Paguei o uber com sexo

Aqui estou eu, para mais um conto verídico. Nesse dia estava tomada pela raiva e uma coisa levou a outra. Mas vamos do início...

Há uns anos atrás, pouco tempo depois de me separar do meu marido (aquele que contei sobre a minha traição) eu conheci um rapaz, André. Tínhamos amigos em comum, mas a gente nunca tinha se visto. No dia que nos conhecemos ele estava com a namorada e foi uma conversa normal entre colegas em um depósito de bebidas perto da casa que eu morava na época. Dois meses se passaram e encontrei o rapaz de novo, dessa vez sem a namorada, tinham brigado e estavam "separados". Eu, ele e nossos amigos ficamos bebendo como de costume e começamos a trocar olhares. Quando decidi ir embora ele me acompanhou, eram apenas duas ruas de distância, mas ele insistiu de forma maliciosa e eu não neguei. Transamos na escadaria do meu prédio, pois eu não queria levar ele pra minha casa. Enfim, depois disso foram uns 3 anos direto da gente tendo transas maravilhosas, eu dominando os pensamentos mais pervertidos dele e ele os meus. Posso contar algumas de nossas transas em outro contos.
Enfim, tantos anos e tantas transas acabaram fazendo a gente despertar sentimentos um pouquinho além do sexo casual e as vezes a gente brigava como um casal e verdade.

Num certo dia tivemos uma briga dessas. Eu estava em um bar longe de casa, com um casal de amigos de outra cidade recém chegados na nossa cidade, ou seja, não conheciam ninguém. Eu e André estávamos uns dias sem nos ver e eu, cheia de fogo, doida pra sentir a mão dele me enforcando, dando tapa na minha cara e me chamando de diaba enquanto metia fundo na minha buceta. Chamei ele pra ir me encontrar onde eu estava. Ele ficou enrolando um pouco, mas deu a entender que iria. O tempo passou e nada dele. Foi quando, já no final da noite e mandei msg perguntando onde ele estava e ele disse que não iria ao meu encontro, que estava estudando pra uma prova da faculdade. Imaginem uma mulher frustrada, arrasada, abandonada rs e com tesão nas alturas. Eu fiquei muito brava, me senti um nada e não podia nem chamar o Gil (já falei sobre ele em outros contos) pq ele era casado, devia tá fudendo com a mulher dele. Só me restou ir pra casa. Comecei a chamar um carro e uns 2 ou 3 motoristas cancelaram, até que um aceitou. O carro chegou e me despedi dos meus amigos.

Enquanto eu andava da porta do bar até o carro ja deu pra perceber o motorista me olhando. Aquilo já me animou um pouco, depois de né sentir rejeitada eu imediatamente me senti desejada. Ao entrar no carro o motorista me olhou pelo espelho e confirmou meu nome. Eu dei uma boa olhada nele tbm, era um gato. Braços fortes, perna grossa e voz firme. Ele começou a puxar assunto. Dizia coisas como "sábado bom pra tomar uma, né?" e eu, puta de raiva que ainda estava disse "é, mais ou menos". Pronto, era a brecha que parece que ele estava esperando:

- Mais ou menos pq, a noite não está como vc queria?

- Não, queria que a noite terminasse de outro jeito.

- Aé, e como vc gostaria? O que queria que acontecesse?

Eu senti que a voz dele já tava na maldade, as olhada não ficaram só pelo espelho. Sempre que dava, ele virava pra trás um pouco. Eu de vestido, dei uma cruzada na perna, sentei mais de lado e respondi a pergunta dele: eu tenhobuma pessoa, mais ou menos, mas queria que ele estivesse aqui indonpra casa comigo, aí sim a noite iria terminar bem gostosa.
Ele não perdeu tempo e disse que era um absurdo um homem deixar uma mulher como eu sozinha, ainda mais querendo terminar a noite daquele jeito, mas que se eu quisesse ainda dava pra salvar a noite. Que era só eu passar pro banco da frente. Não perdi tempo!

Ele parou o carro e eu passei pro banho da frente por dentro do carro mesmo. Nem deu tempo de falar muita coisa, já começamos a nos beijar e que beijo gostoso, com tesão. Era o que eu estava precisando, me sentir desejada. Ele colocou as mãos nos meus peitos e logo abaixou um pouco do meu vestido do lado esquerdo. Deu uma boa olhada e começou a chupar. Eu que já estava com a mão direita esfregando o pau dele por cima da calça, comecei a abrir o botão e descer o zíper. Toquei punheta pra ele um pouco, mas minha boca salivava, eu precisava colocar a pau na minha boca e chupar ele todinho. Fiz um boquete delícia nele que ele quase gozou. Ele chamou ir pro banco de trás e eu fui primeiro, com o vestido já no meio da barriga, os dois peitos de fora e bunda com uma calcinha fina encravada.

No banco de trás ele queria que eu deitasse e eu disse que não, que era pra ele sentar que eu queria rebolar no meu ritmo. Normalmente eu obedeço, sou submissa no sexo, mas aquele dia foi diferente. Eu quis dar as cartas e ele só obedeceu. Fui sentando de frente, devagar pra ele sentir minha bucetinha bem quente e molhada e eu sentir aquele piru gostoso entrando e tocando cada pedacinho da buceta que o André tinha dispensado. Sim, eu ainda estava pensando nele. Fui sentando e aumentando o ritmo até que cada sentada fazia um barulho mais alto que o anterior. Eu gemia enquanto ele me chamava de piranha e puta e perguntava se eu tava gostando da noite agora. Eu só dizia que estava adorando e sentava ainda mais e mais forte e mandava pra ele me bater. Depois de um tempo nessa posição nos dois gozamos, mas a gente queria mais. Sentei um pouco de costas e depois ele me colocou de joelhos no banco, impinou bem minha bunda e disse que era a vez dele trabalhar um pouco. Ele chupou minha bucetinha e meu cu tão gostoso que eu não queria que acabasse. Cada linguadinha eu me arrepiava e gemia. Ele chupava e enfiava dois dedos na buceta e um no meu cuzinho. Até que ele disse "seu ficaste é um otario, depois fala pra ele que um homem de verdade te comeu gostoso" pqp, quase gozei nessa hora, mas segurei até ele começar a me fuder de novo com aquela piroca da cabeça rosa, tortinha igual bico de chaleira. Eu queria gozar no pau dele e que ele gozasse dentro de mim e assim fizemos, deu tudo certo. Gozamos bem gostoso, ele urrava de prazer. Os dois suados e cansados. Lembro dele dizer que se no banco de trás de um carro eu fazia aquilo, ele não daria conta em uma cama e com mais espaço rs

Nos limpamos e colocamos as roupas e fomos para os bancos da frente. Ele, que tinha encerrado a corrida, seguiu para o meu destino que não estava muito longe. Ele quis meu número, mas eu não dei. Tem transa que é pra ser si uma vez mesmo e tá td bem. Na vez que encontrei André depois desse dia, eu contei pra ele que tive que dar pro motorista do uber pra baixar meu fogo por culpa dele que não foi me encontrar. Ele ficou bravo e excitado, me deu uma "surra" de pica e fizemos as pazes, nesse dia ele acabou comigo, mas isso é história pra outro conto.

Uma foto daquela época, eu tava mais magrinha.

Bjoo

Foto 1 do Conto erotico: Paguei o uber com sexo


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Comentários


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comocasais Comentou em 14/09/2026

Uber de sorte!




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Ficha do conto

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biarodrigo

Nome do conto:
Paguei o uber com sexo

Codigo do conto:
272267

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/09/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
1