Já havia tocado um pau e até colocado na boca de forma "acidental" em duas ocasiões de menage com a esposa, mas neste dia algo diferente aconteceu na academia... O vestiário estava quase vazio. O ar quente e úmido ainda carregava cheiro de suor e sabonete barato. Eu tinha treinado pesado de propósito, mas a cabeça não desligava. Do outro lado do corredor, um cara saiu do box de banho com a toalha na mão. A porta bateu leve atrás dele. Ele estava completamente nu. Peito largo, ombros definidos, e a barriga… um tanquinho marcado, ainda brilhando de água. A toalha passou devagar pelo peito, desceu pela barriga, e aí eu vi o pau. Grosso. Parecia pesado. Completamente depilado. A cabeça lisa, rosada, o corpo do pau limpo, sem fio de cabelo. Ele se enxugava sem pressa, passando a toalha pelas coxas, pelo saco, subindo de novo pelo comprimento. O pau balançava a cada movimento, ainda meio inchado do banho quente. Eu senti o estômago revirar. Meu short apertou de uma vez. O pau endureceu rápido, marcou o tecido, a cabeça foi a mil, não entendia bem o que estava acontecendo, teria eu virado bissexual depois da última experiência?! Virei de frente pro armário, fingindo procurar alguma coisa, mas o volume na minha bermuda era óbvio demais. Ele continuou se enxugando, agora de lado, me dando visão clara. A mão passou de novo pelo pau depilado, apertou a base sem nem disfarçar, e o deixou balançar. Parecia que ele queria mesmo me provocar, queria que eu olhasse, e acho que era, porque depois ele olhou na minha direção. Não foi um olhar longo. Só o suficiente pra notar que eu estava duro e que não estava disfarçando bem. Ele jogou a toalha no ombro e veio andando na direção dos armários. Parou dois armários ao meu lado. Abriu a porta, pegou a roupa, mas não se vestiu. Ficou nu, de frente pro armário dele, o pau ainda a mostra, a barriga de tanquinho contraindo quando ele se curvou pra pegar a cueca. Eu não aguentei, estava com o pau tão duro que desci a mão pela bermuda e apertei de leve, mas foi o suficiente para um gemido baixo escapar antes que eu conseguisse segurar. O pau latejava forte, estava duro igual pedra. Ele virou a cabeça devagar, guardou as roupas novamente no armário, olhou pra minha bermuda muito marcada, depois pro meu rosto. Sem sorriso. Só um olhar seco, direto. — Tá olhando há um tempão — falou baixo, a voz rouca. — Vai fazer alguma coisa ou vai ficar só marcando a bermuda assim? O pau dele estava ficando duro. A glande depilada brilhava um pouco. Ele não se cobriu. Só ficou ali, esperando, com a toalha ainda no ombro. Meu coração batia no pescoço. A mão ainda estava no meu próprio pau, por cima da bermuda. Eu não sabia o que fazer, nunca passei por uma situação como aquela, mas estava com muito tesão e confuso ao mesmo tempo. Eu ainda estava com a mão apertando o pau sobre minha bermuda quando ele deu dois passos na minha direção. Sem falar nada, pegou meu pulso com firmeza e puxou minha mão do meu pau até o pau dele. A pele era quente, o pau latejando e crescendo na minha mão, veiúdo, a pele completamente depilada. Senti a glande grossa sob os dedos e o peso do pau inteiro quando ele fechou minha mão em volta. Meu coração disparou. — Mexe — ele ordenou em voz baixa, quase no meu ouvido. Eu obedeci. Tímido no começo. A mão subia e descia devagar, insegura, sentindo cada veia e a textura quente da pele. Ele era mais grosso do que eu havia percebido. A cada movimento meu, o pau dele latejava contra a minha mão. Eu engoli em seco, sentindo o meu próprio pau doer de tão duro dentro da bermuda. Ele soltou um som grave na garganta e apertou um pouco mais a minha mão por cima, me forçando a apertar com mais força e acelerar o ritmo. — Isso… assim. Fiquei ali uns segundos só tocando ele, meio sem jeito, o rosto quente, a minha bermuda molhando de pré-gozo. Aí ele soltou meu pulso, pegou a toalha do ombro e empurrou de leve meu peito na direção dos boxes. — Vem. Me guiou até o último box do corredor. Abriu a porta, me empurrou pra dentro e entrou atrás de mim, trancando. O espaço era pequeno. O cheiro dele, sabonete e suor limpo ficaram ainda mais fortes. Ele ficou de costas pra porta, o pau duro apontando pra mim, a barriga de tanquinho subindo e descendo devagar. Olhou pra baixo, pra minha virilha, meu pau pulsando dentro da bermuda, depois de novo pro meu rosto. — Agora ajoelha. A voz não era grossa. Era calma. Quase paciente. Mas não deixava espaço pra recusa. Eu hesitei só um segundo. As pernas já estavam meio moles, mas eu ainda estava com medo, confuso, ele então colocou a mão no meu ombro e deu o impulso que faltava. Ajoelhei no chão molhado do box, o joelho escorregando um pouco no azulejo. O pau dele ficou bem na minha frente, a cabeça grande parecia um cogumelo brilhando a poucos centímetros do meu rosto, e eu sem saber o que fazer. Ele passou a mão nos meus cabelos, como quem faz um cafuné, botou a mão na minha nuca, sem apertar ainda, só segurando. — Abre a boca. Eu abri. Devagar. O coração batendo tão forte que eu escutava no ouvido. A ponta da língua tocou a glande quente e lisa… e ele soltou um suspiro baixo, satisfeito. — Isso. Agora chupa. Enchi a boca com cuidado, sentindo o peso e o calor. Ele era grosso. A glande preencheu minha boca de um jeito que eu não esperava e eu tive que abrir mais a mandíbula pra acomodar. Subi e desci devagar, ainda inseguro, babando um pouco sem conseguir controlar. A mão dele na minha nuca ficou um pouco mais firme, mas ainda não puxava. Só guiava o ritmo. — Mais fundo… isso. Eu engoli outro pedaço, sentindo a glande tocar o fundo da garganta. Engasguei leve, os olhos lacrimejando. Ele soltou um riso baixo, quase divertido. — Você nunca chupou um pau antes, né? A pergunta me pegou no meio do movimento. Eu levantei os olhos pra ele, a boca ainda cheia, e balancei a cabeça devagar, sem tirar o pau da boca. Ele sorriu de lado, a barriga de tanquinho contraindo. — Mas você é uma delicinha, boquinha quentinha… vai aprender rápido. A mão na minha nuca apertou de verdade pela primeira vez. Ele puxou minha cabeça pra frente, enfiando mais o pau na minha garganta. Eu engasguei de novo, saliva escorrendo pelo queixo, mas não recuei. Fiquei ali, engolindo o que dava, os olhos marejados, o pau doendo de tão duro dentro da bermuda. — Isso… engole. Usa a língua por baixo. Eu obedeci. A língua passou pela pica por baixo enquanto ele começava a mover o quadril devagar, fodendo minha boca com calma controlada. Cada estocada ia um pouco mais fundo. O gosto dele ia ficando mais forte, salgado... Era diferente pra mim. A mão livre dele desceu e apertou meu queixo, me obrigando a olhar pra cima enquanto continuava chupando. — Olha pra mim enquanto mama. Eu olhei. O rosto quente, envergonhado a baba escorrendo, o pau dele deslizando pra dentro e pra fora dos meus lábios. Ele estava curtindo cada segundo da minha cara de quem estava fazendo isso pela primeira vez… e mesmo assim não conseguia parar. Nessa altura eu já não ligava se ia manchar minha bermuda de baba, estava babando muito, não sabia ao certo como fazer. Eu continuava chupando, a boca já cansada, a saliva não parava de escorrer pelo queixo e pingando no chão do box. Ele tinha acelerado o ritmo. As estocadas na minha garganta estavam mais fundo, mais firmes. A mão na minha nuca apertava com vontade agora. Senti o pau dele inchar ainda mais contra a minha língua. Os gemidos dele ficaram mais graves, mais curtos. — Porra… vou gozar… No último segundo eu puxei o rosto pra trás, ele segurou um pouco, mas o pau saiu da minha boca com um estalo molhado e ele gozou na mesma hora. Jatos quentes bateram no meu queixo, na minha boca entreaberta, no meu pescoço. Eu fechei os olhos por reflexo, sentindo a porra escorrer. Abri a boca e cuspi tudo no chão do box, ofegante, o gosto ainda forte na língua, amargo, não gostei... Antes que eu pudesse respirar direito ou passar a mão no rosto, ele me puxou pelo braço com força. Me levantou de uma vez só e me empurrou de costas contra a parede fria do box. O azulejo molhado grudou na minha pele. A mão dele subiu e fechou no meu pescoço. Firme. Não o suficiente pra doer ou me tirar o ar, mas o bastante pra eu sentir que estava completamente sob o controle dele. O polegar pressionava de leve na minha garganta. Ele se colou contra mim, o pau ainda semi-duro e molhado de porra esfregando na minha barriga. A boca desceu até minha orelha. A língua quente passou devagar pela orelha externa antes de ele falar, a voz rouca e baixa: — Olha só pra você… cuspiu tudinho igual uma putinha nojenta. A mão livre dele desceu rápido, puxou minha bermuda junto com a cueca até a metade da coxa e pegou no meu pau. Eu estava tão duro que doía. Ele fechou os dedos com firmeza e começou a bater com ritmo constante, apertado, sem piedade. — Agora é a sua vez. Vai gozar pra mim. A mão no meu pescoço apertou um pouco mais enquanto ele acelerava. A língua voltou a lamber minha orelha, molhada, provocante. — Isso… goza gostoso. Goza na minha mão igual a putinha safada que você é. Eu quero ver. Meu corpo inteiro tremeu. As pernas bambas, o peito subindo e descendo rápido, a mão dele no meu pescoço me segurando no lugar enquanto a outra me masturbava com força. Eu não ia aguentar muito tempo. A mão dele no meu pescoço me mantinha pressionado contra o azulejo frio. A outra subia e descia no meu pau com ritmo firme, apertado, molhado de pré-gozo. Eu estava tremendo inteiro. Sem conseguir segurar, levantei a mão trêmula e encostei no peito dele. Os dedos espalmaram no peitoral largo, sentindo o músculo quente e firme sob a pele ainda úmida. Apertei de leve, quase sem perceber, e senti o peito dele subir contra a minha palma. Desci devagar, passando pela linha do meio até chegar na barriga. O tanquinho estava duro, cada gomo marcado. Passei as pontas dos dedos pelos sulcos, apertando um de cada vez, como se quisesse decorar a forma. Quanto mais eu apalpava, mais meu pau latejava na mão dele. Desci um pouco mais, os dedos quase tocando a base do pau dele, que ainda esbarrava quente na minha barriga. Ele soltou um riso baixo e rouco bem na minha orelha. — Gostou do que tá sentindo? Fica apalpando a vontade… A mão no meu pau apertou mais forte e acelerou. A outra no meu pescoço me puxou um pouco pra frente, obrigando meu rosto a colar no peito dele. Eu continuei passando a mão na barriga marcada com mais vontade agora, os dedos escorregando no suor, apertando os gomos, sentindo cada contração. O cheiro dele estava forte assim tão perto. Meu pau escorria sem parar na mão dele. O tesão subiu de uma vez. A combinação da mão dele me masturbando forte, a pressão no pescoço, a língua ainda roçando minha orelha e a sensação daquele corpo definido sob minha palma foi demais. Senti o saco apertar. Estava quase lá. Tentei segurar. Mordi o lábio, afundei mais a cara no peitoral dele, o tesão era tanto que mordi o peito dele, mas mão dele não diminuiu o ritmo. — Porra… eu vou… Ele não afrouxou. — Ainda não — rosnou baixo, baixando o rosto e colocando a boca na minha. — Aguenta. Continuei apalpando a barriga dele com força, os dedos cravados nos gomos do tanquinho, enquanto ele me masturbava sem piedade. O prazer subia e descia, quase estourando e depois segurando de novo. Minhas pernas tremiam. Um gemido desesperado escapou abafado contra o peito dele. — Preciso gozar caralho... — soltei sem conseguir segurar. — Agora sim. Goza pra mim. Goza enquanto me apalpa, caralho. Meu corpo inteiro engessou. Gozei forte, jatos quentes espirrando na mão dele e na barriga de tanquinho que eu ainda apertava. As pernas fraquejaram de verdade. Se não fosse a mão no meu pescoço, eu teria escorregado no chão do box. Os gemidos saíram abafados, quase chorosos, enquanto eu enfiava a cara no peitoral dele e ele continuava me masturbando devagar, tirando até a última gota, como se quisesse me esvaziar por completo. Ainda ofegante, com a mão espalmada na barriga dele, me inclinei e beijei e mordisquei o peitoral dele, não resisti. Os lábios tocaram a pele quente, ainda úmida de suor e água. Fiquei ali meio segundo, sentindo o coração dele bater contra minha boca. Quando levantei o rosto, ele estava me olhando de cima. Ele era um pouco mais alto que eu. Tive que erguer o queixo pra encontrar os olhos dele. O olhar ainda carregava resto de tesão, mas já ia esfriando. Foi aí que a realidade bateu... O que eu tinha acabado de fazer?! O gosto dele ainda na minha boca. A porra secando no meu queixo e no meu pescoço. Minha bermuda ainda arriada, o pau mole e sensível, a mão dele ainda suja do meu gozo. O box pequeno, o barulho abafado do vestiário do lado de fora. Um frio subiu pela espinha... E se alguém tivesse ouvido? E se alguém tivesse visto a gente entrando juntos nesse box? Será que alguém da academia já tinha notado que eu “sumi”? Soltei o corpo dele de repente, como se tivesse queimando. Puxei a bermuda pra cima com pressa, as mãos tremendo um pouco, e pensando onde eu havia deixado minha blusa. Ele só ficou olhando, sem falar nada, ainda nu, a respiração acalmando. Não consegui sustentar o olhar. Baixei a cabeça, tava com vergonha, abri a porta do box com cuidado e saí rápido, o coração batendo agora por outro motivo. Enquanto caminhava de volta pro meu armário, a cabeça já rodava: Como eu ia olhar pra ele da próxima vez que a gente se cruzasse na academia? Será que ele ia sorrir? Ou ia me ignorar? Ou, pior… ia me olhar daquele mesmo jeito? Lavei o rosto na pia com água fria, tentando tirar o cheiro e o gosto. No espelho, meus olhos ainda estavam meio vermelhos. Parecia outra pessoa. Encontrei minha blusa, nem lembrava de ter tirado, mas estava pendurada no meu armário ainda aberto, coloquei e saí do vestiário sem olhar pra trás.
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