Estou em teletrabalho desde o COVID-19, e como somos vizinhos, muitas vezes os nossos amigos me têm pedido para tomar conta dela. Por vez passa a tarde a estudar na mesma sala onde eu trabalho.
Não sei, como e descobriu que somos um casal liberal e que tanto eu, como a Sandra temos os nossos amantes. Penso que deve ter ouvido qualquer conversa entre nós.
A certa altura, passou a me provocar. Vinha estudar com vestidos minúsculos e por vezes sem calcinha. Várias vezes lhe vi a xaninha e tive de lhe chamar a atenção. Ela era uma adolescente.
- Mas porquê, Sérgio? Eu já sou crescida e sei bem o que quero.
- Não me importo o que queres. Tens 16 anos. És menor e filha de nossos amigos.
Passou uns tempos e voltou a vir a minha casa estudar. Sem calcinha, outra vez.
- Ritinha, Ritinha. Vou ter de falar com os teus pais.
- Se falares com eles, conto a toda a gente que tu, e a Sandra têm amantes.
- Não quero que faças isso, mas se o fizeres, não vai ser um problema. A vida é nossa e fazemos o que queremos dela.
- Está bem. Eu não conto a ninguém, mas porque não me queres? Olha para mim... Estou uma mulher.
- És menor e não vou fazer isso.
- Mas não achas que estou uma mulher sensual?
- Quando fizeres 18 anos respondo a essa pergunta.
- Quando fizer 18 anos, vais olhar de maneira diferente para mim?
- Quando fizeres 18 anos falamos.
O tempo passou e ela não desistiu. Foi me provocando e eu com vontade de a foder, mas não podia. Fiz uma promessa a mim mesmo de não lhe tocar até o décimo oitavo aniversário.
Hoje passaram dois dias depois desse dia e lá está ela.
Uma mulher jovem, muito bonita e com o corpo bem definido. Mamas médias tipo pêra. Pernas compridas e cintura fina. Um tesão.
Lá está ela de vestido justo que dá para entrever que não tem nada por baixo
- Olá, posso entrar?
- Podes. Vens estudar?
- Não... Fiz 18 anos, sabias?
- Sim. Estive na tua festa.
- Sou maior de idade agora. Sou uma mulher que sabe o que quer.
Estava a ver onde queria chegar, e se por um lado ela tinha razão. Também continuava a ser a filha dos nossos vizinhos e amigos
- Já olhas de maneira diferente para mim.
- Diferente, como?
- Assim...
Levantou o vestido e tirou-o pela cabeça, ficando completamente nua na minha frente.
Fiquei pasmado com tanta beleza. Mamas perfeitas em formato de pêra. Barriga lisinha com um umbigo que dá vontade de penetrar. Xaninha bem aparadinha com um risquinho apenas. Pelos louros da cor do cabelo formavam esse risco por cima da vulva. Como pode um homem resistir a uma tentação destas?
- Não sou de ferro.
Comentei, mais para mim, do que para ser ouvido.
- O que achas?
- Ritinha, Ritinha. Isto é um caminho sem volta.
- Tens toda a rasão. Se até aqui tinha a desculpa de eu ser menor, agora já sou adulta e sei bem o que quero e quero-te.
Rapidamente, tirei a minha roupa e peguei nela ao colo e levei-a para o sofá. Deite-a com cuidado, pois afinal era uma princesa. Beijei-a ao de leve na boca e senti a língua na minha. O hálito era fresco e isso excitava-me. Aliás, o meu pau já estava duro que nem pedra. desci e beijei-lhe o pescoço.
- Eu não quero isso. Isso faço com o meu namorado. Eu quero é sexo.
- Não. Não vai ser como tu queres.
- Mau. És mau...
Não ia desperdiçar um corpo como este. Queria saborear cada pedacinho.
Beijei-lhe o pescoço novamente e desci até ao umbigo e penetrei. tenho um fetiche de penetrar um umbigo.
Ela gemia baixinho e contorcia o corpo.
Beijei a barriga lisa, linda e macia.
Desci e beijei por cima do risquinho de pelos púbicos. Ela com a mão, empurrou a minha cabeça para chegar mais rápido á xaninha.
- Estás com pressa?
- Quero esse pau dentro de mim.
-Calma. Temos a tarde toda.
Já tinha deixado de pensar no trabalho. Iria ter de compensar depois.
Toquei no grelinho. No clitóris pequenino ao contrário do da Sandra. Estava rijo. Mordi ao de leve. A vagina cheirava bem. O cheiro a sucos sexuais estava presente, mas cheirava bem.
Lambi os lábios vaginais e penetrei a xaninha com a língua. Era uma xaninha apertada.
- És virgem?
- Achas?!! Ofendes-me… quem é virgem com 18 anos?
Passei a língua por toda a intimidade e desci até ao cuzinho apertado. Também cheirava bem. Devia ter tomado banho antes de vir. Deliciei-me com aquele corpo de menina. depois subi e pus o pau bem perto da sua boca. Ela tocou-lhe com a língua.
- É grande!!!
- Agora é tarde para pensares nisso. Chupa-o para depois te foder.
pegou com uma mão e lambeu a cabeça. Via-se que já sabia o que fazia, mas nada que se compare com a Sandra. Deixei-a chupar e dei-lhe algumas dicas para me satisfazer melhor.
Estava na hora de foder a coninha apertada desta menina que em tempos mudei a fralda. Fui buscar um preservativo.
-Não. Pode ser ao natural.
- Menina, menina, nunca ouviste falar de doenças? De gravides?
- Doenças, penso que não tens, mas gravides, podes te vir fora.
- É melhor não arriscar.
Trouxe também um lubrificante. Ela abriu bem as pernas e estava lubrificada, mas mesmo assim, passei uma boa camada de gel naquela gruta apertada. Na posição de frango assado penetrei-a suavemente. Mais e mais um pouco.
- Haaaaaaaaa. tão bom...
Meti tudo e tirei, e comecei um vai e bem sempre a ajudar com as minhas mãos no quadril dela. Quando o pau já entrava e saia bem, levei as mãos as mamas, e que mamas. rijas que nem peras. belisquei os mamilos rijos e não aguentou mais.
Gemeu e contorceu-se.
- Que delicia de cacete. que bom que é este cacete. Quero-o para sempre. Vou vir aqui, todos os dias.
- Podes vir, a partir de hoje, vais ser a minha princesa putinha.
- Sim, sim. Sou uma princesa. Princesa putinha.
Contorceu o corpo e veio-se como uma putinha com gemidos não muito altos. Olhei-a na cara e surpreendeu-me ver os seus olhos entrarem em orbita com o orgasmo.
- Tens mesmo cara de putinha.
- Princesa.
- Putinha.
- Princesa putinha.
Depois virei-a ao contrário para que ficasse de quatro.
- Por favor- Não metas no rabinho.
- Não. Hoje não, mas se voltares cá novamente, vou ter de te foder esse rabinho. É melhor que o comeces a alargar.
- És bruto a falar.
- Não gostas? Então porque vieste?
Dei-lhe um tapa no rabo ao de leve.
- Auuuu.
Parei e meti o pau até ao fundo.
- Que coninha apertada!!!
- Mais. bate mais...
- Ai, agora queres mais?
Bati novamente. E ela contorcer o corpo em novo orgasmo.
- Sim. Bate mais. Maisssss.
Bati. Sempre ao de leve, mas mesmo assim, o rabo ficou vermelho.
- Haaaaaa. Isso. Haaaaaa.
Eu também estava pronto para me vir e não queria no preservativo. Tirei fora e puxei-a para o meio da sala. Não queria sujar o sofá.
Ela de joelhos e eu à sua frente. Não foi preciso muito para me vir. Não abriu a boca, mas aceitou bem a minha descarga de leite na cara e nas mamas. Foi bonito de ver aquela cara de princesa toda esporrada.
- Desculpa.
Pedi desculpa por não lhe ter perguntado se queria que me viesse ali
- Ei... Foi bom.
- Mas não abriste a boca.
- Foi pela surpresa. Para a próxima abro.
Levei-a para o banho e dei-lhe um banho de espuma, mas não resisti e penetre-a de novo de encontro á parede do chuveiro. Fodi-a por trás enquanto lhe puxava o cabelo. Não tinha preservativo.
- Isso, isso. Haaaaaaaaaaaaaaaaaa. Bommmmmmmmmmmm. È tão bom……..
Ela gemeu alto enquanto se vinha. Aguentei o que pude e virei-a para me vir. Ele abriu a boca e descarreguei o meu leite na sua garganta como uma verdadeira putinha. Engoliu tudo e fez cara de quem estava a gostar

