O que vou contar agora é uma história real.
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Eu sempre li conto erótico. Sempre. Desde que descobri que existia esse tipo de texto, eu lia escondida, com a mão entre as pernas, até o celular esquentar. Sempre amei sexo. Sempre tive tesão fácil, rápido, demais. Tem hora que eu acho que sou ninfomaníaca de verdade. Não é frescura. É o corpo pedindo, a cabeça pedindo, a buceta pedindo o tempo todo.
E sempre tive um amor enorme pelo meu pai. Carinho, admiração, aquele sentimento quente de menina que cresce olhando o homem da casa. Só que, com o tempo, o carinho começou a misturar com outra coisa. Sempre que ele andava sem camisa pela casa, ou aparecia de sunga depois de correr, eu sentia um calor subir pela barriga. Os peitos pesavam. O piercing dos mamilos latejava. Eu olhava a linha da cueca, o volume na sunga, os braços fortes, o peito largo, o cabelo loiro, e pensava: *por que meu pai tem que ser tão gostoso?* Eu desviava o olhar, mas o calor já estava lá. Entre as pernas. Quente. Molhado.
Um dia uma amiga me contou, bêbada, que transava com o irmão. Eu fiquei em choque… e excitada. Fui pesquisar. Incesto. Pai e filha. Vídeos. Relatos. E o pior: quanto mais eu via, mais eu entendia que não era tão “absurdo” quanto eu fingia. Tinha gente que fazia. Tinha gente que gostava. Tinha filha chupando o pai, sentando no pai, pedindo para o pai gozar na boca. Eu me masturbava vendo aquilo e imaginava o Vagner no lugar. Meu pai. Quarenta anos, alto, forte, loiro, americano, lindo pra caralho. Eu gozava pensando nele e depois me odiava um pouco. No dia seguinte eu lia de novo.
Tudo mudou na praia.
Fomos os quatro: eu, a mãe, a irmã e ele. Sol forte, mar verde. Ele tirou a camisa. Sunga preta justa. Peito largo, barriga marcada, aquela V descendo. Eu fiquei olhando de óculos escuros, fingindo que olhava o mar. O piercing do umbigo brilhava. Os dos mamilos marcavam o biquíni. Eu pensei: *se ele soubesse o que eu tô sentindo agora…*
Entrei no mar e chamei.
— Pai! Vem pegar onda comigo.
Ele veio. A água batia na cintura. A gente pulava as ondas, rindo. Uma onda maior veio de lado, ele tentou me firmar e a mão grande, molhada, escorregou sem querer bem em cima do meu seio. Apertou o piercing. Eu senti um choque direto na buceta.
Ele tirou a mão na hora, vermelho.
— Porra, Ana, desculpa. Foi sem querer.
Eu não pensei. A água estava na altura da barriga. Eu olhei nos olhos azuis dele — iguais aos meus — e falei:
— Sem problema, pai.
E enfiei a mão na sunga dele.
O pau estava quente, grosso, já meio duro por causa do atrito da água e do meu corpo colado. Eu segurei. Senti o tamanho na palma. Ele arregalou os olhos. Eu sorri, nervoso e safado ao mesmo tempo.
— Ana…
— Relaxa. Foi sem pensar também.
Mas eu estava pensando sim. Eu estava sentindo o pau do meu pai na mão, no meio do mar, com a mãe e a irmã uns metros atrás, e a minha calcinha do biquíni já estava encharcada de tesão, não de água. Ele ficou sem graça. Ficou vermelho. Mas o pau dele cresceu na minha mão. Ele gostou. Eu senti ele pulsar. Tirei a mão devagar, ainda sorrindo.
— Viu? Sem problema.
Naqueles dias seguintes a tensão ficou no ar. Olhares. Silêncio demais na mesa. Ele evitando ficar só de sunga. Eu provocando de propósito.
Fui escolher biquíni e chamei ele para ver.
— Pai, entra. Quero sua opinião.
A vendedora saiu. Eu fechei a cortina do provador e tirei tudo. Fiquei pelada na frente dele. Seios médios-grandes, piercings prateados nos dois mamilos, piercing no umbigo, cintura fina, buceta depilada. Ele entrou e travou.
— Ana, veste alguma coisa.
— Só olha. Quero saber se fica bom em mim.
Virei. Mostrei as costas, a bunda, o perfil do peito. Ele engoliu seco. O volume na calça dele cresceu na minha frente. Eu vi. Ele viu que eu vi. O olhar dele desceu do meu rosto para os piercings, para o umbigo, para baixo. Eu fiquei molhada ali mesmo, em pé, pelada, sentindo o pai olhar para o corpo da filha como se quisesse meter.
— Fica bom — ele falou, a voz rouca. — Agora se veste.
Eu vesti o biquíni bem devagar.
Dois dias depois a mãe precisou voltar. Uma amiga dela tinha falecido. A irmã foi junto. Ainda faltavam dois dias de estadia. Ficamos só eu e ele no apartamento de frente para o mar.
Naquela noite a gente abriu vinho. Bebemos bastante. Meu pai é fraco para bebida. Duas taças e o olhar já muda. Três e ele fica mole, sincero, perigoso.
A conversa escorregou para sexo.
— E você, Ana… já… — ele parou.
— Já transou, pai? Já. Quatro vezes. A primeira foi ruim. Doeu. O cara não sabia beijar direito. A segunda foi melhor. Eu gozei com o dedo dele. A terceira eu chupei até o fim e engoli. Eu gosto de engolir. Gosto do gosto. Gosto de sentir o pau latejando na boca quando o cara não aguenta.
Ele mexeu na calça. Eu vi. O pau marcando.
— Por que você tá falando isso?
— Porque você perguntou com essa cara. E porque eu sei que você ficou duro agora.
Ele bebeu o resto da taça de uma vez.
— Você bebe pouco e já fica assim — eu ri. — Fraco pra álcool, pai.
Ele riu também, mas o olhar estava baixo, nos meus seios, nos piercings marcando a blusa fina.
Mais vinho. Mais conversa. Eu falei que me masturbo quase todo dia. Que leio conto. Que às vezes penso em coisa que não devia. Ele não perguntou o quê. Mas a calça dele não mentia.
Depois ele se levantou, cambaleando um pouco.
— Vou deitar.
Foi para o quarto só de cueca. Apagou. A porta ficou entreaberta.
Eu fiquei na sala uns minutos, o coração na boca. Depois fui para o meu quarto, tirei o sutiã, fiquei só de calcinha. Sentei na cama, abri o celular, coloquei um vídeo de pai e filha no volume baixo e comecei a me tocar. Dois dedos na buceta, o polegar no clitóris, o outro seio na mão, girando o piercing. Eu gozei rápido, calada, pensando nele dormindo no quarto ao lado.
Aí eu pensei: *vou lá ver meu pai.*
Entrei no quarto no escuro. A luz da rua entrava pela persiana. Ele estava deitado de barriga para cima, uma perna aberta, só a cueca cinza. O peito subindo e descendo. O volume na frente da cueca era óbvio. Grosso. Caído para o lado. Eu fiquei na porta me masturbando de novo, olhando. A calcinha já estava um fio só, encharcada.
Aproximei. Ajoelhei do lado da cama. O cheiro dele me bateu: sabonete, vinho, pele quente de homem, um pouco de suor na virilha. Eu passei o dedo por cima da cueca, bem devagar, traçando o formato do pau. Ele resmungou dormindo, mas não acordou. O pau latejou sob o tecido. Eu apertei a cabeça com a ponta do dedo. Molhou um pouco por dentro da cueca.
Sem pensar, puxei a elástica para baixo.
O pau dele pulou para fora. Grosso, veias marcadas, a cabeça rosada, já meio durinho de tesão inconsciente. Eu cheirei primeiro. Encostei o nariz na base, naquela pele quente, no cheiro forte de homem que passou o dia no sol. Minha boca encheu de água.
Passei a língua devagar na cabeça. Saliva quente. Gosto de pele e um pouco de pré-gozo. Dei uma lambida longa de baixo até em cima, deixando um fio de saliva ligando minha língua ao pau. Envolvi a cabeça com os lábios e chupei lento, molhado, barulhento o bastante só para eu ouvir. A língua girava. A saliva escorria pela haste e molhava o saco. Eu descia um pouco, subia, lambia o freio, chupava de novo. Meus seios encostavam na coxa dele, os piercings frios na pele quente.
Ele gemeu dormindo.
— Hmmm…
Eu enfiei mais fundo. O pau cresceu inteiro na minha boca. Grosso. Quase não cabia. Eu babava, os olhos marejados, a calcinha colada na buceta. Pensei: *é o pau do meu pai. Eu tô chupando o pau do meu pai. E eu tô molhada pra caralho.*
Senti ele mexer. Quase acordar. Os olhos abriram turvos, sem entender.
— Ana…? O que…
Eu subi rápido, tirei a calcinha, segurei o pau e sentei. A buceta abriu e engoliu ele de uma vez, quente, escorregadia, até o fundo. Tapei a boca dele com a mão.
— Shhh. É a sua filha, pai. Fica quieto.
Comecei a sentar. Devagar primeiro, sentindo cada veia, cada centímetro abrindo. Depois mais rápido. Os seios pulando, os piercings batendo. Eu gemia sem conseguir segurar.
— Aaiiii… aaaiii pai… fode… fode sua filhinha…
Ele agarrou minha cintura. Os olhos já estavam acordados, escuros, perdidos. Eu tirei a mão da boca dele e ele gemeu fundo, a voz rouca contra o meu peito.
— Porra, Ana… filha… a gente não pode…
— Pode. Tá podendo agora. Sente como eu tô molhada no seu pau. Aaiiii… assim, pai… fundo…
Eu quicava, a buceta fazendo aquele barulho molhado, o piercing do umbigo batendo na barriga dele. Ele segurou meus seios, os polegares nos piercings, e puxou um mamilo para a boca. Chupou. A língua no metal. Eu joguei a cabeça para trás.
— Aaaiii pai… mama… fode sua filhinha… aaiiii que gostoso…
A buceta apertou. Um calor subiu rápido demais.
— Aaaaa vou gozar… aiii paiii vou gozar… não para… aaiiii…
Eu gozei sentada, a buceta pulsando no pau dele, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo e quebrado. Ele não parou. Começou a meter de baixo para cima, forte, fundo, a cama batendo na parede.
— Aaaiii… Ana… aiii filha… seu pai vai gozar…
— Aaiiii… fode… fode sua filhinha… na boca, pai. Eu amo na boca. Goza na minha boca. Quero engolir tudo.
Ele me tirou de cima, se ajoelhou na cama, o pau vermelho, latejando, brilhando da minha buceta. Eu abri a boca, a língua para fora. O primeiro jato veio grosso, forte, quente, batendo no fundo da garganta. Ele estava há dias sem gozar. O segundo e o terceiro encheram a língua, escorrendo pelo canto da boca. Eu engoli, apertei a base, puxei, ordenhei as últimas gotas esbranquiçadas que pingavam da fenda.
— Tudo. Engoli tudo, pai. Aaiiii… que gostoso…
Ele me puxou pela nuca e me beijou. Gosto de vinho e de porra. Língua funda. Eu voltei a descer e chupei de novo, lenta, molhada, sentindo ele ainda sensível, gemendo com a boca na minha enquanto eu limpava o pau com a língua.
Em poucos minutos o pau endureceu outra vez, grosso, quente, latejando contra o meu lábio.
Deitamos de ladinho. Ele encostou o peito largo nas minhas costas, levantou minha perna e entrou de uma vez. Eu gemi alto, a boca aberta no travesseiro.
— Aaiiii pai… que fundo… fode sua filhinha…
A mão grande dele pegou meu seio da frente, girou o piercing, a outra desceu e esfregou meu clitóris enquanto ele metia. Cada estocada batia fundo, molhada, o barulho da pele na pele. Eu rebolava para trás, encaixando, pedindo mais.
— Aaiiii… aaaiii… assim, pai… mais forte… fode… fode sua filhinha…
— Porra, Ana… sua buceta tá chupando meu pau… aiii filha…
— Aaaaa vou gozar… aiii paiii vou gozar de novo… não tira… aaiiii…
Eu gozei de lado, a perna tremendo no ar, a buceta apertando ele com força. Ele mordeu meu ombro e continuou metendo através do meu orgasmo, fundo, sujo, gostoso.
Depois me virou de quatro. Ajoelhei, a bunda para cima, os seios pendurados, os piercings balançando. Ele passou a cabeça do pau na minha buceta, enfiou duas, três vezes até eu gemer, e depois desceu. Cuspiu na mão, passou no meu cuzinho e foi empurrando.
A cabeça abriu o anel. Eu senti o ardor gostoso, o volume grosso esticando, entrando milímetro por milímetro. Enterrei a cara no travesseiro.
— Aaiiii… pai… devagar… tá abrindo o cuzinho da sua filhinha… aaiiii que grosso…
Ele parou com a cabeça dentro, respirando pesado, as mãos na minha cintura.
— Continua. Enfia. Aaiiii… fode o cu da sua filhinha, pai. Eu sei que você quer.
Ele desceu até o fundo. Eu senti o pau inteiro no meu cu, quente, pulsando, me enchendo demais. Começou a meter. Primeiro curto. Depois fundo. A bunda batendo nele. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma.
— Aaiiii… aaaiii pai… fode… fode sua filhinha… isso… no cu… aaiiii…
Ele segurou o piercing do umbigo com uma mão e o seio com a outra, puxando meu corpo para trás em cada estocada. O pau saía quase inteiro e entrava de novo, grosso, abrindo.
— Ana… seu cu tá apertado pra caralho… aiii filha…
— Aaaaa vou gozar… aiii paiii vou gozar com o pau no cu… aaiiii não para… fode… fode sua filhinha…
Eu gozei de novo, o cu apertando o pau dele em espasmos, a buceta pingando na cama. Ele gemeu alto, agarrou meus quadris com força e gozou fundo no meu cu, jatos quentes, um atrás do outro, o corpo inteiro tremendo atrás de mim.
— Aaiiii… pai… senti tudo… encheu…
Ele ficou dentro um pouco, ofegante, ainda latejando. Depois saiu devagar. Eu senti a porra escorrer quente. Virei o rosto, ainda de quatro, e ele se abaixou para me beijar, sujo, cansado, com a mão ainda no meu seio.
No fim a gente ficou olhando um para o outro, suados, o quarto cheirando a sexo e vinho.
Ele passou o dedo no meu lábio e falou baixo:
— Você é perfeita. Ninguém pode saber disso.
Eu beijei a boca dele e respondi a verdade:
— Eu só estou contando porque o sexo com o meu pai foi um dos melhores que eu já tive na vida. E eu queria compartilhar.
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Excelente conto, conseguiu se expressar bem, parecia que estávamos lá vendo tudo.
Já vi meu pai no banho algumas vezes, ele tem um pau enorme e sempre fiquei curiosa pra saber se eu aguentaria. Mas ele nunca tentou nada comigo.