Irmão do parceiro vira putinho do negão



Fazia um calor fodido naquele sábado. Havia bebido bastante água e muita, mas muita cerveja enquanto assistia o jogo.

Estávamos jogando a mais de uma hora quando o infeliz do Luciano, minha dupla, machucou o tornozelo depois de saltar e cabecear a bola para o lado do adversário, fazendo um ponto lindo rente a rede, mas se machucando ao aterrissar em um buraco na areia, virando o pé rapidamente, soltando um urro de dor. Túlio e Bento se prontificaram a levá-lo para um posto de saúde ali perto, diminuído o pessoal, restando apenas quatro duplas.

A partir daquele momento sabia que estava sem dupla. Fiquei sozinho no banco assistindo a partida de futevôlei na companhia da minha long neck geladinha, tentando espantar o calorão infernal daquela noite cuiabana.

Tudo estava tranquilo, cerveja gelada e amigos reunidos na arena, até que ele apareceu com seus passos apressados e delicados, Ian, o irmão mais novo de um dos colegas do grupo. O moleque era a caricatura de um viado adolescente. Espalhafatoso e delicado como uma garota. Nesse dia ele estava ainda mais brilhante e espalhafatoso, enfiado em um short apertado e curto marcando a bunda pequena, mas durinha e arrebitada. As coxas brancas a mostra que nem palmito. E no torso uma camiseta de uma diva pop da qual era fã.

Por ser criado por uma mãe professora de historia e sociologia, e tambem ter um primo viado, não tinha neuras em relação a sexualidade. Aquele moleque na verdade atiçava o meu tesão com seu jeitinho mimado e delicado, deixando meu pauzão louco para arrombar seu buraco até leitar fundo. Já imaginava os gemidos desse moleque levando um cacetão preto no rabo. Porra! Seria cinema demais.

Como um lobo, fiquei observando o garoto atrapalhar o jogo para ir até seu irmão mais velho Douglas, discutindo com ele sobre alguma coisa que não consegui entender de onde estava sentado. A rapaziada conversava quase berrando do meu lado, indiferente aos dois irmãos se xingando.

O Ian apesar de menor e mais magro que o irmão, era afrontoso, batendo de frente com o Douglas sem esboçar medo, mesmo em completa desvantagem.

— Vai incomodar outro, viado, to jogando. Cê tem perna pra que? Vai a pé! — Douglas explodiu, chamando a atenção dos moleques ao meu lado, causando uma onda de risos.

O moleque saiu pisando duro revoltado, indo em direção aos banheiros no canto ao lado do bar. Era a minha hora. Teria minha vingança pelo que o seu irmão pau no cu fez comigo no passado, quando ainda não éramos colegas e ele fodeu uma mina da qual estava realmente apaixonado na época.

— Eae, moleque. Só de boa? — falei assim que entrei no banheiro e o vi se arrumando no espelho sujo do banheiro.

— Oi.

Disse seco.

— Tu parece estressado — constatei o óbvio, levando em conta a mini briga no meio do jogo. — Isso é falta de trepar, sabia?

— Quem dera. Mas não é isso — bufou.

— O que então?

— Ele prometeu me levar pra casa assim que o vôlei terminasse, mas agora ele não quer me deixar em casa porque a dupla dele tá ganhando — contou como se fosse o fim do mundo.

— Se quiser carona te deixo em casa, tô vazando já, minha dupla machucou — ofereci, fingindo ser uma boa pessoa.

O moleque quase pulou de alegria com a minha proposta, mal sabendo ele o preço daquela carona.

— Ah, valeu! Vou avisar o chato — disse, caminhando até a saída, mas o parei ao segurar seu braço.

— Vai te custar uma gulosa, é o preço da carona — disse tudo em tom de brincadeira, já cultivando a terra antes de enterrar minha mandioca.

Ian sorriu inocentemente.

— Seu nojento!

Enrugou o nariz.

— Uai, é mais que justo.

— Vou pensar no seu caso. Ainda mais suado desse jeito — o mimadinho disse como se não quisesse levar uma surra de piroca no cu. Todos conheciam a fama do Ian. O moleque fazia cu doce demais para liberar, mas quando o fazia, virava um putinho.

A história daquela família era meia louca, mas basicamente começou quando Toninho, pai de douglas, se separou de dona Vera, a mãe de Douglas, se aventurando em um relacionamento com uma madame de um condomínio onde ele trabalhava como porteiro, o que segundo os boatos, Toninho já torava ainda casado com a ex. O velho era bom mesmo, pois conseguiu uma ricaça e mudou de vida. Ian era filho dessa mulher com o primeiro marido, o que fazia dos dois meio-irmãos.

Estava com a moto já ligada quando o moleque retornou e pegou o capacete que estiquei para ele. Após se sentar, mandei que se segurasse firme e sai acelerado igual um psicopata, ouvindo um gritinho histérico do viadinho as minhas costas. Nem preciso dizer que Ian estava agarrado ao meu corpo nesse momento, os braços apertando forte minha cintura. O medo dele era tanto que nem percebeu o caminho que percorremos.

— Tá com medo? — perguntei assim que parei em um sinaleiro. O moleque confirmou. — Segura aqui que tu não cai — peguei sua mão e levei para o meu pau.

— Tarado!

Resmungou nas minhas costas, mas não soltou meu pau que foi endurecendo na sua mão, com ele apalpando o caminho todo.

Em poucos minutos estávamos na frente da minha casa. Ian ficou estático perto da moto sem entender nada.

— Achei que iria me deixar na casa do tio Toninho — comentou depois que guardei a moto e fechei o portão.

— Vou cobrar a dívida da carona primeiro — não consegui esconder um sorriso ladino, amassando o volume massudo no short tactel. O caralho tava que nem concreto, duraçoooo!

— Eu não posso, Marcão, já namoro e tenho que chegar cedo em casa — voltou a fazer cu doce, mas sem tirar os olhos cobiçosos do meu pau. Moleque chegava a babar de tão vidrado.

— Ele não vai saber, só uma mamada e te deixo na sua casa — me aproximei que nem uma entidade, pairando ao seu redor. Ian era mais baixo, o que só ajudava a aumentar o meu domínio.

— Tá bom.

Ian me acompanhou até a sala, observando a simplicidade como se fosse a primeira vez que visse uma casa de pobre na vida.

Enquanto ele mapeava todo o cômodo, fiquei saboreando a visão da sua bunda apertada no tecido do short. Estava tão chapado no seu traseiro que não me aguentei e acertei um tapão que o fez pular no lugar.

— Ai! — Deu um gemido dolorido. — Foi forte — disse amaciando o local da pancada com a mão.

— Não gosta de apanhar? — perguntei.

— Gosto, mas você é forte — o moleque fez um bico que enviou uma fisgada direto pro meu pau.

— Vou te treinar direitinho pra receber um cacete de negão nesse cuzinho. Agora ajoelha pro seu macho. —- Mandei.

Assim que ele ficou na posição na minha frente, abaixei o meu tactel junto com a cueca. A minha pica bateu que nem um porrete na sua bochecha junto com um poderoso odor de pau suado que ele cheirou como se fosse seu perfume favorito.

— Você tá suado — disse próximo ao meu cacete, cheirando o ar.

— Tá com nojinho?

— Não — sua resposta veio com um aperto dos seus dedos ao redor da minha rola, puxando a capa da cabeça, deixando a glande roxa exposta.

A doçura da sua mão masturbando meu pau contrastava diretamente com a brutalidade com a qual queria foder seu rabo.

Não era um desejo romântico. Muito longe disso. Era pura selvageria e egoísmo de macho com tesão. Aquilo era vontade de secar as bolas sem se importar com o tesão alheio. Um fetiche extremo da qual anos de pornografia fazia em um homem.

— Porra…. — soltei um sopro de alívio ao sentir que seus lábios envolveram a cabeça do meu pau.

O melzinho de pica escapava em abundância da uretra e se derramava na sua língua dentro da boca.

Aos poucos meu pau ganhou espaço na sua cavidade, com Ian engolindo metade sem esforço, indo e voltando, lambendo e punhetando como se fosse um brinquedo do qual tinha experiência em manusear.

— Isso, porra! Chupa toda a piroca do seu macho — segurei seu cabelo com certa brutalidade, guiando-o para engolir mais e mais do meu pau. Estava para enlouquecer de tesão.

Apesar de experiente, Ian não conseguia engolir meu cacete por inteiro, se esforçando, mas perdendo o controle quando enfiava mais fundo, causando crises de tosse ao chegar no limite de sua goela. Eu delirava, socando na sua garganta com tudo que tinha, fazendo ele quase vomitar.

— Me come! — pediu igual uma vagabunda louca por uma piroca. O rosto todo babado e destruído.

— Tem certeza que aguenta tudo isso no rabo? — mostrei o meu tamanho todo para ele que ficou um pouco travado de medo, engolindo seco.

— Não sei, mas eu quero dentro — pediu.

— Viadinho corajoso, assim que eu gosto. Vai embora com o útero sangrando de tanta pirocada — soltei minha benga e o ajudei a levantar do chão. — Vamos pro quarto.

Como toda casa de um homem solteiro de primeira viagem, eu não tinha muitos móveis, com os cômodos quase vazios, apenas o essencial.

Assim que chegamos no meu quarto, Ian ficou olhando tudo admirado. Era o cômodo mais bonito da casa. O meu colchão ficava no canto direito do quarto embaixo da janela blindex, e na parede oposta ficava minha escrivaninha de modelo industrial e em cima dela o meu maravilhoso PC gamer. Devo ter gasto mais de dez mil naquela belezinha. Era o meu bem mais precioso junto com minha moto. A cadeira também havia custado uma nota, mas nada aos pés do PC.

— Que massa — comentou assim que liguei os leds das cantoneiras no alto das quinas das paredes.

O show de luzes era hipnótico, ainda mais nas cores mais quentes, aumentando o clima de luxúria que nos rodeava.

Estava já sem roupas quando pedi que Ian tirasse as suas, o que me rendeu um showzinho à parte ao vê-lo se despir.

— Aquenta de quatro? — perguntei, olhando-o como veio ao mundo. Suas nádegas pareciam pãezinhos redondos, branquinhos e lisos.

— Acho que sim, só não enfia tudo de uma vez — disse antes de subir no colchão e se posicionar no meio dela, empinando o rabo enquanto descia o tronco até colar na cama. Minha pica quase bateu no nariz com aquela visão.

Tinha pouca experiencia em comer cu, pois as garotas que pegava odiavam sexo anal. A maioria das coisas que sabia vinham de filmes pornograficos. Por conta disso, não tinha nenhum lubrificante em mãos, apenas o cuspe.

Após porcamente lubrificado, andei até a cama, masturbando-me lentamente, espalhando minha saliva pelo comprimento.

— Tá pronto, viado? — fiquei atrás dele, uma mão de cada lado no seu quadril e a pica posicionada bem no meio de suas polpas.

— Sim. Mete!

Rebolou.

Aquilo foi o meu ingresso de entrada. Pincelei a ponta da cabeça algumas vezes na sua entrada corrugada e rosinha, brincando com sua portinha, forçando um pouco a cada passada de cima para baixo e vice versa.

Depois de alguns segundos zoando com a entrada do moleque, não aguentei mais esperar, forçando o meu pau no seu buraco que pareceu diminuir de tamanho. Não tinha como ser diferente, usei um pouco de brutalidade para ganhar espaço, acertando uma pirocada fundo no rabo do Ian.

— Ai, ai! Tá doendo, Marcos — choramingou enquanto era empalado vagarosamente. Estava extasiado.

— Aguenta que tá acabando — menti, notando o quanto tinha entrado nele. O moleque pareceu sentir que estava mentindo, pois tentou olhar para trás, mas eu o impedi. — Olha pra frente, moleque.

Demorei para conseguir penetrá-lo por inteiro, Ian contraia muito o cuzinho, apertando o meu pau como se fosse cortá-lo ao meio. A sorte desses espasmos é que elas vinham como ondas do mar, quando vem, ela te empurra para fora, mas depois puxa de volta. E foi nesse esquema que fui aproveitando para enfiar a rola a cada piscada que seu cuzinho apertado dava.

— É muito grande… — o moleque fez um bico triste, tombando na cama. Seu rosto e costas estavam suados.

— Relaxa o cu que só vou ficar parado dentro — falei próximo ao seu ouvido, deitado sobre suas costas.

Ficamos um tempo naquela posição até que senti que seu rabo estava mais relaxado, aceitando minha pica sem tanto medo. Aproveitei aquilo para começar a me mover, Ian choramingou, mas não tentou escapar. O meu peso e os meus bíceps mantinham seu corpo no lugar em uma barreira sólida da qual nem se quisesse ele sairia.

— Issoooo, relaxa viado — tirava e colocava lentamente. — Abre bem o cuzinho pro seu macho meter. — Incentivava, levantando o tronco para ficar numa posição melhor para estocar seu cu. Com uma mão na sua nuca e a outra na sua cintura, me movendo com mais força.

Iniciei com estocadas mais rasas e gradualmente fui aumentando o ritmo, tudo para não matar o moleque de dor, ganhando liberdade, até que o tesão começou a cegar minha razão, socando rápido e fundo no seu buraco, chocando o quadril com violência na sua bunda. Nossos corpos chegaram a saltar alguns milímetros do colchão. Não conseguia pensar em nada além do quanto era gostoso o seu rabo apertando o meu pau toda vez que ele escorregava fundo nas suas entranhas.

— RABO APERTADO DO CARALHO — Xinguei enquanto afundava a rola no seu cu.

— Ai, porra….. Ain, ta fundo — Ian gemia cortadamente devido ao impacto da foda animalesca.

A visão do moleque abraçado no travesseiro só aumentou minha fome de cu. Era algo primitivo mesmo.

— Ta gostando cadela? — Apertei seus fios nos dedos e puxei seu rosto para me olhar. O moleque soltou um sim em meio aos gemidos. — Então tu gosta de pica de negão estourando suas pregas, é? — Voltei a provocar.

— Urum — gemeu novamente.

Aquilo era um inferno de tão quente; o quarto estava abafado e brilhante; tínhamos esquecido de ligar o ar condicionado. As leds parecem só aumentar ainda mais a sensação de estar em um vulcão em erupção prestes a devastar toda uma região. A cama estava ensopada do suor de nossos corpos que não paravam de se encontrar, conectados pele a pele.

— Ah, porra! — O moleque berrou, torcendo o quadril e fazendo o meu pau escapulir em uma estocada.

— Foge não porra! — esbravejei, puxando seu corpo sem forças de volta a posição, com saudades do calor do seu cuzinho envolta do meu pau.

— Ain, Marcos, meu cu — me olhou, o rosto estava vermelho e todo suado como se tivesse corrido uma maratona.

— Achei que aguentasse rola, viado? Minha pica ta até sedenta nesse seu rabo — segurei seu rosto, forçando as bochechas. Tudo sem parar de me mover dentro dele.

— Aquento, mas não do seu tamanho — sorriu derrotado, tombando o rosto de lado no travesseiro. — Vou ficar sem pregas depois dessa foda.

— Em uma semana seu cuzinho volta ao normal e tu tá pronto pra levar mais piroca até cansar — falei com humor.

— Idiota! Fala isso porque não é seu…. hmmmm — fez careta ao sentir a cabeça no fundo — cu — completou.

Ri.

— A gente tá fazendo sem camisinha? — Perguntou depois de um curto silêncio.

— Quer que eu coloque?

Rebati orgulhoso.

— Não, eu gosto de sentir o leite dentro — o putinho falou com um sorriso ladino.

— Então empina bem o rabo que vou te encher de leite — puxei seu quadril, intensificando as estocadas. Praticamente me jogava para cima dele empurrando seu corpo para frente. Surreal.

Ian gania que nem uma gazela. Os braços magros apertavam o travesseiro novamente, sentindo o meu mastro rasgar seu cuzinho naquele entra e sai maravilhoso. O tratava que nem uma puta. Não sentia compaixão do seu cuzinho. Precisava aplacar o acúmulo de leite que fazia minhas bolas que doíam de tão pesadas, o que só me deixava ainda mais bruto.

Após uma onda de frenesi, estoquei o rabo do Ian três vezes com força e profundamente, enchendo seu cuzinho em urro de puro tesão. Minha porra jorrou na suas entranhas enquanto me mantinha firme enterrado nele até as bolas com o pau pulsando que nem um coração acelerado.

— Ah, caralho! Toma leite viado. — Disse já quase seco e sem forças. A visão quase embranqueceu de tão cansado.

Ficamos conectados, sentindo seu corpo apertar meu pau que ainda continuava duro. Era tão acolhedor seu buraco que não queria sair.

Após um tempo que não sei o quanto durou, me levantei já com o pau flácido, observando o estrago delicioso que fiz no rabo do moleque.

— Se veste Ian, tá na hora de vazar. — Falei já procurando uma roupa para vestir e cumprir o trato.

— Não aguento andar — fez manha. — To arrombado demais para andar de moto, Marcão. Por favor, deixa eu ficar?!

Suplicou.

— Para de frescura viado. Ta tarde e teu irmão agorinha tá ligando para saber onde tu foi — fui mais duro.

Insistente, Ian se levantou igual um idoso da cama, vindo até mim com o cuzinho pingando leite rosado devido ao filete de sangue que descia pela parte interna da sua coxa.

— Não é a primeira vez que durmo fora, ele não vai ligar — ele passou a mão pelo meu pau sob a camada de roupa.

— Tá bom — bufei irritado. — Tu não ia conseguir ficar sentado na moto de todo jeito.

— Isso!

Bateu palminhas no ar animado.

— Só não vem com problemas pra cima de mim. Se alguém desconfiar de algo tu tá fodido na minha mão — enfatizei com uma carranca que o fez engolir seco.

— Tá bom.

Por ser bem mais encorpado devido a academia e a genética da família, não tinha roupas que servissem nele, emprestando uma camiseta e um moletom que ficou até engraçado em seu corpo magro.

Fomos dormir tarde da noite com cada um mexendo no seu celular até apagar de cansaço. Eu perdi a batalha primeiro, o que resultou em acordar com o moleque deitado ao meu lado na cama, algo que enfatizei a ele que não aconteceria, mas o próprio aproveitou que havia dormido primeiro para fazê-lo.

Apesar de bravo com essa atitude do Ian, aproveitei da situação para aliviar as bolas, tendo em conta que havia acordado com uma barraca monstruosa no short, metendo no seu cuzinho de ladinho após descer sua roupa até a curva das suas nádegas. Por ser grande, tive que utilizar do cuspe para ilustrar minha pica, o que ajudou um pouco, mas não foi o suficiente para diminuir o incômodo no moleque que acordou assustado. Fui rápido em prendê-lo no lugar, passando o braço por cima do seu corpo, espalmando a mão no seu peito.

— Ai meu cu, Marcão — gemeu com a rola enterrada no cu.

— Esse é o preço da diária da casa e por dormir escondido na minha cama — disse, iniciando o movimento gostoso dentro dele. Era bom demais comer o cu de um viado.

Não deu outra, Ian saiu da minha casa com o rabo cheio de leite quente e todo ardido, reclamando o caminho todo até sua casa para não trepidar ou passar rápido demais em quebra molas.

As semanas passaram rápidas, o trabalho na oficina estava rendendo. Tinha clientes que confiavam no meu trampo já, o que só ajudava, sempre recebendo outros clientes que vinham até mim por indicação de algum outro que havia gostado do meu atendimento. Uma coisa boa para o meu bolso.

No sábado, a rapaziada resolveu marcar outro futevôlei. Luciano, minha dupla que havia machucado o tornozelo, tinha se recuperado finalmente da torção. O que agradeci. Nós dois juntos éramos imbatíveis. De cara ganhamos as três primeiras partidas sem pano, Douglas, meu rival e irmão do Ian, não suportava perder, virando motivo de risadas dos nossos colegas que enchiam ainda mais seu saco. O único que sofria era sua dupla que tinha que ouvir a cada erro. Douglas era um pau no cu.

— De novo, cara? Vai tomar no cu! Só passa a bola, porra — esbravejou assim que seu parceiro errou um passe.

Estava curtindo derrotá-lo consecutivamente, quando uma certa pessoa brotou na quadra, vinda do seu grupo de vôlei do outro lado.

Ian tinha mudado o visual. As pontas do cabelo estavam vermelhas, combinando muito com seu estilo. O dourado natural dos seus fios contrastavam com o tom avermelhado.

— O que você já quer? — Douglas perguntou assim que o menor o chamou. — Tenho dinheiro não. Vaza!

Apressou o irmão a sair do campo. Fiquei observando calado esperando a minha vez de sacar, espionando um certo alguém. O moleque estava comivel demais. A bundinha que maltratei tanto dias atrás, estava marcando no short apertado, dando para ver a silhueta perfeita das nádegas. O pauzão até deu uma fisgada na cueca. Antes de se afastar, Ian me deu um sorrisinho malicioso. Aquele viadinho já devia estar com as pregas recuperadas para me provocar dessa maneira. Devia estar louco para dar.

De longe vi o momento em que ele voltou para seu grupo e se jogou nos braços de um cara mais velho, dando um selinho rápido. Era o seu namorado.

A derrota da minha dupla finalmente chegou em um jogo acirrado. Estava pingando suor, as roupas grudadas no corpo quando subi até o bar e pedi uma cerveja.

— Só vou no banheiro e já pego — falei para a dona do lugar.

Estava mijando no único mictório do banheiro quando senti uma mão apertar meu pau que jorrava a água amarelada.

— Porra é essa viado? — a vontade de mijar até passou e guardei a rola no short, empurrando o moleque até uma cabine. — Tá ficando louco? E se alguém visse?

— Tava com saudades — quase ri, não acreditando que em uma unica foda ele estava já apaixonado.

— Tu tá querendo é rola — apertei meu pacote suado.

— Também.

— Então vira esse rabo pra mim — o segurei, forçando seu corpo a virar para a parede oposta a mim.

— Mas aqui?

— É, aqui mesmo. Empina o rabo — falei afobado, tirando a rola de dentro da cueca rapidamente.

— Marcão…

O cortei com uma pincelada da pica já dura na sua entrada, forçando a cabeça a cada passada. Em um último movimento, espalhei cuspe na ponta do meu pau e forcei seu buraco apertado, empurrando-o contra a parede, ganhando espaço centímetro a centímetro, arregaçando suas pregas.   

— Veio atrás do seu macho, putinha — falei próximo ao seu ouvido direito — agora aguenta a rola do cria pretinho te destruindo o rabo.

Sentir o calor do seu corpo apertando meu pau era gostoso demais. Mesmo querendo aumentar o ritmo, não podia devido a chance de alguém pegar a gente no pulo. Tinha que cadenciar as estocadas, tapando sua boca e fodendo ao mesmo tempo.

O moleque era perfeito demais. A cintura fina deixava um encaixe perfeito para o meu braço laçar. Até sua altura era vantajosa para mim. Meu instinto predatório o analisava como uma presa fácil a ser abatida.

— Amor, é você? — uma voz masculina chamou da porta principal do banheiro. Era o seu namorado.

Apertei o moleque ainda mais, atolando toda a pica dentro o que fez ele revirar os olhos e morder minha mão que estava na sua boca.

— Só vai sair depois que levar porra nesse cuzinho — falei em um tom duro, mas na altura que só ele pudesse ouvir.

Após um tempo sem resposta, o viado corno saiu, deixando nós dois a sós, o que aproveitei para voltar a meter duro no meu putinho.

— Tem que ser rápido — Ian empinou o rabo, rebolando na minha pica, fazendo uma careta engraçada quando sentiu meu pau fundo no seu cu.

— Tu que pediu — sorri malicioso.

Foram as estocadas mais deliciosas que dei na vida em uma foda. Seu cuzinho mesmo apertado e já dolorido, suportava toda a minha brutalidade, vindo de encontro da minha virilha, rebolando e sugando minha pica. Esporrei no seu cu sem parar de meter. Estava delirando de tesão.

— Aparece na minha casa no outro sábado. Tenho um primo que curti comer cu de viado tambem — comentei após sacar o pauzão de dentro dele. O moleque estava tremendo igual vara verde e todo suado igual a mim.

— Tenho jogo com a turma do vôlei, mas vou depois daqui — me disse com aquele sorrisinho de moleque puto.

— Tá marcado então.

— Ok.

Continua…

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmão do parceiro vira putinho do negão

Codigo do conto:
273001

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/09/2026

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