DEI O CU PARA O AMIGO DO MEU PAI NO TERRENO BALDIO
ESTA HISTÓRIA ACONTECEU QUANDO EU TINHA 19 ANOS. Meu nome é lauro, tenho 60 anos, sou branco, casado, tenho 1,90m, 110kg, calvo, grisalho, bunda grande com pelos, boca gulosa e cu hospitaleiro. Na época em que aconteceu essa história eu já era alto, porém era magro e tinha cabelos compridos, chegando até os ombros. Eu já era viado e vivia mamando e dando o cu para os colegas do bairro, que me pegavam nas matas da região. Além dos meus colegas tinha também alguns amigos de meu pai, que sabiam que eu gostava de rola e que de vez quando me passavam a pica. Um desses amigos se chamava Hélio, que era branco, devia ter uns 30 anos, 1,80m, 80kg, cabelos castanhos curtos. Ele já tinha me comido duas vezes antes desse dia e essa foi a terceira vez. Aconteceu que eu, meus irmãos e meu pai fomos a uma festa de aniversário na casa de um outro amigo dele, que ficava a aproximadamente meia hora de caminhada da minha casa, e Hélio também estava lá. Durante a festa a gente trocou olhares algumas vezes e por volta das 22 horas ele se aproximou de mim quando eu estava num dos cantos do quintal e me perguntou: - Aí, tá a fim de dar o cuzinho? - Sim sempre estou, mas hoje acho que está complicado! – Respondi. - Por quê? - É perigoso, tem muita gente e minha família está aqui também! - Sim, aqui não ia dar, mas pra tudo tem jeito! - Você tem alguma ideia? – Perguntei. - A gente podia ir embora mais cedo e encontrar algum local tranquilo de volta para o nosso bairro! - Você conhece algum? - Acho que tem um local não muito longe daqui que dá pra gente fazer uma brincadeira! – Respondeu ele. - Legal, então como vamos fazer? - Você avisa ao seu pai e seus irmãos que vai embora pra casa, se despede dos presentes e sai. Uns 10 minutos depois eu saio também! – Respondeu. - E onde eu te espero? Hélio aqui me indicou o local onde eu deveria esperá-lo e eu segui o plano. Fiz então conforme ele me orientou e, conforme o combinado, alguns minutos depois ele se juntou a mim e fomos caminhando pela estrada de chão que levava ao nosso bairro. A noite estava bem clara por causa da lua cheia e, apesar da pouca iluminação pública que havia, dava pra ver bem o caminho. Estávamos caminhando a cerca de 15 minutos quando ele me apontou um local não muito distante que ficava do lado direito da estrada. Era um terreno abandonado, cheio de entulho e lama, com um muro nos fundos e várias árvores. - Ali perto do muro, do lado daquelas árvores, dá pra gente brincar sem ninguém ver a gente! – Falou Hélio. - Caramba, mas pra chegar lá vai ser muito difícil pra mim. Eu vou me sujar todo na lama e ainda tem o risco de eu me cortar no meio desse entulho todo! – Respondi. - Isso é fácil de se resolver: É só você subir nas minhas costas que eu te levo até lá! – Sugeriu ele. - Mas você vai me aguentar? - Pra comer o seu cu com certeza eu aguento! - Ah, então abaixa que eu vou subir nas suas costas! – Respondi, encerrando a questão. Dito isso, subi nas costas de Hélio que, andando com cuidado, atravessou todo o lamaçal e os entulhos, me baixando em terra firme junto ao muro nos fundos do terreno. Lá, caminhamos até próximo de uma árvore grande e nos posicionamos atrás dela, pois dali dava pra ver a estrada de onde viemos sem sermos vistos. - Pronto, agora vai dar pra gente brincar tranquilo! – Falou ele. Dito isso Hélio se encostou no muro e eu, sorridente, me ajoelhei diante dele, ao mesmo tempo em que o amigo de meu pai abria o botão da sua calça, baixava o zíper e tirava a rola dura pra fora. Ela veio na direção da minha cara arrastando uma trilha de baba que escorria dela. Vendo aquela piroca linda na minha frente não perdi tempo e caí de boca, abocanhando a cabecinha babada. O macho deu um gostoso suspiro de alívio e desejo: - Aaaaaah, caralho, que boca gostosa... Puta-que –pariu... Aaaaaaaah! Daí pra frente foi só pirocada. Hélio segurava a minha cabeça com as duas mãos e metia com vontade na minha boca, como se fosse uma xota. Eu me limitava a ficar pressionando de leve meus lábios em torno da sua pica enquanto ela entrava e saia da minha BOCA-DE-CHUPAR-PAU. De vez em quando ele tirava a rola e ficava batendo com ela na minha cara e lábios, depois colocava ela novamente e eu continuava com o boquete. Ficamos assim por algum tempo até que ele me disse que queria comer o meu cu. Fiquei, então, em pé, me apoie no muro com as mãos ao mesmo tempo que Hélio agia na minha calça, puxando-a para baixo, de uma vez, juntamente com a cueca, baixando-a até os meus joelhos. Eu então dobrei um pouco os joelhos, arrebitei o burrão e, submisso, esperei o macho vir me penetrar e me usar. Não demorou e senti o dedo de Hélio entrando no meu cu. - Caralho, eu adoro esse seu cu, sabia? Sempre quentinho e limpinho! – Falou o macho, excitado. - Que bom que gosta! – Me limitei a responder, sorrindo, dando uma leve rebolada no dedo do amigo do meu pai. - Já tem algum tempo que eu estava muito a fim de te passar a pica de novo, sabia? - Não, mas imaginava! - E hoje quando te vi na festa não quis deixar passar a oportunidade! - Bom pra mim! Depois de mais algumas dedadas o amigo de meu pai se posicionou atrás de mim, entre as minhas pernas, encostou a cabecinha na minha estradinha (ou entradão? Kkkkkk...) e começou a forçar passagem. Com duas carcadas a cabecinha pulou para dentro de mim, sendo seguida por todo o resto da rola. Assim que se alojou todo dentro de mim Hélio me segurou forte pela cintura e começou a socar. Sua pica entrava e sai de dentro do meu ALOJAMENTO-DE-ROLAS num rápido e vigoroso vai-e-vem enquanto eu gemia de prazer na pica do amigo de meu pai naquele terreno baldio no meio do mato. Depois de um bom tempo assim o macho não se aguentou e gozou, enchendo o meu DEPÓSITO-DE-PORRA com seu leite. - AAAAAAAH, CARALHO, EU TÔ GOZANDO... PUTA QUE PARIU... CARALHO... AAAAAAAAAAH! – Urrou ele. - Goza, goza no meu cu, goza... Isso, goza gostoso... Goza no cu do lauro, goza... Assim, goza tudo, goza! – Fiquei falando, incentivando o macho. Após jogar todo o seu leite dentro do meu burrão seu pau amoleceu, escapuliu de dentro de mim e ele se afastou pra mijar num canto do muro enquanto eu me vestia. Depois voltamos para a estrada da mesma forma que cruzamos o lamaçal e os entulhos, não sem antes verificarmos se havia alguém vindo na estrada. Voltei, então, para casa do jeito que eu mais gosto: Com gosto do piru na boca e com o cu escorrendo leite de homem... Kkkkkkk... Um abraço a todos!
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