Todos os dias nos viamos e quase sempre terminavamos na cama dele. Quando não, por algum motivo, ficávamos nos agarrando no carro mesmo.
Já não ligava mais, para o que a mãe dele, pensava de mim.
Depois da atitude dela no churrasco, onde ela me acobertou para que eu pudesse dar, para o filho dela e meu amante. Entendi que realmente Moyses tinha aberto para ela, toda a nossa intimidade.
Eu estava realizada como mulher, me sentindo completa. Mas numa desses dias enquando estávamos deitados na cama, que ele puxou o assunto sobre o Jonas, seu tio.
Jonas a aquela altura, já mantinha contato com meu marido regularmente. E Moyses me contou, que o Jonas o procurou, dizendo que queria ficar comigo.
Dei uma de dentendida e metralhei em Moyses:
-o quê é isso Moyses, está achando que sou o quê... uma prostituta ?
Aí ele com uma voz calma,mas cheia de mistério, me respondeu:
-calma branquinha, calma amor... achei que ia curtir a informação que te dei!
-ele te deu o maior pega na pista de dança, que eu vi! E vc estava curtindo.
Respondi, meia sem jeito:
- estava curtindo nada, estava alta por conta da bebida, mas mesmo assim, o afastei !
Ele me disse:
Humm, é porque conheço a minha putinha e sei quando você gosta e quando está querendo fazer charme!
- e te digo que vc gostou de ser encoxada pelo velho... hahaha!
Cortei a conversa, só que meu corpo me traiu, meus mamilos endureceram na hora e meu corpo ficou todo arrepiado.
Estava excitada com a fala do Moyses. Pois realmente aquela situação não saia da minha cabeça.
Fomos embora. Naquele dia, a semana estava terminando, que era uma sexta feira e ao chegar em casa, Alessandro meu marido, me fala que precisará viajar na proxima semana para SP.
Ele iria participar de uma feira e equipamentos que ele queria visitar para a empresa.
Ele iria na segunda e só voltaria na quinta. E ainda me disse, que havia marcado nosso passeio de moto com o Jonas para o sabado. E pediu para eu me programar.
Precisávamos deixar nossa filha com as tias.
O final de semana passou e a semana seguinte começou.
Eu sozinha com a minha filha, me impediria de viver a minha rotina com o Moyses.
Mas paciência, em primeiro lugar sempre veio a minha pequena.
Aproveitei para ficar mais tempo com ela, e isso me fazia pensar e quantos erros estava cometendo.
Traír o pai dela, correr o risco de ser descoberta e perder tudo. Minha honra ser jogada no lixo, minha família perder o respeito por mim.
Tudo isso me empurrava para um beco sem saída. Se por um lado tinha a certeza e o dever de acabar e enterrar tudo aquilo, do outro, era como, se não tinha forças para negar nada para aquele macho que me dominava.
O mesmo homem que me tornou uma mulher completa, mas também, sem moral, pois, meu corpo estava sendo usado por aquele macho todo o dia praticamente.
Aquilo me trazia muito sofrimento e preocupações. Uma delas é que estava perdendo o controle, e ainda corria o risco de engravidar de outro homem que não o meu marido que amava.
Embora apesar de estar a uma semana, de menstruar, meu corpo parecia estar normal. O que me trazia certa tranquilidade.
Quando engravidei na minha filha passei muito mal desde o inicio.
Como meu marido não estava em casa, o Moyses ficava mais a vontade para ligar para mim.
E haviamos combinado sempre depois das 21 horas, pois nesse horário, minha filha já estava na cama.
Era terça feira, 21:30 e já havia falado com o meu esposo. E agora esperava ansiosa a ligação do meu amante.
Os minutos foram passando e nada. Aquilo só aumentava a minha ansiedade em falar com ele. Quando estava dando 22h, resolvi ligar para ele.
Tocou várias vezes, e ele não atendeu.
Deixei então, uma mensagem carinhosa de boa noite.
Mas fiquei meio frustrada, em não falar com Moyses. Queria ouvir a viz dele.
Comecei a lembrar das nossss conversas e do jeito que ele me possuia quando estávamos juntos e comecei a ficar excitada.
Não sei explicar, mas fiquei com uma certa raiva dele por não conseguir falar e me veio em seguida, lembranças dos olhares do Jonas no churrasco sobre meu corpo e a forma como ele havia me bolinado na pista de dança.
Senti um arrepio, quando lembrava da sensação daquele homem grande apertando a minha bunda, como se ela fosse propriedade, dele.
Aquela ousadia, estando meu marido perto, e também o meu amante, elevaram o nível da minha excitação.
Comecei a me tocar e percebi que a minha ppk estava molhada.
Estava relaxando quando o telefone tocou, era o Moyses.
Atendi e ele me disse :
-ei amor, já vai dormir ?
Repondi que não. E que estava esperando a ligação dele.
Ele me repondeu:
-acho, então me espera 1 minuto que tenho uma surpresa para você !
Eu disse: ok !
Ele desligou e logo o interfone tocou. Atendi e o porteiro me informou que o meu primo Moyses estava subindo.
O porteiro do prédio era novo e não conhecia todos os moradores.
Então respondi, sem ação:
-tá !
Naquela hora meu coração saía pela boca...o que aquele louca estava fazendo no meu prédio?
Corri para me ajeitar estava de camisola, w coloquei um quimono sobre ela. E fui para a porta.
Quando o elevador chegou em meu andar, eu já estava com a porta entreaberta e eu atras, pois estava com roupa de dormir.
Ele educadamente se aproximou e deu uma batida leva na porta e disse:
- licensa !
Quando eu o vi abri um sorriso involuntário, meu coração já estava quase saindo pela boca e mandei ele entrar rápido.
Foi quando ele me disse:
-Trouxe uma surpresa comigo, olha quem veio também!
Quando olhei, vi a silhueta de outro homem, e na hora travei, era o jonas que já me olhava maliciosamente, dizendo :
-olá Natascha ! É um prazer te ver de novo !
Respondi quase sem voz:
- eiii, o prazer é meu ! Que surpresa, não esperava !
-mas que houve? Vocês aqui a esta hora!
Eles, como se tivessem a certeza de que estava só, com a minha filha e que tinham o controle da situação não fizeram cerimônia.
Primeiro o Moyses, se chegou a mim e me abraçou me dando um beijo na boca, bem molhado.
E em, seguida ainda com Moyses, o Jonas me puxou com autoridade, pegou a minha cintura me aproximando e ele e beijou meu rosto, sussurrando em meu ouvido:
-delicia você de camisola, Natascha! Já me mostrando uma garrafa de vinho.
Respirei fundo e disse:
-gente meu marido está fora, não posso receber vocês aqui assim... vamos combinar, pra outro dia que minha filha não estiver em casa...
Mas Moyses me respondeu:
-relaxa amor, estava louco para te ver! Vamos tomar um vinho, os três juntos.
Jonas com um ar malicioso, pegou um canivete suíço e começou a abrir o vinho.
Aqueles dois homens estavam dentro da minha casa, e a positividade do Moyses e a autoridade de que Jonas abria a garrafa.
Tudo sem dar ouvidos as minhas justificativas. Faziam meu corpo tremer, pelo desconhecido.
Resolvi, pegar duas taças para que eles bebessem e aproveitei para ir ao quarto da minha filha, para dar uma olhada.
Ela estava dormindo profundamente como um anjinho. Pensei, o que estou fazendo, vou dar um basta nisso.
Voltei para a sala, e eles já estavam na nossa varanda. Lá temos uma estrutura para receber os amigos, e como moramos de frente para o mar, a vista é linda.
Lá eles serviram três taças. E quando fui para expulsar aqueles homens, o Jonas me surpreende com um carinhoso, mas dominante puxão, guiando a minha mão aos seus labios, e beijando minha mão de uma forma demorada e bastante ousada.
Aquilo me fez meu corpo se arrepiar. Meu mensamentos ficaram embaralhados. Já não conseguia falar de forma firme.
Demonstrei minha preocupação com eles ali, não estando meu marido em casa. E recebi como resposta, dos dois em cora que o plano era esse, mesmo.
Moyses me sentou na poltrona e me serviu uma taça de vinho. (Eu só havia tomado provado vinho uma vez na minha vida e ainda escondido)
Começamos a tomar e percebi os olhares deles para o meu corpo.
Aquilo me trazia uma sensação de impotência e tesão pelo desconhecido.
Nunca havia vivido daquela forma promiscua, sempre da igreja e agora estava com dois homens na minha casa.
Meu lar e do meu marido.
A medida que bebia o vinho, acho que para tentar me acalmar, meu corpo ia ficando leve, estranho.
Meus pensamentos mais permissivos.
Comecei a ser acariciada por aqueles dois, entre elogios e beijos que o Moyses meu amante me dava.
De forma quase, sinérgica, o Jonas acariava os meus braços e pernas com seus dedos. Em um sobe e desce perfeito, percorrendo as curvas do meu corpo.
Moyses por sua, vez puxava minha cabeça e com ousadia me beijava e acariciava os meus seios. Abrindo o meu hobbie e deixando a minha camisola preta a vista. Deixando meus seios ainda cobertos, mas mais acessíveis.
Enquando Moyses era mais direto, nas caricias e beijos se revelando como possuidor do meu corpo, o Jonas seguia me explorando devagar. Com seus dedos aguçando meus sentidos mais primitivos.
Em dado momento, de uma forma combinada, os dois levaram suas mãos, cada um em uma perna minha. (Ambas estavam fechadas em estado de defesa)
E começaram a de forma coordenada a abrir minhas pernas.
Eu estava sentada na poltrona e minha mente, já me pregava peças.
Pensava: o que está acontecendo? Meu Deus só uma mulher de família... e ao mesmo tempo, que de alguma forma, minha fantasia de ser acariciada pelo Jonas e voltar a sentir as mãos do meu amante em meu corpo, estavam se tornando reais.
Era um misto de temor, incerteza e medo...que se misturava a tesão desejo e muita excitação.
Aqueles homens continuavam a percorrer o meu corpo com suas mãos e enquanto Moyses, usava sua lingua em minha boca, o Jonas usava sua boca e língua no meu pescoço, cabeça e ombro.
Como se deliciando com o cheio da mulher que desejara até alí.
Derrepente comigo sentada e minhas pernas abertas, o Moyses deixou de usar a minha boca e desceu através do meu pescoço para os meus seios.
Enquanto sua mão tocava por sobre a minha calcinha ensopada a minha vagina.
Nessa hora a ousadia e o desejo do Jonas se revelaram.
Ele pegou e virou minha cabeça para ele, e ainda, comigo em transe por tanto tesão, me olhou nos olhos e começou a me beijar, penetrando a minha boca com sua lingua áspera.
Queque com movimentos enérgicos, me mostrava que ele era um macho alpha experiente.
Ele sabia dominar a minha língua e isso, só aumentava o meu tesão.
Também como um movimento, combinado, levou seus dedos até a minha vagina. Que a essa altura já sstava sendo trabalhada pelo Moyses.
E coneçaram os dois a se revezar nas pressões e carinhos ainda, sobre a minha calcinha melada, sobre a minha vulva.
Comecei a gemer baixinho involuntariamente.
O que serviu de sinal para que eles se levantassem e me me colocassem, de pé.
Jonas de forma dominante, puxou meu corpo para junto do seu, continuando a me beijar, enquando Moyses, se posicionava me abraçando por trás, beijando e chupando a minha nuca, ambos com suas mãos me acariciando por todo corpo.
Eu já não sabia, quem fazia o quê, mas sentia meus seios sendo acariciado e apertados, bem como minha vagina sendo trabalhada por duas mãos, isso tudo me deixava louca e meus sentidos em confusão.
Minhas pernas abertas e minha bunda sendo sarrada pelo grande volume do seu membro nas calças do Moyses.
Aqueles homens com seus corpos, estavam comprimento meu corpo entre os deles, como um sanduíche.
E eu sem ação me submetia arrebatada de todas as minhas vontades, estava indefesa, dominada.
Eles começaram a se movimentar , e sem sair dessa formação, eles me tiraram da varanda e me levaram para a sala e de lá seguiram comigo para o corredor, aonda ficam os quartos.
A suíte do casal no meu apartamento era a última porta do corredor.
Isso os dava mais tempo para agora, atacar a minha calcinha e acabar de retirar o meu hobby, que nessa hora só era um pano solto atrapalhando suas conquistas.
Minha camisola é do modelo curto, na altura entre a virilha e o joelho, com as costas peladas.
Aquilo os ajudava a aguçar de forma mais intensa os meus sentidos.
Sem cerimônia o Jonas abriu a porta do meu quarto e já se cerimonia ou respeito algum pelo meu marido foram conduzindo sua presa até o tapete que tenho.
Sobre ele, tiraram a minha camisola e a minha calcinha, e nesse momento, me veio a mente um lapso de juizo e pensei:
-o que estou fazendo ? Estou com dois homens dentro do meu quarto e do meu marido... eles haviam profanado o lugar onde meu marido e eu dormíamos, conversávamos, fazíamos amor !
Olhei ao meu redor e vi nossos porta retratos com nossas lembranças.
E ainda pior, começou por instantes a voltar a minha mente todo rigor da minha criação. Eu estava traindo meu marido, não com um, mas dois homens e ao mesmo tempo... que loucura era essa, não poderia seguir com aquilo.
Estava me agredindo como pessoa... estava precisando no mínimo de ajuda.
Naquela hora, eu despertei daquele transe e falei com determinação:
-NÃOooo! Parem com isso !
-o que acham que eu sou ? Uma prostituta ? Uma vadia para me deitar com dois homens?
Disse isso, já me soltando dos dois e saindo do quarto, indo até o quarto da minha filha, para ver como ela estava.
Ao chegar lá vi aquele anjinho dormindo, alheia para tudo aquilo que estava acontecendo. A mãe dela estava nua, sendo tocada por dois machos.
Quando sai, já esperava os encontrar na sala, e por impulso segui para lá, dando as costas para o meu quarto.
Quando estava seguindo, só senti uma mão puxando meu braço e outra tapando a minha boca.
Foi tudo tão rapido que quando me vi estava dentro do meu quanto novamente.
Eu nua Estava nos braços do Jonas, que ainda com suas mãos na minha boca, falou em meu ouvido, enquanto, Moyses fechava a porta:
- calma gata, deixa eu te explicar uma coisa !
-você é nossa putinha agora... é nossa vadia!
-seu marido nunca te deu o que você merece e agora, seus machos vão te dar o que você mais gosta!
Nessa hora ele meteu o dedo na minha buceta, tirando um gemido meu, e me mostrou ele todo melado.
-olha isso ! Disse ele.
Nisso Moyses se posicionou na minha frente e se despiu revelado seu corpo a mim. Minha mente enlouqueceu novamente e Jonas me empurrou para os seus braços.
Jonas tirou sua roupa, revelando tudo aquilo e muito mais que já havia sentido sobre ela.
Seu pau era tão grosso que o do Moyses e igualmente grande.
Mas o que me chamou a atenção é que o membro dele tinha uma glande disforme. Ela era desproporcional. Ele tinha um pau muito cabeçudo.
E ambos estavam muito excitados...
Eu só tentava já com a certeza de que não tinha mais controle sobre mim, nem sobre o que meu corpo sentia, só pedia que fossemos para o outro quarto.
Dizia que lá também tinha uma cama grande de casal.
Mas o Moyses me resposdeu :
- nos queremos te fuder na cama que você dorme com o corno do Alessandro! Agora chega !
Ajoelha e chupa o pau do seu homem!
Isso já me empurrando sobre o tapete, me colocando de joelhos para chupar seu pau.
Obedeci como uma boa mulher, e o Jonas já se aproximou dizendo:
-vai chupar dos seus dois machos, Natascha! Chupa logo cadela! Disse, com uma voz forte.
Aquela dominação não me deixava pensar direito.
Obedeci e eles estavam como machos que não viam uma mulher a anos.
Sem paciencia, talvez pela relação que tive anteriormente.
Mas logo fui puxada pelo Jonas, para cima, que juntando meu corpo ao dele, e me chupando o pescoço com muita vontade, me pegou pelas pernas as abrindo e levantou meu corpo ate a altura da sua barriga.
Em seguida com uma das mãos posicionando seu membro na porta da minha vagina, que nessa hora estava muito lubrificada.
Ele foi me penetrando, enquanto permitia que meu corpo deslizasse para baixo sarrando no dele, fazendo com que seu membro com sua grande glande, conseguisse entrar em mim.
Apesar de lubrificada, aquilo parecia estar além de mim, e quando senti entrando senti sendo rasgada por aquele pau.
Falei que estava doendo e num impulso dado por ele, aquela coisa entrou na minha vagina, me fazendo dar um grito alto de dor.
Que chamou sua atenção:
-Toma o que você queria Natascha! É muito gostasa... Disse ele.
Mesmo eu falando que estava doendo as estocadas dele continuavam.
Até que ele impulsionou meu corpo para cima, e deixando que eu caísse sobre aquele pau, que entrava na minha ppk, rasgando.
Estava com meus braços transpassados, em volta do pescoço do Jonas e tentava diminuir a velocidade da queda pois já estava sentindo ele bater no meu útero.
Foi quando Moyses posicionou se dedo na porta do meu cuzinho e me penetrou sem dó. Me arrancando outro grito de dor.
Em seguida posicionando seu pauzão no meu cuzinho para também me penetrar por lá. Nessa hora fiquei com medo de ser machucada por eles.
Nunca havia sequer imaginado dar para dois homens ao mesmo tempo. Ainda mais, dois daquele tamanho.
Implorei para que Moyses não fizesse isso:
-não por favor amor, vocês estão me machucando assim. Nãoooo ! Disse eu.
Mas as respostas eram sarcásticas e definitivas.
- cala boca ! Você vai gostar vadia!
As lagrimas vinham aos olhos e meus pensamentos, eram de como eu havia chegado ali, o que havia me tornado.
Moyses começou a me penetrar e a dor era algo indescritível. Eles seguiam se ajudando em me segurar, e controlar os movimentos para que o Moyses conseguisse a melhor posição, pois o Jonas era mais alto que ele.
Eu estava sendo empalada, por aqueles dois machos.
E eles entre risadas e mordidas e chupadas ao meu corpo, socaram cada vez mais forte dentro do meu corpo.
Eu sentia um misto de dor e dominação. Eu estava nas mãos daqueles machos.
Agora meus machos.
Ambos falavam:
-agora essa é nossa putinha casada ! A vadia casada da familia !hahaha
- vamos marcar uma orgia e deixar que todos usem a Natascha lá. Vamos deixar ela ainda mais arrombada para isso! Dizia o Jonas com o Moyses sorrindo concordando com tudo aquilo.
Meu corpo, foi anestesiando e quando me vi comecei a fazer xixi, involuntariamente.
Isso os deixou ainda mais seguros que tinham me desonrado totalmente.
- olha só nossa putinha esta se mijando toda de prazer... aposto que isso nunca havia acontecido com ela ! Kkkk... Disse Moyses.
Jonas, disparava !
- essa vai ser a primeira de muitas vezes que será usada por mim nesse quarto, Natascha !
-Agora sou seu homem também ! Sua vadia casada !
-Alessandro aquele CORNO (gritou), vai sentir a diferença quando for comer você ! Olha só como meu pau já está entrando e saindo fácil. Sua buceta tá toda larga agora. Kkkk
Ao ouvir aquilo não sei porque, mas gozei para aquele homem, sentindo aqueles dois monstros me rasgando por dentro, estando meu corpo nem um sobe e desce frenético.
E ainda, sendo pressionado pelos dois de baixo para cima.
Meu corpo depois que gozei amoleceu e eles se revezaram em meus buracos, por mais um tempo.
Quando Jonas foi me penetrar por trás fui despertada pela dor.
E para minha sorte, ou não, eles cansaram de me carregar e me posicionaram de quatro sobre o sofá do meu quarto.
Nessa posição o Jonas seguiu penetrando munha bunda, enquanto Moyses me fazia chupar o seu pau, estando ajoelhado a minha frente.
Eu estava exausta, mas meu corpo me traia com arrepios quando levava tapas na bunda do Jonas, que me marcaram toda.
Quando dei por mim, o Moyses vendo a cena, gozou na minha boca e rosto e o Jonas meteu ainda mais forte no meu rabo. Tirando rapido seu pau e imediatamte, iniciando uma vai e vem rapido e muito profundo na minha vagina. Que a essa altura, ja estava gozando novamente.
E terminado com uma forte estocada que senti no meu útero, me enchendo do seu gozo que pela quantidade, não demorou a escorrer pelas minhas pernas.
Eles me pagaram e me jogaram em cima da minha cama e do meu marido, e começaram a beijar, chupar e morder meu corpo, como animais.
Não tinha mais forças para nada.
Ma com um tempo fui puxada pelo Moyses para cima dele que penetrou minha vagina, que já estava toda destruída e suja de semem do Jonas.
Ele começou a bombar em mim enquando Jonas me colocava para chupar sua ferramenta. Que já estava dura novamente.
Ele puxava a minha cabeça contra aquilo, buscando que eu engolisse tudo. Mas era impossível, não cabia.
Quase vomitei várias vezes e fiquei sem ar. Mas comecei a chupar ele bem gostoso para ver se ele gozava... não demorou e ele se afasto e se posicionou para mais uma dupla penetracão.
Os dois gozaram mais uma vez me penetrando duplamente. E eu acabei gozando para o Moyses.
Em seguida percebi, que eles estavam cansando, pois, o Moyses depois que gozamos, deitou ao meu lado, seguido do Jonas, nós três adormecemos ali, por um tempo.
Na madrugada fui suprendida com o Jonas se colocando em cima do meu corpo e me beijando.
Ele abriu bem a minha pernas e me comeu na posição papai mamãe, mais uma vez gozando profundamente dentro de mim.
E arrancando mais um gozo meu. Ele realmente sabia meter, muito bem.
Ele saiu de cima de mim, e quando estava reunindo forças para levantar e ir ao banheiro me lavar, eis que o Moiyses sobe por sobre o meu corpo.
Na mesma posição e já metendo sua ferramenta na minha bucetinha, transa comigo me falando ao ouvido que eu havia realizado um sonho dele.
Que era me comer com outro homem. Gozei novamente ouvindo aquilo e quando menos esperava ele saiu de dentro de mim.
E me tirou da cama, me ajoelhando ao lado dela.
Nisso vejo que o Jonas estava se masturbando enquando nos assistia, se levantou também, e se colocou ao me lado.
Estando cada um de um lado do meu corpo se masturbando. Entre falas de que eu era muito boa de cama.
E que agora, eu pertencia a eles, gozaram ambos no meu rosto e cabelo.
Naquele momento, tirando de mim, talvez o resto de esperança em recuperar minha dignidade.
Não bastando isso ainda pegaram a minha mão esquerda e derramaram seus gozos sobre a minha aliança.
Me batizando como uma "puta casada" segundo eles. Aos risos e urros de prazer.
Quando terminaram, se vestiram e foram em bora pois já estava dando 04h da madrugada. E ambos tinha que trabalhar.
Se despediram de mim e me deixaram ali, suja enrolada em uma toalha que havia pego e fecharam a porta.
Quando caí em mim, vi a dimensão da loucura que havia feito. E o pior, da dimensão das consequências na minha vida.
Aqueles homens haviam ido a minha casa durante a semana, num predio com porteiro, vizinhos e cameras por todos os lados..
Todos me conheciam no predio, o que pensariam ?
O porteiro era nova e por certo iria comentar com alguém, que me conhecesse. Esse não seria o meu comportamento de anos no prédio. Para piorar o Alessandro sempre informava quando estava viajando, pois era subsindico.
Não bastasse isso, quando vi a minha casa... havia uma garrafa de bebida alcoólica lá, uma coisa que junca havia entrado em meu lar.
As taças que junca haviam sido usadas entava com os marcas das mãos daqueles homens, bem como o meu corpo.
Meu hobbie estava jogado no chão quase na porta do quarto da minha filha que dormia em paz.
Sem imaginar o que a mãe dela havia feito com estranhos na casa dela.
Quando entrei no meu quarto, ao ver meu leito e do meu marido profanado, tal como meu corpo, comecei a chorar de tristeza...
Estava tudo sujo meu tapete havia urinado sobre ele, involuntariamente enquanto era duplamente devorada por aqueles machos.
Minha calcinha havia desaparecido, minha cama estava com os lençóis e protetores sujos de secreções dos corpos que estavam a utilizando, até momentos atrás.
Me via em todas as posições, em que havia sido colocada e comida por eles.
Minha tristeza e choro só aumentava com ass lembranças.
Minha mão ainda suja de gozo deles me falava que eu nunca mais seria a mesma Natascha.
Meu corpo ardia por dentro como que me dissesse que eu havia me tornado uma vagabinda, uma prostituta.
Fui tomar um banho e pelo tanto que a minha vagina e cuzinho ardiam, podia imaginar o estrago.
Ao passar, um lenço umedecido nas minhas partes íntimas, vi que sangrava em ambos os orifícios.
Quando me vi nos espelhos, estava toda marcada de mordidas e chupões.
Precisava cuidar do meu corpo, precisava de ajuda.
O que seria de mim agora ? E meu marido ?
Mais tarde, fui acordada pela minha filha. Meu corpo doía por dentro e por fora. Estava toda cheia de marcas e não fui trabalhar.
Precisava confessar tudo aquilo e livrar desse fardo...
Continua....





Puta casada vadia cadelaaaaa. Biscateeeee
Que dlc de conto, eu curto isso . Tô procurando esposa pra me cornear