações desacelerando no silêncio da sala. Laura acariciou meu rosto com uma delicadeza pós-coital que contrastava com a sua agressividade de minutos atrás, sorrindo com a satisfação de quem sabia que havia me levado ao limite absoluto do prazer e do amor.
Logo depois, segurou meu queixo com ainda mais firmeza, ela me obrigou a olhar diretamente no fundo dos seus olhos, impedindo que eu desviasse a atenção por um segundo sequer.
— Sua Vadia, quero que você sinta cada centímetro desse controle. Você vai segurar o seu prazer até eu mandar, ouviu bem? — ordenou, com uma firmeza que me fez arrepiar da cabeça aos pés.
Laura se afastou devagar, levantando-se do estofado. Ela me olhou de cima, com a postura soberana de quem nasceu para mandar. Laura foi até um armário e pegou o que faltava para completar o nosso momento de safadeza: uma cinta com um pênis de silicone realista, de tamanho imponente e textura firme. Ela o prendeu ao redor dos quadris com a calma cirúrgica de quem sabe exatamente o impacto que aquilo causaria em mim. O contraste daquela peça com o seu corpo escultural e os saltos altos pretos elevou o meu tesão a um nível insuportável.
Ela voltou para o sofá, posicionando-se de pé sobre mim, fazendo o membro de silicone roçar levemente nos meus lábios e, em seguida, descer pelo meu ventre até a minha intimidade encharcada.
— Olhe para isso, Keita — ela ordenou, a voz grave e sem espaço para hesitações. — Olhe bem para o que vai te dominar agora. Você achou que eu ia te deixar gozar tão fácil?
— Não, tia... — respondi em um fio de voz, os olhos fixos na imponência dela.
— Ótimo. Porque agora você vai implorar pelo que é seu.
Laura segurou minhas duas coxas com força, abrindo-as ainda mais e elevando meus quadris para alinhar perfeitamente os nossos corpos. Sem qualquer aviso, ela desceu com o peso do seu corpo, introduzindo o membro de uma vez só. O preenchimento foi tão intenso e cirúrgico que um gemido agudo escapou da minha garganta, ecoando pela sala.
— Sentiu isso? — ela sussurrou, inclinando-se para morder o lóbulo da minha orelha enquanto iniciava um ritmo lento, profundo e impiedoso. — Cada centímetro dele pertence a mim, e cada parede da sua buceta está me obedecendo agora.
Eu não conseguia responder. Minhas mãos apertavam os lençóis do sofá enquanto o movimento dela ditava as regras do meu prazer. A cada estocada profunda, o pau tocava o fundo do meu rabo, gerando uma onda de choque que fazia meu clitóris pulsar desesperadamente. As marcas das palmadas anteriores na minha bunda ardiam a cada impacto do quadril dela contra o meu, criando um misto perfeito de dor e luxúria.
Laura acelerou o ritmo. Os saltos altos estalavam contra a lateral do sofá, e o som úmido do atrito entre nossos corpos preenchia o silêncio da sala. Ela controlava o meu fôlego, alternando investidas rápidas com pausas torturantes, levando-me repetidamente à beira do abismo orgástico apenas para me puxar de volta.
— Tia, por favor... eu preciso... eu vou gozar! — supliquei, jogando a cabeça para trás, completamente entregue àquela tortura deliciosa.
Ela parou imediatamente, mantendo o membro profundamente inserido, congelando o meu corpo no ápice da frustração. Segurando meu queixo com os dedos firmes, ela me forçou a sustentá-la com o olhar.
— O que eu te disse sobre as regras, Keita? De quem é o seu prazer? — ela cobrou, os olhos injetados de desejo e autoridade.
— É seu, tia... Tudo seu... Por favor, me deixa... — as lágrimas de puro tesão acumulado começavam a surgir nos cantos dos meus olhos.
Laura sorriu, satisfeita com a minha total rendição. Ela se inclinou, selando nossas bocas em um beijo selvagem, sedento e possessivo, enquanto reiniciava o movimento com uma velocidade e força avassaladoras.
— Então goza, minha putinha! Goza agora para a sua dona! — ela comandou contra os meus lábios.
A permissão foi o estopim. Meu corpo inteiro entrou em espasmo. As paredes da minha vagina se contraíram violentamente ao redor do silicone em um orgasmo devastador que parecia não ter fim. Eu gemia alto, sem forças, enquanto Laura continuava a estocar com força através do meu ápice, sugando até a última gota da minha energia, até que ela mesma soltou um grito rouco, arqueando as costas e desabando com o peito arfante sobre o meu.
Ficamos coladas pelo suor e pela respiração pesada. Foi nesse momento, deitada sob o corpo dela com a buceta ainda pulsando e o rabo ardendo pelas palmadas e estocadas, que a ficha finalmente caiu. Olhei para a minha tia Laura, com o pênis artificial ainda preso à sua cintura e os saltos altos intocados, e soube que nunca mais seria a mesma.
Eu não era apenas uma menina safada em uma fase libertina. Eu era a propriedade dela. Minha mente puta de vadia pertencia àquela mulher, e o meu corpo implorava para ser usado, castigado e preenchido por ela sempre que ela bem entendesse. Eu nasci para ser a submissa de Laura, e não havia no mundo prazer maior do que me entregar totalmente ao seu controle de dona.
Eu e minha tia fomos amantes durantes alguns anos.
Conto maravilhoso, nesse período que se desenvolve uma grande mulher
Que tesão gostosa é puts D+
Tesao