A amiga virtual

        Já faz algum tempo, que costumo entrar em salas de bate papo da internet. E confesso que já tive papos muito interessantes por lá. Mas uma mulher de lá, acabou me chamando atenção, pois em algumas trocas de mensagens descobri que ela era da mesma cidade que eu, e era muito simpática e a conversa fluiu muito bem, apesar dela ter me dito ser casada. Trocamos e-mail, trocamos mensagens, fotos, e enfim números de telefone. Sempre com discrição e boa conversa, sobre todos os assuntos, inclusive seu relacionamento, que ela comentou não ir muito bem. Mas nossa troca de mensagens foi ficando mais frequente, mais carinhosa, mais íntima, e por fim, mais quente.Conversas instigantes, fotos provocantes, mostrando cada vez um pouco mais do que se desejava ver um do outro.
        Então certa vez, provoquei: “Nossa, que sorriso lindo vc tem. Queria ver de pertinho”. Ela respondeu a mensagem com um “Rs”, a conversa parou por alguns minutos. Então ela respondeu: “Podemos tentar nos ver. Seu carro é filmado?”. Com certa surpresa e meio sem saber o que dizer, disse que sim. Ela me disse que para não levantar suspeita, eu poderia levá-la de carro até o seu trabalho e no caminho poderíamos nos conhecer melhor. Topei de imediato.
        Marcamos o horário para o dia seguinte, e lá estava eu, com o carro parado na hora e local marcados. Estava ansioso.. E em poucos minutos vi ela se aproximando do outro lado da rua com a cor de roupa combinada anteriormente para identificar, apesar de já tê-la visto por fotos. Mas as fotos de rosto, e “fragmentos” de sua imagem não faziam jus ao conjunto daquele monumento que eu via se aproximar. Ela vinha com um vestido preto, que não era vulgar nem tão justo, mas emoldurava sua silhueta, mostrando o quanto aquela mulher era deliciosa ao meu olhar, meia calça preta, salto alto. Poderia jurar que ela estava caminhando em câmera lenta, pelo tanto que eu a analisei da cabeça aos pés, minha retina parecia filmar cada passo.
        Quando ela chegou a poucos passos, saí do meu torpor, levantei-me e fui abrir a porta pra ela. Ela sorriu, acenou discretamente com a cabeça e entrou. Dei a volta e retornei ao meu lugar, mal abri a porta e já senti que seu maravilhoso perfume havia invadido todo o interior do carro. Ela me disse com seu sorriso lindo e um tanto tímido: “Oi. Bom dia. E aí? O que achou de mim?” Como se a resposta fosse à pergunta mais óbvia do mundo respondi com um sorriso mais sem graça ainda: “Linda!”. Ela disse:”Também te achei um gato, além de um cavalheiro”. Nessa fração de tempo em que os olhos se encontraram, nossas bocas se tocaram como imã.. Nossas línguas se cruzaram e se acariciaram como se conhecessem o tempo todo. uma de minhas mãos instintivamente começou a acariciar suas pernas enquanto a outra envolvia seu pescoço…Ela por sua vez começou a acariciar minha nuca, descendo a mão pelo meu peito, colocando a mão dentro da minha camisa, já com dois botões abertos pelo movimento, e enquanto minha mão descia da cintura e começava apertar sua bunda carnuda senti sua mão subir pela minha coxa até a virilha. Nem preciso dizer que nesse momento meu pau já tava doido pra sair da calça,pulsando de tesão.
        Senti sua mão tocando o volume sobre minha calça e ela com um gemido, sussurrando falou: “Estamos no meio da rua, liga o carro, me leva pro trabalho”.
        Atordoado, excitado, e meio contrariado, liguei o carro, e segui… Ela disse: “Seu carro é filmado mesmo, né?” Eu disse: “Sim, G5”. Ela observou minha calça social e avaliou que o volume ainda estava lá… com um sorriso malicioso começou a acariciar o volume por cima da calça e perguntou: “Você é bom motorista?”. Como que procurando adivinhar suas intenções respondi:”Sou sim, nada me atrapalha". Então abri meu ziper, e sem dificuldade deixei meu cacete à mostra, que estava rígido, com a glande brilhando e latejando.
        Ela mordendo os lábios enrolou seus cabelos para trás, desafivelou o cinto, apoiou o os joelhos no banco abaixou-se em minha direção deixando aquele belo rabo pra cima, e começou a passar a língua na cabeça do meu pau… Que sensação maravilhosa… eu ali, sentindo minha pica sendo acariciada por uma língua habilidosa enquanto dirigia… Ora trocava as marchas com o braço por cima dela… ora acariciava aquela bunda… Ela engolia ele inteiro e sugava… Em um momento ela levantou a cabeça, estávamos perto do destino, então ela indicou com o dedo “Entra ali, naquela rua”. Obedeci, como percebi que era uma rua erma de galpões com muros altos e sem movimento parei. Afastei o banco, inclinei um pouco e deixei ela “continuar seu trabalho”, e comecei o meu… levantei seu vestido… comecei acariciar sua bunda deliciosa…. sentir por cima da meia calça que sua buceta estava quente e molhada… e comecei a deda-la por cima daquele fino tecido..
        Ela levantou a cabeça, me olhou com um sorriso safado de seus lábios úmidos e perguntou: “Quer me comer aqui, seu puto?” Chamei-a para o banco de trás. abaixei parte de cima de seu vestido para ver seus seios… médios, com mamilos marrons, já rígidos ela pela excitação… e comecei a chupá-los enquanto acariciava sua buceta por cima da meia-calça. Ela gemia: “Ai, que delícia!”. Então com ímpeto e sem cerimônia, deitei-a com as pernas abertas viradas pra mim… rasguei sua meia calça no meio de suas pernas. Ela gritou num misto de susto e excitação. o que revelou uma calcinha preta, de renda pequena, que coloquei de lado, revelando sua buceta, melada, com lábios inchados e grelo pra fora, um caminho fino de penugem no pubis que me deixou com ainda mais tesão.. Caí de boca naquele “fruto suculento”, ora lambia aquele grelo, ora sugava, sentindo ele vibrando na minha boca, enquanto suas pernas tremiam ela segurava minha minha cabeça, como se quisesse me guiar… “Assim, isso, aí.. não pára!! Vai me fazer gozar, cachorro!!”
        E ela só tirou as mãos da minha cabeça quando enfim suas pernas estremeceram e amoleceram em seguida. Ela me perguntou com o cenho franzido mas com um sorriso malicioso nos lábios: “Como vou trabalhar assim? apontando para meio das pernas que ainda mostrava a meia calça rasgada e calcinha escorrendo.. “E eu? Como vou sair daqui assim? “ Apontando para meu pau que estava duro que nem pedra e babando.
        “Então a gente só sai daqui depois que você me foder”, disse ela me puxando para entre suas pernas abertas.. eu já estava com as calças arriadas e encaixei meu pau dentro dela sem cerimônia, ela soltou um gemido… senti sua buceta apertada e molhada se moldando perfeitamente ao meu membro… senti ele deslizando fundo pra dentro dela… Suas pernas se entrelaçaram nos meus quadris como se quisesse me sentir cada vez mais fundo.. Comecei a estocá-la com força.. “Me fode, assim, isso, forte!”, “Era isso que eu tava precisando, um macho pra me foder com força!”, “Agora quero de quatro!”
        A posição dentro do carro era desconfortável, chamei-a para o banco da frente… ela ficou de 4 com aquela bunda maravilhosa virada para porta, abri as duas portas laterais para abrigar nosso momento e fiquei em pé do lado de fora… Perfeito… penetrei-a ali, ao ar livre, metendo naquela buceta gostosa, puxando seus cabelos… estocando com força… ela empurrando a bunda pro na direção do meu pau… vez ou outra passava algum carro, mas ninguém parava ou interrompia, já que as portas do meu carro cobriam a cena… podendo se imaginar tudo sem se ver nada.. Falei: “Vou gozar, delícia!”, Ela respondeu. “Não, agora não! Você vai comer meu cu primeiro…” Tateou sua bolsa no Painel, me deu um envelopinho, era lubrificante. “Uma putinha sempre anda preparada”, falou ela piscando pra mim ao ver meu olhar surpreso para o envelope. Abri o pacote com os dentes, coloquei uma quantidade generosa nas pontas dos dois dedos e comecei a acariciar aquele cuzinho, que piscava, enquanto recebia meu toque… alisei minha pica com o restante do conteúdo do envelope. Fui enfiando a cabecinha.. “Aí, devagar, seu pau é grosso!!” Protestou ela… mas ele deslizou facilmente pra dentro do rabo dela… sumia no meio daquela bunda enorme… comecei aquele vai e vem devagar… “Que delícia, tá me rasgando!!” Disse com um gemido abafado… “Mete, lá fundo!!”... Como fiz até o momento… Obedeci… Meti com força naquele rabo… cada vez mais forte e mais rápido.. cada tapa na bunda era um pedido de “mete mais”... Até que ela falou… “Já gozei, muito!! Goza no meu rabo agora!! Enche ele de porra, seu cachorro!!”... Foi como puxar um gatilho… Jorrei deliciosamente dentro do cuzinho dela… tive que me segurar no teto do carro para não amolecer as pernas…
         Ela foi ajeitando o vestido, secou o suor do rosto com lenço de papel que carregava na bolsa.. ajeitou a meia que estava rasgada apenas entre as pernas… Enquanto retocava o batom e arrumava o cabelo, eu também procurava me recompor.. ajeitando calça e botões da camisa. Enquanto voltava a dirigir em direção ao seu trabalho. Ouço um toque no celular…. “Oi.. Tive um imprevisto no caminho, mas já estou chegando”, atendeu ela com voz cordial e profissional. Nos despedimos na porta do trabalho dela, quase formalmente. “Essa amizade virtual rendeu, hein? Quero repetir isso” Disse sorrindo e piscando pra mim… Também piscando, respondi “Conte comigo, sua amizade é muito importante pra mim”

Autor: Sabino Magnus

Foto 1 do Conto erotico: A amiga virtual

Foto 2 do Conto erotico: A amiga virtual


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A amiga virtual

Codigo do conto:
272572

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
18/09/2026

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