Tínhamos marcado com um rapaz através de um site de relacionamentos de nos encontrar. À tarde ligamos para ele nos encontrar no hotel. Ele dizia ser dotado, algo em torno de 23 cm, como Paulo queria que eu aproveitasse. Chegou, conversamos, mas não rendeu. Não houve empatia.
Por volta das 23 h pegamos um taxi em frente ao hotel e fomos na boate em Moema. Escolhemos uma mesa. Pedimos uma bebida e tomamos como água, pedimos para repetir. Fizemos um tour e não vimos nada demais. Uns casais na boate, alguns assistindo um telão. Fechamos a conta e fomos.
Dia seguinte nova boate, nada interessante. Outro dia, outra boate, nada também.
Passaram-se alguns dias e voltamos à Sampa. Fomos em outra boate à noite. A recepcionista nos mostrou as dependências e gostamos. Boate, bar e pista de dança no primeiro piso e no andar superior labirinto e cabines. Tomamos um drinque e subimos. Nada acontecia. Paulo começou a me atentar. Eu recostada nele e ficava enfiando o dedinho em minha bunda. Quando estou, digamos, animada, gozo fácil assim e isso aconteceu. Subimos ao labirinto, mesmo sabendo que não deveria ter ninguém, entramos numa cabine e dei uma chupada na piroca dele. Descemos e Paulo pediu para tirar a calcinha. Tirei e ele guardou no bolso. Sem calcinha é mais fácil se exibir. De vez em quando me abaixava e dava uma chupadinha nele. Um homem e um casal ficavam nos olhando.
Ele foi ao banheiro e o homem convidou para uma tábua de frios que ele tinha pedido, convidou a nós e ao jovem casal. Aceitei e fiquei em companhia deles. Paulo voltou e me encontrou conversando com eles. Juntou-se a nós e levamos um papo descontraído. Paulo foi ao banheiro novamente e o homem me convidou a uma cabine. Respondi que esperaria meu marido. O jovem casal, também nos convidou para subirmos a uma cabine. Paulo já tinha dito para eu fazer o que desse vontade.
Ele retornou e falei com ele que subiria com o homem, que nem perguntei o nome, que o casal por ser jovem demais, provavelmente não renderia nada, concordou.
Entramos numa cabine, fiquei de quatro chupando Paulo enquanto ele metia em mim. Gozei com ele e ele também. Ele saiu da cabine e descemos. Fomos encontrar o casal, mas eles só queriam sexo oral, ou seja, conversar sobre swing.
Resolvemos ir embora pois não apareceu mais ninguém. Voltamos ao hotel.
No dia seguinte fizemos hora pelo Centro, Ibirapuera e voltamos ao hotel após o almoço. Dormimos um pouco pois iriamos a boate à noite.
Fomos a outra também em Moema, mas nada aconteceu. Não gostamos dessa boate. Saímos e voltamos a mesma do dia anterior. Já estava mais movimentada, eram pouco mais de meia noite. Ficamos numa mesa, tirei a calcinha e ele ficou me bolinando. Algumas pessoas ficavam nos olhando e vez ou outra eu dava uma chupadinha rápida nele. Tomamos o primeiro whisky e subimos ao labirinto. Entramos e encontramos várias pessoas pelo caminho. Pedi a Paulo pra tirar o pau que eu ia segurando, Era um tal de passar a mão incrível. Com alguns até parei e deixei me bolinarem e, quando perceberam que estava sem calcinha ficavam mais afoitos. Teve um casal que ela levou a mão em Paulo e agarrou o pau dele. Entramos numa cabine de Glory e logo apareceram paus pelos buracos. Um deles roliço, grossinho, peguei e fiquei alisando. Esfreguei minha bunda nele e o cara gemia do outro lado. Paramos e saímos, o rapaz pediu para ficar conosco. Era jovem demais e eu não quis. Descemos à boate para depois voltar. Subimos novamente e entramos no corredor, apenas umas alisadas. Entramos numa cabine que estava animada, muitos casais trepando e alguns olhando. Ambiente bem na penumbra. Senti uma mão na bunda, arrebitei e deixei, passou e enfiou o dedo em minha buceta. A mulher dele já estava agachada chupando o marido. Acomodei e deixei que me comesse. Enfiou o pau e logo depois gozei. Continuou metendo e gozei de novo e, senti quando gozou. A esposa do cara ficou chupando Paulo que gozou na boca dela, a pedido.
Decidimos ir embora, pegamos um taxi para voltarmos ao hotel. Nestas ocasiões preferimos usar taxi pois são conhecidos das boates. Uber achamos arriscado.
No taxi, vi o motorista olhando insistentemente pelo retrovisor, cutuquei Paulo que balançou a cabeça indicando que tinha percebido. Abri um pouco minhas pernas e deixei o taxista ver minha buceta. Perguntei a ele se poderia ficar à vontade no carro e disse que sim. Tirei o pau de Paulo e comecei a chupar. O taxista dividia atenção entre as ruas, minha buceta e meu boquete. Num determinado ponto ele me pede para olhar. Olho e ele está de pau fora das calças, duro, batendo punheta. Olho para Paulo que me diz para passar para o banco do carona. Vou e deixo o taxista ficar alisando minha xoxota e pego no pau dele e começo a alisar. Ele segue até perto do hotel onde para. Continua me bolinando e eu alisando o pau dele, por sinal bem grosso. Me diz que vai gozar e tiro a mão. Ele continua na punheta e goza molhando o carro todo.
Descemos do carro e tinha alguns garotos de programa que perceberam o que fazia, principalmente porque saí do banco do carona e Paulo do banco de trás. Ficaram mexendo e Paulo levantou minha saia mostrando minha bunda para eles.
Chegamos ao hotel e demos uma trepada maravilhosa pelo exibicionismo que pratiquei. Gozei duas vezes, uma com ele me chupando e outra trepada no pau dele.
No domingo voltamos para casa.