Cdzinha do padrasto pela primeira vez ( parte 2)

No dia seguinte, acordei com a luz do sol começando a bater no meu rosto. Pelo clima daquela manhã, imaginei que devia ser por volta das 6h ou 6h30.

Eu estava completamente nua na cama, de costas para Ademir. Ele também estava nu, com o braço sobre mim. Eu podia sentir o peito peludo dele encostado nas minhas costas.

Fiquei alguns segundos imóvel, tentando entender aquela sensação.

Então pensei:

“Meu Deus... sério?”

Um sorriso escapou dos meus lábios.

Naquele instante, todas as lembranças da noite anterior começaram a voltar, uma por uma. E foi aí que percebi que, agora, não havia mais bebida, escuridão ou qualquer desculpa para esconder o que tinha acontecido.

Ademir estava ali e, provavelmente, acordaria completamente sóbrio.

Rapidamente, passou pela minha cabeça a ideia de levantar dali às escondidas e voltar para minha cama. Mas decidi ficar e ver qual seria a reação dele.

Permaneci aproximadamente vinte minutos imóvel, pensando no que tinha acontecido na noite anterior e em como seria dali para frente.

Comecei a ficar ansiosa para que ele acordasse. Queria descobrir qual seria sua reação.

Será que eu tinha acabado de ganhar um amante ou será que, a partir dali, ficaria um clima estranho entre nós?

Comecei a tentar acordá-lo discretamente. Eu me mexia um pouco, movimentava as pernas, mudava de posição... até que finalmente percebi um espreguiçar.

Naquele momento, meu coração quase saiu pela boca.

Agora aquilo era real.

Ele ainda estava de conchinha comigo quando, com aquela voz sonolenta de quem acabara de acordar, perguntou:

— Dinei... você está acordado?

— Sim, estou, Ademir.

Houve alguns segundos de silêncio.

Então ele perguntou:

— O que nós fizemos?

Mas não foi uma pergunta no tom de quem não se lembrava. Havia algo diferente na voz dele. Parecia mais uma pergunta carregada de preocupação, como se estivesse tentando entender o peso do que havia acontecido.

Em outras situações, talvez eu tentasse esconder, mentir ou simplesmente fingir que nada tinha acontecido.

Mas nós estávamos ali, juntos, depois de tudo o que havia acontecido naquela noite.

Então pensei que não tinha mais nada a esconder.

Olhei para ele e respondi:

— Fizemos algo muito gostoso, que eu queria há muito tempo. Você está arrependido?

Ademir ficou em silêncio.

E aquele silêncio pareceu durar muito mais do que realmente durou.

Mas logo veio a resposta.

Ele beijou meu pescoço e falou baixinho no meu ouvido:

— Claro que não estou arrependido. Agora tenho a mãe e a filha...

Aquela resposta quase me levou aos ares. Senti como se meu corpo flutuasse. Foi uma sensação incrível.

Naquele momento, me aconcheguei ainda mais ao corpo dele. Eu estava mais leve, tranquila, e me aproximei dele com um sorriso.

— Ah, é, safadinho? Agora tem nós duas... Posso te pedir um favor, Ademir?

— Pode.

— Agora, só para você, eu sou Karen. Não sou mais Dinei...

Ele sorriu.

— Tá bom, minha delícia.

Virei de frente para ele e nos beijamos. Ficamos ali por um bom tempo, envolvidos naquele momento, como se ainda estivéssemos tentando entender a nova relação que havia surgido entre nós.

Parecia que ele também estava realizando um sonho antigo.

Ficamos na cama até umas 10h da manhã.

Então falei, em tom de brincadeira e com um sorriso:

— Ademir, acho que temos que sair da cama, né?

Ele respondeu:

— Sério? Temos mesmo?

Comecei a rir.

— Antes de levantarmos, quero te fazer uma pergunta. Como vai ser quando sua mãe voltar?

Fiz uma cara provocante e respondi:

— Vai ser mais gostoso ainda. E ela nem precisa saber de nada. Se a gente souber esconder, você vai poder ficar com nós duas sempre que quiser...

Naquele momento, percebi que aquela manhã tinha mudado tudo.

O segredo que antes era apenas meu agora era nosso.

Levantamos da cama. Agora eu podia finalmente realizar meu sonho de ficar mais à vontade em casa, usando minhas roupinhas sem precisar ficar morrendo de medo de alguém me descobrir.

Coloquei uma lingerie roxa que vinha com uma microssaia, tudo feito de um tecido bem leve. Ademir ficou olhando enquanto eu me vestia, como se ainda não acreditasse no que estava acontecendo.

Passei um batom vermelho ali mesmo, na frente dele.

Percebi pelo jeito que ele me olhava que tinha gostado de me ver me arrumando.

Ele também se levantou e colocou apenas uma bermuda.

Nos espreguiçamos e, então, fui me olhar no espelho.

Foi quando veio a surpresa.

Meu pescoço estava cheio de marcas roxas enormes.

— Ademirrrrr... olha o jeito que você me deixou!

Falei com um tom meio sorridente e safado.

Ele olhou para o meu pescoço e arregalou os olhos.

— Nossa... como você vai esconder isso?

— Kkkkk... não sei. Vou ter que pensar em alguma coisa. Mas não vai ser hoje. Hoje eu quero deixar bem à mostra as marcas que você deixou em mim.

Ele deu um sorriso.

— Safadinha... se quiser, deixo ainda mais.

Olhei para ele e respondi:

— Tenho que te fazer uma pergunta. Por que na minha mãe você não deixa essas marcas?

Ele começou a rir.

— Kkkkk... olha a pergunta! É que sua mãe não é putinha igual você. Você gosta de provocar.

— Olha... olha... me respeita, que eu sou uma santinha!

Falei isso soltando um sorrisinho irônico e safado.

Naquele momento, olhei novamente para o espelho.

Pela primeira vez, não senti vontade de esconder quem eu era.

E talvez aquela fosse apenas a primeira manhã de muitas mudanças dentro daquela casa.

Na cozinha, enquanto eu preparava o café, trocávamos olhares de vez em quando. Alguns eram sérios, outros safados, outros simplesmente brincalhões.

— Você gosta, Ademir? — perguntei, olhando para ele com uma cara safada.

— Do quê? — ele respondeu, meio perdido.

— De café, mente poluída! Kkkkk!

Falei brincando e comecei a rir.

Finalizei o café e nos sentamos à mesa. Nossas cadeiras ficaram bem próximas. Continuamos brincando e, de vez em quando, eu dava uma bolacha na boca dele.

Ele fazia questão de tomar café no meu copo, bem em cima da marca do meu batom.

Eu achava graça daquela intimidade que tinha surgido entre nós. Poucas horas antes, tudo aquilo seria inimaginável.

Até que, por volta das 11h30, ouvimos alguém chamar do lado de fora, perto da cerca.

Era uma cerca de madeira baixa que cercava o terreno. Apesar de a casa ser pequena, o terreno era grande. A casa, inclusive, nem era nossa. Éramos caseiros, e havia outra família de caseiros que morava na casa de baixo.

Ademir olhou para mim e falou:

— Fica aqui.

Ele saiu para atender.

Era Leovino, o caseiro da casa de baixo e companheiro de bebedeira do Ademir.

Confesso que eu já tinha tido algumas fantasias envolvendo os dois, mas naquele momento minha preocupação era outra.

Ademir tinha mandado que eu ficasse para que Leovino não me visse daquele jeito.

Só que eu não queria deixar de cumprimentá-lo.

Corri para o quarto e coloquei uma roupa normal por cima da lingerie que estava usando, tentando esconder tudo.

Por causa do bojo, ficou um certo volume na região do peito, mas nem liguei.

Depois fui até a pia do banheiro e tentei tirar o batom. Não consegui deixar a boca completamente normal. Se alguém reparasse bastante, ainda dava para perceber uma diferença.

Respirei fundo, abri a porta e saí.

Ademir olhou para mim assustado, provavelmente com medo de eu ter saído ainda vestida com a roupa que estava usando antes.

Mas logo percebeu que eu tinha conseguido esconder.

Aproximei-me da cerca.

— Oi, Leovino, tudo bem?

Percebi que ele parou por um instante e olhou para mim.

Foi aí que me lembrei de uma coisa que eu tinha esquecido completamente:

As marcas no meu pescoço.

Elas estavam bem evidentes.

Leovino fez uma expressão estranha, como se tivesse notado alguma coisa.

— Oi, Dinei. Não foi para São Paulo com sua mãe?

— Dessa vez eu não quis ir. Preferi ficar aqui com o Ademir.

Cheguei um pouco mais perto da cerca e fiquei lado a lado com Ademir, bem próximos. Meu braço encostava no dele.

Eu sabia que, de perto, ainda dava para perceber algumas coisas: minha boca estava um pouco mais vermelha que o normal, havia um certo volume por causa do bojo e, principalmente, aquelas marcas no meu pescoço estavam praticamente impossíveis de ignorar.

Mesmo assim, não recuei.

Fiquei ali, ao lado de Ademir, tentando agir com a maior naturalidade possível.

Confesso que estava difícil.

Por dentro, eu estava me sentindo diferente. Eu me sentia uma putinha, mais à vontade com aquela versão de mim mesma. Às vezes, até percebia minha maneira de falar diferente, meio mais suave, arrastada. Minha risada parecia sair de outro jeito, sabe aquela risada de estar a vontade demais com homens. Até meu olhar parecia diferente, nunca tinha sido de olhar as pessoas no olho, mas naquela manhã meu olhar era profundo e indisfarçavel kk

Era como se eu tivesse que prestar atenção no meu próprio corpo para não deixar transparecer demais aquilo que eu estava sentindo.

Leovino continuou olhando para mim de vez em quando, mas não falou nada.

Ficamos ali conversando por aproximadamente meia hora. Falamos de coisas do dia a dia, do trabalho e de assuntos que eu nem lembro direito.

Até que Leovino se despediu e começou a descer em direção à casa dele.

Fiquei olhando enquanto ele se afastava.

E, no momento em que ele desapareceu de vista, apenas uma coisa passava pela minha cabeça:

“Será que ele percebeu alguma coisa?”

Foto 1 do Conto erotico: Cdzinha do padrasto pela primeira vez ( parte 2)


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271811 - Cdzinha do padrasto pela primeira vez (Parte 1) - Categoria: Bissexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico karencdzinha

Nome do conto:
Cdzinha do padrasto pela primeira vez ( parte 2)

Codigo do conto:
271820

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
09/09/2026

Quant.de Votos:
2

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