No ambiente hospitalar, quem conhece, sabe que existem muitas histórias de fatos que acontecem entre funcionários. Já trabalhei anos atrás e pude comprovar que realmente acontecem momentos onde as pessoas, digamos assim, trocam carícias. Retornei a um ambiente deste, agora em outra localidade, mais ou menos dois quase três anos. Ali a gente cobiça e também é cobiçado. Pela minha função, tenho muito contato com diversos profissionais. No setor de apoio é onde se encontram muitas mulheres. É aqui que começo comentar a respeito de Maria, sempre com um semblante sério. Dias atrás, estava limpando o corredor quando passei. Deu uma abaixada que deu para ver a minúscula calcinha que usava. Fiquei observando, nada disse. Continuei parado e virou-se ainda abaixada e deu para ver seus seios enormes embora de soutiens através da abertura que a camisa permitia. Durante alguns dias aquelas duas imagens ficaram em minha mente. Comecei a pensar em uma maneira de entrar no assunto com ela, até que em um final de semana, estava tudo tão tranquilo que puxei assunto e ficamos um bom tempo trocando palavras. Sei que é casada, pois por algumas vezes vi descer do carro, e sim era seu marido. Perguntei em outra oportunidade o que ela estaria fazendo no dia seguinte de almoço e disse que nada. Quis saber como o marido ficaria sem ela fazer o almoço, foi aí a deixa. Começou a dizer uma série de coisas, que quem não cumpria com a obrigação não tem o direito de ter alguém que satisfaça também com as obrigações de casa. Continuou dizendo, imagino que escapou, “se não come, não vai ter o que comer”. Perguntei se era o que eu tinha entendido e confirmou. Desabafou, que a anos não tem um relacionamento íntimo e está com 52 anos e se soubesse de alguém que tivesse olhos para ela, não pensaria duas vezes em se entregar. Fez a pergunta se eu achava ela feia, disse que não e que tenho certeza de que deve ser muito bonita sem o uniforme de trabalho. Concluímos a conversa por algum motivo, mas suas palavras não saiam da minha cabeça. No dia seguinte encontrei e voltei no assunto, perguntando se era sério o que tinha dito e confirmou. De pronto me disponibilizei para dar assistência, não disse sim ou não, ficou calada e saiu., daí para frente a nossa relação teve uma mudança. Maria começou a chegar de batom, perfumada, sorrindo e sempre que podia me tocava nos braços, pegava em minhas mãos. No período da tarde pedi que viesse na sala onde fico e quando entrou tranquei e a puxei e abracei, fazendo ela sentir o volume de meu pau, parecia que ela queria fazê-lo entrar mesmo de roupas.... Nos beijamos, abraçamos, nos tocamos, pude sentir o volume de seus seios em minhas mãos, pude sentir sua mão em meu membro e assim ficamos por uns 10 minutos e nos separamos para recompor e naquele dia foi apenas isso. No final do expediente passou e me deu seu número de telefone. Quando cheguei em casa, fui tomar banho e acabei me masturbando, aproveitei para fazer uma foto e enviei a ela. Antes de dormir, vi que chegou uma mensagem, dizendo que estava encantada com o que viu e completou a frase.... “se soubesse que era tudo isso, hoje mesmo teria visto ele desta forma”. Fui dormir armado e só pensando no dia seguinte., e ele chegou, nos cumprimentamos, recebi logo depois do café uma mensagem que quando eu a quisesse poderia ir até a sala. Antes do almoço enviei uma mensagem para ir até lá, entrando apenas disse: “Deixa-me ver”. Disse que se fosse ver teria de chupar, aproximou-se abriu meu zíper e colocou ela para fora, acariciando, sentindo todo o calor, o peso e a negritude de meu pau em sua mão branca. Passou no rosto como se fosse algo que queria tanto e tocou a ponta da língua e então sentiu a cabeça crescer e disse que talvez não fosse caber na boca dela, passou a língua na cabeça todinha, adoro isso, pouco a pouco foi colocando dentro de sua boca, seus lábios estavam praticamente no máximo de sua abertura. Fiz movimentos como se estivesse metendo em sua boca, lógico lentamente para não a machucar. Já estava imaginando gozar em sua boca, mas ao perceber que já estava para gozar, pediu para não na boca, mas que fosse em suas mãos e continuou a bater uma punheta até eu gozar. Nos limpamos e logo sai para almoçar e lá no refeitório recebi sua mensagem, com a escrita de que quer que eu goze em sua boca e que a noite me fará uma surpresa. Pude imaginar e foi assim a noite, recebi uma imagem de seus seios, ainda esperei algo mais, foi só. Com frequência nos encontramos, nem que seja para nos beijar e dar umas roçadas, estamos programando uma maneira de sairmos sem que cause problemas em nossos relacionamento, mas volto a comentar.
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