Devoção.



        O neon do motel piscava em um tom de vermelho visceral, tingindo a calçada úmida de um matiz sanguíneo. Laysa aguardava dentro do quarto, o coração martelando contra as costelas como um pássaro enjaulado. Ela usava um vestido curto, de tecido leve que mal escondia a curva delicada de seus quadris e a fragilidade de seus 38 quilos. Aos 19 anos, ela era a personificação da delicadeza: sua baixa estatura de 1,49 cm, a pele alva, os cabelos loiros caindo em ondas suaves pelos ombros e olhos castanhos que brilhavam com uma mistura de ansiedade e luxúria. Ela se olhou no espelho, ajeitando a postura. Sua feminilidade era absoluta, um traço natural que mascarava a pequena surpresa entre suas pernas, aquele membro de 11 centímetros que agora pulsava, rígido, sob o tecido fino, clamando por atenção.
        O som do carro estacionando ecoou no pátio. Segundos depois, a porta se abriu. Bernardo entrou no quarto preenchendo o espaço com sua presença. Ele era a antítese dela: 1,83 de altura, ombros largos, um corpo atlético esculpido por quem não negligenciava a academia. Os olhos castanhos escuros varreram o ambiente até pousarem em Laysa, e o olhar dele não era apenas de desejo; era de posse.
        "Você está ainda mais linda do que nas fotos que me enviaste” Bernardo disse, a voz grave vibrando no peito.
        Laysa sorriu, sentindo um calafrio percorrer a espinha. Ela caminhou até ele, a diferença de altura tornando-a minúscula diante do rapaz.
        "Você demorou," ela sussurrou, inclinando a cabeça para cima para encará-lo.
        "O caminho era longo, mas a recompensa vale cada minuto," ele respondeu, envolvendo a cintura dela com uma mão única, apertando a carne macia.
        Ele a guiou até a pequena mesa onde uma garrafa de vinho já esperava. Bernardo serviu duas taças. O líquido tinto deslizou pelo cristal, e eles brindaram, mas nenhum dos dois estava realmente interessado no sabor da uva. O ar no quarto tornou-se denso, saturado por uma tensão elétrica que fazia os pelos do braço de Laysa se arrepiarem.
        "Eu não consigo parar de pensar no que vou fazer com você," Bernardo murmurou, bebendo um gole longo enquanto a observava por cima da borda da taça.
        Laysa sentiu a intimidade do olhar dele. Ela deixou a taça de lado e deslizou a mão pelo peitoral largo dele, sentindo os músculos rígidos sob a camisa.
        "E o que você quer fazer, Bê?"
        "Quero ver se você é tão dócil quanto parece," ele respondeu, largando a taça e puxando-a para perto com um movimento brusco.
        O beijo aconteceu como uma colisão. Não houve sutileza. As línguas se entrelaçaram em uma luta faminta, trocando saliva em sons úmidos e urgentes. Bernardo a prensou contra a parede, levantando-a do chão com facilidade, como se ela não pesasse nada. Laysa envolveu as pernas na cintura dele, soltando um gemido abafado contra os lábios do homem. As mãos de Bernardo desceram para a bunda dela, espalmando a carne com força, produzindo um estalo que ecoou no quarto e fez Laysa saltar de tesão.
        "Aii!!"
        "Gosta que eu te pegue assim, não gosta? Quer ser minha boneca?" ele rosnou no ouvido dela.
        "Sim... por favor, me trata como sua boneca. Faz tudo o que você quiser comigo," ela implorou, a voz embargada.
        Ele a soltou no colchão com um baque surdo. Rapidamente, as roupas foram descartadas. O vestido dela deslizou, revelando a pele pálida e a pequena silhueta. Quando Bernardo se despiu, Laysa soltou um suspiro audível. O pênis dele era imponente, 16 centímetros de comprimento com uma circunferência massiva de 15 centímetros, veias saltadas e a glande latejando, pronta para a invasão. Ao lado dele, o membro de Laysa, aqueles 11 centímetros delicados, mas que estava completamente ereto, apontando para cima com a urgência de quem queria ser notado.
        Bernardo se posicionou sobre ela, os joelhos afastando as pernas finas da garota. Ele começou com preliminares, mas não eram suaves. Ele agarrou os pequenos seios dela, sugando os mamilhos com força, deixando marcas vermelhas que contrastavam com a pele clara. Laysa arqueava as costas, os dedos cravados nos ombros de Bernardo.
        "Você é tão pequena, Laysa... tão delicada. Dá vontade de quebrar," ele disse, a voz rouca.
        "me fode com força, Bernardo. Eu quero sentir tudo, me quebra!" ela gemeu, balançando os quadris.
        Bernardo desceu a mão. Seus dedos grandes e grossos envolveram o pequeno pênis de Laysa. O contraste era absurdo; a mão dele quase cobria todo o membro dela. Ele começou a masturbá-la com um ritmo firme, apertando a glande e deslizando a palma da mão com vigor. Laysa soltou um grito agudo, a cabeça jogada para trás, sentindo o estímulo intenso. Enquanto a masturbava, Bernardo usava a outra mão para palmear o rosto dela, alternando entre carícias e tapas que deixavam a pele quente.
        "Olha para você... toda molhadinha, querendo mais," Bernardo provocou.
        Laysa, movida por um desejo incontrolável, deslizou para baixo, movendo-se como uma gata. Ela envolveu o pênis dele com a mão, sentindo a grossura absurda daquela carne. Ela começou a lamber a glande, sentindo o gosto salgado do pré-cum. Com cuidado, ela abriu a boca e começou a sugar. O pênis de Bernardo era tão largo que ela precisou abrir a mandíbula ao máximo, sentindo a carne preencher todo o seu canal oral. Ela sugava com vontade, movendo a língua ao redor da coroa, descendo até as bolas pesadas, lambendo cada centímetro com a língua ávida.
        "Isso... chupa esse pau, sua putinha," Bernardo gemeu, as mãos agarrando os cabelos loiros dela, guiando o ritmo.
      De repente Bernardo soltou um rosnado, a respiração tornando-se pesada. Ele a puxou abruptamente para cima, jogando-a de bruços na cama.
        "Agora chega de brincadeira. Vou te mostrar quem manda aqui."
        Ele a posicionou em quatro, a bunda empinada para o alto. Bernardo não usou lubrificante extra; a excitação de Laysa já havia preparado o caminho. Ele abriu as nádegas dela com as mãos, revelando o pequeno anel rosado do ânus. Sem aviso, Bernardo inclinou-se e começou a chupar o cuzinho de Laysa. A língua dele, larga e quente, explorou a abertura com vigor. Laysa soltou um grito, estremecendo violentamente. O sentimento de ser invadida por aquela língua, a sensação do vácuo sendo criado, a levou ao limite.
        "Uhh… meu Deus!... não para!"
        Enquanto a chupava, Bernardo introduziu um dedo na bunda dela, empurrando com força, e então o retirou bruscamente e rapidamente. Ele alternava os estimulos, ora chupava o delicado anel de Laysa, outra a dedilhava. O som do dedo saindo da carne úmida — um *ploc* visceral — fazia Laysa se contorcer de prazer. Ele repetiu o movimento, entrando e saindo com velocidade, provocando espasmos no corpo minúsculo da garota.
        "Você é tão apertadinha... vou te abrir inteira," ele sussurrou, levantando-se.
        Bernardo posicionou a cabeça do pênis na entrada do anel dela. Ele não entrou devagar. Com um impulso bruto, ele empurrou. Laysa soltou um grito que ecoou por todo o quarto enquanto sentia a circunferência de 15 centímetros forçar a entrada. A sensação de plenitude era quase dolorosa, mas o prazer era avassalador. Ela sentiu as paredes do seu corpo se esticarem ao limite para acomodar aquele volume.
        O som da carne úmida se fundindo era rítmico. Bernardo começou a estocar com força, cada estocada fazendo o corpo de Laysa deslizar para a frente no colchão. Ele a agarrou pelos quadris, enterrando a carne profundamente, batendo a base do pênis contra a bunda dela com um som abafado e repetitivo.
        "Você gosta assim, né? Gosta de ser fodida com força?"
        "S-sim! Me fode! Me destrói! Uhmm!"
        Laysa estava em êxtase. O impacto bruto do corpo de Bernardo contra o dela criava ondas de choque que subiam por sua coluna. Enquanto a fodia brutalmente, Bernardo não esqueceu do pequeno membro dela. Ele esticou a mão para a frente, agarrando o pênis de 11 centímetros de Laysa e masturbando-a vigorosamente enquanto a penetrava por trás. A estimulação dupla — a invasão bruta no cu e a fricção rápida no pênis — criou um curto-circuito no sistema nervoso da garota.
        Laysa gozou a primeira vez. Um jato de sêmen disparou contra os lençóis enquanto ela gritava, as paredes do seu ânus contraindo-se violentamente ao redor do pênis de Bernardo, apertando-o como uma morsa. Ele então soltou um gemido gutural, sentindo a pressão deliciosa.
        "Sua putinha... gozou logo de cara?"
        Ele não parou. Mudou a posição, virando-a de costas e levantando as pernas dela até que os joelhos tocassem as orelhas. Nessa posição, ele conseguia ver tudo: a feminilidade delicada, o rosto corado e o pequeno pênis ainda pulsando do orgasmo. Bernardo começou a estocar novamente, agora com mais intensidade. Ele enterrava o pau até a base, sentindo cada centímetro de Laysa.
        "Olha para mim, Laysa. Olha quem está te fodendo," ele ordenou.
        Ela abriu os olhos, nublados pelo prazer, e viu o rosto determinado de Bernardo. Ele a beijou com violência, a língua invadindo a boca dela enquanto o pênis a dilatava. Laysa sentia que ia desmaiar. A cada estocada, ela sentia o pênis dele atingindo pontos profundos, criando um vácuo de desejo que nunca era preenchido.
        "Eu te amo... eu amo esse seu pau enorme!" ela gritou, a voz falhando.
        "Eu vou te dar tanto trabalho que você não vai conseguir andar amanhã," Bernardo respondeu, rindo baixo enquanto acelerava o ritmo.
        O som no quarto era uma sinfonia de putaria: o constante da penetração, os gemidos agudos dela, os rosnados dele e o som da pele batendo contra a pele. Bernardo a virou novamente, colocando-a sentada sobre ele, deixando que ela controlasse a profundidade por um momento. Laysa desceu lentamente, sentindo a circunferência do pênis dele preencher cada espaço vazio. Ela começou a quicar, o pequeno pênis dela roçando contra a barriga de Bernardo.
        "Ai, Bê... tá muito grande... tá preenchendo tudo!"
        "Suga isso, boneca," ele disse, puxando-a para baixo para que ela beijasse seu pescoço enquanto continuava a estocar para cima.
        Eles alternaram posições por quase uma hora e meia. Bernardo a levou ao limite diversas vezes. Ele a colocou de lado, a fodeu em pé contra a parede, com ela agarrada ao braço dele para não cair, e a trouxe de volta para a posição de quatro, onde ele podia espalmear a bunda dela com força total. Cada vez que Laysa chegava ao ápice, Bernardo a estimulava com a mão no pequeno pênis dela, garantindo que ela gozasse repetidamente, transformando-a em uma massa de nervos expostos e desejo.
        Laysa estava exausta, a pele brilhando de suor, a respiração curta e ruidosa. Ela era, verdadeiramente, a putinha dele. O cheiro de sexo impregnava o quarto, uma mistura de fluidos, suor e a fragrância do vinho.
        "eu não aguento mais... eu me rendo… Bê..." ela soluçava de prazer.
        "Ainda não acabou. Eu ainda não gozei," ele disse, a voz carregada de desejo.
       Bernardo a soltou e deitou-se de costas, a respiração pesada, o peitoral subindo e descendo. Ele olhou para Laysa, que estava caída ao lado dele, trêmula, os membros fraquejando.
        "Vem aqui. Termina o serviço."
        Laysa, mesmo exausta, sentiu o último impulso de luxúria. Ela se arrastou até ele, ajoelhando-se entre as pernas do homem. O pênis de Bernardo estava em seu ápice de rigidez, latejando, a glande brilhando com a lubrificação. Ela envolveu o membro com as mãos, sentindo a circunferência massiva que a havia preenchido por tanto tempo.
        Ela começou a chupar. Dessa vez, foi com uma entrega total. Ela usou a língua para massagear a coroa, sugando com força, fazendo sons de vácuo que ecoavam no silêncio do quarto. Ela desceu até a base, lambendo as bolas, e depois voltou a envolver o pau com a boca, movendo a cabeça para cima e para baixo em um ritmo frenético.
        Bernardo fechou os olhos, as mãos cravadas nos lençóis.
        "Isso... assim... continua, sua linda..."
        Laysa sentiu a tensão no corpo dele aumentar. Ela podia sentir o pênis latejando dentro de sua boca, expandindo-se ainda mais. Com um último esforço, ela sugou com toda a força, engolindo o máximo que podia.
        " Vou gozar agora!" Bernardo gritou.
        O primeiro jato de sêmen disparou violentamente contra a garganta de Laysa. Ela não recuou. Ela continuou sugando, sentindo o líquido quente e espesso inundar sua boca. Jato após jato, Ele despejava sua essência dentro dela. O volume era grande, preenchendo a cavidade oral da garota.
        Quando Bernardo finalmente relaxou, exausto e satisfeito, Laysa lentamente retirou o pênis da boca. Ela ficou ali, ajoelhada, encarando-o. Um fio de leite branco escorria pelo canto de seus lábios, contrastando com a pele pálida e o batom borrado. Ela olhou nos olhos de Bernardo com uma expressão de total devoção e luxúria.
        Lentamente, diante dele, ela engoliu todo o fluido, fechando os olhos e deixando a garganta trabalhar, saboreando cada gota do homem que a havia dominado.
        Bernardo soltou um suspiro longo, o corpo finalmente relaxando. Ele abriu os braços, convidando-a para o seu espaço. Laysa, sentindo o peso da exaustão e a doçura do pós-sexo, subiu sobre o corpo dele. Ela não usou roupas; seus corpos nus e suados se fundiram.
        Ela abraçou o peito largo de Bernardo, aninhando a cabeça em seu ombro. O cheiro de sexo e suor era agora o perfume mais agradável do mundo.
        "Você foi perfeita, bonequinha," Bernardo sussurrou, beijando o topo da cabeça loira dela.
        Laysa não conseguiu nem responder. A exaustão a atingiu como uma onda. Ela sentiu o coração de Bernardo batendo contra o seu, um ritmo constante que a embalou. Envolvida pelo calor do corpo dele, sentindo-se protegida e completamente preenchida, ela fechou os olhos.
        O silêncio do motel foi preenchido apenas pela respiração sincronizada dos dois. Laysa, a ninfeta trans que entregou cada centímetro de sua delicadeza à brutalidade amorosa de Bernardo, finalmente adormeceu sobre ele, envolta em um sono profundo e feliz, enquanto o mundo lá fora continuava a girar, indiferente ao incêndio que acabara de consumir aquele quarto.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Devoção.

Codigo do conto:
272771

Categoria:
Travesti

Data da Publicação:
21/09/2026

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