Primeira vez que fiz menage com minha irma e meu cunhado História real

Ola amores.

Me chamo Ana Carter Rivera. Tenho 19 anos, sou cantora e compositora, metade brasileira, metade americana. Loira, olhos azuis, cintura fina, seios médios para grandes, naturais. Piercing nos dois mamilos e no umbigo.

Hoje eu não vou falar do meu pai hehe
Hoje eu vou contar a minha primeira experiência lésbica com a minha irmã — e o sexo com o meu cunhado, os três juntos.

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A Grazie tem 19 também. Somos gêmeas, mas não idênticas. Ela é loira, olhos claros, seios um pouco menores que os meus, todos naturais. Mais magra do que eu. Linda. Animada. Daquelas que entra num quarto e a luz muda.

Sempre fomos super amigas. Não era só sangue. Era cama compartilhada, segredo compartilhado, maquiagem roubada, o mesmo espelho. A gente se entendia no olhar.

O primeiro beijo surgiu sozinho, alguns anos atrás.

Eu tinha terminado um namorico besta e estava destruída. Deitadas na mesma cama, de frente uma para a outra, o quarto meio apagado. Ela estava com um batom rosado, leve, aquele brilho úmido na boca. Cabelo loiro solto no travesseiro. Olhos claros me encarando sem pressa.

— Para de chorar por esse menino, Ana — ela sussurrou. — Ele não merecia nem a metade do que você é.

— Fácil falar. Você não viu a cara dele quando terminou.

— Vi. E mesmo assim achei ele pequeno demais para você.

Ficamos nos olhando. O silêncio ficou grosso. Eu via o peito dela subir e descer. Ela via a minha boca. Sem perceber, eu aproximei o rosto. Ela não recuou. O batom dela tocou meu lábio de leve, só um teste. Depois a língua. Quente. Devagar. O gosto doce do batom misturado com o gosto dela. A mão dela no meu rosto, a minha na cintura dela. A gente se beijou gostoso, fundo, molhado, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Eu senti o corpo inteiro esquentar. Ela gemeu baixinho na minha boca.

Mas parou ali.

Ela afastou a testa da minha, respirando rápido.

— A gente… não pode ir além. Não hoje.

— Eu sei.

Ficou só no beijo. Um beijo longo, úmido, que me deixou molhada e confusa. Depois daquele dia, as duas começamos a gostar de mulher de verdade. A ficar com amigas. A beijar outras bocas e, no fundo, comparar com aquela.

O que passou do beijo aconteceu há um ano. Eu tinha acabado de completar 18.

A Grazie namorava o Gabriel. Ele não era tão forte. Corpo normal, um pouco careca, sorriso lindo. Homem de 38 anos, bonito de um jeito calmo. Sim, a gente gosta de homem mais velho. Nossos pais sempre entenderam… depois de um tempo. No começo foi difícil. Depois eles riram. “Pelo menos vocês duas combinam no gosto”, a mãe falou.

Um dia o Gabriel e a Grazie iam viajar para Jericoacoara e me chamaram. Eu fui.

O quarto tinha duas camas de casal. Chegamos de manhã. O sol já estava alto, o vento de praia entrando pela janela. Trocamos de roupa quase juntas. Eu vesti um biquíni rosa, o tecido fino, o top marcando os piercings, a calcinha alta na cintura. A Grazie vestiu um biquíni marrom, mais discreto, seios menores aparecendo perfeitos, a calcinha estreita nas laterais. O Gabriel saiu de bermuda clara e camisa aberta. Ele nos olhou dos pés à cabeça, sem disfarçar.

— Vocês duas juntas é injusto — ele falou, sorrindo.

A Grazie estava mais solta. Mais colada em mim. Na lagoa, a água verde e quente até a cintura, ela passou a mão na minha cintura para me firmar numa pedra. Os dedos ficaram um segundo a mais do que precisavam, o polegar desenhando a pele molhada. Eu virei o rosto. Os olhos claros dela estavam perto, com gotas de água nos cílios.

— Você está tremendo — ela sussurrou.

— É a água.

— Mentira. É eu.

Ela beijou meu rosto, longe demais da boca para ser inocente, perto demais para ser só irmã. O Gabriel estava sentado na beira, cerveja na mão, só olhando. Não falava. Via as duas irmãs se tocando com uma intimidade que já não cabia em desculpa.

Quando saímos para secar, a calcinha de renda marrom dela quase sumia na cor da pele. A minha rosa já estava marcada. Ela ajeitou a alça do meu top e o dedo escorregou no meu colo, parado um segundo no piercing.

— Você está linda hoje.

— Você também. Esse biquíni te deixa perigosa.

O dia inteiro foi assim. Ombro em ombro. Mão nas costas. Beijo no rosto que durava. O Gabriel assistindo em silêncio, o sorriso cada vez mais lento.

À noite pedimos pizza e abrimos vinho. A mesa pequena, as cadeiras perto demais. A Grazie bebeu, riu, e do nada lembrou.

— Ana… você lembra daquela noite na cama? Depois que você terminou?

O Gabriel parou de mastigar.

— Que noite?

Eu senti o rosto esquentar. O vinho já estava quente na barriga.

— A Grazie me beijou.

— Beijou beijou? — ele riu, achando que era brincadeira.

— Beijou de língua — eu falei. — Batom doce. Eu nunca mais esqueci o gosto.

Ele não acreditou de verdade. Ficou olhando de uma para a outra, a fatia parada no ar.

A Grazie se levantou e sentou do meu lado. A coxa dela colou na minha. O short dela era curto. A pele quente atravessou o tecido. O perfume dela misturou com o meu.

— Não foi brincadeira, amor — ela falou para ele, mas olhando para mim. — O beijo da Ana é o melhor que eu já dei na vida.

Eu virei o rosto. A boca dela estava com o mesmo tipo de batom leve, rosado, brilhando. Os olhos claros, perto demais.

— Grazie, ele está vendo.

— Deixa ele ver. Eu cansei de fingir que aquilo foi um acaso.

Ela segurou meu queixo com dois dedos, do jeito que se segura alguém que se vai beijar de verdade, e encostou a boca na minha. Primeiro só o lábio. Quente. O batom grudou um pouco. Depois a língua, devagar, pedindo passagem. Eu abri. O gosto veio junto: vinho tinto, batom doce, um pouco de orégano da pizza, e ela. A língua dela era mais macia que a de qualquer homem. Enrolou na minha, chupou meu lábio de baixo, voltou fundo. Eu gemi na boca dela, um som baixo que o Gabriel com certeza ouviu.

A mão dela subiu pelas minhas costas, por baixo do cabelo, e segurou a nuca. A minha foi para a cintura fina. O beijo ficou molhado. Saliva. Barulho. Quando afastamos um milímetro, um fio brilhou entre as bocas.

O Gabriel ficou com a taça no ar.

— Vocês… já fizeram mais do que beijar?

As duas ao mesmo tempo:

— Não.

A Grazie não tirou a testa da minha. A respiração dela batia na minha boca.

— Mas eu sempre quis. Sempre. Desde aquela noite. Eu ia dormir molhada pensando na língua da minha irmã.

Nesse momento a mão dela deslizou pela minha coxa. Por cima do short primeiro. Depois por baixo. Os dedos quentes, lentos, subindo a pele interna. Eu abri a perna sem conseguir impedir. Ela parou perto demais da calcinha e pressionou com a ponta do dedo, bem no meio, onde eu já estava úmida.

— Você está molhada, Ana.

— Cala a boca.

— Não vou. Quarto. Agora.

Levamos a garrafa.

No quarto as duas camas de casal, a luz amarela do abajur, o vento de Jericoacoara batendo a cortina. A Grazie trancou a porta. O Gabriel sentou na beira da cama da esquerda, ainda vestido, o volume óbvio na bermuda. A gente ficou em pé no meio do quarto, se olhando, o vinho na minha mão.

Ela tomou um gole e passou a boca molhada na minha. O vinho escorreu no queixo. Eu lambi. Ela riu baixo e puxou minha blusa para cima. O sutiã rosa apareceu, os piercings marcando o renda. Eu puxei a blusa dela. Sutiã de renda marrom, seios menores, o colo subindo rápido.

— Posso? — eu perguntei, a voz já rouca.

— Desde quando você pede?

Eu desci o alça e chupei o mamilo dela pela primeira vez. A pele era macia, o gosto de protetor e suor leve de praia. Ela prendeu o ar e enterrou a mão no meu cabelo.

— Aaiiii… Ana… sua boca…

Troquei de seio. Lambei em volta. Mordi de leve. Ela puxou meu sutiã para baixo e ficou olhando os piercings prateados como se fosse a primeira vez.

— Isso é tão gostoso neles… — murmurou, e passou a língua no metal. O choque desceu reto para a buceta. Eu gemi alto.

— Aaaiii… irmã… assim…

Ela chupou o mamilo inteiro, a língua girando o piercing, a mão na minha outra mama, apertando. O Gabriel não falava. Só respirava pesado. A Grazie tirou o rosto do meu peito, olhou para ele e depois para mim.

— Você beijaria o Gabriel para eu ver?

Eu olhei para ele. O sorriso lindo estava torto de tesão. Eu fui até o colo dele e sentei de frente. Beijei aquela boca. Diferente da dela. Mais áspera. Vinho e um pouco de barba. A Grazie veio por trás, colou o peito nas minhas costas, beijou meu pescoço e desceu a mão pela minha barriga até o short.

— Tira — ela sussurrou no meu ouvido. — Quero ver você no colo do meu namorado sem nada.

Tirei o short. A calcinha rosa já estava escura no meio. Ela ajoelhou ao lado, puxou o tecido para o lado e passou dois dedos na minha buceta. Quente. Encharcada. Os dedos deslizaram fácil.

— Meu Deus, Ana. Você está pingando.

— É sua culpa.

— Então deixa eu assumir.

Ela abaixou a cabeça entre as minhas pernas, ainda no colo dele, e passou a língua. Lenta. Quente. Separou os lábios com os polegares e chupou o clitóris como se tivesse estudado. Eu me segurei no ombro do Gabriel e gemi na boca dele.

— Aaiiii… Grazie… a língua… aaaiii não para…

Ela meteu dois dedos, curvos, e chupou ao mesmo tempo. O som era molhado, vergonhoso, perfeito. O Gabriel beijava meu pescoço e apertava um seio, o polegar no piercing. Eu olhei para baixo e vi a cabeça loira da minha irmã entre as minhas coxas. O estômago revirou de tesão.

— Olha para mim — ela falou, a boca brilhando. — Quero ver sua cara quando gozar.

Os dedos aceleraram. A língua bateu certo. O calor subiu rápido demais.

— Aaaaa vou gozar… aiii irmã… vou gozar na sua boca… aaiiii…

Eu gozei a primeira vez assim: sentada no colo do cunhado, a irmã me comendo, a buceta pulsando na língua dela, um gemido longo e quebrado. Ela não tirou a boca. Engoliu o que pôde, subiu com o queixo molhado e me beijou. Eu senti o meu gosto na língua dela. Quente. Ácido. Meu.

— Seu gosto é o melhor, Ana.

Derramei vinho no meu peito. O líquido tinto escorreu entre os seios, no piercing do umbigo, na barriga. O Gabriel lambeu o caminho. A Grazie lambeu o que desceu até a buceta e riu com a boca suja de vinho e eu.

Tirei a bermuda dele. O pau pulou para fora, grosso o bastante, a cabeça brilhando, as veias marcadas. Não era o maior do mundo. Era o pau do namorado da minha irmã, duro por causa das duas, e isso sozinho já me deixou mais molhada.

Ajoelhamos juntas na frente dele. Eu segurei a base. Ela segurou meu cabelo.

— Chupa primeiro — ela mandou. — Quero ver a boca da minha irmã no meu namorado.

Envolvi a cabeça. Salgado. Quente. Desci devagar, a língua colada na veia de baixo, até a boca encontrar a mão. Ele gemeu. A Grazie lambeu o saco e subiu até encontrar minha boca no pau. As línguas se tocaram em volta da cabeça. Molhado. Bagunçado. Um fio de saliva ligou a boca dela à minha.

— Porra… vocês duas… — ele respirou.

Revezamos. Eu descia fundo até os olhos marejarem. Ela chupava só a cabeça, lenta, olhando para ele. Depois trocamos. A Grazie encostou o pau na minha língua e falou contra a minha boca:

— Chupa o namorado da sua irmã, putinha. Mostra como você ama pau.

— Aaiiii… gostoso… — falei com a boca cheia.

Quando não aguentei mais só chupar, eu subi no colo dele de frente. Segurei o pau e desci. A buceta ainda latejava do orgasmo e engoliu ele fácil, até o fundo, até eu sentar com o assento nele. Fiquei parada um segundo, sentindo o volume pulsar dentro.

— Aaiiii… que fundo…

Comecei a cavalgar. Devagar. Sentindo cada centímetro entrar e sair. A Grazie subiu no rosto dele, de frente para mim, e sentou na boca do namorado. Eu vi ele abrir a boca na buceta dela. Vi os olhos dela revirarem. Me inclinei e beijei ela por cima dele. Gosto da buceta dela, gosto da minha, vinho, saliva. As línguas presas. Os seios se encostando, o piercing no peito dela.

— Aaiiii… aaaiii… fode… fode sua cunhada… aaiiii Grazie, ele está me comendo tão fundo…

— Mais forte, Ana. Quica. Quero ouvir.

Eu quiquei. A cama bateu na parede. O pau dele saía molhado e voltava fundo. A Grazie gozou primeiro dessa vez, as coxas fechando o rosto dele, um gemido agudo na minha boca.

— Aaaaa vou gozar… aiii Gabriel… aaiiii Ana… me beija… não para de me beijar…

Eu beijei ela no auge. Sentir o corpo da minha irmã tremer contra o meu, com o pau do namorado dela dentro de mim, quase me fez gozar de novo. Continuei sentando. Ele segurou minha cintura e meteu de baixo. A Grazie, ainda mole, desceu, ajoelhou ao lado e chupou meu clitóris enquanto eu cavalgava. Língua dela. Pau dele. Ao mesmo tempo.

— Aaiiii porra… irmã… aaiiii vou gozar no pau dele…

Gozou a segunda vez assim, sentada, a buceta apertando o pau do Gabriel, a língua da Grazie no clitóris. Eu gemi no cabelo dela. Ele gemeu que estava perto.

A Grazie puxou o pau para fora de mim na hora certa, segurou a haste, abriu a boca e olhou para cima, para mim.

— Vou te dar, irmã. Eu sei que você ama porra.

Ele gozou. O primeiro jato bateu fundo na língua dela. O segundo encheu a boca. O terceiro escorreu no canto. Ela segurou tudo, os olhos claros marejados, e veio até a minha cara. Abri a boca. Ela cuspiu. Quente. Salgado. Espesso. Encheu minha língua. Eu engoli o que pude. O resto escorreu no queixo. Ela lambeu o queixo e me beijou de novo, passando o resto.

— Tudo seu agora.

O Gabriel ficou mole, ofegante, olhando as duas irmãs se beijarem com a porra dele na língua. A gente não parou. Eu deitei ela na outra cama. Beijei a boca, o pescoço, os seios menores, girei o mamilo com a língua, desci pela barriga e enfiei a cara entre as pernas. A buceta dela estava inchada, doce, molhada da boca dele e dela mesma. Dois dedos. Língua no clitóris. Ela retribuía virada, a boca na minha buceta, os dedos dentro, o gemido abafado contra mim.

— Aaiiii… irmã… mais fundo… aaiiii sua língua…

— Você é uma vadia gostosa, Ana. Sempre quis te chupar assim. Sempre quis sentir você gozar na minha boca.

Ela gozou na minha língua, puxando meu cabelo, as coxas tremendo dos dois lados da minha cara. Eu gozei na boca dela pouco depois, esfregando a buceta nela, um gemido rouco contra a coxa.

Quando olhei para o lado, o pau do Gabriel já estava duro outra vez. Ele tinha se tocado nos assistindo.

— Banheiro — a Grazie falou. — Quero ver vocês molhados.

O chuveiro era estreito. Água quente. Azulejo escorregadio. Ele me virou de frente para a parede. A Grazie ficou do meu lado, me beijando de frente, a mão no meu rosto. Ele passou o pau na minha buceta, enfiou duas vezes, saiu e desceu. Cuspiu na mão. Passou no meu cuzinho. Empurrou.

A cabeça abriu. Aquele ardor gostoso, grosso, milímetro por milímetro. Eu gemi com a testa no azulejo, a boca na boca da Grazie.

— Aaiiii… devagar… tá entrando… aaiiii fode meu cu… aaaiii…

— Respira — ela sussurrou. — Deixa ele entrar. Eu quero ver o pau dele sumir em você.

Ele foi fundo. Eu senti tudo. O volume. O calor. A água descendo nas costas. A Grazie esfregou meu clitóris com dois dedos enquanto ele fodia meu cu, curto primeiro, depois fundo, a bunda batendo nele.

— Aaaaa vou gozar… aiii fode meu cu… aaaiii irmã… mais… aaiiii…

Eu gozei com o pau no cu, o corpo travando, a buceta pingando na mão dela. Ele agarrou meus quadris e gozou dentro. Quente. Fundo. Jato atrás de jato. Eu senti enchendo.

Ele saiu devagar. A porra começou a escorrer quente, misturada com a água. A Grazie se ajoelhou na hora. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e passou a língua no meu cuzinho. Eu senti cada centímetro. A língua da minha irmã lambendo a porra que o namorado tinha deixado dentro de mim, entrando um pouco, suja, quente, faminta.

— Aaiiii… Grazie… a língua… no meu cu… aaiiii que puta gostosa…

Ela subiu o corpo molhado no meu e me beijou. O gosto era forte. Nós duas dividimos. Cada uma engoliu metade. Língua com língua, porra e água, o chuveiro não apagando nada.

Saímos sem secar direito. O Gabriel caiu na cama da esquerda e em dois minutos já estava dormindo, a boca entreaberta, o peito subindo.

A Grazie me puxou para a outra cama. Deitou em cima de mim. Coxa no meio das minhas. Buceta na buceta. Os clitóris se encostando, molhados, quentes, sensíveis demais. Ela começou a se esfregar. Devagar. Depois mais rápido. A gente se beijava entre gemido, a mão dela no meu seio, a minha na bunda dela.

— Aaiiii… juntas… aaiiii irmã… assim…

— Olha para mim. Quero ver você gozar comigo.

A fricção ficou certa. O calor subiu nas duas ao mesmo tempo. Eu senti o corpo dela endurecer. O meu também.

— Aaaaa vou gozar… aiii Ana… goza comigo… aaiiii…

— Aaiiii… Grazie… aiii vou gozar… não para…

Gozamos juntas. A terceira vez. O corpo dela tremeu no meu. O meu travou no dela. O gemido saiu no mesmo segundo, boca na boca, as duas nuas, suadas, o vinho esquecido no criado-mudo, Jericoacoara ventando do lado de fora como se o mundo não tivesse visto nada.

Ficamos assim um tempo. Nuas. Dividindo o que restava da taça. O Gabriel dormindo na cama do lado.

Eu passei o dedo no lábio inchado dela e falei baixo:

— Eu te amo. E eu queria te contar um segredo.

Ela abriu os olhos claros, ainda mole de tesão, o cabelo loiro colado no pescoço.

— Conta.

— Eu já transei com o nosso pai.

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Foto 1 do Conto erotico: Primeira vez que fiz menage com minha irma e meu cunhado História real


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272129 - Primeira vez que fiz sexo com meu pai História 100% Real - Categoria: Incesto - Votos: 4

Ficha do conto

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anacarterrivera

Nome do conto:
Primeira vez que fiz menage com minha irma e meu cunhado História real

Codigo do conto:
272142

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/09/2026

Quant.de Votos:
2

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1