Na consulta, descobri meu tesão em grávidas e pude realizar minha fantasia.
Durante uma consulta no pronto atendimento, ainda na fila de espera, somente para marcar meus exames de rotina mesmo, lá conheci Letícia. Uma loira sensacional, grávida de 7 para 8 meses. Não me lembro bem qual foi o assunto que levou a gente a conversar. Muito menos me lembro o motivo que levou a conversa para o lado do sexo. Me relatou que era casada, mas que após seu terceiro mês de gestação, o marido não queria mais saber de sexo. Ela praticamente implorava para ele, mas ele não queria de jeito nenhum. Não perdi tempo, joguei logo minha cantada, dizendo que se estivesse no lugar dele, seria prazer e sexo todos os dias. Ela só me olhou com uma cara de desejo e maldade, me pedindo se eu falava sério. Afirmei que sim, que seria meu sonho transar com uma grávida, confessei a ela que nunca havia feito antes. Combinamos de conversar após os dois sairem do atendimento. Sai primeiro, esperei ela lá fora discretamente. Ela um pouco sem jeito veio falar comigo novamente. Pedi se ela tinha mais algum compromisso. Me falou que sim, mas que poderia transferir para outro dia. A convidei logo para irmos a um motel. Ela aceitou de cara. Entrou no carro e não perdi tempo, lhe dei um gostoso beijo de língua onde fez ela tremer as pernas. Chegamos ao motel e fui logo a beijando, acariciando ela todinha. Estava com um vestido não muito longo, puxei pra cima, acariciei e beijei sua barriga enorme. Ela colocou uma perna na cama, fui cheirando sua buceta por cima da calcinha. Puxei de lado e cai logo de boca naquele bucetão enorme. Estava encharcado. Se deitou na cama e comecei a chupar ela bem gostoso. Um minuto e ela se contraiu toda, a buceta piscando e melada de gozo. Que delícia, nunca havia chupado a buceta de uma grávida assim. Escorria de tanta vontade que ela estava. Tirei minha roupa e ela começou a me chupar, uma verdadeira gulosa. Babava no meu pau, engolia ele todinho, até na garganta. Então deixei ela toda nua, apreciei aquele corpo todinho, pincelei meu pau naquela xana enorme, lambuzada e gostosa. Fui metendo bem devagar, com certo medo de machucar. Uma buceta muito molhada, extremamente frouxa de tesão, e olha que meu pau é bem grosso. O tesão era muito, não aguentei e gozei dentro daquela buceta de grávida safada. Deixei ela escorrendo porra com seu bucetão arregaçado. Deitamos lado a lado, nos beijando e nos acariciando, igual dois namorados apaixonados. A respiração dos dois era ofegante. Os corpos suados e os dois lambuzados. Passei a mão em sua buceta toda aberta, toda gozada. Ela veio e começou a chupar meu pau outra vez, o danado subiu na hora, pois o tesão por aquela mulher era inevitável. Dessa vez veio por cima e começou a cavalgar, esfregava seu grelo em mim. Apertei seus peitos com força, a ponto de jorar leite na minha cara, não resisti e chupei, mamei como uma criança faminta. Ficou cavalgando até cansar. Então coloquei de quatro, e meti devagar na sua buceta que já estava mesmo a ponto de parto, de tão grande. Eu socava devagar, mas ela começou a pedir pra socar forte, pedia tapa na bunda. Então não hesitei, fiz exatamente oque ela pedia. Soquei forte, bem no fundo mesmo, tirava o pau e colocava todo de uma vez, batia com força na sua bunda. Puxei o cabelo chamando de minha puta, socava e ela rebolava, foi então que os dois não aguentaram mais, gozamos juntinhos, senti a buceta esquentar mais uma vez, lambuzando meu saco com seu gozo de grávida puta e safada. O gozo foi intenso. Ao terminar, dei a toalha para ela se lavar, mas ela negou, quis apenas vestir a calcinha e o vestido, deixando a buceta melada, cheia de porra, completamente gozada. Entrou no carro daquele jeito, a deixei em um local que ela pediu. Me deu um beijo gostoso ao sair, ainda com gosto do meu pau na sua boca. Trocamos contato, onde ela me disse que na próxima vez queria ter seu cuzinho arrombado, mas queria que fosse logo antes do parto, ela ainda grávida. Ao sair do carro, fiquei olhando ela caminhar, era notável escorrer o gozo em suas coxas, o brilho molhado em sua pele, no banco do carro, estava o cheiro de uma das melhores transas que eu tive, todo molhado do nosso gozo misturado. Chego em casa e ela me mandou uma foto da sua calcinha toda melada, toda lambuzada, não me contive, bati uma punheta relembrando aquela tarde maravilhosa. Com aquela grávida safada e puta.
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