Cdzinha do padrasto pela primeira vez (Parte 1)

Bom dia, meus amores! Meu nome é Karen. Hoje tenho 33 aninhos e quero compartilhar com vocês a história da primeira vez em que me senti realmente à vontade para assumir esse meu lado mais ousado, usando minhas roupinhas...

Desde muito nova, sempre tive curiosidade e vontade de experimentar roupas diferentes. Às escondidas, costumava pegar algumas peças da minha mãe e usá-las quando ela não estava em casa. Algumas vezes, quase fui pega no flagra, rs. Mas faz parte... Naquela época, eu morria de vergonha de alguém descobrir esse meu segredo.

Minha mãe já era separada do meu pai fazia bastante tempo. Quando completei 18 anos, ela resolveu morar com um homem de aproximadamente 40 anos. Nossa convivência era superboa e, no começo, tudo parecia bastante tranquilo.

Mesmo assim, aquele desejo de me vestir continuava comigo.

Morávamos em uma casa simples, em um sítio, com apenas três cômodos. Eu dormia em uma cama de solteiro improvisada na sala, enquanto minha mãe e ele ficavam no quarto. O quarto nem tinha porta, era separado da sala apenas por uma cortina.

Aquela casa simples, a rotina no sítio e o fato de praticamente não existir privacidade acabavam tornando tudo ainda mais complicado para mim. Eu tinha meu segredo, minhas roupas escondidas e uma vontade cada vez maior de descobrir até onde aquilo poderia me levar...

Meu padrasto bebia bastante. Às vezes, ia até o bairro e voltava tarde, já bastante alterado. Quando eu via ele sair, praticamente já sabia como ele voltaria.

Foi nessa época que comecei a alimentar algumas fantasias e a imaginar se aquela situação poderia ser uma oportunidade para me mostrar um pouco mais.

Comecei discretamente. Como ele precisava passar pela sala para chegar ao quarto, passei a esperar a chegada dele já vestida, mas sempre escondida por baixo da coberta. No começo, deixava apenas uma parte da coxa à mostra.

Depois, fui criando mais coragem e passei a deixar um pouco mais à vista. Eu imaginava que talvez ele nem percebesse, pois o ambiente ficava meio escuro, iluminado apenas pela luz da cozinha, enquanto minha mãe dormia no quarto, no escuro.

Parecia que, quanto mais alterado ele chegava, mais coragem eu encontrava para me mostrar. E aquela sensação de estar fazendo algo escondido fazia tudo parecer ainda mais intenso para mim.

Certa noite, estávamos apenas nós dois em casa, pois minha mãe havia ido para São Paulo.

Era uma sexta-feira e, naquele dia, tomei um pouquinho mais de coragem. Ele saiu por volta das 20h e eu já sabia que provavelmente voltaria entre 2h e 3h da manhã, bastante bêbado.

Então me montei todinha: calcinha fio dental vermelha, sutiã vermelho com bojo, uma camisola preta rendada e quase transparente e um batom rosa-claro.

Quando ele chegou, percebi imediatamente que estava bastante alterado, como de costume. Eu continuava com a luz da sala apagada, mas, dessa vez, tive coragem de fazer algo diferente.

Na hora em que ele ia passando pela sala em direção ao quarto, chamei:

— Ademir, será que pode ligar a TV para mim, por favor?

Ele respondeu, meio gaguejando:

— Claro...

Começou então a procurar o controle, claramente atrapalhado por causa da bebida. Depois de algum tempo, finalmente encontrou. Ligou a televisão e estava passando um daqueles programas de auditório com dançarinas, o João Inácio Show.

— Pode deixar aí — falei.

Então completei:

— Senta aqui para ver um pouco.

Afastei a perna para o canto, abrindo espaço para ele se sentar, sempre mantendo tudo escondido por baixo da coberta. Meu rosto ficava parcialmente iluminado pela televisão, e o batom rosa-claro aparecia discretamente naquele ambiente escuro.

Agora, porém, a sala estava um pouco mais clara, porque a luz da TV se juntava à iluminação que vinha da cozinha.

Foi naquele momento que percebi que aquela noite seria diferente das outras...

Meu padrasto se sentou no espaço da cama que eu havia aberto para ele. Meu coração disparou ao senti-lo tão próximo. Eu estava vestida, sabendo que o risco de ser descoberta agora era real. Era uma mistura de medo, adrenalina e excitação.

Aos poucos, fui me soltando. De leve, coloquei apenas uma parte do bumbum para fora. Ele, entretido com as dançarinas da TV, não percebeu. Ao notar a distração dele, resolvi ousar um pouco mais e descobri tudo da cintura para baixo.

Ele continuava focado na televisão, também aéreo por causa da bebida. Foi então que, por um instante, senti uma coragem inesperada.

Pensei: "Não tenho nada a perder. Ele está bem bêbado; se não gostar, talvez nem se lembre amanhã."

Deixei de me esconder por completo. Agora estava totalmente à mostra, com minha pequena roupa e aquela sensação de estar ultrapassando um limite que eu mesma havia imposto.

Para chamar a atenção dele, deixei minha perna voltar lentamente até encostar em suas costas. Então, fingindo naturalidade, puxei conversa:

— Legal esse programa, né?

Ele olhou para mim, ainda meio tonto por causa da bebida.

— Eu gosto dessas dançarinas...

Perguntei:

— Ainda tem cerveja?

Ele franziu levemente a testa.

— Tem certeza? Você não é de beber...

Acho que ele ainda não tinha percebido como eu estava por causa do escuro.

— Tenho, sim. Pega para mim, por favor.

Tomei coragem e deixei a voz sair um pouco arrastada no final, quase como um gemido.

Ele foi buscar a cerveja e voltou pouco depois. Quando veio me entregar, sentei na cama, justamente naquele instante em que um clarão da televisão iluminou o quarto.

Foi então que notei a expressão dele.

Por um segundo, ficamos em silêncio.

Agora eu tinha certeza: ele havia percebido.

O frio na barriga aumentou ainda mais. A adrenalina disparou, e meu coração parecia querer sair pela boca.

— O que foi, Ademir? Alguma coisa errada? — falei, pegando a latinha da mão dele e olhando bem no fundo dos olhos.

Abri, dei um gole, lambi os lábios e estendi a lata para ele.

Ademir pegou sem pensar duas vezes. Praticamente virou o resto da bebida.

Fiquei olhando para ele. Apesar de estar meio desconcertado, ele continuava ali. Não se afastava. Parecia estar esperando eu falar alguma coisa.

Respirei fundo.

— Minha mãe está em SP, né?

Ele ficou meio sem jeito.

— Sim... está.

A essa altura, minha voz já tinha mudado. Eu estava cada vez mais envolvida com aquele momento, e a vontade só aumentava.

Cheguei um pouco mais perto.

— Posso te confessar uma coisa, Ademir?

Ele me olhou, esperando.

— Eu sempre ouço você e minha mãe transando... e, às vezes, fico me imaginando no lugar dela.

Assim que terminei de falar, ele ficou em silêncio por alguns segundos.

Então se aproximou.

Senti a mão dele na minha cintura e, logo depois, sua voz bem perto do meu ouvido:

— Você nunca me enganou. Eu sempre soube do que você gostava.

Um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Ele segurou minha nuca, puxou meu rosto para perto e beijou minha boca. Foi um beijo intenso, daqueles que fazem a gente esquecer completamente o que está acontecendo ao redor.

Aqueles lábios... aquela respiração...

Por alguns segundos, parecia que não existia mais nada.

A mão dele desceu até minha coxa.

Olhei para ele e falei baixinho:

— Ademir... hoje eu quero ficar no lugar da minha mãe.

Levantei e comecei a andar em direção ao quarto.

Eu sabia que ele estava olhando para mim enquanto eu caminhava. Olhei para trás e encontrei o olhar dele.

Ele sorriu.

— Você fica uma delícia com essa roupinha. Sempre achei que você tem um bumbum lindo.

Não consegui segurar o sorriso.

Continuei andando até o quarto. Entrei, virei-me para ele e me deitei na cama, de barriga para cima.

Ademir veio por cima de mim, me beijou loucamente, chupou meu pescoço

Avalie a ortografia e a historia apenas dos dois Últimos paragrafos do conto, mantenha todo o resto:
Bom dia, meus amores! Meu nome é Karen. Hoje tenho 33 aninhos e quero compartilhar com vocês a história da primeira vez em que me senti realmente à vontade para assumir esse meu lado mais ousado, usando minhas roupinhas...

Desde muito nova, sempre tive curiosidade e vontade de experimentar roupas diferentes. Às escondidas, costumava pegar algumas peças da minha mãe e usá-las quando ela não estava em casa. Algumas vezes, quase fui pega no flagra, rs. Mas faz parte... Naquela época, eu morria de vergonha de alguém descobrir esse meu segredo.

Minha mãe já era separada do meu pai fazia bastante tempo. Quando completei 18 anos, ela resolveu morar com um homem de aproximadamente 40 anos. Nossa convivência era superboa e, no começo, tudo parecia bastante tranquilo.

Mesmo assim, aquele desejo de me vestir continuava comigo.

Morávamos em uma casa simples, em um sítio, com apenas três cômodos. Eu dormia em uma cama de solteiro improvisada na sala, enquanto minha mãe e ele ficavam no quarto. O quarto nem tinha porta, era separado da sala apenas por uma cortina.

Aquela casa simples, a rotina no sítio e o fato de praticamente não existir privacidade acabavam tornando tudo ainda mais complicado para mim. Eu tinha meu segredo, minhas roupas escondidas e uma vontade cada vez maior de descobrir até onde aquilo poderia me levar...

Meu padrasto bebia bastante. Às vezes, ia até o bairro e voltava tarde, já bastante alterado. Quando eu via ele sair, praticamente já sabia como ele voltaria.

Foi nessa época que comecei a alimentar algumas fantasias e a imaginar se aquela situação poderia ser uma oportunidade para me mostrar um pouco mais.

Comecei discretamente. Como ele precisava passar pela sala para chegar ao quarto, passei a esperar a chegada dele já vestida, mas sempre escondida por baixo da coberta. No começo, deixava apenas uma parte da coxa à mostra.

Depois, fui criando mais coragem e passei a deixar um pouco mais à vista. Eu imaginava que talvez ele nem percebesse, pois o ambiente ficava meio escuro, iluminado apenas pela luz da cozinha, enquanto minha mãe dormia no quarto, no escuro.

Parecia que, quanto mais alterado ele chegava, mais coragem eu encontrava para me mostrar. E aquela sensação de estar fazendo algo escondido fazia tudo parecer ainda mais intenso para mim.

Certa noite, estávamos apenas nós dois em casa, pois minha mãe havia ido para São Paulo.

Era uma sexta-feira e, naquele dia, tomei um pouquinho mais de coragem. Ele saiu por volta das 20h e eu já sabia que provavelmente voltaria entre 2h e 3h da manhã, bastante bêbado.

Então me montei todinha: calcinha fio dental vermelha, sutiã vermelho com bojo, uma camisola preta rendada e quase transparente e um batom rosa-claro.

Quando ele chegou, percebi imediatamente que estava bastante alterado, como de costume. Eu continuava com a luz da sala apagada, mas, dessa vez, tive coragem de fazer algo diferente.

Na hora em que ele ia passando pela sala em direção ao quarto, chamei:

— Ademir, será que pode ligar a TV para mim, por favor?

Ele respondeu, meio gaguejando:

— Claro...

Começou então a procurar o controle, claramente atrapalhado por causa da bebida. Depois de algum tempo, finalmente encontrou. Ligou a televisão e estava passando um daqueles programas de auditório com dançarinas, o João Inácio Show.

— Pode deixar aí — falei.

Então completei:

— Senta aqui para ver um pouco.

Afastei a perna para o canto, abrindo espaço para ele se sentar, sempre mantendo tudo escondido por baixo da coberta. Meu rosto ficava parcialmente iluminado pela televisão, e o batom rosa-claro aparecia discretamente naquele ambiente escuro.

Agora, porém, a sala estava um pouco mais clara, porque a luz da TV se juntava à iluminação que vinha da cozinha.

Foi naquele momento que percebi que aquela noite seria diferente das outras...

Meu padrasto se sentou no espaço da cama que eu havia aberto para ele. Meu coração disparou ao senti-lo tão próximo. Eu estava vestida, sabendo que o risco de ser descoberta agora era real. Era uma mistura de medo, adrenalina e excitação.

Aos poucos, fui me soltando. De leve, coloquei apenas uma parte do bumbum para fora. Ele, entretido com as dançarinas da TV, não percebeu. Ao notar a distração dele, resolvi ousar um pouco mais e descobri tudo da cintura para baixo.

Ele continuava focado na televisão, também aéreo por causa da bebida. Foi então que, por um instante, senti uma coragem inesperada.

Pensei: "Não tenho nada a perder. Ele está bem bêbado; se não gostar, talvez nem se lembre amanhã."

Deixei de me esconder por completo. Agora estava totalmente à mostra, com minha pequena roupa e aquela sensação de estar ultrapassando um limite que eu mesma havia imposto.

Para chamar a atenção dele, deixei minha perna voltar lentamente até encostar em suas costas. Então, fingindo naturalidade, puxei conversa:

— Legal esse programa, né?

Ele olhou para mim, ainda meio tonto por causa da bebida.

— Eu gosto dessas dançarinas...

Perguntei:

— Ainda tem cerveja?

Ele franziu levemente a testa.

— Tem certeza? Você não é de beber...

Acho que ele ainda não tinha percebido como eu estava por causa do escuro.

— Tenho, sim. Pega para mim, por favor.

Tomei coragem e deixei a voz sair um pouco arrastada no final, quase como um gemido.

Ele foi buscar a cerveja e voltou pouco depois. Quando veio me entregar, sentei na cama, justamente naquele instante em que um clarão da televisão iluminou o quarto.

Foi então que notei a expressão dele.

Por um segundo, ficamos em silêncio.

Agora eu tinha certeza: ele havia percebido.

O frio na barriga aumentou ainda mais. A adrenalina disparou, e meu coração parecia querer sair pela boca.

— O que foi, Ademir? Alguma coisa errada? — falei, pegando a latinha da mão dele e olhando bem no fundo dos olhos.

Abri, dei um gole, lambi os lábios e estendi a lata para ele.

Ademir pegou sem pensar duas vezes. Praticamente virou o resto da bebida.

Fiquei olhando para ele. Apesar de estar meio desconcertado, ele continuava ali. Não se afastava. Parecia estar esperando eu falar alguma coisa.

Respirei fundo.

— Minha mãe está em SP, né?

Ele ficou meio sem jeito.

— Sim... está.

A essa altura, minha voz já tinha mudado. Eu estava cada vez mais envolvida com aquele momento, e a vontade só aumentava.

Cheguei um pouco mais perto.

— Posso te confessar uma coisa, Ademir?

Ele me olhou, esperando.

— Eu sempre ouço você e minha mãe transando... e, às vezes, fico me imaginando no lugar dela.

Assim que terminei de falar, ele ficou em silêncio por alguns segundos.

Então se aproximou.

Senti a mão dele na minha cintura e, logo depois, sua voz bem perto do meu ouvido:

— Você nunca me enganou. Eu sempre soube do que você gostava.

Um arrepio percorreu meu corpo inteiro.

Ele segurou minha nuca, puxou meu rosto para perto e beijou minha boca. Foi um beijo intenso, daqueles que fazem a gente esquecer completamente o que está acontecendo ao redor.

Aqueles lábios... aquela respiração...

Por alguns segundos, parecia que não existia mais nada.

A mão dele desceu até minha coxa.

Olhei para ele e falei baixinho:

— Ademir... hoje eu quero ficar no lugar da minha mãe.

Levantei e comecei a andar em direção ao quarto.

Eu sabia que ele estava olhando para mim enquanto eu caminhava. Olhei para trás e encontrei o olhar dele.

Ele sorriu.

— Você fica uma delícia com essa roupinha. Sempre achei que você tem um bumbum lindo.

Não consegui segurar o sorriso.

Continuei andando até o quarto. Entrei, virei-me para ele e me deitei na cama, de barriga para cima.

Ademir veio por cima de mim, me beijou loucamente, chupou meu pescoço

Naquele momento, eu já não queria pensar em mais nada. Eu só queria viver aquele momento. Não queria saber das consequências, nem se alguma coisa iria mudar depois daquela noite. Pouco me importava se ficaria alguma marca no meu pescoço. Eu estava completamente ofegante, com o coração disparado e o desejo a mil.

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271820 - Cdzinha do padrasto pela primeira vez ( parte 2) - Categoria: Bissexual - Votos: 2

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico karencdzinha

Nome do conto:
Cdzinha do padrasto pela primeira vez (Parte 1)

Codigo do conto:
271811

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
08/09/2026

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1

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