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Meu nome é Alice, tenho 75 anos e sou a Madre Superiora do Convento das irmãs de Judas. Ao contrário do que se pensa, a vida sexual da maioria das freiras existe e pode começar com uma simples e solitária siririca até uma putaria grossa envolvendo várias irmãs e vários homens, algumas vezes dentro do convento. O mais comum é lesbianismo e foi o que aconteceu comigo ao fazer meus votos como freira, me envolvi com uma freira mais velha e, ao longo da minha vida no convento tive muitos casos até com mulheres leigas (não freiras) e um desses contatos me deu acesso à casas de uma delas e, ao seu marido.
Foi assim. Eu estava participando de uma campanha para arrecadar roupas usadas para os pobres e ao bater numa casa, uma mulher abriu a porta, me apresentei e falei da campanha e ela me pediu para entrar. Me recebeu na sala, me convidou a sentar e disse que iria preparar um chá. Ela voltou com o chá e sentou na minha frente e começou a me perguntar sobre a campanha. Fui contando para ela mas não pude deixar de observar que ela se remexia toda na poltrona, ela estava vestida com um shorts e uma camiseta bem colada ao corpo, sem sutiã, dava para ver perfeitamente seus mamilos que estavam durinhos, minha buceta começou a melar vendo aquela gostosa se oferecendo para mim, foi o que me pareceu. Debaixo do meu hábito (aquela roupa preta que cobre as freiras dos pés à cabeça) eu só usava calcinha, aquilo era muito quente e abafado, senti que minha buceta estava escorrendo e molhando a calcinha. Eu sabia que muitas mulheres (e homens) tinham esse fetiche, essa fantasia de transar com uma freira e, a Marisa (como ela se apresentou) parecia ser uma delas. Era muita sorte minha encontrar uma lésbica que sentia tesão por mim. Eu nunca fui uma mulher bonita, nem de rosto, nem de corpo, mas sabia como (e gostava) chupar buceta, que era mais importante. Enquanto conversávamos ela abria e fechava as pernas, cruzava, de modo que expunha bem as coxas, num dado momento ela me pegou olhando fixamente para suas coxas, creio que isso a incentivou a continuar se oferecendo. Ela sorriu para mim e eu para ela, estávamos nos entendendo. Eu estava mostrando alguns panfletos da campanha e disse para ela sentar ao meu lado para “ver melhor”. Ela sentou bem perto, encostando as coxas nas minhas e se curvou para “ver melhor”. Senti perfeitamente o cheiro da buceta dela, cheiro de buceta que não é lavada há dias, ela devia ser uma porca como eu que lavo a buceta uma vez por semana, não há nada mais saboroso que uma buceta que não é lavada por dias.
“Que perfume delicioso”, ela me disse.
“Não uso perfume”, respondi.
“Então deve ser seu perfume natural”.
“Você também tem um perfume gostoso”, disse para ela.
Ela olhou nos olhos e disse:
“Você é muito atraente”.
Eu conhecia aquele olhar, era o olhar de “quero te comer todinha”.
Nos aproximamos e nos beijamos de leve. Me recostei no sofá e levantei meu hábito até a cintura, minha calcinha estava toda melada, abri as pernas me oferecendo para ela. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a lamber minha buceta por cima da calcinha. Dei um gemido que a encorajou e ela tirou minha calcinha, abri a buceta com os dedos e ela caiu de boca, enfiando a língua, lambendo, chupando meu grelo. Não demorou muito para gozar na boca da vadia, meu corpo retesou e eu gozei gostoso. Ela se levantou e me beijou fazendo eu provar do suco do meu gozo.
Me pegou pela mão e disse:
“Vamos pro meu quarto”.
Tirou o shorts, a calcinha e a camiseta, ela não era nem bonita nem feia para uma mulher dos seus 40 anos, Deitou na cama de lado e abrindo as pernas me chamou para um 69. Tirei meu hábito e me encaixei entre as pernas dela e ela nas minhas. A buceta dela era maravilhosamente gostosa, nos chupamos até que ela gozou. Fizemos uma tesourinha e depois coloquei ela de quatro e lambendo o rego alcancei a buceta, ela rebolava e gemia na minha boca, não aguentei e bati uma siririca, gozei chupando a vagabunda. Sentamos na cama e ela me perguntou se eu era virgem. Eu não tinha mais cabaço mas não fora uma pica que o tirou, tinha sido a irmã Zilda há muitos anos atrás.
“Não tenho mais cabaço mas nunca experimentei uma pica”, respondi.
“Se você quiser eu empresto o meu marido para você”.
Aquilo me surpreendeu e disse que iria pensar.
Naquela noite quase não dormi pensando na pica do marido da Marisa. Eu sempre pensei que se envolver com um homem poderia me trazer muitos problemas e que eu gozava muito bem obrigado com mulheres. Mas aquilo não me saía da cabeça, afinal ela mesma me oferecera o marido, era uma vagabunda mesmo e isso me dava muito tesão. Como eu não conseguia dormir saí do meu quarto e fui conversar com a irmã Dorotéia que era a minha “namorada” (num convento de freiras o lesbianismo é muito comum e necessário). Ela me recebeu e percebeu que eu estava um tanto angustiada.
“O que foi irmã?”, me perguntou.
Contei o caso para ela e ela me aconselhou:
“Você sabe que eu já dei para alguns homens e isso não causou problema algum, o segredo é se você der para um, dê para muitos para que você não se apaixone, assim como você hoje tem muitas bucetas, independente da mulher, assim você poderá ter muitas picas sem se envolver emocionalmente com nenhum homem”.
Agradeci o conselho pois me pareceu muito sábio.
No dia seguinte telefonei para a Marisa:
“Eu quero”.
“Tá bom, venha aqui em casa no sábado depois do almoço”.
Eu sabia muito bem o que fazer com uma pica, eu costumava assistir, com a irmã Dorotéia, vídeos pornôs e aquilo sempre me dava vontade de ter uma pica atolada na buceta ou na boca.
Cheguei na casa e apertei a campainha, eles eram bem ricos e a empregada me recebeu e chamou a Marisa.
“Ah que bom que você chegou irmã, vamos para o quarto, o meu marido estava te esperando, ele se chama Irineu”.
Quando entrei no quarto vi, sobre a cama, já de pau duro, o tal do Irineu. Me causou um certo espanto pois ele era bem mais jovem que a Marisa que devia ter seus 50 e pouco, ele parecia um bebê. Sorriu para mim e, quando fiz menção de me despir ele pediu:
“Não tire, ainda não”.
Entendi que isso fazia parte do fetiche dele, comer uma freira vestida de freira. Ele levantou da cama e ficou na minha frente.
“Chupa meu pau”, me pediu.
Me ajoelhei e ele simplesmente enfiou a pica na minha boca, de uma vez, eu não esperava isso, quase me afoguei pois o pau dele era grande e grosso, dava para pegar com as duas mãos. Ele segurou a minha cabeça e começou a foder a minha boca. O gosto era muito bom e a sensação de ser fodida assim era novidade para mim. Eu já tinha sido fodida com uma cinta caralha várias vezes mas um pau de verdade era mil vezes melhor, era quente e macio e duro ao mesmo tempo. Eu estava tão maravilhada com aquela pica que tinha esquecido da Marisa. Ela veio por trás de mim e, levantando o hábito, tirou minha calcinha e, deitando no chão com a barriga para cima, se encaixou entre as minhas pernas e passou a chupar minha buceta. Aquilo estava sendo melhor do que eu esperava, ter um pau deliciosa fodendo minha boca e ter uma boca chupando minha buceta ao mesmo tempo, senti que eu estava despejando muito do meu suco na boca da vadia. O Irineu estava metendo bem rápido e com força, começou a escorreu uma baba pegajosa da minha boca, uma mistura da minha saliva e do suco lubrificante do pau dele.
A Marisa saiu de baixo de mim e pediu:
“Come ele, quero ver isso!”
Levantei e ele me beijou e me derrubou na cama. Levantou o meu hábito abrindo minhas pernas e as levantando disse:
“Que buceta suculenta!”
Caiu de boca me chupando e lambendo meu grelo, a Marisa veio por cima de mim e sentou na minha cara, esfregando a buceta. Não pude resistir e logo gozei, esguichando na cara do marido da minha amiga vadia.
Ela se levantou e ficou sentada ao lado enquanto o marido dele me beijou e me disse:
“Olhe meu pau entrando na tua buceta!”
Vi ele encostando a cabeça da pica na minha buceta e esfregando no meu grelo, quase gozei só de ver e sentir aquilo. Ele colocou a cabeça e meteu de uma vez até o talo, virei meus olhos, meu corpo retesou e dei um grito de tão bom que tinha sido aquela metida. Enfim eu não era mais virgem! Ele passou a me foder com gosto, me chamando de cadela velha gostosa, adorei aquilo, fiquei super confiante e alegre, afinal um garoto como ele achando que eu era gostosa, eu podia confirmar isso pela bela e gostosa foda que ele estava me dando. Ele deitou sobre o meu corpo e eu o abracei e, agarrada na bunda dele levantava meu quadril para acompanhar o ritmo da trepada. Gozei. Mas gozei como nunca tinha gozado, minha buceta esguichou, meu corpo começou a ter espasmos, minhas pernas amoleceram e eu gritei “gozei, gozei, gozei …” enquanto ele, relinchando, esguichou a porra dentro de mim, ainda deu uma metidas com força e caiu sobre mim todo suado e arfante.
A Marisa que estava ao lado batendo uma siririca aplaudiu dizendo:
“Parabéns irmã, gozou gostoso né? Espere que tem mais.”
O pau dele não amoleceu e fiquei de quatro e ele me comeu como se eu fosse uma cadela. Cada metida parecia que a minha buceta ia explodir, a Marisa não perdeu tempo e sentou na minha frente de pernas abertas oferecendo a buceta:
“Chupa cadela, chupa minha buceta!”
Chupei, lambi, esfreguei minha cara naquela chavasca enquanto aquela pica maravilhosa arrombava a minha buceta. Não precisa dizer que gozei de novo. Ele deitou ao meu lado e eu abocanhei aquele pau todo melado e chupei, chupei, chupei … Instintivamente fui me virando e sentei na cara dele para fazermos um 69, que delícia! Ela me lambeu e chupou meu grelo. Gozei e gozei e perdi completamente o controle do meu corpo, eu queria mais pau, mais buceta, queria gozar mais e mais, eu estava tendo orgasmos longos e múltiplos, estava me babando toda, virando os olhos, gemendo e arfando meu coração parecia que ia saltar pela boca, caí de lado e os dois vieram sobre mim, me lambendo e me chupando, quase desmaiei de tanto gozar. Quando voltei à “realidade” os dois estavam sentados na cama sorrindo para mim, admirando o que eles tinham feito comigo.
“Gostou irmã?”, ele me perguntou.
Fiz que sim com a cabeça, eu ainda estava meio tonta de tanta putaria.
“Venha quando quiser, minha pica sempre vai estar dura para a sua boca e sua buceta”, me disse.
Tomamos um banho juntos e voltei para o convento, já estava anoitecendo e quando cheguei a irmã Dorotéia veio conversar comigo:
“E então? Gostou? Valeu a pena?”
Sorri para ela e disse:
“Gostei muito, gozei feito uma porca e quero mais, você me ajuda a encontrar outras picas?”
“Claro irmã, agora que você experimentou e gostou, ninguém te segura!”

Hummmmmm, me vi na sena que delicia
O conto sendo descrito com a máxima eficiência, nos transportando para dentro da história, transmitindo para nosso corpo as sensações e tesão do momento. Votamos neste conto, espero que nos visite comente e vote no conto que achar que merece.
Parabéns, que conto delicioso.