Sem Retorno – Capítulo 10

Sem Retorno – Capítulo 10

Depois da primeira vez que fiquei só de cueca na live, já me sentia mais confortável. E agora, em todas as lives, eu e minha mãe terminávamos só de roupa íntima. O chat ajudava muito, pois sempre nos enchia de elogios.
Continuamos diversificando nossas lives e agora fazíamos apresentações enquanto malhávamos também. Estava tudo muito divertido! Era muito legal conversar com o chat, e havia alguns espectadores que viraram praticamente nossos amigos online, pois eram figuras carimbadas nas nossas lives.
Isso era muito bom, pois eles davam dicas e nos ajudavam a ir melhorando. Começamos também a receber muitas mensagens privadas no PLC. Eram mensagens de todos os tipos, com elogios, pedidos e até propostas.

Um dia desses, minha mãe estava emburrada lendo algumas mensagens. Ela dizia que uma delas era para mim e, pelo que parece, eu estava ganhando muitas fãs por causa das lives.
Na mensagem uma mulher com o nome de Talita, sei que esse era o nome dela, pois ela começou se identificando. Pois o seu nick era (Louca.Pelo.Bebê).
Ela dizia que estava apaixonada por mim, e gostaria muito de me conhecer pessoalmente.
Mandou até algumas fotos bem provocantes, ela era uma moça bem bonita. E deixou o número de telefone.
Minha mãe tentava fazer graça, mas dava para perceber um pouco de preocupação nela. Porém, uma das mensagens que a deixou bem irritada foi a que recebi de uma mulher chamada Janete. O nick dela era (Coroa_Safada). Como o próprio nick já diz, ela era bem mais velha do que eu; tinha até mais idade do que a minha mãe.
Ela dizia ter quarenta anos, mas tinha tudo em cima, disse que adorava fuder com rapazes mais jovens, e ficou doida por mim.
Ela realmente era bem safada, mandou fotos bem explícitas, mostrando toda sua intimidade.
Ela realmente tinha tudo encima. Ela deixou o telefone, e disse que me deixaria fazer de tudo com ela, que poderia me ensinar muitas coisas maravilhosas.
Minha mãe tinha lido essas mensagens primeiro do que eu, e não ficou nada contente.
Passou alguns minutos esbravejando, e condenando a mulher.

- Olha que safada! Como essa mulher pode ser tão descarada? Olha as fotos que a perdida manda, não tem vergonha nenhuma.

- calma mãe, ela só estava demostrando seu carinho.

Eu tentei suavizar a situação, mas lógico que não funcionou.

- Demonstrar carinho? Sei bem o que essa perdida está querendo. Essas mulheres são muito sem-vergonha, isso sim.

Eu fiquei quieto segurando meu riso, pra ela não ficar ainda mais irritada.

- Você gosta, né, Eduardo? Não tem nem vergonha também.

- eu não tó falando nada mãe.

- Nem precisa. Dá pra ver sua alegria por receber essas coisas dessas safadas.

- mas a senhora também recebe um monte de mensagens de homems interessados em você.

- recebo mas não tenho interesse, quando eu já vejo que é safadeza eu apago.

- mas quem disse que eu tenho interesse, só respondi agradecendo por educação.

- não era nem pra responder, uma baixaria dessa.

Eu realmente só respondia por educação, costumava dizer obrigado pelo carinho, e coisas desse tipo, só pra demonstrar meus agradecimentos. Elas eram nosso publico, e gostava de tratar todas com carinho.
Minha mãe ficava revoltada, mas depois de um tempo pensava, e tentava parecer mais racional.

- Olha, filho, a mãe fala assim, mas sei que logo você vai arrumar uma namorada e vai construir sua família. Eu só não quero que seja com qualquer uma. Tem muitas moças bonitas por aí e, se for escolher, escolha uma boa moça. Porque se eu perceber que ela não presta, que nem essas daí, não deixo nem entrar aqui em casa.

Eu me divertia com o comportamento dela. Ela começava suave, mas sempre terminava perdendo a calma. Sei que ela só quer o meu bem, e gosto de ver ela enciumada.
E também sinto o mesmo, pois sei que a qualquer momento pode aparecer algum cara que a agrade, e ela possa querer começar uma nova relação. Mas não deixo de ter ciúmes dela.
Acho que pensamos da mesma forma no final, só queremos o bem um do outro, e que sejamos felizes.

- Mãe, eu não estou nem pensando nisso nesse momento. A única coisa que eu penso agora é resolver nossa situação e ter certeza que a senhora está bem. É só nisso que eu penso.

O semblante dela muda imediatamente, saindo de irritada, para ternura.
Ela me abraça e me dá muitos beijos carinhosos no rosto.

- Olha como você é maravilhoso, meu amor! Sei que logo você vai fazer uma moça muito feliz. Por isso você tem que arrumar uma boa moça, alguém que mereça estar do seu lado e receber todo esse carinho. E não igual a essas assanhadas que ficam falando bobagens.

- eu sei mãe, pode ficar tranquila.

- Que bom, meu bem! Mas agora apaga essas mensagens feias. Essas descaradas ficam enviando essas fotos mesmo sabendo que eu vou ver. Não têm nem respeito.

Eu apago as mensagens para deixá-la mais calma. E para encerrar o assunto.

Minha mãe começou a me ensinar a dançar, pra me ajudar a perder ainda mais a timidez,
As coisas estavam indo muito bem, mas também estavam escalando cada vez mais, para outros níveis.
Agora eu já era presença diária nas lives, e graças a isso nossos ganhos em lives quase que dobraram, pois agora tinha duas metas, uma pra minha mãe e uma pra mim.
E os pedidos estavam ficando cada vez mais ousados.
O publico oferecia valores cada vez mais altos, querendo que minha mãe mostrasse mais.
Mas ela se recusava, o máximo que ela fazia era ficar só de roupa íntima.
Mas como eu já previa, logo eles fariam esse tipo de pedido pra mim também.
Na nossa última live, me ofereceram uma quantia muito alta para que eu abaixasse a cueca.
Naquele momento recusei de imediato, pois não me sentia a vontade.
Mas depois comecei a pensar sobre o assunto.
Não estamos em posição de recusar ofertas como essa, ainda mais se falando de uma boa quantia de dinheiro, como a que foi oferecida.
E tem uma coisa, eu sei que poderíamos ganhar ainda mais, e obter ainda mais publico, se mostrássemos mais.
Minha mãe principalmente. Ela já recusou centenas de pedidos, com valores absurdos, pra ela mostrar algo a mais.
Mas ela ainda fica travada, e recusa todos sem nem titubear.
Não sei se é porque ela tem vergonha, ou pode ser por minha causa, ela deve ter vergonha pois sabe que eu estou vendo tudo. Isso pode deixar ela ainda mais constrangida, ela deve ficar imaginando o que eu pensaria dela se ela fizesse algo desse tipo. Dá pra ver pelas reações dela, quando alguma moça me manda fotos nuas por mensagens.
Porem se ela começasse a mostrar mais, com certeza, nossos números disparariam.
Não que já não estejamos faturando, pelo contrário estamos faturando muito.
Mas poderíamos acelerar ainda mais esse processo, e alcançar ainda mais rápido os valores que precisamos.
Eu não tenho coragem de pedir uma coisa desse tipo pra minha mãe, tenho receio de estragar alguma coisa, passar dos limites, e estragar o que conquistamos até aqui.
Mas o chat faz isso, e eles se mostram dispostos a cada live. Mesmo com as recusas dela em mostrar mais do que já mostra. Eles não desistem.
Então sou eu que devo dar o próximo passo, eu tenho que mostrar atitude, e talvez assim possa dar mais coragem pra minha mãe.
O problema é que eu mesmo tenho muita vergonha. Pra dizer a verdade, tenho um certo trauma sobre o meu corpo por causa de um acontecimento na escola.

Há alguns anos, quando eu tinha doze anos para ser mais exato, eu queria ser jogador de futebol.
Eu não tinha muito talento, mas consegui fazer parte do time da escola.
Um dia depois dos treinos estávamos no vestiário tomando banho.
Eu já tinha um pouco de vergonha do meu corpo naquela espoca, pois era um pouco gordinho.
Nada exagerado, mas me sentia mal em ficar sem camisa na presença dos outros.
Mas naquele dia me senti confiante, pois o treino foi divertido, e estávamos todos descontraídos.
Eu estava só com uma toalha envolta da cintura, e me sentia bem, pois ninguém tinha falado nada sobre meu corpo.
Mas então um dos meninos mais velhos, o tal de Kleber, puxou minha toalha.
Eu fiquei muito envergonhado, e tentei me cobrir.
Todos os outros começaram a me olhar, e rir da situação.
Eu tive um ataque de fúria, e tentei recuperar minha toalha do Kleber.
Enquanto eu estava ali, tentando puxar a toalha das mãos dele, que era mais forte e mais alto do que eu. Notei que o vestiário estava em silêncio, os risos pararam.
Quando percebi, todos estavam olhando pra mim, espantados, olhando mais especificamente para o meu pinto.
Eu só tinha dose anos, mas já naquela idade achava meu pau estranho.
Ele era bem maior do que o normal, ainda mais pra minha idade. E em comparação com o dos outros.
Também era gordo com veias muito grossas, mesmo quando estava mole.
E a cabeça era inchada parecendo um cogumelo de tão vermelha.
Era um pinto estranho, ainda mais para uma criança.
Sei que era muito grande comparado aos outros, pois lembro da última vez que tomei banho com meu pai.
Lembro de ter ficado reparando, e o dele era muito menor, mesmo já sendo um adulto.
E a reação dele quando viu o meu, também não me deixou muito confortável.
Ele me olhou de um jeito estranho, como se aquilo o assustasse, como se eu fosse uma aberração. Essa foi a última vez que ele me chamou para tomarmos banho, juntos.


E no vestiário vendo a reação de todos os meninos, eu realmente me senti um anormal.
Eu me encolhi tentando me esconder, mas o Kleber. Não perdeu a oportunidade.
Ele era o cara popular da escola, e gostava de tirar sarro dos outros.
Logo me apelidou de minhocão, e todo o vestiário começou a rir.
Até o treinador quando veio ver o que estava acontecendo e separar a briga me deixou constrangido com seu comentário.
Ele pegou a toalha das mãos do Kleber. E quando foi me entregar, percebeu o que eu estava tentando esconder.
Ele de forma jocosa disse (o menino é um jumento). Os outros meninos riram ainda mais, e o Kleber. ressaltou.

- não, treinador. Ele é o minhocão.

Depois disso o apelido pegou, sempre me reconheciam como minhocão.
Até as meninas sem nem saber do que se tratava me chamavam de minhocão.
Eu tentei ignorar, mas a forma como diziam era como um insulto, como se eu fosse um esquisito.
Fui me retraindo cada vez mais e me afastando.
Por causa disso meu pai me pôs no boxe, pois eu comecei a querer me afastar da escola e ele pensou que eu estava sofrendo bullying.
O boxe ajudou, melhorou minha forma, e me deu um pouco mais de confiança.
Com o passar dos anos, acho que foram esquecendo e foram parando de me chamar de minhocão.
Acho que meus músculos e minha nova aparência também ajudou a fazer as piadinhas sumirem.
Mas eu já estava traumatizado, e evitava a todo custo me expor.
Embora tivesse algumas oportunidades, nunca namorei. Tinha até receio de tentar alguma coisa com alguma menina e ela ver o que tenho no meio das pernas e acabar me rejeitando, ou pior.
Então só me mantinha afastado.
Mas agora as coisas estavam diferentes, eu não era mais uma criança, e sabia que o que eu tinha não era uma deformidade. Eu só tenho o pau grande mesmo.
É para muitos isso é um motivo de orgulho. Já vi caras em filmes pornô fazendo sucesso por ter pau grande. E eu não preciso ter mais vergonha.
Se eu quebrar de uma vez essa barreira, posso acabar com a timidez da minha mãe, e incentivá-la.
Eu estava decidido, seria eu a dar o primeiro passo.

Naquela noite nossa live começou como na maioria das vezes.
Conversamos com o chat, e fizemos algumas brincadeiras e aos poucos fomos tirando a roupa.
Eu estava decidido, na primeira boa oferta, eu vou aceitar. Mas não vou forçar nada, quero que aconteça tudo de forma natural.
Como sempre acontecia, enquanto estávamos só de roupa íntima, as conversas do chat foram ficando mais picantes.
Sempre começava com eles tentando adivinha como eramos por baixo da roupa íntima.
Alguns sugeriam que os mamilos da minha mãe era rosa, outros marrons claro, esse tipo de coisa.
No começo ela ficava encabulada, mas agora até entrava na brincadeira, dizendo se estava quente ou frio. Mas não mostrava nada, só deixava eles na imaginação.
Até a curiosidade se voltar para mim, eles perguntavam qual era o tamanho do meu pau, se era grosso, qual era a cor da cabeça. O chat não economizava nas perguntas.
Eu no começo também fiquei com muita vergonha, até por estar do lado da minha mãe.
Mas me acostumei e eu e ela nos divertíamos com essas perguntas. Mas sempre acabávamos tentando mudar de assunto pra não ficar tão chato.
Mas hoje seria diferente. Hoje eu estava motivado e queria dar progressão para nossas lives.
Então ao invés de desconversar sobre o assunto do tamanho do meu pau, comecei a ser mais sugestivo.
Eu não sabia ao certo qual era o meu tamanho, mas sabia que era maior do que o normal.
Quando alguém no chat perguntou (se meu pau tinha mais de quinze centímetros,) eu rapidamente respondi que sim.
Isso foi o suficiente para desencadear muitas outras perguntas e a curiosidade do chat.
Alguns diziam que era mentira, e outros começaram a dizer outros tamanhos.

- eu não sei, pessoal. Nunca medi pra saber o tamanho, mas tenho certeza que é maior do que quinze centímetros.

Eu nunca medi corretamente o tamanho. Mas me lembro de que, no tempo de escola, eu tinha uma caneta que tinha exatamente quinze centímetros; sei disso pois ela vinha com algumas marcações de régua.
Um dia por curiosidade eu comparei com o tamanho do meu pau, eu nem estava de pau duro no dia, e ele já era do tamanho da caneta. Então sei que é bem mais do que quinze centímetros.
O chat estava duvidando, e pedia pra mostrar.
Minha mãe do lado estava quieta, com um sorriso encabulado, lendo o chat.
Então começaram afazer propostas, esse era o momento que eu estava esperando.

- tudo bem. Se baterem essa meta eu vou mostrar.

Eu coloquei uma meta bem alta e achei que demoraria um pouco para ser batida.
Mas em poucos minutos o chat choveu de tokens, e a meta foi batida.
Minha mãe me olhava incrédula.
Ela tinha um sorriso de surpresa e timidez no rosto.

- filho, não acredito! Você vai mesmo fazer isso?

Eu nesse momento não tinha mais tanta certeza, mas foi o combinado e eu não podia desistir agora.
E o mais importante não queria deixar ela ainda mais desmotivada.
Então tentei parecer o mais confiante e casual possível, para transparecer pra ela que isso não era grande coisa.

- bom, promessa é dívida!

Eu fiquei de pé e respirei fundo. Quando coloquei a mão no cós da cueca decidido a abaixá-la, minha mãe pediu pra eu esperar.

- Espera, filho. É sério isso? Você vai mesmo fazer isso aqui?

Eu dei de ombros, tentando o meu melhor para demonstrar que não era nada de mais.

- Vou sim! Eles bateram a meta e estão duvidando de mim, então vou provar pra eles.

Eu disse de forma tranquila, e ela estava boquiaberta.

- Então espera, filho. Eu não quero ver, não; vou virar o rosto.

Ela imediatamente virou o rosto para a esquerda, e colocou a mão na lateral para cobrir sua visão.
O rosto dela estava muito vermelho e ela tinha um sorriso encabulado.
Depois que minha mãe virou o rosto, achei que seria mais fácil.
Mas eu ainda estava nervoso e muitos pensamentos vinham à minha mente: lembranças dos moleques da escola rindo, o Kleber me zoando, me chamando de minhocão. Eu ainda estava muito inseguro do que aconteceria, e não sei o que faria se houvesse uma reação negativa do chat e se eu realmente fosse um anormal e eles começassem a zombar de mim. Mas agora não tinha volta, eu já havia prometido, e desistir agora significaria empacar de vez nossas lives. Então tinha que ter coragem.

- Pessoal, vou mostrar só por um minuto, depois eu vou me cobrir.

O chat concordou e muitos pedindo pra eu mostrar logo.
Respirei fundo, e abaixei a boxer de uma vez.
Era até um alívio a sensação de libertar meu pau daquela coisa apertada, mas eu estava com muita vergonha.
Tentei o máximo para não demonstrar, mas sentia meu rosto queimando.
Me sentia muito desconfortável naquela situação, e evitei olhar pra minha mãe, ou ler o chat.
Eu olhava pra cima, tentando me controlar.
Foi quando escutei o barulho dos sinos, da chuva de tokens que o chat estava mandando.
Eram muitas doações que o barulho era ensurdecedor.
Eu surpreso olhei para o chat, e era quase impossível de ler de tantas mensagens e doações ao mesmo tempo.
Consegui ler algumas, e todas elas pareciam impressionadas, dizendo que era muito grande.
Muitos emojis com carinhas impressionadas e de corações.
Eu comecei a me sentir bem, a reação do chat era muito melhor do que eu poderia imaginar.
O chat estava cheio de emojis de berinjela, e muitos elogios.
Eu já estava acostumado em ver minha mãe de roupa íntima, então consegui controlar, e manter meu pau mole, mas mesmo mole ele já era bem avantajado.
Acho que o mais chamava a tenção, não era só o tamanho em si. Mas sim o formato, e a espessura.
Ele era gordo, e com veias grossas, que mesmo mole, ficavam aparentes.
O minuto já tinha passado, e eu resolvi me cobrir novamente. Pra tristeza de muitos no chat.
É lógico que a grande maioria ali, eram de fãs da minha mãe, e estavam ali pra ver ela, e faziam piadas. Pedindo pra mim me cobrir, mas ninguém foi desrespeitoso. Isso me deixou muito satisfeito.
Mas também tinha minha parte de fãs, e essa parte estava eufórica. Enchendo-me de elogios e falando muitas safadezas.
Minha mãe ficou quieta por todo esse tempo, ela continuava na mesma posição, com o rosto virado pro lado, e cobrindo sua visão com a mão.

- Pronto, mãe! Já me vesti.

Ela demorou um tempo pra responder, acho que o barulho que vinha do chat, não deixou ela ouvir.
Então eu toquei no ombro dela, pra dizer que já podia se virar.
Ela tomou um leve susto, como se tivesse despertado de um transe, e me olhou com o rosto todo corado.
Ela estava com os ombros encolhidos, e parecia muito envergonhada.
Nesse momento me bateu uma grande preocupação.
E se ao invés de motivá-la, com esse meu comportamento, eu acabei desencadeando um efeito reverso, e ela começasse a se sentir ainda mais desconfortável.
Esse pensamento me deixou preocupado, e o comportamento dela ainda mais.
Ela evitou me olhar nos olhos, assim como fazia no início de nossas sessões.
E depois sentou na cama encolhida, com as pernas cruzadas e apertadas, como se quisesse se esconder.
Ela apoiou o queixo na palma da mão, e mordiscava a unha, enquanto balançava levemente o pé.
Não sabia o que ela estava sentindo ou pensando, mas parecia desconfortável.

- A senhora tá bem?

Eu digo tentando quebrar o gelo, mas ela apenas faz um gesto positivo rápido com a cabeça, e continua olhando pra tela do computador a sua frente.
O comportamento dela está me deixando preocupado, eu então me concentro no chat, para disfarçar.
As mensagens não param de chegar, os elogios são muitos.
Algumas das minhas admiradoras dizendo que sou muito gostoso, e que meu pau é lindo.
Outras dizendo que fariam de tudo só pra ter uma noite comigo, e muitos comentários desse tipo.
Eu estava muito orgulhoso pelos comentários, mas o modo que minha mãe estava agindo me deixava preocupado.
Ela estava muito calada, e não disse nada desde que eu mostrei meu pau pro chat.
Os comentários do chat, começaram a ficar muito picantes, pedindo cada vez mais.
Começaram a surgir propostas para eu mostrar mais, e ficar sem cueca de vez.
Eu estava indeciso, por mim eu ficaria tranquilamente, depois da reação do chat, eu estava confiante.
Mas era a reação da minha mão que me preocupava. Ela ficou quietinha, lendo o chat, sem dizer nada, e me deixou em dúvida do que fazer.
Mas quando o nick da (Coroa_Safada). Ofereceu um valor bem alto, pra eu gozar pra ela em frente a câmera, minha mãe quase deu um grito.

- Chega por hoje, né, gente? Vocês já tiveram muito por hoje. Já está tarde e a gente tem que encerrar. Boa noite, pessoal, e até a próxima!

Foi a primeira vez que a vi encerrar assim, ela desligou logo depois de terminar de falar.
Ela parecia irritada, e foi menos carinhosa do que o de costume.
Depois de encerrar, eu estava confuso, e nãos sabia o que fazer.

- Tá tudo bem, mãe?

- Tá sim, filho. É que já tá tarde e é melhor a gente ir descansar.

Ela quase não olhava pra mim, sempre agitada, fingindo organizar as coisas.

- filho, pega suas roupas e vai tomar um banho. Eu também vou tomar o meu, e depois vou direto pra cama.

Ela parecia com pressa, quase me expulsando indiretamente do quarto dela.
O que me deixava muito confuso.

- mãe, a senhora não quer conversar um pouco, falar sobre o que aconteceu?

- Não, filho, deixa para amanhã. Hoje tô muito cansada, deixa eu descansar um pouquinho, tá, filho?

Ela suavizou um pouco a voz, mas ainda parecia muito desconfortável.
Eu recolhi a minhas roupas, e mesmo confuso, resolvi não pressioná-la, e fui saindo do quarto.
Antes que eu saísse, ela veio até mim e me deu um beijo rápido na bochecha desejando boa noite.
Isso me deixou um pouquinho aliviado, mas não teve abraço, e o beijo foi muito rápido, quase não deu pra sentir o toque dela. Depois ela rapidamente entrou no banheiro do quarto dela.
Quando eu estava no meu quarto, ainda muito confuso e sem entender o que tinha acontecido, ouvi a porta do quarto dela se fechar e o estalo do trinco sendo trancado.

Depois de tomar um banho, eu fui fazer alguns trabalhos, e aproveitei pra rever a gravação da live de hoje.
Queria saber se fiz algo errado ou se foi por eu ter passado dos limites, ficando completamente pelado na live, que deixou minha mãe desconfortável.
Eu olhei tudo com atenção, e ela estava agindo normalmente até o momento que eu disse que ia tirar a cueca.
Agora vendo as filmagens, percebo que realmente fiquei bem em frente às câmeras. Eu estava muito satisfeito com minha própria imagem, como nunca estive.
Não sei se foram os elogios que recebi, e todo o carinho do chat. Mas eu nunca tinha me visto com esses olhos.
Prestei atenção na gravação, para ver qual foi a reação da minha mãe, e ela não olhou em nenhum momento.
Ela sempre manteve o rosto virado e não espiou uma vez se quer.
Porem percebi que ela estava com os olhos abertos, e olhava atentamente para a esquerda.
Imediatamente me veio a lembrança, que daquele lado do quarto, fica o espelho.
Será que ela viu tudo enquanto eu estava sem cueca? Por isso ficou daquela forma.
Eu não tinha certeza, nem mesmo se o espelho estava realmente daquele lado, ou se daria pra ver alguma coisa, na posição que ela estava.
E mesmo que ela tivesse visto, o comportamento foi estranho.
Eu não conseguia distinguir, mas parecia que ela ficou desconfortável, não pareceu uma reação satisfatória.
Fui deitar e deixei pra ver como as coisas ficariam amanhã.
Um misto de sentimentos me deixava inquieto. Estava feliz por ter feito o que eu prometi fazer, e ainda mais por como fui recebido com carinho e admiração pelo chat.
Mas, por outro lado, estava confuso e angustiado, pois a reação da minha mãe não foi nada legal. E ela é o que mais importa para mim.
Amanhã tenho que tirar isso a limpo e torcer para ela não querer acabar com tudo. Vou prometer que nunca mais farei isso novamente, se ela quiser continuar.


No dia seguinte no café da manhã, o clima estava estranho entre nós.
Ela estava calada, e aquilo estava me matando.

- mãe, tá tudo bem com a senhora?

- tá sim filho, por quê?

- não sei, e que desde ontem depois da live, a senhora tá muito calada, eu fiz algo errado?

Ela ficou calada, e seu rosto foi ficando vermelho, e ela pareceu envergonhada desviando o olhar.

- Se foi pelo que eu fiz, desculpa, eu prometo que não vou fazer de novo, eu juro.

Ela pareceu assustada, e me olhou com olhos arregalados.

- Não, filho. Não tem nada a ver com isso, não.

Ela pareceu agitada.

- Então, o que foi, mãe? Não quero fazer nada que a chateie. Me diz o que foi e eu não faço mais.

Ela desvia o olhar parecendo encabulada, e dá uma leve sorvida na xícara de café.

- Eu só não estava esperando por isso... que você fizesse aquilo.

Ela diz ainda evitando me olhar diretamente.

- Desculpa, mãe. Eu só achei que era uma boa proposta e não poderia deixar a oportunidade passar. Mas prometo que não farei novamente.

Ela novamente tem uma reação agitada, e larga a xícara de café na mesa, com um semblante espantado.

- Não, filho! Eu não estou dizendo isso. Não tem a ver com o que você fez... É que eu só não esperava que você tivesse tanta coragem.

Ela me olhava diretamente com os olhos arregalados, mas depois a expressão de timidez voltou, e ela desviou o olhar.

- Para ser honesto, de início eu também achei que não teria coragem. Mas o incentivo do chat e o valor que estavam oferecendo me deram a coragem de que eu precisava.

- E como você se sentiu... com tudo isso?

- Para ser sincero, foi muito bom. Foi libertador! Me senti muito bem, para falar a verdade.

Ela parece se encolher envergonhada, e sorve o café pra fingir tranquilidade.

- Mas você... não ficou nem um pouco envergonhado? Não pensou no que o chat ia falar?

- Com o chat não. Não me importo muito com o que eles falam, eles nem me conhecem de verdade, mas foram muito legais no final. A única coisa que me preocupava era a senhora. Não queria fazer nada que a deixasse desconfortável ou chateada.

Ela me olha com ternura.

- Não deixou, não, meu amor! Você foi maravilhoso e eu fiquei muito orgulhosa de você. Sei que você está disposto a fazer o que for preciso para resolver a nossa situação, e agradeço muito por isso.

Eu fiquei mais aliviado ouvindo ela falar isso.

- Na verdade, eu só fiquei espantada com a sua coragem. E olha que essa foi uma das lives mais lucrativas que nós já fizemos... Tudo graças à sua atitude!

Ela ainda parecia envergonhada falando sobre isso, mas agora me olhava nos olhos, com um olhar afetuoso.

- Mas não posso negar que agora estou um pouco preocupada com você, meu amor. O chat não vai sossegar... Eles vão querer que você se mostre em todas as lives. Principalmente aquelas suas fãs mais assanhadas.


Ela parecia enciumada pensando nisso.

- Para ser honesto, não me importo, mãe. Como eu disse, se para a senhora estiver tudo bem e o chat fizer boas propostas, eu me mostro tranquilamente. O importante é conseguir resolver a nossa situação o mais rápido possível e, se pagarem bem, para mim está ótimo. No fim das contas, eles nem sabem quem nós somos. 

Minha mãe parece encabulada, mas fica pensativa.

- Pensando por esse lado, filho, você está certo. 

Ela deixa a xícara na mesa e se levanta, vindo até mim. Abraça-me por trás, envolvendo seus braços no meu pescoço, e começa a dar beijos no meu rosto. 

- Eu tô muito orgulhosa, meu amor! De tudo o que você tem feito, do quanto se esforça e do quanto você é corajoso. Eu te amo muito, meu filho. 

Eu me sinto muito feliz; ela parece ter voltado ao normal. Agora, com o seu apoio, sinto ainda mais coragem para continuar. Mas, antes de me soltar, ela deixa um aviso: 

- Mas olhe só, eu vi como aquelas safadas ficaram todas assanhadas no chat e já vi um monte de mensagens que elas te mandaram. Eu já aviso que vou apagar todas, não é nem para responder a essas perdidas! Imagino o tanto de propostas depravadas que elas estão fazendo pra você. Escuta, filho: nas nossas lives tudo bem, mas nem pense em querer se encontrar com nenhuma delas. 

Ela parece irritada e fala em um tom muito sério.

- Eu sei, mãe, nunca faria isso. Jamais revelaria a nossa identidade. 

- É isso mesmo, tem isso também. Se você se encontrar com alguma delas, elas logo saberão quem nós somos. 

Ela diz de forma assertiva, como se tivesse pensado nisso agora. Mas eu fico tranquilo; isso nunca passou pela minha cabeça. Meu objetivo é apenas cuidar da minha mãe, e saber que ela está bem é tudo de que eu preciso. 

Depois do café, fui trabalhar um pouco e preparar as coisas para a live da tarde. Enquanto gerenciava as tarefas, fui responder a algumas mensagens. Lembrei da minha mãe dizendo que havia apagado algumas e fui verificar. Realmente ela apagou várias, mas todas ainda estavam na lixeira. 
Eu não tinha nenhuma intenção com nenhuma daquelas moças ou com qualquer pessoa que me enviasse propostas para me conhecer ou coisas desse tipo. No entanto, acho bom responder a todas com carinho. Recebi muitas mensagens dessa vez e muitas propostas realmente picantes. Para minha surpresa, havia até garotas que fazem streams aqui na plataforma. Elas me faziam propostas para uma colaboração e devo dizer que eram moças muito bonitas. Senti-me lisonjeado, e isso só ajuda a acabar de vez com os meus traumas. 
No fim das contas, mesmo que não fosse essa a minha intenção, mostrar meu pau na live me ajudou muito.
Sinto um grande peso saindo dos meus ombros. Eu respondo a todas as mensagens com carinho, mas deixando bem claro que não faço outras coisas além das transmissões. Depois apago todas, para não deixar minha mãe chateada. 

Agora eu mostrava meu pau sempre que aparecia boas propostas.
Eu ainda estipulava mostrar apenas por alguns minutos. Pois minha mãe virava o rosto toda vez que esses pedidos pareciam, e só voltava a olhar depois que o tempo passava.
Ela tentava agir naturalmente, mas sei que ela ainda sentia vergonha quando eu tinha que mostrar meu pau pra câmera.
Fiquei atento para ver se ela estava tentando dar uma olhada através do espelho, mas não conseguia ter certeza. Mas em todos esses momentos, ela ficava muito calada, e quando voltava a olhar, ela sempre estava muito vermelha.
A cada dia que se passava, os pedidos do chat ficavam mais safados, e as propostas maiores.
Eu ainda tinha receio do meu comportamento perto da minha mãe. Não era por que ela disse que estava tudo bem eu botar o pau pra fora, que eu iria fazer qualquer coisa.
E mesmo ela dizendo que estava tudo bem, ela ainda parecia muito desconfortável quando os pedidos pra eu abaixar a cueca apareciam.
Então o máximo que eu fazia era ficar mais de um minuto com o pau de fora, e balançar ele um pouco.
Até pedidos para ficar de pau duro, e me masturbar eu recusava, não sei qual seria a reação dela com isso. Vendo que ela já demostrou chateação com alguns desses pedidos pra mim no chat.
Mas eu queria muito que ela se soltasse mais, eu só precisava saber que ela estava bem de verdade com isso, pra eu poder fazer mais.
Mas ainda sentia vergonha de pedir isso pra ela, mas sei que logo as coisas mudariam, e o chat me ajudaria nisso.

Mais um mês estava acabando, e logo teria de pagar mais uma parcela da dívida.
Isso não era mais problema, pois estávamos conseguindo facilmente arrecadar muito mais que o valor, graças aos nossos trabalhos.
Sempre que chegava o fim de mês, e ver que estávamos ganhando muito bem, não só para pagar a dívida, ficávamos cada vez mais perto de acabar com ela dê uma vez.
Tanto eu quanto minha mãe, ficávamos muitos felizes, só de lembrar o desespero que estávamos a alguns meses atrás, nos dava um sentimento de euforia e satisfação, pois era graças ao que estávamos fazendo agora, que tínhamos cada vez mais condições de resolver nossas vidas.
E na nossa live de hoje estávamos muito animados.
Ela já tinha trocado por duas vezes de lingerie, e fazia strip-teases muito provocantes, deixando todos de queixo caído. Inclusive eu.
Não importa o quanto eu estivesse acostumado, mais eu tinha que me controlar, para não perder a postura.
Eu também nessa noite estava animado, e só não fiquei completamente, nu por toda a live, por respeito a minha mãe, pois os pedidos para abaixar a cueca apareciam várias vezes.
Mês ela sempre virava o rosto para não ver.
Mas hoje o chat estava embalado, e começou a provocar ela.
Mensagens perguntando por que ela virava o rosto, e pedindo pra ela olhar.
Mas ela ficou irritada, quando começaram a dizer, que ela estava olhando escondida.
Ela parecia indignada, e ficou vermelha e irritada com o chat.

- Ai, gente, eu não olhei! Vocês parem com isso.

Eu fiquei quieto, e o chat continuava. Perguntando por que ela tinha vergonha, e se ela já viu meu pau alguma vez.

- É lógico que já vi, né? Ele é meu filho, gente, eu já dei muito banho nele! 

O chat gargalhava, dizendo que isso não contava, e queria que ela visse agora.
Alguns começaram a provocar dizendo que ela não tinha coragem.
Parece que isso estava surtindo efeito, e ela começou a tratar isso como um desafio.

- Medo nada, gente! Ele é meu filho. Se eu quiser, eu vejo, não tenho nenhum problema com isso.

O chat começou a desafiar, falando pra ela olhar então.
Ela me olhava envergonhada, e eu ficava calado, com um sorriso me divertindo.

- Gente, isso não tem nada de mais. Eu já vi muito o meu bebê pelado, mas agora ele já é um homem e acho que ele não vai ficar confortável. Todos os filhos têm vergonha de ficar pelados na frente da própria mãe depois que crescem.

Percebi que ela estava tentando arrumar uma desculpa, mas o chat não aceitou.
Eles começaram a me perguntar, se minha mãe poderia me ver pelado.

- por mim, tudo bem.

Respondi rapidamente da forma mais casual possível.
Quando olho pra minha mãe, ela está mordendo os lábios com os olhos arregalados, como se me repreendesse com o olhar.
Eu queria rir da expressão dela, mas disfarcei e fingi prestar atenção no chat.
Rapidamente, o chat começou a cobrar e a desafiá-la.
Propostas começaram a surgir cada vez mais altas, e minha mãe parecia cada vez mais inquieta.
Ela estava com as pernas cruzadas, uma por cima da outra, e balançava o pé repetidamente. 

- Ai, gente, vocês são um saco mesmo, viu? Não sei para que isso, só para me deixar com vergonha. 

O chat começou a chamar ela de covarde, e de vergonhosa.

- Isso não tem nada a ver, gente. Eu só não quero deixar meu filho desconfortável. 

O chat respondeu dizendo que eu mesmo havia dito que estava tudo bem. Eu evitei olhar para ela para não rir, mas percebia que ela me fulminava com o olhar, esperando que eu falasse alguma coisa para salvá-la; no entanto, fiquei quieto. 
O chat provocava e pirraçava cada vez mais. Algumas das minhas fãs disseram (que, se eu fosse filho delas, elas cuidariam muito melhor de mim.) Isso fez minha mãe ficar irada. 

- Vocês são chatos! Meu bebê sabe que a mamãe cuida muito bem dele. Se é isso o que vocês querem, vou fazer só para calarem a boca! 

Senti uma onda de arrepio pelo meu corpo só em ouvi-la dizer isso.
O chat comemorava e começou a mandar tokens sem parar. 

- Espera, espera! Não vai ser assim, não. Só vou olhar se vocês baterem a meta, e eu é que vou escolher o valor. 

Ela, sem dizer nada, colocou a meta muito alta, justamente para desmotivar o público. Voltou a se sentar na beira da cama como estava anteriormente, agora com um sorriso vitorioso. Mas, para a surpresa dela, logo a meta foi batida.
Eu me segurava ao máximo para não cair na gargalhada quando vi a expressão incrédula dela. Mas o chat fazia isso por mim; vários emojis divertidos encheram a tela, tirando sarro da situação. 
Ela estava petrificada, sem saber o que fazer. O chat provocava, dizendo que agora ela tinha que cumprir a promessa. 

Ela me olhava desolada, esperando por ajuda.

- Foi a senhora quem prometeu, e eles bateram a meta!

Ela me lança um olhar furiosa por eu não ajudá-la.

- Tá bom, seus chatos, eu vou fazer. Mas espera, tenho que me preparar.

Ela sai do quarto com passos pesados, parecendo uma menininha emburrada, e sua bunda treme a cada passo. O chat começa a me incentivar, pedindo um monte de coisas, muitas delas pervertidas.

- Pessoal, o combinado e ela só olhar, nada além disso.

Eu estou tentando me manter calmo e controlando minha respiração, pois, só de pensar no que está prestes a acontecer, sinto o sangue fluindo todo para o meu pau.
Pouco tempo depois, minha mãe volta com uma taça de vinho.
Seus lábios estão vermelhos, indicando que ela já bebeu antes mesmo de encher a taça.
Ela coloca a taça na mesa e veste um roupão de cetim, dando um laço apertado que esconde todo o corpo.
O chat resmunga, revoltado, mas eu mentalmente agradeço, pois isso pode me ajudar ainda mais a manter o controle.

- Chega, gente! Eu já vou fazer o que vocês querem. Eu só preciso dos olhos para ver, então já é o suficiente.

Ela dá um gole demorado na taça de vinho, e eu sinto uma excitação só de ver o líquido escorrendo por sua garganta.
Ela cruza os braços e fica na minha frente, a alguns metros de distância, em uma postura apressada e com uma expressão irritada.

- Vai, filho, mostra de uma vez.

Mas o chat não ceita e começa a impor suas condições.
Eles querem que ela se aproxime e fique na altura da minha cintura.

- não, gente, assim já tá bom!.

Mas o chat não aceita, e surge uma chuva de mensagens pedindo pra la chegar mais perto.

- Ai, que saco! Vocês são chatos, viu?

Ela cede, contrariada, e fica de joelhos. Eu me aproximo, um pouco envergonhado. E o chat comemora e diz que agora está bom.

- pronto, mãe?

Eu digo gentilmente, e ela me olha de baixo para cima com seus olhos brilhantes, fazendo um gesto positivo com a cabeça. Não posso pensar muito e, devagar, abaixo meu short.
Eu não posso deixar que isso fique ainda mais estranho, então evito olhar pra ela e respirei fundo, controlando meus batimentos.
Quando meu pau escapa por inteiro, sinto ele pesado; ele não está duro, mas está meia bomba.
Muito por que eu estou me esforçando ao máximo para não deixá-lo endurecer.
Deixei meus olhos vagarem pelo quarto, tentando me distrair e não pensar naquela situação.
Mas acabo lendo o chat, e as mensagens me deixaram muito curioso.
Eles estão comemorando, e vários emojis divertidos e apaixonados subiam por toda a tela.
O barulho dos tokens surgiu como uma chuva, e senti meu corpo esquentando.
Li mensagens de uma fã dizendo (que queria estar no lugar ela,) outros dizendo safadezas (pra ela cair de boca.) E alguns afirmando que (ela estava exitada.)
Isso atiçou minha curiosidade, e acabei olhando para baixo para ver como minha mãe estava.
Ela estivera calada por todo esse tempo e, quando olhei, vi que parecia hipnotizada.
Ela estava a dois palmos de distância da minha virilha. Não estava mais de joelhos; suas pernas pareciam ter cedido e ela estava sentada meio de lado.
Seu roupão agora está entre aberto, revelando sua pele, e seu peito volumoso.
Vejo o biquinho do seu peito muito duro, tão duro que nem o roupão conseguiria esconder.
Lembro do chat dizendo que ela está exitada. E sinto ondas de prazer fazendo meu corpo se arrepiar.
Olhei para o rosto da minha mãe: ela estava com a boca entreaberta, com o lábio inferior quase caído
Ela olha diretamente para o meu pau, e em seu olhos vi uma expressão diferente que eu não reconheci, mas essa expressão faz meu corpo ficar ainda mais quente, principalmente na região da virilha.
Esse calor pareceu ir se concentrando; senti minhas bolas formigando e o calor subindo. 
Por algum tempo me perdi, que nem percebi quando meu pau ficou duro, duro de uma forma que nunca ficou antes.
Eu estava em um estado de estupor que quase não sentia meu corpo, mas quando olhei para o meu pau, algo me despertou.
Ele estava duro e pulsando, e o pre gozo vazava quase pingando. A cabeça estava tão inchada que doía a cada pulsação.
Quando me dei por mim, percebi aonde eu estava, e a frente estava minha mãe.
Não sei por que ela não disse nada nem se afastou; acho que ficou com pena de me expor daquela forma na frente do chat.
Ela continuava parada ali, olhando fixamente para a cabeça do meu pau inchada e vermelha, com a baba quase pingando diante dos seus olhos.
Seu olhar parecia entorpecido, e ela mordia o lábio inferior. 
Subitamente, senti uma pressão muito grande, e uma onda de arrepio percorreu todo o meu corpo.
Quase explodi na cara da minha mãe, eu sabia que não aguentaria a próxima onda do prazer.
Então para não passar essa vergonha, encolhi, escondendo meu pau abruptamente.
Minha mãe olhou para cima, com os olhos ainda nublados.
No momento em que nossos olhares se cruzaram, ela virou o rosto. Seu corpo inteiro estava vermelho.
Ela se ajeitou e arrumou o roupão, dando um nó mais apertado no laço. 
Minha garganta estava seca, e eu sentia meus batimentos acelerados.
Quase cometi um grande erro, quase gozei que nem um pervertido na cara da minha mãe.
Estava me sentindo muito envergonhado, e sentei na cadeira de frente ao notebook, para disfarçar minha ereção.
Minha mãe ficou de pé e sentou-se logo atrás, na beira da cama dela
Ela pegou a taça de vinho e a virou de uma vez. 

- pera ai filho, já volto. Vou colocar essa taça na pia.

Ela diz de uma forma desconcertada, tentando disfarçar o clima do momento.

O chat estava enlouquecido, dizendo um monte de besteiras.
Falando sobre o tamanho do meu pau, e que minha mãe estava quase colocando ele na boca.
Outras mensagens que espero que tenha sido de minhas fãs, diziam que já teria me engolido todinho faz tempo.
Todas as mensagens eram eufóricas, e de muita excitação.
Alguns minutos depois minha mãe voltou, ela agora bebia um copo com água com algumas pedras de gelo.
Ela parecia mais confortável, e se sentou para ler o chat.

- O que eles estão falando, filho?

Eu tenho um pouco de vergonha de falar, então deixo ela ler.

O chat pergunta se ela gostou, e vejo-a ficando vermelha novamente.

- Ai, gente, como vocês são bobos! É o do meu filho, não tem nada de mais.

O chat responde dizendo (que parece que ela estava gostando.)

- Para, né, gente? Eu sou mãe do meu bebê. Fico feliz por saber que meu filho é um homem saudável.

O chat brinca, dizendo: (E põe saudável nisso!) Minha mãe fica ainda mais corada, e eu também.

- agora chega, amores. Foi muito divertido, mas por hoje chega. Amanhã agente conversa mais.

O chat fica chateado; eles queriam continuar conversando e fazer mais pedidos, mas minha mãe encerra a live.

Estou com um pouco de medo do que ela vai falar. Eu dei mancada e não quero que ela pense que quis desrespeitá-la.

- Mãe, me desculpa... Eu não quis te desrespeitar! É que eu não consegui me controlar.

Estou envergonhado e não quero olhar para ela. Mas ela vem até mim e faz um carinho no meu rosto.

- Que isso, filho? Não foi nada. Sei como é difícil para os homens controlarem essas coisas, e você é jovem; é muito normal acontecer.

Ela fala de um jeito carinhoso, e reconfortante.

- O pessoal do chat deve ter adorado, você deu um baita show para eles.

Ela diz isso com um sorriso animado e carinhoso, e eu só consigo olhar para ela com um sorriso envergonhado. Depois, ela me dá um beijo no rosto e faz um carinho com o polegar.

- Agora vamos descansar, já está bem tarde. A mamãe vai tomar um banho e depois ir dormir.


Ela me dá mais um beijo no rosto e, depois, eu recolho minhas roupas. Nós nos desejamos boa noite e, assim que saio do quarto, escuto ela trancando a porta.

Eu ainda estou um pouco tonto, pensando no que acabou de acontecer.
Vou direto pro banheiro e percebo que ainda estou de pau duro.
Sinto muita vergonha, pois devo ter ficado assim por todo esse tempo. Minha mãe sendo carinhosa e compreensiva comigo, e eu agindo como um pervertido.
Eu queria conseguir me controlar, mas as lembranças daquele momento não saem da minha cabeça. Então, eu me masturbo intensamente até me sentir satisfeito.
Saio do banheiro com uma sensação de vergonha. Por sorte, a porta do quarto da minha mãe ainda está fechada.
Vou direto dormir; não quero ver ou relembrar nada do que aconteceu, pois a mínima lembrança me enche de vergonha e desejo.

Na manhã seguinte, assim que acordei, as lembranças da noite passada ainda estavam em minha mente.
Não sabia como ficaria o clima entre minha mãe e eu agora.
Mesmo ela tendo se mostrado muito compreensiva depois do que aconteceu, eu sei que passei dos limites.

Já sinto o cheiro do café invadindo a casa; minha mãe já está acordada.
Me arrumo e, depois, vou até a cozinha para encontrá-la.
Eu não sei o que falar agora, estou muito envergonhado. Mas, quando chego à cozinha, a visão que tenho não é a que eu esperava.
Minha mãe está ajeitando tudo para o café da manhã, mas, diferentemente da primeira vez que mostrei meu pau na live, ela parece contente.
Não há aquele clima frio e constrangedor. Ela está radiante, quase cantarolando enquanto põe a mesa.
Assim que me nota, ela abre um grande sorriso.


- Bom dia, dorminhoco! Eu já ia te acordar. Como você está, filho?

Eu estou um pouco confuso. Não era o que eu esperava. Será que a noite passada aconteceu mesmo?

- Bom dia, mãe. Estou bem, e a senhora? Está tudo bem?

Pergunto sem jeito, estou visivelmente surpreso.

- Estou ótima, meu amor. Vem, vou servir o seu café.

Eu me sento, um pouco desconfiado. Será que estou sonhando?
Ela me serve e ainda me dá um beijinho no rosto depois de encher minha xícara.
Depois, ela se serve e senta-se à minha frente, com um ar alegre. Está usando seu roupão de cetim de cor pérola, que exibe um grande decote chamativo. Ela me olha enquanto sorve um pouco do café; há um tom de preocupação em seus olhos, pois percebe minha expressão confusa.

- O que foi, meu amor? Você parece preocupado.

- Não é nada, mãe. Só estou um pouco admirado com a sua reação hoje.

- Por que diz isso, meu amor? Eu estou agindo normalmente, como sempre. Por que acha que estou diferente?

- Não, não é isso. Só imaginei que a senhora estaria chateada pelo que aconteceu ontem.

Ela me lança um sorriso afetuoso.

- Oh, meu amor, ontem não foi nada demais, já te falei.
O que aconteceu foi uma coisa normal, sério, fica em paz.
E estou muito contente, pois colocamos fim de vez naqueles comentários chatos do chat.
E, de quebra, faturamos muito ontem.

Ela realmente parece bem com o que aconteceu.

- Mas a senhora não achou nem um pouco estranho?

- Não, filho, sério. Para ser sincera, estou me sentindo muito melhor do que antes, pois isso deixa as coisas mais leves entre nós. Você não acha?

Eu ainda estou confuso, mas concordo com um gesto tímido com a cabeça.

- Olha, para ser honesta, eu ainda estava me sentindo um pouco envergonhada quando você tinha que mostrar suas coisas.
E com todos aqueles comentários e provocações do chat, eu estava ficando irritada.
Eu queria pôr logo um ponto final nisso, mas estava com receio; não queria te deixar envergonhado. Mas, quando o chat fez a proposta e você concordou, foi o momento perfeito para encerrar o assunto.
E fiquei contente com a sua reação, pois você devia estar muito à vontade. Não estava?

Eu concordo com um aceno positivo, mas sinto meu rosto queimar de vergonha só de lembrar o ocorrido.
E percebo que ela também está com o rosto levemente corado.

- Então, como vai ser a partir de agora?

- como assim, filho?

- Sabe... Se esse tipo de pedido acontecer novamente, devemos aceitar?

Eu me sinto encabulado por fazer esse tipo de pergunta para minha mãe.

- Por que não, filho? Se a proposta for boa, não vejo por que não. Já fizemos uma vez; fazer outras não tem nada demais.
E você mesmo disse: não podemos perder a oportunidade. Não estamos em condições de recusar uma proposta tão boa como essa.
E tem outra, eu sou sua mãe e você é meu filho. Já te vi muitas vezes sem roupa, ou você se esqueceu de que era eu quem te dava banho?

Ela fala de modo casual, como se aquilo fosse natural, eu sinto meu rosto queimar.
No entanto, a atitude dela me deixa confortável, afastando de vez aquela sensação de desconforto e estranheza entre nós.


- Mas isso faz tempo, né, mãe? As coisas são diferentes agora; eu não sou mais criança.

- Isso não muda nada, meu amor. Eu ainda sou sua mãe e você ainda é meu filho. Só as coisas que cresceram... digo, você que cresceu, mas ainda é o meu bebê.

Ela sorve um pouco do café, desviando o olhar. Percebo que ela fica encabulada e tenta disfarçar um sorriso no canto da boca.
Eu também disfarço, bebendo um pouco do café, mas sinto minhas bochechas pegarem fogo.

- Então, para a senhora, está tudo bem se acontecer de novo?

- Se pagarem bem, com certeza.

Ela diz isso com convicção, e fico feliz por ver que está empenhada em resolver nossa situação.
Sei o quanto ela é tímida e nem imaginaria algo assim antes. Mas, agora, ela está se sacrificando e suportando tudo para conseguirmos pagar logo a nossa dívida.
Ela estende a mão para mim e segura a minha com delicadeza.

Olha, filho, sei que tudo parece uma maluquice e algumas coisas parecem constrangedoras.
Nós nunca tínhamos sequer conversado sobre coisas desse tipo antes e, agora, você teve que ficar pelado na frente da sua própria mãe.
Imagino como deve ter sido constrangedor para você. Mas está tudo bem, meu amor. Eu também fui criada com uma educação limitada e meus pais sempre foram muito rigorosos com esse tipo de assunto.
Eu nunca me imaginei em uma situação como essa, muito menos com o meu próprio filho. Mas, agora, vejo que não é nada demais.
E, para ser honesta, graças a estas situações que estamos vivendo ultimamente, tenho me sentido muito mais próxima de você.

Ela me olha com ternura, com os olhos brilhando cheios de carinho.

- Eu também, mãe. Também me sinto mais próximo de você.

Ficamos nos olhando por alguns segundos, como cúmplices.
Achei que hoje teria que enfrentar uma situação desconfortável e estranha com a minha mãe. Mas, pelo contrário, ela foi muito compreensiva e até me reconfortou.

Na parte da tarde, ela fez mais uma live. Os shows da tarde são praticamente só dela; eu raramente apareço, pois estou fazendo outros trabalhos.
São shows em que ela mostra suas habilidades culinárias. Quase não tem erotismo, mas ela chega a ficar de roupa íntima.
Mas à noite, agora o show é nosso. O público fica ansioso esperando por nós dois na frente das câmeras.
E nessa noite o chat estava efervescente por causa dos acontecimentos anteriores.

Eles logo quiseram saber o que minha mãe tinha achado do meu pau.
Ela me impressionou: divertia-se e demonstrava muita confiança ao responder a todas as perguntas. Eu permanecia ao seu lado, meio encabulado e calado, pois sabia que as perguntas eram todas a meu respeito.

- Calma, amores! Eu sei que vocês são curiosos.

Alguém no chat perguntou se ela sabia que o meu pau era tão grande. Notei que ela ficou um pouco corada, mas respondeu com total tranquilidade.

- Saber, eu não sabia, né, amores? Mas eu já desconfiava... Gente, eu não sou cega!

Ela fala de modo divertido, como se fosse óbvio, com um sorriso encabulado no rosto.
Isso me faz pensar que minhas tentativas de esconder minhas ereções não deram muito certo.
Outro comentário foi mais direto e perguntou (se ela gostou.)

- Ai, gente, vocês têm a mente muito poluída! Mas eu fico orgulhosa, sim. O meu bebê é forte e saudável, que mãe não sentiria orgulho?

Eu fico em silêncio, mas não escondo um sorriso satisfeito.
Outro comentário pergunta (se o meu pai também tinha o pau grande que nem o meu.)
Achei que, nesse momento, ela desconversaria e se recusaria a responder, mas, pra minha surpresa, ela foi direta.

- Não chega nem perto!

Ela responde em tom cômico, de forma curta e direta.
Isso eu já sabia, pois já tinha visto meu pai pelado, mas não imaginei que ela admitiria isso na minha frente. Mas ela fez, e pareceu cheia de orgulho em dizer isso.
Tiveram muitas outras perguntas com conteúdo mais depravados, mas essas ela ignorou.
Depois começaram os pedidos e as propostas, e logo eu estava pelado.
Ela não desviava mais o olhar, mas também não ficava encarando diretamente.
Apenas quando recebia alguma oferta generosa para olhar, ela o fazia, mas tentava parecer o mais casual possível.
Eu, que ainda não conseguia me controlar, acabei ficando de pau duro a live inteira.
O chat não deixou passar batido e começou a zoar, mas minha mãe saiu em minha defesa.

- Ah, gente, isso é normal, viu? Significa que meu bebê tá com muita saúde!

Ela dizia de modo divertido, me olhando com um sorriso.
Era uma situação inimaginável: eu estava ali, com o pau extremamente duro, ao lado da minha mãe que vestia apenas lingerie.
Mas o chat não deixava passar nada e queria me constranger de todo jeito.
Perguntavam (qual era o tamanho, se eu já tinha medido.)
Eu disse que não, e então ofereceram um bom dinheiro para eu medi-lo na live.
Minha mãe ficou animada e foi logo buscar uma régua. Ela voltou dando pulinhos de empolgação, me entregando o objeto para fazer a medição.
Porém, quando eu ia começar, o chat fez outra proposta, pedindo para que ela mesma tirasse a medida. Imediatamente, ela ficou corada e pensativa.

- Ai, gente, pelo amor de Deus... Vocês não prestam mesmo, viu?

Mas o valor da proposta era bom demais para ser recusado.

- Tá bom, tá bom, eu meço... Mas é só para vocês não ficarem enchendo o saco, viu?

Ela então fica de joelhos e se aproxima o máximo possível do meu pau.
E me olha de modo envergonhado enquanto se aproxima.
Eu tento ficar tranquilo, mas já sinto o sangue pulsar nas veias grossas do meu pau.
Minha mãe encosta a régua no meu membro, mas faz isso com todo o cuidado, evitando tocá-lo com os dedos.

- fica parado, filho.

Ela diz carinhosamente, e eu me esforço para obedecê-la, pois sinto contrações só com o toque da régua.
Enquanto ela está concentrada, tentando pegar a medida correta e evitando tocar diretamente no meu pau, sinto uma forte contração e me seguro ao máximo para não gozar.
Mas meu pau pulsa involuntariamente, e o movimento faz ele tocar levemente os dedos da minha mãe.
Ela não esboça nenhuma reação, mas eu senti o toque dela e sei que ela também sentiu.
O pre gozo começa a brotar, e minha glande está muito próximo do rosto da minha mãe, que é impossível que ela não tenha visto.
Eu olho para a tela do computador, fingindo ler o chat para disfarçar. Minha mãe está concentrada fazendo a medição e, depois de alguns minutos, ela revela o resultado.

- Olha, gente, quem vai adivinhar qual é o tamanho?

Ela diz isso se divertindo, e o chat começa a enviar suas apostas.
Muitos estão digitando (vinte centímetros), outros, (trinta centímetros). Mas minha mãe para com o suspense e revela de uma vez.

- Olha só, vinte e três centímetros. É grande, não é?

Ela diz isso sorridente, parecendo orgulhosa. Eu tento disfarçar, mas não consigo esconder minha satisfação.

- isso é bom, mãe?

Pergunto timidamente, me fazendo de desentendido enquanto tento disfarçar minha excitação.

- Bom, filho? Isso é maravilhoso, poucos têm um tamanho desses.

Ela diz isso de forma tão natural que me deixa confortável. No chat, as mensagens acumulam-se: alguns demonstram admiração, enquanto outros, cheios de inveja, comentam que queriam ter um pau desse tamanho.

As perguntas do chat tornam-se cada vez mais safadas.
Querem saber se alguma garota já reclamou do tamanho. Fico envergonhado, pois nunca o tinha mostrado para ninguém antes disso, mas, surpreendentemente, sinto-me confortável em responder na frente da minha mãe.

- Eu nunca tinha mostrado para ninguém.

Digo de forma tímida, e encabulado.
O chat vai à loucura e logo perguntam (se sou virgem).
Estou fico ainda mais envergonhado, mas sou sincero e respondo que sim.
Olho encabulado para minha mãe, mas ela parece tranquila, exibindo até um leve sorriso de satisfação com a minha resposta.

Logo o chat é inundado por propostas, muitas delas oferecendo tirar minha virgindade.
Fico lisonjeado, embora torça para que venham de mulheres.
Uma usuária com o nick (Gata_no_Cio) diz estar louca para tirar meu cabaço e pergunta quanto eu cobraria para deixá-la ser a primeira.
Nesse instante, minha mãe, que até então só observava em silêncio, assume o controle para responder, visivelmente irritada.

- Vamos parar com isso, né, gente? Nós não fazemos nada desse tipo, só aparecemos aqui na live. Podem tirar o cavalinho da chuva, porque o meu bebê não quer saber de nada disso!

Ela continua emburrada e nem olha na minha cara.
O chat percebe e começa a zoar, dizendo que ela está cheia de ciúme e que quem tem que decidir sou eu.
Quando ela me dá aquela encarada mortal, percebo o perigo e respondo correndo para não deixá-la ainda mais brava.

- É isso mesmo, pessoal. Eu agradeço o carinho de todos, mas nosso foco aqui é apenas o conteúdo das lives. Eu tenho muita coisa para resolver na minha vida antes de começar a pensar em namoradas ou coisas desse tipo.

Minha mãe volta a olhar para a tela, mas noto um sorriso satisfeito e contido surgir em seus lábios. O chat, inconformado, não desiste: alguns mandam mensagens dizendo que vão deixar o contato no privado e que, quando eu estiver pronto, é só ligar.
Minha mãe fecha a cara imediatamente e rebate na hora.

- Podem parar com isso, viu, suas assanhadas? Vocês ouviram bem: meu bebê tem que estudar e se formar primeiro. Só depois ele vai pensar nessas coisas, então tratem de parar!

O chat provoca, chamando ela de ciumenta.

- Sou mesmo! Tenho que cuidar do meu filho para ele não cair nas garras de malvadas que nem vocês.

O chat se diverte com a bronca e provoca, dizendo: (que vão cuidar direitinho de mim se ela deixar).

- Não precisa, não! Quem cuida do meu bebê sou eu. E quando chegar a hora certa, ele vai encontrar uma boa moça pra a vida dele. Então, podem ir parando com isso!

O chat se diverte e continua provocando minha mãe, eu me divirto com a encenação de ciúmes que ela faz. É até bonitinho vê-la agindo desse jeito.
Conversamos por mais algum tempo com o público e, depois, decidimos encerrar a live.

Hoje o dia foi muito lucrativo, como de costume, e graças ao chat as coisas continuam escalando.
O público tem ajudado minha mãe a se soltar cada vez mais, levando-a a fazer coisas que eu jamais teria coragem de pedir.
Espero que logo ela se sinta ainda mais à vontade. Quem sabe assim eu finalmente realize meus desejos e consiga vê-la sem algumas peças de roupa.
Imagino esse cenário há muito tempo, e seria incrível ver minha imaginação se transformar em realidade.

Alguns dias se passaram, e nossas lives estavam cada vez melhores.
Eu já estava ficando quase a live toda sem roupa a pedido do chat; e me sentia mais corajoso e confortável.
Minha mãe também. Na verdade, ela parecia mais à vontade do que eu: fazia brincadeiras com o tamanho do meu pau e entrava em todo tipo de conversa pervertida que o chat iniciava.
Mas ela ainda não tinha tirado mais nada e permanecia só de roupa íntima.
Eu e minha mãe estávamos tão à vontade entre nós que até fora das lives estávamos tendo conversas sobre os assuntos do chat.
Um dia desses, no jantar, ela tocou no assunto de eu ainda ser virgem.

- Mas me conta uma coisa, filho: você nunca chegou a ter nada com nenhuma namoradinha antes?

A pergunta direta me deixou um pouco sem jeito, mas decidi ser totalmente sincero para não cortar o clima e acabar reprimindo-a.

- não, nunca. Eu sempre tive vergonha.

- Mas vergonha por quê, meu amor? Você é um rapaz tão lindo!

- Não sei, mãe... Eu me achava meio estranho, sabe? Por causa do tamanho do meu negócio.

Ela ficou em silêncio por alguns instantes, com o olhar distante, parecendo perdida em seus pensamentos.

- Mas agora você sabe que não tem nada de errado, né? Na verdade, meu filho, você foi muito bem abençoado!

Ela fala empolgada, mas seu rosto fica vermelho, assim que as palavras saem de sua boca.

- Você acha mesmo, mãe? Não acha ele... feio?

Minhas palavras também saem um pouco, envergonhadas.

- Claro que não, meu amor! Você é perfeitamente perfeito. Apesar de que você precisa tomar um pouco de cuidado.

- Cuidado por quê, mãe?

Ela ficou completamente vermelha, visivelmente sem jeito com o rumo da conversa, mas não recuou e continuou.

- Por causa do tamanho, né, filho? Não é toda moça que está preparada para algo desse tamanho. Você tem que ser bem gentil e carinhoso para não machucar e acabar, assustando a garota.

Eu realmente não tinha pensado por esse lado, pois só conhecia essas coisas por filmes pornôs, e neles as mulheres parecem receber tudo com muita tranquilidade.

- Mas fica tranquilo. Primeiro, você tem que encontrar uma boa moça, uma que você ame e que te ame de verdade. Com amor, as coisas ficam bem mais fáceis.

Mesmo um pouco sem jeito, o tom de voz dela transborda carinho, tentando afastar as minhas inseguranças.

- Na verdade, não quero pensar nisso agora. Depois que a gente resolver a nossa vida, quem sabe.

- Isso, meu amor, tudo no seu tempo. Quando a gente se precipita, quase sempre acaba dando errado.

Era reconfortante ter essas conversas com minha mãe.
Eu nunca tinha falado sobre esses assuntos com ela, e ela também jamais havia me dado esse tipo de liberdade.
Agora eu entendia que aquele distanciamento era fruto da educação rigorosa que ela recebeu dos meus avós.
Meu pai, por outro lado, sempre se dizia ocupado e nunca tinha tempo pra nada.
Por causa disso, acabei crescendo sem experiência alguma.
Mas agora, essas conversas com o chat e essa nova abertura com a minha mãe estavam me ajudando muito.

Eu sentia vontade de saber mais sobre o passado dela, mas precisava ter cautela para não faltar com respeito.

- E a senhora, mãe? Como... como foi a sua primeira vez?

Ela fica vermelha no mesmo instante, mas consegue manter a calma.

- Ai, filho... Eu era muito jovem e bobinha. Não sabia de nada da vida, e o seu pai foi o meu primeiro e único.

Apesar do embaraço, ela não foge do assunto e me dá uma resposta.

- E... doeu muito?

Eu estava morrendo de vergonha por fazer esse tipo de pergunta, mas não podia perder a oportunidade. E, para a minha surpresa, mesmo envergonhada, ela respondeu.

- Nossa, filho... Doeu um pouco, sim, mas era a minha primeira vez, né? O seu pai não era nada assim... como você, sabe? Mas, mesmo assim, doeu um pouquinho.
Só que eu estava tão apaixonada que nem liguei direito. Mas eu nem imagino como seria se... ai, deixa para lá!

Ela fica quase roxa de tão vermelha e, encabulada, interrompe a fala para levar um pouco do jantar à boca.
Decido não pressioná-la, dando-me por satisfeito com a resposta.
E ficamos em silêncio enquanto terminamos de comer.


À noite, faríamos a nossa live principal. Agora estávamos tão à vontade que minha mãe escolhia a cueca que eu usaria na transmissão, só para combinar com a lingerie dela.
Eu estava adorando esse nosso novo momento; finalmente não precisava esconder minhas ereções na live e podia deixar de lado aquelas boxers anti-ereção que me apertavam tanto.
Meu autocontrole também estava evoluindo.
Eu já não ficava de pau duro só por estar perto dela, guardando a ereção para quando as propostas do chat apareciam.
Notei que essa mudança a deixou bem mais relaxada, já que, antes, a minha ereção parecia deixá-la um pouco desconfortável.


Iniciamos nossa live animados. Nossas conversas íntimas pareciam nos aproximar cada vez mais. Ela usava um vestidinho verde bem colado no corpo, mas com a saia rodada.
Por baixo, vestia uma calcinha branca e um sutiã da mesma cor.
Para mim, ela tinha escolhido uma boxer branca com detalhes verdes, mas não demorou muito para que eu ficasse sem ela.
O chat não perdia tempo e rapidamente batia as metas para tirar nossas roupas.
Os pedidos para que minha mãe tirasse mais eram frequentes, mas ela continuava relutante.
Então a responsabilidade sobrava para mim.
Como eu já não sentia vergonha nenhuma, não demorou para que eu ficasse com o pau totalmente pendurado para fora.
O chat estava sempre procurando algo novo para nos propor, e agora eu era o centro das atenções. Eu atendia a todos os pedidos, pois sabia que, dessa forma, conseguiria incentivar minha mãe a se soltar aos poucos.
Mas hoje, o (Moms_Slave) fez uma proposta diferente; na verdade, ele propôs uma brincadeira.
Ele queria testar minha resistência e ver quanto tempo eu aguentava ser provocado sem ter uma ereção.
Minha mãe adorava esse tipo de desafio e logo se mostrou interessada.

- Isso vai ser muito divertido! Eu também estou curiosa para saber, (Moms_Slave).

Empolgada com o desafio, ela imediatamente começou a sugerir ideias.

- Vamos procurar outra sala com uma garota bem bonita e ver quanto tempo o meu bebê demora para ter uma ereção.

Ela falou com um tom travesso, totalmente contagiada pela ideia.

Mas o (Moms_Slave) tinha outros planos, ele disse que pagaria dois mil tokens, se eu aguentasse por um minuto sem ficar de pau duro. Com minha mãe dançando só de calcinha e sutiã, na minha frente.

- Ah, não... Por que eu?

Pega de surpresa, ela resmungou como uma menina mimada.

- Bem-feito! A senhora tava achando graça, não tava? Agora vai ter que participar também.

Aproveitei o momento para provocá-la.

O chat adorou a ideia e as apostas começaram imediatamente: os espectadores ofereciam ainda mais tokens se eu conseguisse aguentar aquele minuto sem ficar de pau duro.

Gente, fala sério, assim vocês vão perder dinheiro fácil.
Primeiro que ele é meu filho. Segundo que, com tanta garota linda no site, vocês acham mesmo que ele vai se animar com a velha aqui? Vamos escolher outra menina, uma mais jovem.

Ela falava em um tom cômico, fazendo piada de si mesma.
Mal sabia ela que passar por aquele teste justamente com ela seria infinitamente mais difícil.
O chat parecia adivinhar meus pensamentos: em uma votação unânime, todos exigiam que fosse ela. Sem saída, ela bufou e fez cara de emburrada, mas sabia que não dava para recusar.
O valor em jogo era alto demais para recusar, e ela acabou cedendo. As regras do desafio eram simples: eu ficaria sentado, completamente nu, na beira da cama.
Ela, por sua vez, teria que dançar de forma sensual bem na minha frente. Se o cronômetro marcasse um minuto inteiro sem que eu ficasse de pau duro, o dinheiro seria nosso; caso contrário, o chat ganharia um show gratuito e nós não ganharíamos nada.

Posicionei-me no lugar combinado e comecei a controlar minha respiração.
Sabia perfeitamente o tamanho do desafio, mas estava determinado a não perder aquela bolada. Minha mãe terminou de se preparar, deu o play em uma música lenta e provocante e se posicionou no espaço bem diante de mim.

- Ai, gente, vocês são muito malvados! Me fazem passar por cada coisa... Mas vamos lá.
Filho, se concentra, é só um minutinho, hein? Não deixa eles ganharem!

Apoiado nos cotovelos com o corpo virado para cima, fiz um sinal de joinha com as duas mãos para fingir confiança. No segundo em que a música começou, ela arrumou o cabelo, respirou fundo e fixou o olhar em mim.

- Pronto, bebê? Estou contando com você, hein.

Ela falou em um tom confiante, demonstrando estar totalmente relaxada.
Eu, por outro lado, tentava manter as aparências, mas minhas mãos já começavam a suar.
Cada pequeno movimento dela me causava um arrepio involuntário.
Ela estava simplesmente perfeita naquela lingerie, e a forma como olhava para o próprio corpo, dando uma última conferida no espelho, era absurdamente sensual.

No instante em que ela começou a acompanhar o ritmo da música, sua expressão mudou completamente.
Seu olhar se tornou penetrante, e cada movimento transbordava confiança e sedução.
Ela agia com tanto profissionalismo que, por um segundo, mal parecia a minha mãe.
Girando lentamente, ela rebolava enquanto deslizava as mãos pelo próprio corpo de forma provocante.
Senti o sangue bombear instantaneamente, correndo em direção à minha virilha.
O quarto parecia ter ficado abafado de repente.
Eu estava completamente nu, mas a verdadeira queimação vinha de debaixo da minha pele.
Haviam se passado apenas alguns segundos e a ideia de desistir já passava na minha mente.
Foi quando minha mãe virou de costas e curvou o corpo para a frente, me dando uma visão total de sua bunda redonda.
Ela olhou para trás pelo canto dos olhos, e o vislumbre daquele movimento fez meu coração disparar.

- Mãe, pelo amor de Deus, assim a senhora não tá me ajudando...

Falei em tom de súplica, sentindo a derrota iminente.
Pude ver um sorriso de canto de boca surgir no rosto dela, antes dela endireitar o corpo e voltar a ficar de frente para mim.

- Só mais um pouco, bebê... Você está quase lá .

Ela sussurrou, mantendo o ritmo. Deu uma leve mordida no lábio inferior e passou a caminhar lentamente na minha direção.
O balançar do corpo dela a cada passo era uma tentação irresistível, e senti minha ereção dar sinais de vida, ignorando toda a minha relutância.
Seu olhar parecia me devorar; ela baixou os olhos diretamente para a minha virilha e percebeu que eu estava perdendo as forças.
Um leve sorriso de satisfação surgiu em seu rosto enquanto ela passava a língua pelos lábios para umedecê-los.
Aproximando-se ainda mais, ela falou baixinho, quase em um sussurro.

- Aguenta, bebê... Só mais um pouquinho.

Ela sussurrou bem perto de mim, me provocando, de uma forma erótica.

- A senhora não está ajudando... Desse jeito eu não vou aguentar!

Olhei para ela com um olhar de pidão, quase suplicando para que aquela aposta acabasse logo.
Ela deu um leve sorriso e mordeu o lábio inferior, percorrendo meu corpo com os olhos até fixar o olhar diretamente no meu pau, soltando um suspiro profundo.
A proximidade dela era sufocante; eu sabia que não aguentaria muito mais tempo.
Quando eu estava prestes a desistir, ela ameaçou tocar o meu joelho. O pânico bateu: se ela me tocasse, seria o meu fim.
Mas, em vez de fazer isso, ela recuou rapidamente, virou-se para a câmera e começou a pular de alegria.

- Ele resistiu, pessoal! O tempo acabou, deu um minuto! Meu bebê conseguiu ganhar de vocês!

Ela comemorava com a empolgação de uma menina, tornando quase impossível acreditar que era a mesma pessoa de alguns segundos atrás. Uma mulher sedutora, erótica e dominadora.
Aos poucos, vou percebendo que minha mãe tem muitas faces, algumas das quais eu jamais imaginaria conhecer.

Apesar de tudo, eu consegui. Sobrevivi àquele minuto torturante.
O problema era que agora eu estava com uma ereção gigante; tudo o que eu queria era encerrar a live o mais rápido possível e correr para me aliviar.
O chat, no entanto, não me deixaria escapar ileso. Em questão de segundos, os espectadores começaram a comentar em massa sobre o meu estado evidente.

As mensagens subiam na tela em um ritmo frenético.
Alguns brincavam dizendo que (eu tinha sido um verdadeiro guerreiro, que resistira bravamente para terminar o desafio com a espada de pé).
Outros fingiam sentir pena, comentando que (eu tinha passado por uma sessão de pura tortura).
Já os mais provocativos pareciam ler meus pensamentos, zombando dizendo que (eu devia estar louco pra correr pro banheiro e me acabar na punheta).

Logo as perguntas indiscretas começaram a surgir na tela, com todos querendo saber quantas vezes eu me masturbava por dia.
Minha mãe ficou em silêncio, claramente curiosa para ouvir a minha resposta.
O constrangimento me atingiu em cheio: eu estava ali, completamente exposto diante de milhares de pessoas, enquanto ela, bem ao meu lado, exibia um sorriso divertido, saboreando cada segundo daquela situação.

O estado evidente do meu pau inchado, não escondia a minha vontade desesperada de gozar.
Então, respondi sem frescura, dizendo que (dependia do dia).
O público, querendo saber ainda mais, logo perguntou se (eu fazia todos os dias).
O fato de minha mãe estar bem ali ao meu lado me deixou sem jeito, mas engoli a vergonha e admiti que fazia isso quase todos os dias.
O chat, então, quis saber (qual tinha sido o meu recorde em um único dia).
Eles estavam pegando pesado, mas, já que eu tinha chegado até ali, decidi ir até o fim.
Respondi (que tinham sido oito vezes).
Pelo canto do olho, vi o rosto da minha mãe ficar ainda mais vermelho, embora ela continuasse calada, apenas escutando.

Minhas fãs ficaram empolgadas, e o chat foi inundado por mensagens delas se oferecendo para me ajudar.
Uma dizia que (deixava eu usar a bucetinha dela quando eu quisesse).
Outra dizia (que faria eu gozar ainda mais se estivesse comigo).
Ao ler aquilo, o sorriso da minha mãe sumiu instantaneamente; ela claramente não gostou nada da ousadia do chat.

- Olha que descaradas! Não têm nem vergonha de falar umas coisas dessas.

Eu gostava de vê-la com ciúmes. Afinal, eu também precisava me controlar muito quando lia as mensagens que os fãs dela mandavam.
O chat vivia cheio de homens me chamando de (enteado) ou (filhão), além daqueles que diziam que fariam todo tipo de atrocidades com a minha mãe.
Por isso, era reconfortante ver que o jogo também virava e ela ficava enciumada de vez em quando.

Então começaram a surgir as propostas.
O nick (Coroa_Safada), ofereceu uma boa quantia, dizendo pra mim se masturbar na frente das câmeras.
O resto do público imediatamente comprou a ideia, fazendo as ofertas de tokens dispararem na tela. Até aquele momento, eu jamais havia quebrado essa barreira na transmissão, mas no fundo sempre soube que era apenas uma questão de tempo para que esse tipo de proposta acontecesse.
E pra ser honesto, eu estava bem com isso. Já iria me masturbar de qualquer jeito mesmo e ganhando dinheiro, seria melhor ainda.
No entanto, eu não queria tomar nenhuma atitude sem o consentimento da minha mãe.
Não sabia se ela aceitaria esse nível de exposição nas transmissões dela, já que, até aquele momento, nosso limite havia sido o nudismo.
A masturbação nos colocaria em uma categoria completamente diferente no site.
Olhei para ela com seriedade, buscando uma autorização silenciosa.
Suas bochechas estavam levemente coradas, e um sorriso tímido mas sapeca em seu rosto.

- A decisão é sua, filho. Se você quiser, por mim tudo bem, não vou falar nada.

Era o que eu queria ouvir, já estava louco de tesão, e não via a hora de me aliviar.

Então, fechei o acordo com o chat e estipulei uma meta de tokens. Deixei claro que, assim que o objetivo fosse alcançado, eu começaria o show imediatamente.
Para a minha total satisfação, a meta foi batida em questão de segundos.
Sem perder tempo, comecei a deslizar as mãos suavemente pela minha ereção, pronto pra iniciar o show.

Eu alucinava de tesão. Mal conseguia me controlar, apenas esperando minha mãe sair do quarto para finalmente começar com vontade.
Pra minha surpresa, ela não se moveu. Continuou sentada na cadeira da escrivaninha, onde ficava o notebook, mas mantinha o corpo virado na minha direção, me olhando fixamente como se fizesse parte da plateia.
Constrangido, encarei-a em silêncio, questionando com o olhar se ela não pretendia sair do quarto. Minha mãe me devolveu uma expressão cínica, em um claro tom de desafio, como se duvidasse de que eu teria coragem de continuar.

— Vai, filho, pode começar! O pessoal no chat já está esperando.

Ela falou de forma provocativa, exibindo um sorriso enigmático no rosto.
Acho que ela pensou que eu não conseguiria me concentrar com ela ali, que eu não teria coragem.
O que ela não sabia era que, ultimamente, vinha sendo a inspiração secreta de todas as minhas punhetas.

Aceitei o desafio dela. Aproximei-me da tela do computador e comecei o movimento de vai e vem com a minha mão direita.
Minha mãe, que estava logo à esquerda, bem perto de mim, recuou um pouco, pega de surpresa pela minha reação.
Iniciei o ato devagarinho, massageando o membro com cuidado.
Evitei olhar na direção dela, ciente de que, se o fizesse, não conseguiria durar muito tempo.
Mas eu já estava com muito tesão, só as lembranças do show que ela fez pra mim, já faziam meu pau pulsar.
A cabeça estava muito dura, e sensível, e cada vez que passava minha mão nela, sentia arrepios por todo meu corpo.
Eu tentava me concentrar para durar o máximo possível, mas a presença da minha mãe ao meu lado era marcante, e eu conseguia ouvir sua respiração agitada.
Senti os primeiros espasmos e a cabeça do meu pau queimar de tão inchada.
Para tentar desviar o foco e aliviar a tensão, direcionei os olhos para a tela e comecei a ler o chat, que estava completamente eufórico.
A tela foi inundada por emojis de rostos boquiabertos, olhos apaixonados e centenas de berinjelas. O público parecia adivinhar que eu estava no meu limite absoluto, pois o chat começou a ser tomado por animações de garrafas de champanhe estourando uma atrás da outra.
Eu realmente estava no meu limite e me afastei um pouco da tela para evitar uma bagunça inesperada.
No entanto, ao recuar, a imagem da minha mãe entrou direto no meu campo de visão.
Achei que ela tentaria desviar o olhar ou até esconder o rosto de vergonha, mas aconteceu o oposto. Ela encarava fixamente cada movimento da minha mão, totalmente compenetrada na minha ação, com a boca entreaberta e os lábios umedecidos.
Nossos olhos se encontraram, e por alguns segundos parecia que estávamos interligados.
Ela me encarava de forma manhosa, inclinando a cabeça em um leve movimento positivo, como se me pedisse para continuar.
Aquilo me deu ainda mais tesão; passei a apertar e deslizar os dedos com muito mais intensidade a cada bombada.


- Mãe... pega o óleo de massagem para mim, por favor.

Pedi com a voz falha, sem conseguir desviar os olhos dela enquanto mantinha o movimento.
Eu disse gemendo, sabendo que a qualquer momento não conseguiria mais segurar.

Sem perder tempo, ela foi até o criado-mudo e pegou o frasco.
Mais uma vez, minha mãe me surpreendeu: achei que ela apenas me entregaria o óleo, mas ela se aproximou até ficar a centímetros de mim.
Quase me tocando, ela inclinou o frasco e despejou o líquido morno por toda a extensão do meu membro.
Ela estava tão perto que eu conseguia ouvir sua respiração pesada e descompassada.
A sensação do óleo escorrendo pela pele sensível do meu membro fez meu corpo inteiro se arrepiar. Agora, com o atrito reduzido pelo lubrificante, o prazer se tornou ainda mais intenso e avassalador.
Eu esfrego lentamente, esbugalhando e arregaçando a cabeça inchada por entre meus dedos.
As veias estavam tão dilatadas que eu conseguia sentir a pulsação do meu coração diretamente ali. A ponta queimava, um aviso claro de que eu explodiria a qualquer segundo.
Minha mente se esvaziou por completo enquanto os primeiros espasmos começavam a dominar o meu corpo.
Percebendo que eu já não estava conseguindo segurar, minha mãe recuou às pressas e correu para o banheiro.

- Espera, filho! Deixa eu pegar uma toalha!

Ela correu e a voz dela me despertou, eu consegui um pouco mais de tempo, mas quando vi a bunda maravilhosa dela balançando enquanto ela corria pra pegar a toalha.
Uma gota branca brotou saindo do orifício daquela cabeça inchada e dura, vermelha de tanto tesão.
Eu consegui segurar, pra não gozar de vez, e dar tempo pra minha mãe voltar com a toalha.
Mas uma gota leitosa e viscosa já pendia na ponta da cabecinha.

Ela voltou às pressas, ciente de que o tempo havia se esgotado.
E, mais uma vez, conseguiu me surpreender: sem dizer uma única palavra, aproximou-se e, com as próprias mãos, posicionou a toalha quase colada à cabeça do meu pau.
Encostou do meu lado direito, com o ombro colado ao meu, bastaram o leve toque de sua pele e a visão de suas mãos delicadas fazendo uma concha com o tecido, esperando o meu jato, para eu atingir o limite absoluto.

Me curvei levemente para a frente enquanto as contrações de prazer dominavam meus músculos. Todo o meu corpo estremeceu no exato momento em que senti cada jato espesso de porra ser disparado contra o tecido.
Minha mãe segurava a toalha colada à glande para conter a força dos jatos, impedindo que o sêmen respingasse pelo quarto.
Com a mão esquerda espalmada nas minhas costas, ela me oferecia apoio, sustentando meu tronco. Eu estava completamente entorpecido pelo prazer, sentindo ondas consecutivas de arrepios percorrerem cada centímetro do meu corpo.
Eu involuntariamente solto gemidos anasalados de tanto tesão.
Minha mãe esfregava suavemente minhas costas com a mão esquerda, intensificando ainda mais o meu prazer.
A liberação foi tão profunda que consegui sentir as contrações das minhas bolas a cada jato disparado.
Minha visão escureceu por alguns segundos e, aos poucos, fui recuperando os sentidos.
Minha respiração continuava pesada e ofegante; o coração martelava no peito enquanto eu puxava o ar com força para os pulmões, tentando me restabelecer.

Conforme recuperava os sentidos, estiquei o corpo, arqueando as costas para trás e projetando a cintura para a frente, mantendo as mãos apoiadas nos quadris.
Foi por causa desse movimento que percebi um detalhe: a mão delicada da minha mãe ainda continuava ali, perfeitamente encaixada na cabeça do meu pau.
A mão dela e bem pequenininha, que fica completamente, cheia só com minha cabecinha.
Aparentemente ela ainda não havia percebido, pois continuava segurando firme por cima do tecido. Aquele contato inesperado provocou uma súbita onda de prazer, e acabei descarregando mais um jato espesso de porra diretamente contra a mão dela.
Eu solto outro gemido anasalado, quase um urro, e ela parece ter sentido o gozo batendo na toalha, pois seus dedos levemente se fecharam, e ela quase deu um apertão na minha cabecinha.
Ela continuou a massagear minhas costas suavemente.
Aquele carinho parecia um misto de conforto e cumplicidade, um gesto acolhedor que tentava me acalmar após todo o esforço daquela situação.

Eu mal conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer.
Assim que recuperei as forças, olhei em sua direção, tomado por um profundo constrangimento. Ela, no entanto, apenas me devolveu um sorriso enigmático, misturando acolhimento e uma ponta de orgulho.
Eu realmente não sabia se ela tinha consciência do que estava acontecendo ou de onde exatamente estava segurando.
No entanto, ela deu mais um leve aperto na glande, deslizando o tecido suavemente para limpar o excesso de sêmen.
Mesmo sem o contato direto da pele, o tecido ficou completamente encharcado com a minha porra, permitindo-me sentir a pressão de cada um de seus dedos envolvendo a cabecinha do meu pau.
Em seguida, ela recolheu o tecido com o máximo de cuidado, garantindo que nada escorresse ou sujasse o quarto.

- Deixa eu levar isso lá pra lavanderia, bebê. Fica aí que eu já volto.

Ela saiu apressada, segurando a toalha com todo o cuidado, mas sem perder o sorriso gentil no rosto.

Continuei ali, tentando me recuperar, com o corpo totalmente coberto de suor.
Aquela tinha sido, sem sombra de dúvidas, a gozada mais intensa de toda a minha vida; minha mente ainda se recusava a processar tudo o que acabara de acontecer.
Com os meus sentidos finalmente voltando, passei a notar o som constante dos alertas de doações vindos do chat.
Por um instante, a intensidade do momento me fizera esquecer do mundo ao redor.
Na tela, o público estava em completo delírio após testemunhar tudo.
As mensagens subiam em uma velocidade impressionante: algumas cheias de admiração me parabenizavam, outras, mais ousadas, me enchiam de elogios.
Muitas também exaltavam a participação da minha mãe, com todos querendo mais.
No entanto, decidi que por hoje já era o bastante.
Voltei-me para a câmera, agradeci pelo apoio e anunciei que retornaríamos no dia seguinte, deixando-os na mais pura expectativa para a nossa próxima transmissão.

Assim que encerrei a transmissão, apoiei a mão na testa, sentindo uma leve tontura. Olhei ao redor e a ficha começou a cair: parecia uma completa loucura pensar que eu tinha acabado de experimentar o maior orgasmo da minha vida bem ali, no quarto da minha mãe.

Por falar nela, a demora já estava ficando estranha.
Ela nem sequer havia voltado para encerrar a live comigo.
Levantei-me para procurá-la, sentindo as pernas levemente bambas pelo esforço.
Ao chegar ao corredor, chamei por seu nome e, segundos depois, ouvi sua resposta vindo da lavanderia, que ficava bem ao lado do banheiro.
Aproximei-me devagar e, ao parar na porta, notei que ela parecia agitada, mexendo freneticamente na pilha de roupas sujas.

-Tá tudo bem, mãe?

Perguntei com um tom confuso, intrigado pela reação dela.

- Tá sim, filho. Só estou dando uma ajeitada nas coisas por aqui.

Ela continuava de costas para mim. Tive a nítida impressão de que tentava esconder algo.
Passado um tempo, ela finalmente se virou, revelando o rosto completamente corado.
Parecia encabulada; lambeu os lábios de um jeito sutil e, logo em seguida, deslizou o polegar e o indicador pelos cantos da boca, como se limpasse discretamente alguns respingos.
Concluí que ela já devia estar, lavar a toalha por medo de manchar o tecido.

- Deixa que eu lavo, mãe. Fui eu que sujei.

Falei em um tom que misturava vergonha e gentileza, buscando me redimir de alguma forma depois de tudo o que havia acontecido.

- Que isso, filho, imagina. Pode deixar que eu cuido disso aqui. Mas caramba... quanta coisa! Isso tudo é normal mesmo?

Fiquei completamente sem jeito. Só de lembrar o que tinha acabado de fazer na frente dela, meu estômago revirava,
e agora estávamos ali, conversando sobre aquilo de maneira totalmente casual.

- Eu... eu não sei bem, mãe. Acho que sempre foi meio assim.
Não, espera, hoje foi bem diferente, quer dizer... Acho que hoje saiu um pouco mais do que o normal, mas normalmente já sai bastante.

Gaguejei, coçando a nuca de tanta vergonha.

- Nossa, isso é que é saúde! Seu pai nem em um ano inteiro conseguiria juntar tudo isso.

Fiquei chocado com a naturalidade dela, mas não pude deixar de sentir uma ponta de orgulho de mim mesmo após o comentário.

- Anda, filho, vai para o chuveiro... Você está todo suado, precisa se limpar. Pode deixar que eu dou um jeito nessa toalha aqui.

Ela diz olhando diretamente para a minha virilha.
Só então me dei conta de que continuava completamente nu, com o pau inchado balançando entre as pernas.
Para piorar, ele brilhava todo babado, de gozo e lubrificante, com uma última gota esbranquiçada se acumulando na fenda da glande.
Tentei me cobrir às pressas, tomado por uma onda súbita de vergonha, mas minha mãe apenas deu uma risadinha, achando graça da minha reação.

- Agora você quer ter vergonha, meu bebê? Depois de tudo o que eu acabei de ver?

Ela falou em um tom inteiramente brincalhão, e só então me dei conta de que minha reação tinha sido uma completa idiotice.


- Vai, filho, vai para o banho. Eu vou terminar aqui e depois vou tomar o meu. Você já encerrou a live, né?

Ela completou a pergunta logo antes de eu dar meia-volta para sair.

- Já sim, mãe. Fechei tudo e desliguei o notebook.

- Ótimo, filho. Eles tiveram um grande espetáculo hoje, mal posso esperar para ver o que vão falar amanhã. Já até imagino aquelas safadas das suas fãs comentando um monte de besteiras na próxima live.

Ela fingiu uma cara de irritada, mas logo em seguida me lançou um sorriso cheio de orgulho.

- Não fica chateada não, mãe. Elas sabem que a única mulher da minha vida é a minha mamãe.

Ela se aproximou, envolvendo os braços em meu pescoço, e me deu um beijo demorado no rosto, roçando o canto da minha boca.

- Que bom, meu amor... É isso mesmo. Eu sou a única, pelo menos por enquanto. Mas eu serei a primeira mulher da vida do meu bebê para sempre, isso ninguém pode tirar de mim.

Era bom demais sentir o carinho dela envolvendo o meu corpo naquele momento.

- Você sempre será a primeira e única, mãe. Ninguém no mundo pode te substituir.

Ela me apertou ainda mais contra si, colando nossos corpos por completo.

- Quem dera, meu amor... É bom sonhar. Mas logo uma moça linda vai aparecer e te roubar de mim.

Ela falou em um tom melancólico e repousou a cabeça em meu ombro, aparentando uma súbita tristeza.
Afastei-me um pouco, o suficiente para conseguir encará-la diretamente nos olhos.

- Isso nunca vai acontecer, mãe. Não importa o que o futuro reserve, se a senhora quiser, sempre estaremos juntos. Eu nunca vou me afastar de você.

Ela sorriu com ternura, me dá outro beijo apertado na bochecha e aconchegou-me ainda mais em seus braços.

- Então viveremos juntos para sempre se for assim, meu amor... Pois eu sempre, sempre vou querer estar ao seu lado, minha vida.

Ficamos abraçados por alguns instantes, até que me dei conta da nossa situação: eu continuava completamente pelado, enquanto ela vestia apenas calcinha e sutiã.
Meu pau já ganhava vida e sentia ele pressionando contra as coxas dela.
Me afastei rapidamente, desejei boa noite e avisei que ia direto pro banho.
Saí de forma abrupta, deixando-a confusa no corredor enquanto ela me devolvia um, boa noite desajeitada.

Passei correndo no quarto dela para recolher minhas roupas e, em seguida, me fechei no banheiro. Meu pau já pulsava com força novamente. A lembrança da pele macia da coxa dela roçando a minha glande me deixou pegando fogo.
Tranquei-me no chuveiro e me masturbei mais duas vezes, revivendo mentalmente cada detalhe do que havíamos compartilhado. Ainda assim, mesmo após a exaustão, meu corpo não conseguia se acalmar totalmente.
Quando sai do banheiro, a porta do quarto dela está fechada; já deve ter ido dormir.
Eu também estou me sentindo exausto, mas ainda estou excitado. Hoje foi um dia maravilhoso.
Jamais imaginei que situações como as de hoje pudessem se concretizar algum dia.
Eu me masturbei na frente da minha mãe, e ela mesmo que indiretamente, tocou no meu pau.
Eu estava certo em confiar no chat, e agora estava ansioso pra ver aonde poderíamos chegar.
Estávamos faturando muito e realizando o inimaginável.
A ansiedade para as próximas transmissões me dominava, especialmente porque minha mãe não demonstrara o menor vestígio de remorso.
E agora estou ainda mais curioso para saber até onde nós dois podemos ir.

*** Não se esqueçam de comentar e curtir, se quiserem a continuação. ***



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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sem Retorno – Capítulo 10

Codigo do conto:
271915

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/09/2026

Quant.de Votos:
4

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