Olá de novo a todos. Este relato é uma espécie de continuação do primeiro. Tenham ciente que pode continuar a não ser muito excitante porque nada é inventado nem fantasiado. Simplesmente é relatado exatamente como aconteceu. Ora vamos lá. Depois daquela primeira experiência com a punheta e aquela sensação maravilhosa que me invadiu, a minha curiosidade e busca por novas descobertas só aumentou de dia para dia. Hoje em dia não sei, mas naquele tempo passado todos nós tínhamos primas e primos com quem quase todos praticávamos a descoberta de algum tipo de putaria. No meu caso foi uma prima que era apenas uns meses mais nova que eu. Acontecia com grande normalidade e frequência de os meus tios deixarem essa prima em casa dos meus avós maternos para brincar-mos, mas até essa altura sempre foi sem maldade nenhuma no pensamento. Mas na primeira vez que estive sozinho com ela, chamei-a para o quarto onde estavam as revistas do meu avô e mostrei-lhe. Deu para perceber que para além daquele choque inicial, ela começou a morder o lábio e a tocar-se no meio das pernas por cima da roupa. Eu, lá está, fiquei de pirulito teso que nem ferro. Como estava de calções, ela reparou fácil nisso, e eu também não fiz esforço nenhum para esconder. Ela perguntou o que era ( na altura já sabíamos os nomes das coisas em palavrão mas nunca tínhamos visto nem uma coisa nem outra ao vivo e a cores, só as fotos da revista). Eu respondi que era o meu caralho duro. Ela pediu para ver, ao que eu respondi mais do que depressa: Só se me deixares ver a cona. A puta olhou para mim, sorriu e disse que concordava. Levantou-se, subiu a saia e puxou a cuecas para o lado. Lembro-me muito bem dos pormenores. Tinha uma racha pequenina, tinha o grelinho e os lábios escondidos. Uns poucos pêlos, pequeninos. Cheio de maldade, aproximei-me da racha da felicidade, senti o cheiro de cona pela primeira vez na vida e dei um beijo por cima da racha mas sem tocar com as mãos. Ela afastou-se um pouco mas sem reclamar. E disse rapidamente que queria ver o caralho. Eu fiz como ela e levantei-me, baixei os calções e as cuecas e o caralhito apareceu, duro como se tivesse levado uma injeção de gesso. Ela abriu um sorriso e tocou-me no caralho ao de leve. E eu como se fosse o miúdo mais experiente do mundo, disse-lhe: Não é assim que se faz. Dá cá a tua mão que eu ensino-te. Eu que nunca tinha tocado ou visto uma cona, tava armado em experiente e profissional da punheta. Mas pronto, ela nem disse nada e fez tudo o que lhe fui dizendo. -Agarra-me o caralho e vai fazendo este movimento assim. Isso, continua, não pares que está perfeito. Enquanto ela olhava para o caralho sem tirar os olhos dele. Eu pedi para lhe tocar, ela abriu logo um pouco as pernas, meti um dedo no meio das racha da cona dela ( também não cabia mais nenhum, ou pelo menos não tentei, mas sem penetração ou tentativa disso). Nisso ouvimos a nossa avó a chamar para irmos almoçar, vestimo-nos rapidamente e fomos. Depois de almoço os nossos avós foram dormir uma sesta como era normal, e nós fomos brincar para a rua, mas como estava muito calor, fomos para uma zona onde havia sombra, e claro, lá está, a conversa tinha que ir parar à putaria. E veio à cabeça as fotos das mulheres a lamberem-se uma à outra. E eu como um bom profissional do minete que nem sabia o que era quanto mais fazê-lo, propus logo fazer-lhe aquilo se ela fizesse a mim. Ela disse: Mas tu não tens cona, tens caralho. Sim, mas metes na boca e depois logo se vê. E por acaso até partiu dela fazer primeiro. Maravilha das maravilhas. Meteu na boca e mesmo sem ela saber o que fazer e eu sem saber explicar como devia fazer, com o caralho na boca, foi passando com a língua na cabeça do caralho e sugando mas sem fazer o movimento de vai e vem. Ainda mamou uns bons 5 minutos, até que parou e me pediu para lhe lamber a cona. Vamos, agora és tu. Também quero sentir essas coisas. Eu de joelhos à frente daquela cona lisinha e virgem. Ela também sem saber o que fazer, abriu as pernas e com as mãos abriu a racha da cona, expondo os lábios e o grelo. Sem pensar duas vezes abri a boca e tentei abocanhar aquilo tudo. Adorei o sabor, delicioso, uma mistura de mel da excitação com um respingo de xixi. Não há coisa melhor do que mel de cona. Vim uns anos mais tarde a descobrir que leite de caralho também é muito bom, mas isso fica para outra altura. Depois dos meus 5 minutos de fama como o rei do minete, encostei-me a ela com o caralho no meio das cona dela, mas sem jeito nenhum dos dois e sem saber o que estávamos a fazer, achámos que estávamos a foder como os adultos faziam. Não podíamos estar mais longe da verdade, mas aquilo viajou no nosso consciente. Passado um bocadinho apareceu a minha tia, mãe da minha puta privada e a brincadeira terminou ali. Ainda voltámos a fazer tudo isso mais vezes do que consigo contar pelos dedos, mas o desfecho foi sempre o mesmo. Espero que este esteja melhor que o outro. Vou continuar a tentar. Obrigado a todos
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