Batendo punheta num beco

No fundo, apesar de racionais, somos animais. Temos nossos instintos e desejos que, às vezes, rasgam nossa civilidade no meio da selva de pedra.

Eu resolvi sair com alguns amigos e ir beber num bar LGBT friendly e saí de lá visualmente estimulado. E, obviamente, bêbado. Como morava perto dali, dava para voltar andando para casa. A madrugada de sábado exalava um bafo quente de verão e atmosfera, como esperado para um dia como aquele. Pode ser coisa da minha cabeça, mas todos os caras que eu encontrava na rua pareciam dispostos ao pecado, seja pelo visual mas despojado, seja pelo andar, pela vibração. As ruas cheiravam a sexo.

Tirei a camisa e no movimento senti meu pau duro pressionando a cueca. Peguei pra sentir ele pulsando na mão. Puta tesão. Pensei em abrir um app de pegação e caçar macho, mas ali na rua seria perigoso e eu podia esperar para chegar em casa, por questão de segurança.

Naquele caminho eu sempre cruzava com um beco pequeno em extensão e plano, tão pequeno que sequer tinham portões, mas muros, já que as casas que ficavam ali tinham entradas na rua onde eu estava. Algumas vezes eu cortava caminho por ali, durante o dia. À noite nunca tinha me arriscado, mas às vezes via pessoas passando por lá. Ainda que nunca tenha ouvido falar de alguém ser assaltado ali, não dava para vacilar. Só que minha imaginação pervertida já me imaginou fodendo um cara ali, batendo punheta ou fazendo qualquer putaria ali. Poderia ser um ponto de pegação, por que não? Mas, até aonde eu sabia, não era.

Solto, resolvi entrar lá. Não vi câmeras, pelo menos à mostra. Senti meu pau pulsar ainda mais. Peguei na minha mala. Minha vontade era voltar pra casa com ela na mão, até que a baba marcasse bem o meu jeans. Instintivamente, o que era uma pegava na mala foi se intensificando em movimentos repetidos. Quando percebi, já batia punheta por cima do tecido.

Não era mais imaginação. A vida me falou: aproveita, mata a sua vontade.

Fui bem para o meio do beco, que pegava razoavelmente a iluminação dos postes da rua, mas numa intensidade reduzida. Botei meu caralho pra fora. Já babava. Comecei a bater, bater, bater. Deu umas pancadas na parede com a cabeça do meu pau, pra limpar um pouco a baba, e continuei a bater. Olhei para o céu estrelado, fechei os olhos e me deixei ser levado pela sensação maravilhosa que era surrar o meu pau com a mão ali na via.

Batia e ficava pensando se tinha porra de mais gente que havia feito o mesmo ali. Será que alguém já fodeu naquele beco? Alguns trechos dos muros em ambos os lados tinham pixações, o que me deixava ainda com mais tesão pelo ar de degradação.

Foi então que, ao abrir os olhos, tive a sensação de estar sendo observado. Olhei para os lados. Ninguém na rua. Em qualquer outro momento eu ficaria bem tenso, mas naquela madrugada, eu me sentia anestesiado contra qualquer pudor. Resolvi brincar, virei-me para o lado do beco por onde entrei e exibi o meu pau duraço, fazendo movimentos com a cintura, como se convidasse a qualquer um que passasse por ali para chegar junto. Cansado de mexer a cintura, voltei a pegar no membro e bater punheta virado ainda para a rua. Nessa hora vi um cara passar, mas acho que devia estar de fone, pois nem olhou para o lado. Paciência.

Continuei na função, e já relaxado, às vezes envergava as pernas para aumentar a intensidade da punheta. Até o barulho que o solado dos meus tênis faziam contra o cimento me deixavam excitado (eu também tenho fetiche por tênis).

Nessa, outro cara passou, mais velho, um homem de boné. Ele passou olhando para o beco, e deu de cara comigo surrando o meu caralho com uma das mãos. Ele disfarçou e seguiu em frente. Curioso, fui até o começo do beco espiar. Ele continuou andando, mas olhando para trás. A imagem de mim batendo punheta vai ficar na cabeça dele.

Voltei para o beco e continuei. Nesse momento, do outro lado, percebi que tinha um outro rapaz, de boné para trás, aparentemente mais novo que eu, que estava me olhando e, como eu estava de costas pra ele, tentava entender o que eu fazia. Quando me virei, ele se assustou e disfarçou, pegando o celular. Tentando fazer ele se sentir a vontade, mirei o meu pau na direção dele e comecei a bater devagar, mostrando pra ele que batia punheta ali era pra ele ver mesmo. Tive a impressão de que ele apenas virou os olhos para mim e, quando viu que eu me masturbava na direção dele, se encorajou e virou a cabeça também. Não deu pra ver ele se estava de pau duro, mas deve ter ficado, pois parecia estar contemplado. Deu uma leve pegada no pau, olhou para os lados. Achei que ele ia entrar no beco, talvez até tenha se tomado de vontade, mas faltou coragem. Mordeu os lábios, deu uma pegada mais forte no pau, olhou para os lados como se temesse alguma coisa e foi embora.

Continuei batendo ali até vir a vontade de gozar. Encostei a um muro e mandei jatos. Depois fiquei desenhado com a cabeça do pênis. Puta que pariu! Que sensação deliciosa. No fundo, tinha vencido um certo medo. De estar ali.

Quis curtir mais. Com o pau melado voltei a me masturbar. Não sei precisar quantos, mas vi mais caras passarem olhando. Um, aparentemente mais bêbado, ainda soltou um “eita”.

Em certo momento, um entrou no beco, provavelmente para cortar caminho. Cheguei a essa conclusão quando ele se deparou comigo e vi surpresa. Encostei à parede e, entretido, continuei a me masturbar, me exibindo pra ele. Ele passou de boas, mas senti a mala enchendo na sua calça.

Creio que mais dois passaram e reagiram da mesma forma, ainda que não tenha conseguido enxergar os seus volumes.

Senti a minha mão cansar de tanto surrar a minha piroca, mas quis concluir até gozar de novo. Nessa, entrou um carinha no beco, talvez mais novo que eu também. Ele encostou no muro mais ao começo, acendeu um cigarro de maconha e ficou fumando, enquanto me observava bater. Cena que me deu tesão. Ele olhou para fora e, vindo que não passava ninguém, veio na minha direção. Me cumprimentou acenando a cabeça, fitou o meu pau duro, soltei-o para que ele pudesse pegar. Ele segurou, olhou pra mim e começou a bater pra mim. Mordi os lábios pra ele pra mostrar que eu tava gostando. A fumaça da maconha me deixava com tesão também. Ele ficou fumando o beck com uma das mãos e batendo pra mim com a outra. Quando terminou, se agachou e chupou o meu pai. Pura que pariu, mano! O cara sabia chupar bem, botando força nos lábios.

Botei os dois braços na cabeça e deixei ele fazer o serviço pra mim. Ele chupou bastante, às vezes parava o movimento e me olhava para ver se eu estava gostando.

Logo depois, ele também tirou o pau da cueca e começou a bater comigo. Companheiro de punheta. Olhei para um dos lados e vi um homem passando. Ele voltou, ficou na entrada do beco nos observando. Ficamos os dois nos encarando e surrando os nossos paus. Depois peguei no pau dele, uma piroca já úmida, gostosa de manipular, e ele agarrou a minha. Passamos um tempinho nos estimulando.

Olhei novamente para o mesmo lugar onde o outro homem estava, no começo do beco. Ele continuava lá, com a mão dentro da calça. Com a outra mão o chamei para se juntar à nós, mas ele se intimidou e foi embora.

Chupei um pouco daquela piroca também, mas o rapaz tocou a minha cabeça levemente e a conduziu para a cima. Se agachou e voltar a chupar meu pinto. Deixei ele se deliciar até vir a vontade de esporrar. Fiz um movimento pra ele tirar a boca, mas ele não quis. Enchi a boca dele de porra. Ele olhou pra mim e deixou meu esperma escorrer. Puto.

Lambeu os lábios, depois cuspiu, ficou em pé colocou o pau dele na minha mão. Bati até sentir o pau dele se desmanchar em porra na minha mão. Após isso, ele botou o pau pra dentro, soltou um “valeu” e foi embora.

Nem preciso dizer que voltei pra casa realizado.

É isso. Se esse conto é real ou não, vou deixar para a sua imaginação concluir. rs

Mas você gostou, deixe seu voto e comente, e bata uma bem gostosa também.   

Abraço!

Foto 1 do Conto erotico: Batendo punheta num beco

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Ficha do conto

Foto Perfil o libertino
olibertino

Nome do conto:
Batendo punheta num beco

Codigo do conto:
272138

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/09/2026

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