A BBW gaúcha de 43 anos exibia as coxas grossas e a barriga volumosa cobertas de suor, com a cara de égua avermelhada pelo esforço de organizar algumas caixas de arquivos pesados bem no canto da sala vazia.
Aproximei-me sob o pretexto cínico de tirar dúvidas sobre um trabalho acadêmico, mas o meu verdadeiro objetivo era sentir de perto o cheiro daquela massa de carne suada e testar os limites da arrogância dela.
Conforme adentrei o espaço restrito, o olfato foi imediatamente invadido por um cheiro denso, acre e inconfundível de buceta azeda e calor acumulado, subindo direto do shortinho elástico que mal continha o cuzão monumental da mestra de filosofia.
Ela estava de pé na minha frente com seus óculos de coruja, toda intelectual. Sem conseguir conter o ímpeto de predador, dei um passo em falso e agarrei com força o braço grosso e branco dela, sentindo a pele macia e úmida sob meus dedos.
Dilneia esquivou-se no mesmo segundo, recuando com um sobressalto e me encarando com os olhos estreitados, tomada por uma desconfiança súbita que denunciava o quanto a minha aproximação repentina a havia desestabilizado.
Com o recuo brusco, o corpo farto inclinou-se para frente, deixando a tetona colossal e suada, marcada por veias grossas, a centímetros da.minha cara, sufocando-me com aquele cheiro tóxico de fêmea transpirando. O reflexo foi imediato e involuntário: um filete de baba quente escapou do canto da minha boca e escorreu pelo queixo, obrigando-me a disfarçar rapidamente com a manga da camisa para que ela não percebesse o nível da minha perversão.??
A professora, percebendo a tensão no ar e o brilho tarado nos meus olhos, foi sentar.
Cruzou os braços sob o peso descomunal dos seios e ergueu o queixo com aquela pose autoritária típica de quem acha que comanda a situação. Perguntou direto e sem rodeios:
"Ô, tu tá com tesão em mim é?".
Engoli em seco, ela exigia uma resposta imediata para aquela ousadia inaceitável dentro do recinto universitário.
"Toma vergonha na cara, rapaz! Mais uma gracinha e eu fodo com a tua vida acadêmica. Tu entendeu, seu merda? Tá com tesão porra?".
A bronca severa e a marra da gaúcha, em vez de me intimidarem, funcionaram como um gatilho explosivo para a minha imaginação doentia, fazendo o meu pau latejar dolorosamente dentro da calça. ??
Ver a autoridade acadêmica desmoronando enquanto ela mesma verbalizava o meu tesão era a prova definitiva de que a couraça daquela gordona tetuda estava trincando por dentro.
Engoli seco o meu próprio delírio, mantendo o disfarce de aluno acuado enquanto por dentro eu já planejava como iria calar aquela boca metida enfiando a pica até o talo, transformando a professora de ética na minha puta particular de quatro no chão daquele laboratório.
Fiquei ali pedindo orientação e sentido cheiro de buceta suja no ar. Eu revira os olhos, vesgo, no decote escandaloso da baleia gostosa com o raico dela me flagrar de novo e ser expulso da universidade.
Ela notou. "Que foi, porra! Isso aqui não é pro teu bico. Entendeu? Eu já te avisei sobre esse tipo de comportamento. Não vou tolerar de novo! Tu entendeu? Imoral do caralho!".
A ameaça severa da gordona, braba, olhos arregalados, em vez de me intimidar, foi como gasolina para os meus impulsos doentios, o meu pau latejou dolorosamente dentro da calça querendo gozar.
A punheta em casa foi sensacional. Eu ia me vingar dela. ??
Confira a Parte 03 dessa saga acadêmica. No próximo relato, contarei como me aproximei da professora de Ética.
Saca só a galeria de flagras da jumentona braba. ????




